Copa das Confederações FIFA

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Copa das Confederações da FIFA
FIFA Confederations Cup
Troféu da Copa das Confederações
Dados gerais
Organização FIFA
Edições 10
Outros nomes Copa Rei Fahd
Local de disputa País-sede da Copa do Mundo FIFA no ano seguinte.
Sistema Grupos e eliminatórias
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Copa das Confederações FIFA (pt-BR) ou Taça das Confederações FIFA (pt) (em inglês: FIFA Confederations Cup), foi um torneio de futebol organizado pela FIFA entre seleções a cada quatro anos (a partir de 2005, anteriormente a cada dois anos). Os participantes são os seis campeões continentais, estes são os vencedores do Campeonato Africano das Nações, a Copa da Ásia, o Campeonato Europeu de Futebol, a Copa das Nações da OFC, bem como vencedores da Copa América e Copa Ouro, que são respectivamente as competições continentais da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) e a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (CONCACAF), acrescidos do país-sede e o campeão mundial, perfazendo um total de oito países.

As duas primeiras edições foram disputadas na Arábia Saudita, a competição era conhecida como Copa Rei Fahd. Na terceira edição, também na Arábia Saudita, a FIFA assumiu o comando da organização da competição. Seu status foi incrementado, o número de países participantes aumentaram para oito e o nome mudado para a versão atual. Em 2001, o torneio foi sediado pela Coreia do Sul e Japão como uma prévia para a Copa do Mundo FIFA de 2002. A partir de 2005, este precedente foi repetido antes de todas as edições da Copas do Mundo (Alemanha em 2005, África do Sul em 2009, Brasil em 2013 e Rússia em 2017), servindo para testar a preparação do país-anfitrião e proporcionar uma competição à sua seleção nacional, uma vez que não disputa os torneios de qualificação.

O Brasil é o maior vencedor da competição, vencendo quatro das dez edições em 1997, 2005, 2009 e 2013. A França é a segunda com duas vitórias em 2001 e 2003, enquanto outras quatro seleções ganharam uma vez: Argentina em 1992, Dinamarca em 1995, México em 1999 e Alemanha em 2017. A CONMEBOL é a entidade continental com mais vitórias, com cinco conquistas, seguido da UEFA, com quatro conquistas.

Em 15 de março de 2019, a FIFA anunciou um novo formato para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, que contará com a inclusão de mais equipes e passará a ser disputado sempre um ano antes da Copa do Mundo, assim como era a Copa das Confederações, marcando o fim da competição intercontinental.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Troféu Artemio Franchi

A Copa Intercontinental de Seleções, ou Troféu Artemio Franchi, foi criada no modelo da Copa Intercontinental, uma competição de clubes existente desde 1960, entre os vencedores da América do Sul e da Europa. Este torneio é considerado por alguns como uma forma precursora não oficial da Copa das Confederações, embora a FIFA tenha reconhecido apenas os torneios de 1992 em diante para ser o vencedor da Copa das Confederações.

A Copa Intercontinental de Seleções de 1985 aconteceu no Parc des Princes, em Paris. Diante de 20.405 espectadores a equipe da França e do Uruguai, respectivamente vencedores do Campeonato Europeu de Futebol de 1984 e da Copa América de 1983. O treinador francês Henri Michel armou sua equipe em um esquema de 4-4-2, com dois centroavantes Dominique Rocheteau e José Touré sem pontas nas laterais. Ambos os jogadores marcaram dois gols que permitiu a França vencer a partida por 2 a 0. Dominique Rocheteau lançado pelo meio-campista Michel Platini, marca perto do quinto minuto. José Touré, em seguida, o dobro da pontuação na segunda metade de 2-0 em um voleio. O encontro é totalmente dominado pela França, cujo jogo "raramente foi tão fluido", segundo Alain Giresse. Quanto à equipe uruguaia, inclui o meia-atacante Enzo Francescoli do River Plate, da Argentina.

