Adriano Imperador

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Adriano
Adriano
Adriano atuando pelo Flamengo em 2009
Informações pessoais
Nome completo Adriano Leite Ribeiro
Data de nasc. 17 de fevereiro de 1982 (40 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,89 m
canhoto
Apelido Imperador
Didico[1]
Informações profissionais
Clube atual aposentado
Posição centroavante
Clubes de juventude
1991–1999 Flamengo
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
2000–2001
2001–2002
2002
2002–2004
2004–2009
2008
2009–2010
2010–2011
2011–2012
2012
2014
2016
Flamengo
Internazionale
Fiorentina (emp.)
Parma
Internazionale
São Paulo (emp.)
Flamengo
Roma
Corinthians
Flamengo
Atlético Paranaense
Miami United
00033 0000(9)
00013 0000(1)
00015 0000(6)
00044 000(27)
00167 000(78)
00028 000(17)
00048 000(34)
00008 0000(0)
00007 0000(2)
00000 0000(0)
00004 0000(1)
00001 0000(1)
Seleção nacional3
1999
2001–2002
2000–2010
Brasil Sub-17
Brasil Sub-20
Brasil
00005 0000(0)
00009 0000(6)
00048 000(27)


2 Partidas e gols totais pelos
clubes, atualizadas até 14 de maio de 2016.
3 Partidas e gols pela seleção nacional estão atualizadas
até 2 de setembro de 2010.

Adriano Leite Ribeiro (Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1982), mais conhecido como Adriano Imperador ou simplesmente Adriano, é um ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante. Atualmente é diretor de vendas da Adidas Brasil.[2]

Ídolo do Flamengo (figurou na 10ª posição entre os maiores ídolos de futebol da história do clube,[3] em um ranking elaborado por especialistas dos jornais O Globo e Extra em 2020), Adriano foi um dos melhores atacantes do mundo em meados da década de 2000: ele teve cinco temporadas magníficas na Itália com as camisas do Parma e da Internazionale, respectivamente, ganhando o apelido de L'Imperatore (o Imperador), antes de um declínio profissional devido a morte de seu pai.[4] Adriano conquistou quatro Scudettos pela Inter, e depois de retornar ao Brasil, ganhou dois Brasileirões: um pelo Flamengo, sendo destaque, e outro pelo Corinthians.

Após estrear na Seleção Brasileira aos 18 anos, foi considerado o sucessor a longo prazo de Ronaldo.[5] Na ausência do Fenômeno, coube a ele levar o Brasil ao título da Copa América de 2004, recebendo o prêmio de melhor jogador e recebendo a Chuteira de Ouro como artilheiro da competição, com sete gols. Ele também conquistou a Copa das Confederações FIFA de 2005, sendo novamente melhor jogador e artilheiro, dessa vez com cinco gols.[6] Na Copa do Mundo FIFA de 2006, a única que disputou, Adriano fez parte do bastante elogiado "quadrado mágico" da Seleção ao lado de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká. No entanto, o quarteto decepcionou na Alemanha e não obteve êxito na conquista do hexacampeonato.[7]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Adriano nasceu e viveu durante sua infância na Vila Cruzeiro, uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro. Chegou ao Flamengo em 1991, com nove anos, onde foi destaque no futsal e logo se transferiu para o campo. Primeiramente foi lateral-esquerdo até o último ano da base, sendo vice-campeão da Copa BH de Juniores, em 1999. Até que sob o comando de Carlos Alberto Torres, o Capita, notou sua habilidade e colocou para o ataque.[8] Foi promovido ao time profissional em 2000 e fez sua estreia no dia 2 de fevereiro, contra o Botafogo no Torneio Rio-São Paulo.[9] Quatro dias depois, marcou um gol contra o São Paulo pela mesma competição. Nesse mesmo ano, ainda com dezoito anos de idade, o atacante foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira.

O jogador, desde cedo, já impressionava a todos por causa de seu grande vigor físico. Porém, somente anos mais tarde, ele também passou a ser reconhecido por seus fortes chutes com a perna esquerda.

Internazionale[editar | editar código-fonte]

Em 2001 foi vendido para a Internazionale, da Itália. Logo na sua estreia, no dia 15 de agosto, marcou um golaço contra o Real Madrid no Troféu Santiago Bernabéu.[10]

Empréstimos[editar | editar código-fonte]

O tento, contudo, não foi suficiente para que o continuasse no time milanês; assim, foi emprestado à Fiorentina e, em seguida, foi jogar no Parma.

