Protestos no Brasil contra a Copa do Mundo de 2014

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Protestos no Brasil contra a Copa do Mundo de 2014
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Manifestantes protestam em passeata pelo Dia Mundial de Lutas contra a Copa, na Avenida Presidente Vargas, no centro da cidade do Rio de Janeiro.
Período Junho de 2013 – Julho de 2014[1]
Local  Brasil — diversas cidades
Causas Abuso e gastos excessivos de verbas públicas para construção de estádios e estruturas para abrigar a copa do mundo de 2014 e isenção de impostos para a FIFA. [2][3]
Objetivos Melhor gestão dos gastos governamentais e serviços públicos eficientes; Hospitais e escolas Padrão Fifa;[4]
Características Manifestações
Ciberativismo
Marchas em protesto

Os protestos no Brasil contra a Copa do Mundo de 2014, vulgarmente conhecido como Não vai ter copa[5][6] são várias manifestações populares por todo o país e principalmente nas capitais onde houve jogos da Fifa pela copa do mundo em protesto contra o gasto nas construções de estádio e estruturas para abrigar a Copa do Mundo FIFA de 2014.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Os protestos tiveram como principal foco o abuso do gasto de dinheiro público, como com o estádio Itaquerão, onde o valor dos gasto foram inicialmente de 820 milhões de reais passou para 1,2 bilhões de reais, e obras públicas em hospitais e escolas não tiveram o mesmo investimento. Segundo a Pew Research, 61% achavam que sediar a Copa teria impactos negativos.[7]

Se, por um lado, os protestos foram inócuos, tendo em vista que só se intensificaram à medida que a Copa do Mundo foi se aproximando, isto é, não houve manifestações contrárias à realização do evento em 2007, quando ele foi anunciado e amplamente divulgado pela mídia,[8] por outro lado os movimentos contra a realização do Mundial no país, que em 2013 levaram milhares a se manifestarem durante a Copa das Confederações, ganharam diversos adeptos através da Internet. Em pouco tempo, a página Movimento Anti-Copa de Decoração de Ruas foi criada no Facebook, atingindo mais de 15 mil curtidas em aproximadamente um mês.[9]

Os protestos, em sua maioria organizados por redes sociais, tiveram início em diversos locais nas capitais federais e partiram de diversas células da sociedade. Professores, sem tetos, índios e autônomos se engajaram para protestar contra a copa do mundo. No dia 26 de maio de 2014, as manifestações se aproximaram pela primeira vez da delegação da Seleção Brasileira de Futebol em Brasília, onde manifestantes colaram adesivos escritos Não vai tercopa no ônibus oficial da seleção que se dirigia para Petrópolis.[10] "Pode acreditar, educador vale mais do que o Neymar", gritavam os manifestantes. O veículo teve de pegar uma rota alternativa para fugir do bloqueio dos manifestantes. Houve uma correria, mas sem registro de algum grande incidente.[10]

Um painel gigante com grafites feitos em alusão a copa do mundo de propriedade do Metrô de São Paulo, próximo ao estádio Itaquerão, foi pixado no dia 6 de junho. [11]


Histórico[editar | editar código-fonte]

Antes do início da Copa do Mundo[editar | editar código-fonte]

Prisão de manifestantes no dia 25 contra a Copa do Mundo de 2014 da FIFA que se escondiam em hotel no centro de São Paulo[12]

Em 25 de Janeiro, os protestos contra a realização da Copa do Mundo, que tiveram início de forma pacífica, acabaram em confusão. Em São Paulo, os manifestantes e a Polícia Militar entraram em confronto no centro da cidade.[12] De acordo com o Twitter oficial do órgão, 108 pessoas foram presas pela Tropa de Choque e 20 pelo policiamento de área, totalizando 128 detidos até às 00h02 deste domingo. [13]

Grafite em São Paulo criticando os gastos com a Copa do Mundo.