Uma segunda e última edição desta Copa Intercontinental de Seleções ocorreu em 24 de Fevereiro de 1993, no Estádio José María Minella, em Mar del Plata, entre a Argentina e a Dinamarca. Cerca de 34.683 espectadores assistiram a partida terminando em um empate de 1-1 com um gol contra a favor dos dinamarqueses. Claudio Caniggia aos 30 minutos marcou para os argentinos. O jogo foi decidido nas penalidades. Diego Armando Maradona marca o primeiro gol para os sul-americanos que finalmente vencem por 5 a 4 graças ao goleiro Sergio Goycochea, que defende dois pênaltis contra uma única defesa de Peter Schmeichel, da Dinamarca.

A criação[editar | editar código-fonte]

A primeira edição da Copa das confederações ocorreu em 1992, em Riad, na Arábia Saudita, de 15 a 20 de outubro. O favorito era a Argentina, vice-campeão mundial dois anos antes. Se Maradona não estava presente, o treinador Sul Americano Alfio Basile ainda leva uma "equipe de estrelas" com Batistuta, Redondo, Caniggia e Simeone e levaram a taça após vencerem o país-sede na decisão, mesmo diante de uma torcida local bastante entusiasmada. Os outros dois participantes do torneio naquele ano foram Estados Unidos e Costa do Marfim.[1]

Em 1995, volta a ser realizado na Arábia Saudita. O torneio é aumentado para seis equipes e recebe campeões continentais de todas as confederações, com exceção da Oceania. O país anfitrião é o único não-campeão continental. O Japão e Arábia Saudita são eliminados na primeira rodada. O México ocupa o terceiro lugar. A Dinamarca e Argentina, encontram-se no final. A equipe da Argentina é baseada em uma nova geração incorporada pelos jogadores Roberto Ayala, Ariel Ortega e Javier Zanetti, enquanto os dinamarqueses são liderados pelos irmãos Brian e Michael Laudrup. Neste final, os jogadores do treinador dinamarquês Richard Møller Nielsen tomaam rapidamente uma vantagem de 1-0 em uma cobrança de pênalti convertido por Michael Laudrup. Os europeus, em seguida, confirmam a sua "clara superioridade" no jogo ao vencer, por 2-0, na sequência de um gol no segundo tempo, marcado pelo dinamarquês Peter Rasmussen.[2]

A FIFA assume a organização[editar | editar código-fonte]

Pontapé inicial da partida entre Brasil e Argentina pela final da edição de 2005.

A partir de 1997, a FIFA , decidiu organizar o torneio, a fim de dar-lhe uma "base formal de longo prazo" para a competição poder "ganhar uma vaga no calendário internacional". O objetivo da FIFA era permitir que equipes de cada continente para pudessem competir em um torneio a nível mundial, embora não pertencessem à elite do futebol mundial. O torneio é então expandido para oito seleções. Além dos seis campeões continentais, o atual campeão mundial está agora automaticamente qualificado, bem como o país organizador. Para completar o quadro, se necessário, em caso de cancelamento ou uma seleção ganhar duas competições classificatórias (campeão do mundo e campeão continental ou campeão continental e o país anfitrião), ficaria a cargo da FIFA convocar outra seleção, através de um convite (geralmente a primeira escolha é o finalista de uma ou outra das competições continentais).