O auge na Inter[editar | editar código-fonte]

Em 2004 voltou para a Internazionale. Logo na primeira temporada, marcou 15 gols em 16 partidas disputadas, média de quase um gol por jogo. Com essas atuações, garantiu a vaga de titular absoluto no time milanês e ficou conhecido pelo apelido de L'Imperatore ("O Imperador"), em alusão ao imperador romano Adriano. Conquistou títulos importantes pela Inter, incluindo as Copas da Itália de 2004–05[11] e 2005–06, e os Scudettos de 2005–06, 2006–07, 2007–08 e 2008–09.

Entretanto, em 2006, logo após o falecimento de seu pai, a carreira de Adriano começou a declinar.[12] Ficou quase aquele ano inteiro sem marcar um gol pela Inter e, depois da Copa do Mundo FIFA de 2006, foi duramente criticado pela imprensa esportiva brasileira, irritada com a péssima campanha da Seleção naquela Copa. No ano seguinte, acabou sendo barrado pelo treinador Roberto Mancini e nem sequer foi inscrito na Liga dos Campeões de 2007–08.[13]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Adriano com a camisa do São Paulo

O declínio seguiu na volta a Milão. Os problemas pessoais persistiam, a falta de cuidados com a condição física, também. Sendo assim, Adriano havia perdido a total confiança do treinador Roberto Mancini, que nem sequer o convocava para as partidas. Assumiu em entrevistas à imprensa italiana que, deprimido, recorreu ao álcool, o que o atrapalhou ainda mais. Tentou recomeçar em partidas pela Serie A e da Copa da Itália, mas acabou liberado para voltar ao Brasil para melhorar sua preparação física no Refis do São Paulo.

Depois de seu departamento fazer o atacante perder três quilos e reordenar a gordura corporal, os paulistas conseguiram convencer o clube italiano a liberá-lo por empréstimo de seis meses.[14] Dessa forma, o atacante jogou o primeiro semestre de 2008 pelo São Paulo. Não conseguiu dar ao clube seu quarto título da Copa Libertadores da América, mas fez um bom papel: em vinte e oito jogos marcou dezessete gols, seis pela competição sul-americana e onze pelo Campeonato Paulista. Após a eliminação do São Paulo na Copa Libertadores, o jogador deixou o clube e nem chegou a atuar no Campeonato Brasileiro pelo Tricolor.[15]

Retorno à Internazionale[editar | editar código-fonte]

Adriano marcando um gol pela Internazionale

Depois da passagem pelo São Paulo, Adriano ainda retornou à Itália,[16] jogou por alguns meses e teve participação importante, principalmente, na Liga dos Campeões. Foi muito importante no início da Serie A de 2008–09, chegando a marca de 100 gols no Campeonato Italiano. No dia 22 de outubro de 2008, marcou o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Anorthosis Famagusta e, com este tento, chegou ao seu 18º gol na Liga dos Campeões, o 70º no clube.[17]

Em abril de 2009, Adriano simplesmente abandonou os treinamentos da Internazionale e retornou sem autorização ao Brasil. Foram dias de sumiço e especulações até de sua morte,[18] como uma falsa notícia de que Adriano teria subido o Morro da Chatuba, no Complexo do Alemão, teria sido sequestrado e morto por traficantes. Um delegado, porém, desmentiu a notícia.

Adriano, na verdade, estava na casa de familiares, na Vila Cruzeiro, favela onde nasceu. Dias depois do sumiço, ele e seu empresário marcaram uma coletiva de imprensa. Em 9 de abril de 2009, durante a coletiva, Adriano declarou que pretendia parar de jogar por um tempo indeterminado, que poderia durar até três meses, pois perdeu a alegria de jogar futebol.[19][20]

Passadas três semanas de indefinição em sua carreira e a continuidade ou não de seu contrato com a Internazionale, o clube informou no dia 24 de abril, em seu site oficial, a rescisão amigável do contrato do centroavante brasileiro, sem revelar valores ou condições deste acordo.[21]

Retorno ao Flamengo[editar | editar código-fonte]

Adriano em seu retorno em 2009
Adriano em 2009 pelo Flamengo

Seu retorno ao Flamengo foi oficializado no dia 6 de maio.[22] Reestreou no dia 31 de maio, contra o Atlético Paranaense, marcando o segundo gol da vitória por 2 a 1 pelo Campeonato Brasileiro.[23] Logo após a partida, o jogador foi destaques nos principais jornais e sites esportivos.[24]

Teve grande atuação no dia 12 de setembro, contra o Sport, onde marcou dois gols na vitória por 3 a 0.[25][26]