Em 27 de maio, um protesto contra o mundial da Fifa terminou em confronto com a Polícia Militar na área central de Brasília - DF. Os manifestantes chegaram a fechar as seis faixas do Eixo Monumental, no sentido Torre de TV, o que gerou um grande congestionamento.[14] Segundo a PM, cerca de 2,5 mil pessoas participaram da manifestação, entre as quais um grupo de 300 índios que desembarcou na capital federal para protestar contra mudanças nas regras de demarcação de terras indígenas.[15]

Em 30 de maio, um novo protesto contra a Copa em Brasília reuniu cerca de 200 manifestantes, segundo a Polícia Militar e terminou pacificamente. Os manifestantes foram da Esplanada dos Ministérios até o Estádio Nacional Mané Garrincha, onde simbolicamente deram um cartão vermelho para a Fifa. No mesmo local, na última terça (27), havia ocorrido confronto com a PM, em protesto que teve a participação de índios e sem-teto. Desta vez esses grupos não estavam no protesto. Após irem até o estádio, voltaram à Esplanada dos Ministérios e o grupo se dispersou. A manifestação teve o apoio do Comitê Popular da Copa do Distrito Federal.[16]

Em 31 de maio, cerca de 500 pessoas participaram de um protesto contra gastos públicos na Copa do Mundo. Policiais militares acompanharam o grupo usando, pela primeira vez, o exoesqueleto apelidado de 'Robocop'.[17]

Em resposta, o governo não emitiu notas, apenas declarou ser normal qualquer forma de manifestação, mas também garantiu que os 4.000 homens do exército não devem atuar em protestos em São Paulo, sendo necessário suas tropas apenas em casos de emergências. [18]

Os protesto também forma alvo de uma agência de propaganda e marketing que criou comercial com o craque argentino Lionel Messi sonhando com protestos contra a copa do mundo. [19]

Os protestos, até o momento não registraram violências nem por parte dos manifestantes como da polícia, e segue sendo pacífico[20] Cerca de 500 manifestantes, segundo a Polícia Militar (PM) caminham há mais de uma hora e meia pelas ruas do centro e da zona oeste da capital paulista, no 9º Ato contra a Copa. O protesto começou no Teatro Municipal e seguiu pelas ruas São João, Duque de Caxias, pela Avenida Rudge e pela Rua Sérgio Tomás.

Em 3 de junho de 2014, um novo protesto em frente ao hotel onde a seleção se concentra em Goiás para um amistoso contra o Panamá, gerou um momento de tensão quando a polícia tentou tirar os manifestantes do canteiro central. Os manifestantes, ligados a grupos sindicais e partidos de esquerda, ergueram faixas contra a organização do Mundial no Brasil e pediram a mesma valorização a professores e profissionais da saúde.[21]

Em 6 de junho, cerca de quatro mil manifestantes compostos por policiais militares e integrantes do MTST que se reuniram na Vila Matilde. A campanha foi denominada "Copa Sem Povo, tô na Rua de Novo", o ato cobra reforma urbana e luta por moradia. A manifestação foi apoiada por outras lideranças sociais, como o Movimento Passe Livre (MPL) que pediam moradia e criticaram gastos com o Mundial.[22][23]

Um dia antes da abertura da Copa do Mundo, em 11 de junho, a cidade de Belo Horizonte foi palco do único protesto violento durante todo o período do Mundial. Cerca de 400 manifestantes saíram da praça Sete, no centro da capital, e se dirigiram à praça da Liberdade, onde estava localizado o relógio da Copa. Lá, a Tropa de Choque da Polícia Militar estava posicionada para que não houvesse depredações ao relógio. Porém, iniciou-se um confronto entre PM e manifestantes, que depredaram prédios próximos. Ao mesmo tempo, houve conflitos na avenida João Pinheiro, em frente ao Detran, com a depredação de um carro da Polícia Civil, e na avenida Afonso Pena, com pichações na sede da prefeitura.[24]

Durante a Copa do Mundo[editar | editar código-fonte]

Manifestante segurando uma placa ironizando o contraste de qualidade entre os estádios de futebol, feitos sobre o padrão estabelecido pela FIFA, com os serviços públicos

Apesar de membros do governo, como o ministro do esporte, Aldo Rebelo, alegarem que as manifestações de 2013 não iriam durar até a Copa do Mundo,[25][26] os protestos ocorreram em diversas cidades-sedes do torneio.[27][28] Esse cenário já era previsto pelas forças de segurança do mundial, sendo que este foi um dos maiores focos de treinamento e investimento.[28] As manifestações populares tiveram uma dimensão muito menor em relação aos protestos de junho de 2013, mas houve conflitos com as forças policiais em quase todas as cidades-sede, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Fortaleza. Não houve confrontos em Salvador e Manaus.[27][28][29][30] Entre 5 de junho a 6 de julho de 2014, foram agendadas 144 manifestações, a maioria no Rio, São Paulo e Belo Horizonte.[31]