Em 1997, o Brasil carimbou com autoridade a sua conquista, que veio de forma impressionante. Um dos principais objetivos para a realização do torneio ficou evidente com a chegada da Austrália à final, diante dos então tetracampeões do mundo.[3]

Em 1999, o México mereceu o título após ser um dos dois selecionados que terminaram a fase de grupos invictos. O fator local, é claro, pesou: em casa, o México não era vencido há 18 anos. O Brasil correspondeu às expectativas, levando ao torneio uma série de jovens jogadores fora de série. A competição também testemunhou um padrão de grandes goleiros raramente visto em um único torneio, com arqueiros do nível de Keller (EUA), Campos (MEX), Dida (BRA) e Utting (NZL). Houve também algumas surpresas, como a Arábia Saudita, que se recuperou após sofrer 5 a 1 do México na estreia e chegou às semifinais depois de golear o Egito pelo mesmo placard, em um clássico do futebol árabe. Os Estados Unidos bateram a poderosa Alemanha e por pouco não chegaram à final, após perderem do México na prorrogação, com "gol de ouro" do artilheiro Blanco. A Nova Zelândia foi para casa feliz por encarar Alemanha e Estados Unidos de igual para igual.[4]

Na Coreia do Sul e Japão, em 2001, uma multidão de 65 mil pessoas viu a campeã do mundo França vencer os anfitriões japoneses na final por 1 a 0, ganhar o torneio e chegar à impressionante marca de três grandes títulos em um intervalo de apenas quatro anos. Mas os franceses tiveram de se segurar na defesa no segundo tempo, quando o Japão veio para cima em busca do empate.[5]

Em 2003, a França, campeã europeia, sediou a Copa das Confederações da FIFA. Três estádios que receberam jogos da Copa do Mundo de 1998 foram as sedes: Stade de France, Stade de Gerland e Stade Geoffroy-Guichard. O Brasil voltou para casa mais cedo, ao cair ainda na fase de grupos em uma chave difícil, contra Camarões, Turquia e Estados Unidos. Os anfitriões, recuperados do mau desempenho no Mundial de 2002, foram campeões na sua chave. A Turquia consolidou o crescimento como uma potência do futebol mundial e por pouco não chegou à final da competição. O torneio foi ofuscado pela trágica morte do camaronês Marc-Vivien Foé.[6] Os companheiros dele acabariam perdendo por um triz a emocionante final diante da também abalada França.

Apesar da ausência do supercraque e artilheiro Ronaldo na Copa das Confederações da FIFA 2005, o Brasil brilhou em uma grande final contra a rival Argentina, ganhando o título pela segunda vez na história. Adriano recebeu o merecido reconhecimento como um grande jogador, ganhando tanto a Bola de Ouro como a Chuteira de Ouro da adidas. Embora a derrota na decisão tenha sido dura para a Argentina, o desempenho e as qualidades demonstradas pelo craque Riquelme lhe renderam a Bola de Prata. A competição também demonstrou que a Alemanha estava bem preparada para sediar a Copa do Mundo da FIFA de 2006 e apresentou ao mundo um novo plantel — especialmente os promissores Podolski e Schweinsteiger — que, comandado pelo técnico e ídolo Jürgen Klinsmann, conquistou o terceiro lugar em uma emocionante prorrogação contra o México.

Em 2009, pela primeira vez na história, a Copa das Confederações da FIFA ocorreu em solo africano. A África do Sul provou ser capaz de sediar a Copa do Mundo FIFA de 2010 e, de forma impressionante, apresentou algumas das cidades-sede para o Mundial: Joanesburgo, Rustemburgo, Mangaung/Bloemfontein e Tshwane/Pretória. O emocionante torneio na África do Sul terminou com uma ótima final reunindo Brasil e Estados Unidos em Joanesburgo. Com uma vitória por 3 a 2, os brasileiros conquistaram a taça pela terceira vez.

As últimas edições e o fim da competição[editar | editar código-fonte]

Partida entre Brasil e Alemanha.

Em 2013, a Copa das Confederações foi para o Brasil. O torneio expôs problemas de infraestrutura nas seis cidades-sede, e foi marcado por uma série de protestos que haviam se iniciado pouco antes da competição em reclamação ao aumento das passagens no transporte público, descaso à educação e à saúde em detrimento da concentração exagerada de impostos destinados à Copa, ao Estado de exceção com entrega de poderes ilimitados à FIFA e despejo em massa de moradores das áreas dos novos estádios e do entorno dos já construídos. Apesar disso os estádios foram elogiados pela imprensa, e o nível esportivo foi considerado bom, segundo pesquisas duvidosas. Os anfitriões brasileiros, liderados pelos artilheiros Neymar e Fred, conquistaram seu terceiro título consecutivo, quarto ao total, com um 3 a 0 diante da campeã mundial Espanha.[7]

A edição de 2017 é marcada pela ausência do tricampeão Brasil, primeiro vez desde 1995, e pelo surgimento do vídeo de assistência à arbitragem (VAR). A Alemanha, campeã mundial, venceu na Rússia a Copa das Confederações com uma equipe renovada, derrotando o Chile em 1-0 e entrando pela primeira vez na lista de campeões da competição.

Em fevereiro de 2015, o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, anunciou que o Catar, país anfitrião da Copa do Mundo de 2022, não iria organizar a edição de 2021, evocando as condições climáticas no Golfo Pérsico no verão. Em 2017, a FIFA planeja eliminar permanentemente a competição e substituí-la por um novo formato da Copa do Mundo de Clubes. Esta decisão é formalizada pelo Conselho da FIFA, em 15 de março de 2019.

Organização[editar | editar código-fonte]

Equipes participantes[editar | editar código-fonte]

Oito seleções são elegíveis para participar da Copa das Confederações. Em primeiro lugar a seleção do país anfitrião que organiza a competição e a equipe campeã mundial. Os outros seis países convidados são os seis campeões continentais, respectivamente os vencedores dos torneios continentais organizados pelas seis confederações internacionais de futebol. O vencedor da Copa Ouro representante da CONCACAF, que é a confederação da América do Norte, Central e do Caribe. A Copa América designa a representante da Confederação da América do Sul, a CONMEBOL. Os vencedores do Campeonato Europeu, Campeonato Africano das Nações, a Copa da Ásia e a Copa das Nações representam, como tal, confederações de UEFA, AFC e OFC.

Entidade Continente Classificação
FIFA
País anfitrião
Seleção do país sede
Mundo
Campeão da Copa do Mundo
CAF
África
Campeão da Copa das Nações Africanas
CONCACAF
América do Norte, Central e Caribe
Campeão da Copa Ouro
CONMEBOL
América do Sul
Campeão da Copa América
AFC
Ásia
Campeão da Copa da Ásia
UEFA
Europa
Campeão da Eurocopa
OFC
Oceania
Campeão da Copa das Nações da Oceania

País anfitrião[editar | editar código-fonte]

Comitê organizador para a edição de 2009, na África do Sul.

As duas primeiras edições do torneio foram na Arábia Saudita e são nomeados Copa Rei Fahd em honra do Rei Fahd da Arábia Saudita, rei da Arábia Saudita de 1982 a 2005. Em 1997, o torneio é renomeada para Copa das Confederações FIFA e é realizado pela terceira vez na Arábia Saudita, no Estádio Internacional King Fahd. O torneio então muda regularmente: em 1999, o México, em 2001, a Coreia do Sul e o Japão, que organizam a Copa do Mundo de 2002 no ano seguinte, e em 2003, a França. A organização é confiada pela FIFA a um comitê organizador da nação anfitriã.

Desde a edição de 2005, a Copa das Confederações acontece a cada quatro anos, um ano antes da Copa do Mundo, no país que organiza no ano seguinte. Por exemplo, a Alemanha recebe a competição em 2005, a África do Sul em 2009, o Brasil em 2013 e a Rússia em 2017. No entanto, este não é o caso do Catar em 2021, já que a FIFA decidiu retirar a organização devido às altas temperaturas no verão. Este lugar especial no calendário internacional torna possível "testar infra-estruturas" da próxima Copa do Mundo em uma competição internacional e, em particular, para verificar o funcionamento dos estádios selecionados para o mundial. A Copa das Confederações é considerado um "aperitivo", a um ano da Copa do Mundo.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por edição[editar | editar código-fonte]