Na capital paulista, a cidade-sede do jogo inaugural do campeonato, houve uma forte e violenta repressão contra os manifestantes por parte da Polícia Militar. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu investigar essas ilegalidades.[32] As manifestações ganharam repercussão na mídia internacional, como na BBC[33] e na CNN.[34]

Na primeira semana da Copa, houve mais de 20 protestos e 180 detidos, boa parte terminando com ação policial.[35]

Em Porto Alegre, no dia 23 de Junho de 2014, entre cerca de 100 e 200 manifestantes,[36] aglomeraram-se no Camelódromo e de lá tomaram a Avenida Borges de Medeiros, sendo suprimidos por um contingente de cerca de mil policiais militares (PMs), conforme a Brigada Militar. Os protestos começaram meio-dia, e teve início próximo das 14h. O grupo, sempre entoando cânticos contra a Copa. Sem muitas opções de trajeto, o bloco seguiu até o bairro Cidade Baixa, encerrando a manifestação sem conflitos com a polícia ou depredações. Apenas um manifestante foi preso por esvaziar os pneus de uma viatura.[37]

Ainda no dia 23 de Junho, em São Paulo, cerca de 200 manifestantes reuniram-se na Avenida Paulista (ponto tradicional de protestos)[38] Durante os protestos, um homem não identificado atirou para o alto durante prisão de jovem. Denominado 11º ato contra a Copa em São Paulo, ao menos três pessoas foram presas no ato, entre elas o manifestante Rafael Marques Lusvarghi, de 29 anos que, em protesto em 12 de julho, recebeu um jato de spray de pimenta nos olhos.[38] Argumentado a PM paulista através do tenente coronel José Eduardo Bexiga, comandante da operação, disse que não sabia sobre os disparos e que tampouco havia sido informado sobre os disparos efetuados por um suposto policial civil. "Pergunta para a Polícia Civil", limitou-se a responder, aos ser questionado sobre o incidente.[38]

Belo Horizonte viu manifestações após o desmoronamento de um viaduto na Avenida Dom Pedro I no dia 3 de julho, matando duas pessoas e ferindo 23. O site da construtora responsável foi derrubado por hackers,[39] e no dia 5 trinta manifestantes protestaram na sede da empresa.[40] No dia 9, as famílias das vítimas marcharam em passeata após a missa de sétimo dia.[41]

Em 13 de Julho, o polícia feriu ao menos dez jornalistas por estilhaços de bombas de gás lacrimogênio e golpes de cassetete durante uma manifestação no Rio de Janeiro marcada para coincidir com a final da Copa do Mundo. O protesto, que reuniu cerca de 300 pessoas neste domingo na Zona Norte da cidade, foi reprimido pela Polícia Militar[42] com método conhecido internacionalmente como kettling, foi a de cercar totalmente os manifestantes e impedir que saíssem da Praça Saens Peña, na Tijuca, a menos de dois quilômetros do estádio do Maracanã, para onde queriam marchar. A Polícia Militar afirmou à BBC Brasil que encaminhará à Corregedoria denúncias de abusos de policiais.[42] A BBC Brasil e o restante da imprensa nacional e internacional presentes à manifestação testemunharam cenas de violência contra ativistas e jornalistas.[42]

Críticas[editar | editar código-fonte]

Declarações de personalidades públicas[editar | editar código-fonte]

O ex-jogador de futebol brasileiro Pelé chegou a afirmar sobre as manifestações: "Faltam 10 meses para começar a Copa. Não vai dar tempo para ver o que foi gasto. Então vamos aproveitar para arrecadar com turismo e compensar o dinheiro que foi roubado dos estádios."[43]