# Ano Sede Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice 3º lugar Placar 4º lugar
1 1992
Detalhes
Arábia Saudita
Arábia Saudita
Argentina
Argentina
3 – 1 Arábia Saudita
Arábia Saudita
Estados Unidos
Estados Unidos
5 – 2 Costa do Marfim
Costa do Marfim
2 1995
Detalhes
Arábia Saudita
Arábia Saudita
Dinamarca
Dinamarca
2 – 0 Argentina
Argentina
México
México
1 – 1
5 – 4
(pen)
Nigéria
Nigéria
3 1997
Detalhes
Arábia Saudita
Arábia Saudita
Brasil
Brasil
6 – 0 Austrália
Austrália
República Checa
República Tcheca
1 – 0 Uruguai
Uruguai
4 1999
Detalhes
México
México
México
México
4 – 3 Brasil
Brasil
Estados Unidos
Estados Unidos
2 – 0 Arábia Saudita
Arábia Saudita
5 2001
Detalhes
 Coreia do Sul
 Japão
França
França
1 – 0 Japão
Japão
Austrália
Austrália
1 – 0 Brasil
Brasil
6 2003
Detalhes
França
França
França
França
1 – 0
(m.s.)
Camarões
Camarões
Turquia
Turquia
2 – 1 Colômbia
Colômbia
7 2005
Detalhes
Alemanha
Alemanha
Brasil
Brasil
4 – 1 Argentina
Argentina
Alemanha
Alemanha
4 – 3
(pro)
México
México
8 2009
Detalhes
África do Sul
África do Sul
Brasil
Brasil
3 – 2 Estados Unidos
Estados Unidos
Espanha
Espanha
3 – 2
(pro)
África do Sul
África do Sul
9 2013
Detalhes
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
3 – 0 Espanha
Espanha
Itália
Itália
2 – 2
3 – 2
(pen)
Uruguai
Uruguai
10 2017
Detalhes
Rússia
Rússia
Alemanha
Alemanha
1 – 0 Chile
Chile
Portugal
Portugal
2 – 1
(pro)
México
México

Por seleções[editar | editar código-fonte]

Seleção Títulos Vice Terceiro Quarto
Brasil Brasil 4 (1997, 2005, 2009 e 2013) 1 (1999) 0 1 (2001)
França França 2 (2001 e 2003) 0 0 0
Flag of Argentina.svg Argentina 1 (1992) 2 (1995 e 2005) 0 0
Flag of Mexico.svg México 1 (1999) 0 1 (1995) 2 (2005 e 2017)
Bandeira da Alemanha Alemanha 1 (2017) 0 1 (2005) 0
Flag of Denmark.svg Dinamarca 1 (1995) 0 0 0
Flag of the United States.svg Estados Unidos 0 1 (2009) 2 (1992 e 1999) 0
Flag of Australia.svg Austrália 0 1 (1997) 1 (2001) 0
Flag of Spain.svg Espanha 0 1 (2013) 1 (2009) 0
Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita 0 1 (1992) 0 1 (1999)
Flag of Japan.svg Japão 0 1 (2001) 0 0
Flag of Cameroon.svg Camarões 0 1 (2003) 0 0
Flag of Chile.svg Chile 0 1 (2017) 0 0
Bandeira da República Checa República Checa 0 0 1 (1997) 0
Flag of Turkey.svg Turquia 0 0 1 (2003) 0
Flag of Italy.svg Itália 0 0 1 (2013) 0
Flag of Portugal.svg Portugal 0 0 1 (2017) 0
Flag of Uruguay.svg Uruguai 0 0 0 2 (1997 e 2013)
Flag of Côte d'Ivoire.svg Costa do Marfim 0 0 0 1 (1992)
Flag of Nigeria.svg Nigéria 0 0 0 1 (1995)
Flag of Colombia.svg Colômbia 0 0 0 1 (2003)
Bandeira da África do Sul África do Sul 0 0 0 1 (2009)