No dia 19 de junho de 2013, Pelé declarou, em vídeo gravado para a Globo[43] (TV Tribuna, afiliada[44]) e divulgado na internet, onde afirmou que os brasileiros deveriam deixar de lado as manifestações e apoiar a seleção.[45] Ao invés de acalmar, gerou mais indignação, como por exemplo, a de Romário, que mandou o Pelé calar a boca.[43][46] No dia 20 de junho de 2013, manifestantes da cidade-natal de Pelé, Três Corações, "amordaçaram" a estátua do ex-jogador, amarrando um cartaz na boca dela com os dizeres "Sou Tricordiano, mas Pelé não me representa".[47]

Pelo Facebook, no dia seguinte,[48] Pelé disse, em inglês e português, ter sido mal-interpretado: disse ser 100% a favor da manifestação e que solicitou apenas que não se descontasse na seleção o descontentamento, vaiando a eles.[49][50]

Ronaldo foi outro alvo de críticas pelos manifestantes[51] após uma declaração sua de 2011 ser relembrada na internet, aonde ele dizia que "com hospitais não se faz Copa do Mundo".[52] Manifestantes levaram cartazes com dizeres, entre outros "Ronaldo, sem hospitais como os travestis vão operar?", em alusão à confusão de alguns anos atrás entre travestis e o ex-jogador.[52] Em Fortaleza, o ex-jogador foi chamado de babaca pelos manifestantes.[53] No dia 20, Romário postou um vídeo resposta em seu Facebook gravado por o pai de uma filha deficiente física supostamente por causa de falhas no sistema de saúde.[54][55] Disse, entre outras coisas, que um bom atendimento ao turista inclui também ter hospital, e que por isso também pode ser considerado parte da Copa do Mundo.[54][55]

Ronaldo se defendeu das críticas dizendo que o vídeo está fora de contexto, e que a edição é tendenciosa ao removê-lo e fazer o vídeo parecer daquela semana.[56][57] Disse também que, como o país não sedia Copa do Mundo desde 1950 e que nem por isto atingiu-se excelência em nenhuma causa social prioritária, como educação, saúde, transportes, etc, ao passo que a Copa é chance de atrair investimento.[56][57] Afirmou sentir orgulho de ver os protestos e que espera que se espalhem, cobrando todos os anos uma gestão melhor do dinheiro público.[56][57]

Rio Grande do Norte[editar | editar código-fonte]