Por confederação[editar | editar código-fonte]

Confederação Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
CONMEBOL 5 (1992, 1997, 2005, 2009 e 2013) 4 (1995, 1999, 2005 e 2017) 0 4 (1997, 2001, 2003 e 2013)
UEFA 4 (1995, 2001, 2003 e 2017) 1 (2013) 6 (1997, 2003, 2005, 2009, 2013 e 2017) 0
CONCACAF 1 (1999) 1 (2009) 3 (1992, 1995 e 1999) 2 (2005 e 2017)
AFC 0 2 (1992 e 2001) 0 1 (1999)
OFC 0 1 (1997) 1 (2001) 0
CAF 0 1 (2003) 0 3 (1992, 1995 e 2009)

Estatísticas e recordes[editar | editar código-fonte]

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

Estas são as maiores goleadas da Copa das Confederação FIFA.

Data Cidade Mandante Placar Visitante
20/06/2013 Rio de Janeiro Flag of Spain.svg Espanha 10 – 0 Flag of French Polynesia.svg Taiti
23/06/2013 Recife Flag of Uruguay.svg Uruguai 8 – 0 Flag of French Polynesia.svg Taiti
01/08/1999 Guadalajara Brasil Brasil 8 – 2 Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita
21/12/1997 Riad Brasil Brasil 6 – 0 Flag of Australia.svg Austrália
17/12/1997 Riad Flag of the United Arab Emirates.svg Emirados Árabes Unidos 1 – 6 Bandeira da República Checa República Checa
17/06/2013 Belo Horizonte Flag of French Polynesia.svg Taiti 1 – 6 Flag of Nigeria.svg Nigéria
14/12/1997 Riad Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita 0 – 5 Flag of Mexico.svg México
30/05/2001 Daegu França França 5 – 0 Flag of South Korea.svg Coreia do Sul
22/06/2003 Saint-Denis França França 5 – 0 Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia
14/06/2009 Rustenburg Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia 0 – 5 Flag of Spain.svg Espanha

Classificação histórica[editar | editar código-fonte]

Abaixo, a pontuação histórica de todas as seleções que participaram da Copa das Confederações FIFA.

Pos. Seleção Pts J V E D GP GC SG Part.
1  Brasil 74 33 23 5 5 76 28 +48 7
2  México 39 27 11 6 10 44 43 +1 7
3  França 27 10 9 0 1 24 5 +19 2
4  Alemanha 26 13 8 2 3 29 22 +7 3
5 Flag of Spain.svg Espanha 22 10 7 1 2 26 8 +18 2
6  Argentina 18 10 5 3 2 22 14 +8 3
7  Austrália 18 16 5 3 8 17 25 –8 4
8  Japão 17 16 5 2 9 19 25 –6 5
9 Uruguai 16 10 5 1 4 22 13 +9 2
10 Camarões 14 11 4 2 5 7 11 –4 3
11 Portugal Portugal 11 5 3 2 0 9 3 +6 1
12  Itália 11 8 3 2 3 13 15 –2 2
13 Arábia Saudita 10 12 3 1 8 13 31 –18 4
14  Bolívia 9 3 0 2 1 2 3 –1 1
15 Nigéria 8 6 2 2 2 11 7 +4 2
16  Dinamarca 7 3 2 1 0 5 1 +4 1
17  República Checa 7 5 2 1 2 10 7 +3 1
18  Turquia 7 5 2 1 2 8 8 0 1
19  Chile 6 5 1 3 1 4 3 +1 1
20  Colômbia 6 5 2 0 3 5 5 0 1
21  Coreia do Sul 6 3 2 0 1 3 6 –3 1
22 África do Sul 5 7 1 2 4 9 12 –3 2
23  Egito 5 6 1 2 3 8 17 –9 2
24  Rússia 3 3 1 0 2 3 3 0 1
25  Tunísia 3 3 1 0 2 3 5 –2 1
26  Emirados Árabes 3 3 1 0 2 2 8 –6 1
27  Iraque 2 3 0 2 1 0 1 –1 1
28  Estados Unidos 2 12 4 1 7 15 17 –2 4
29  Grécia 1 3 0 1 2 0 4 –4 1
30  Canadá 1 3 0 1 2 0 5 –5 1
31  Nova Zelândia 1 12 0 1 11 3 32 –29 4
32 Costa do Marfim 0 2 0 0 2 2 9 –7 1
33 Flag of French Polynesia.svg Taiti 0 3 0 0 3 1 24 –23 1

Treinadores campeões[editar | editar código-fonte]

Ano Treinador Campeão
1992 Argentina Alfio Basile Flag of Argentina.svg Argentina
1995 Dinamarca Richard Møller Nielsen Flag of Denmark.svg Dinamarca
1997 Brasil Mário Zagallo Brasil Brasil
1999 México Manuel Lapuente Flag of Mexico.svg México
2001 França Roger Lemerre França França
2003 França Jacques Santini França França
2005 Brasil Carlos Alberto Parreira Brasil Brasil
2009 Brasil Dunga Brasil Brasil
2013 Brasil Luiz Felipe Scolari Brasil Brasil
2017 Alemanha Joachim Löw Bandeira da Alemanha Alemanha

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Premiações individuais[editar | editar código-fonte]

Bola de Ouro[editar | editar código-fonte]

A bola de ouro é um prêmio concedido, em cada edição, ao melhor jogador do campeonato.

Edição Bola de Ouro Bola de Prata Bola de Bronze
Arábia Saudita 1997 Brasil Denílson Brasil Romário República Checa Vladimír Šmicer
México 1999 Brasil Ronaldinho México Cuauhtémoc Blanco Arábia Saudita Marzouk Al-Otaibi
Coreia do Sul/Japão 2001 França Robert Pirès França Patrick Vieira Japão Hidetoshi Nakata
França 2003 França Thierry Henry Turquia Tuncay Şanlı Japão Shunsuke Nakamura
Alemanha 2005 Brasil Adriano Argentina Riquelme Brasil Ronaldinho
África do Sul 2009 Brasil Kaká Brasil Luís Fabiano Estados Unidos Clint Dempsey
Brasil 2013 Brasil Neymar Espanha Andrés Iniesta Brasil Paulinho
Rússia 2017 Alemanha Julian Draxler Chile Alexis Sánchez Alemanha Leon Goretzka

Chuteira de ouro[editar | editar código-fonte]

A Chuteira de Ouro é um prêmio concedido ao artilheiro da competição. Caso haja mais de um artilheiro, o primeiro critério de desempate são as assistências. Caso persista o empate, o prêmio é dado para o atleta que jogou menos tempo durante toda a competição.

Edição Chuteira de Ouro Gols
1992 Arábia Saudita Argentina Gabriel Batistuta 2
1995 Arábia Saudita México Luis Garcia 3
1997 Arábia Saudita Brasil Romário 7
1999 México Brasil Ronaldinho 6
2001 Japão/Coréia do Sul França Robert Pires 2
2003 França França Thierry Henry 4
2005 Alemanha Brasil Adriano 5
2009 África do Sul Brasil Luís Fabiano 5
2013 Brasil Espanha Fernando Torres 5
2017 Rússia Alemanha Timo Werner 3

Luva de ouro[editar | editar código-fonte]

A luva de ouro é um prêmio concedido, em cada edição desde 2005, ao melhor goleiro do campeonato.