Um estudo realizado pela Consult em parceira com a Tribuna do Norte revela que a maioria dos natalenses reprova a realização de manifestações de rua durante o período da Copa do Mundo. De acordo com a pesquisa quantitativa, mais de 55% dos entrevistados discordam de novos protestos parecidos com os que ocorreram no ano passado. Além de não concordar com as manifestações, o levantamento aponta que o natalense não tem ilusão sobre o famigerado “legado da Copa”. Para 53,18% dos consultados, Natal não ficará melhor após a realização do Mundial. Os moradores da zona Norte são os mais desesperançosos.[58]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Não vai ter copa!
  2. Brazil Corporate - Tax credits and incentives
  3. World Cup 2014 in Brazil
  4. Não vai ter Copa
  5. Paula Bianchi (2 de junho de 2014). «Valcke ironiza "não vai ter Copa": já está tendo». Portal Terra. Consultado em 3 de junho de 2014 
  6. Ciro Barros (20 de fevereiro de 2014). «Conheça os ativistas que gritam "não vai ter Copa"». UOL. Consultado em 2 de junho de 2014 
  7. Brazilian Discontent Ahead of World Cup
  8. «Fifa oficializa Brasil como sede da Copa do Mundo-2014 - 30/10/2007 - Esporte - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 14 de julho de 2015 
  9. Movimento reúne pichações e arte contra a Copa do Mundo no Brasil
  10. a b Manifestantes cercam ônibus em saída da seleção
  11. Muro com grafite da Copa do Mundo vira alvo de protestos contra a Fifa.
  12. a b «Vídeo mostra prisão de manifestantes que se escondiam em hotel no centro». 26 de janeiro de 2014. Consultado em 23 de Janeiro de 2015 
  13. Grupos protestam contra a realização da copa do mundo
  14. entre PMs e manifestantes marca protesto contra Copa no DF
  15. Protesto contra a Copa termina em confronto com a polícia no DF27/05/2014 19h43 - Atualizado em 27/05/2014 22h15
  16. Protesto contra a Copa do Mundo reúne 200 manifestantes em Brasília
  17. 31/05/2014 Protesto contra a Copa reúne 500 pessoas no Centro de São Paulo Atualizado em 31/05/2014 22h11
  18. Exército não deve atuar em protestos em São Paulo
  19. Messi sonha com protestos contra a Copa do Mundo em propaganda da Adidas
  20. Protesto contra a Copa pelas ruas da capital paulista continua pacífico
  21. Protesto contra Copa leva confusão à rua de hotel do Brasil
  22. Sem-teto fazem protesto contra a Copa na Zona Leste de São Paulo - Atualizado em 04/06/2014 21h35
  23. Protesto contra gastos no Mundial reúne 12 mil pessoas no Itaquerão
  24. BH tem mortes, protestos “abafados” e Savassi enlouquecida
  25. «Governo brasileiro acredita que não haverá manifestações durante a Copa». Terra. 28 de outubro de 2013 
  26. «Mas, afinal, haverá protestos na Copa?». BBC. 13 de dezembro de 2013 
  27. a b «Na abertura da Copa, protestos pelo país tiveram bombas de gás e detidos». G1. 12 de junho de 2014 
  28. a b c «Protestos atraem menos gente, mas voltam a registrar violência». O Povo. 13 de junho de 2014  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "oPovoManifesta.C3.A7.C3.A3oAberturaCopa" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  29. Protestos marcam 1º dia de Copa. Exame. Página acessada em 13/06/2014
  30. «Na abertura da Copa, protestos pelo país tiveram bombas de gás e detidos». G1. 12 de junho de 2014 
  31. Magalhães, Mario (9 de julho de 2014). «Rio, São Paulo e BH lideram ranking de cidades com mais protestos na Copa». UOL 
  32. El País, ed. (13 de junho de 2014). «Bombas de gás e spray nos olhos: é assim que a polícia reage aos protestos» 
  33. «Brazil World Cup: Clashes at Sao Paulo and Rio protests». BBC. 12 de junho de 2014 
  34. [Brazilian police fire tear gas at World Cup protesters «Brazil World Cup: Clashes at Sao Paulo and Rio protests»] Verifique valor |url= (ajuda). CNN. 12 de junho de 2014 
  35. «Com mais de 20 protestos, 1ª semana de Copa tem 180 detidos em atos». G1. 19 de junho de 2014 
  36. Bloco de Luta realiza novo protesto contra a Copa no Centro
  37. Protesto contra a copa reúne mais policiais do que manifestantes
  38. a b c Protesto contra Copa termina com detidos na Avenida Paulista
  39. Site de construtora de viaduto que desabou é hackeado
  40. BH: protesto contra construtora de viaduto reúne 30 pessoas
  41. Passeata é feita em homenagem a motorista de ônibus e e em protesto à tragédia em viaduto
  42. a b c Polícia usa violência em protesto e fere ao menos 10 jornalistas no Rio
  43. a b c [1] Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "Peixe_P.C3.BAblico" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  44. «Pelé cobra apoio à Seleção: "vamos esquecer essa confusão"». Terra. 19 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  45. «Estátua de Pelé é "amordaçada" na cidade natal do jogador». Jornal do Brasil. 21 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
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  48. «Tá nas redes: Pelé volta atrás e diz que é '100% a favor dos protestos'». Jornal do Brasil. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  49. «Pelé se explica sobre declaração e diz: "sou 100% a favor do movimento"». Terra. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  50. «Pelé diz que foi 'mal interpretado' e defende protestos no Brasil». 21 de junho de 2013. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  51. «Pelé e Ronaldo são alvo de manifestantes em protesto no Rio». Terra. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  52. a b «BH: protesto ataca Pelé e indaga Ronaldo: "como travesti opera sem hospital?"». Terra. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  53. «Ex-atacante Ronaldo é chamado de "babaca" em protesto no CE». Terra. 19 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  54. a b «Romário critica Ronaldo por vídeo polêmico: "essa não dá para segurar"». Terra. 20 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
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  57. a b c «Ronaldo se defende de vídeo na internet: "edição bastante tendenciosa"». Terra. 19 de junho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2013 
  58. Maioria dos natalense é contra protestos durante a Copa