Edição Luva de Ouro
2005 Alemanha México Oswaldo Sánchez
2009 África do Sul Estados Unidos Tim Howard
2013 Brasil Brasil Júlio César
2017 Rússia Chile Claudio Bravo

Fair Play[editar | editar código-fonte]

O Prêmio FIFA Fair Play é concedido para a equipe que pratica o melhor fair play durante o torneio, seguindo os critérios estabelecidos pelo Comitê FIFA Fair Play.

Edição Prêmio FIFA Fair Play
1997 Arábia Saudita Bandeira da África do Sul África do Sul
1999 México Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia e Brasil Brasil
2001 Coreia do Sul/Japão Flag of Japan.svg Japão
2003 França Flag of Japan.svg Japão
2005 Alemanha Grécia Grécia
2009 África do Sul Brasil Brasil
2013 Brasil Flag of Spain.svg Espanha
2017 Rússia Bandeira da Alemanha Alemanha

Público nos estádios[editar | editar código-fonte]

Vista das arquibancadas durante a competição de 2005.

A média de público está em 35,879 desde a primeira competição em 1992 até 2009.

Os quatro jogos da edição de 1992 foram assistidos por uma média de 42.375 espectadores. Os melhores públicos são nas partidas do time de futebol da Arábia Saudita, que joga em casa. As semifinais do país anfitrião contra o Estados Unidos e na final contra a Argentina seguido por, respectivamente, 70.000 e 75.000 pessoas no Estádio Internacional Rei Fahd.

A média cai para pouco mais de 20.000 espectadores nas duas edições seguintes de 1995 e 1997, também jogadas na Arábia Saudita. Isso ocorre porque o número de jogos disputados aumentou de quatro jogos em 1992 para oito em 1995 e dois anos mais tarde dezesseis jogos. Além das grandes multidões durante os jogos sauditas e durante a final, há cada vez mais multidões.

A organização da Copa das Confederações 1999 no México foi um grande sucesso popular: quase um milhão de pessoas assistem os dezasseis jogos do torneio, uma média de 60.625 por partida. A melhor torcida do torneio e o melhor público absoluto da competição foram durante o final entre México e Brasil que foi o vice-campeão mundial de 1998: 110.000 espectadores estavam presentes no Estádio Azteca, no México. A frequência média está a estabilizar em edições subsequentes entre 30.000 e 40.000 espectadores.

Ano e anfitrião Público total Jogos Média de público
Arábia Saudita 1992 169.500 4 42.375
Arábia Saudita 1995 165.000 8 20.625
Arábia Saudita 1997 333.500 16 20.844
México 1999 970.000 16 60.625
Coreia do Sul Japão 2001 557.191 16 34.824
França 2003 491.700 16 30.731
Alemanha 2005 603.106 16 37.694
África do Sul 2009 584.894 16 36.556
Brasil 2013 804.659 16 50.291
Rússia 2017 628.304 16 39.269

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Argentina, a 1ª campeã dos campeões». FIFA. 20 de outubro de 2012. Consultado em 3 de julho de 2013 [ligação inativa]
  2. «Intercontinental Championship Saudi Arabia 1995» (em inglês). FIFA. Consultado em 3 de julho de 2013 
  3. «Copa das Confederações de 1997». Placar. 9 de abril de 2013. Consultado em 3 de julho de 2013. Arquivado do original em 7 de julho de 2013 
  4. «Copa das Confederações de 1999». FIFA. Consultado em 3 de julho de 2013. Arquivado do original em 12 de dezembro de 2013 
  5. «Coreia/Japão 2001: França passeia no Extremo Oriente». FIFA. Consultado em 3 de julho de 2013. Arquivado do original em 10 de abril de 2014 
  6. «Um leão nunca morre, apenas dorme». FIFA. 26 de junho de 2013. Consultado em 3 de julho de 2013. Arquivado do original em 23 de julho de 2013 
  7. Copa das Confederações deixa dúvidas sobre 2014, BBC

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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