No Brasileirão daquele ano, Adriano foi, junto a Petković e o treinador Andrade, o grande destaque do Flamengo na competição. Ao fim do torneio, o Fla conquistou o título brasileiro e o Imperador foi o artilheiro do Brasileirão junto com Diego Tardelli, do Atlético-MG, ambos com dezenove gols.[27]

Em 2010 atuou com Vágner Love, formando uma dupla que ficou conhecida como O Império do Amor.[28]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

No início de março, o jogador se envolveu em uma nova polêmica em sua carreira. Na madrugada de sexta-feira, 5, após retornar de amistoso com a Seleção Brasileira, Adriano foi a uma festa na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio de Janeiro). De lá, acompanhado por aproximadamente dez jogadores do Flamengo, seguiu para a Chatuba e participou de um baile funk realizado em uma quadra poliesportiva. Pouco tempo depois de chegarem ao local, os jogadores rubro-negros foram surpreendidos pelos gritos de Joana Machado, noiva do atacante. Alterada e ofendendo os atletas, a moça atirou pedras e atacou o carro do jogador e de outros três de seus colegas de clube.[29] O veículo do atacante ficou bastante danificado; outros dois perderam, respectivamente, um retrovisor e um para-brisa. O quarto foi atingido em uma das portas.[30]

Adriano se mostrou muito abalado após o ocorrido, e falou novamente em largar sua carreira no futebol, como já havia falado antes de chegar ao Flamengo.[31] O jogador eventualmente admitiu sofrer de constantes problemas devido ao alcoolismo, e a ex-diretora do clube carioca, Patrícia Amorim, chegou a falar em rescisão de contrato caso o problema persistisse.[32] Adriano não viajou com o elenco para Caracas, onde o Flamengo enfrentou o clube venezuelano de mesmo nome pela Copa Libertadores da América,[33] e voltou a jogar no Clássico dos Milhões.

A saída[editar | editar código-fonte]

Após perder um pênalti na decisão da Taça Rio, em que o Flamengo acabou sendo derrotado pelo Botafogo por 2 a 1, começou a ser muito pressionado pela torcida. Logo depois, o Flamengo foi eliminado da Copa Libertadores da América pelo Universidad de Chile, onde também marcou o seu último gol com a camisa do rubro-negro carioca, o segundo na vitória por 2 a 1 sobre a equipe chilena, resultado que eliminou o Flamengo após perder a partida de ida no Maracanã pelo placar de 3 a 2.[34] Após a eliminação, começaram a surgir fortes boatos de que o atacante iria se transferir para a Roma.

Neste meio tempo, se envolveu em mais polêmicas: teria tido um suposto envolvimento com um traficante de drogas.[35] Adriano teria comprado duas motos, e uma delas teria sido registrada em nome da mãe de um traficante que controla o Morro da Chatuba, onde cresceu o jogador. Além disto, também foram divulgadas fotos de Adriano portando armas de fogo. O jogador teve de prestar depoimento ao Ministério Público, que chegou a pedir a quebra do sigilo telefônico e bancário do jogador.[36]

Roma[editar | editar código-fonte]

Em meio às polêmicas, em 27 de maio de 2010, o seu empresário, Gilmar Rinaldi, confirmou que Adriano jogaria pela Roma a partir da temporada 2010–11. Entretanto, o contrato ainda não tinha sido assinado, e Adriano viajaria à Itália para acertar os detalhes.[37] No dia 9 de junho foi apresentado oficialmente no Estádio Flamínio, usando a camisa de número 8. Assinou contrato de três temporadas com a equipe romana.[38]

No dia 8 de março de 2011, a Roma, por meio de seu site oficial, anunciou a rescisão do contrato de Adriano em mútuo acordo principalmente pelo seu comportamento inadequado extracampo e seu baixo aproveitamento e rendimento nos jogos.[39] O centroavante deixou o clube sem marcar sequer um gol em partidas oficiais, já que o único gol marcado foi na sua estreia, num amistoso contra um combinado da região de Riscone Brunico que a Roma venceu por 13 a 0.[40]

Corinthians[editar | editar código-fonte]

2011[editar | editar código-fonte]

Após negativas da diretoria do Flamengo e do treinador Vanderlei Luxemburgo, Adriano chegou no dia 29 de março ao Corinthians,[41] onde passou algumas semanas apenas recuperando a forma física.[42] No dia 19 de abril, ainda na preparação e iniciando os treinos para o retorno aos gramados, sofreu um rompimento no tendão de Aquiles, tendo que passar imediatamente por uma cirurgia, que o deixou de fora por cerca de seis meses.[43][44]

Após meses de recuperação, finalmente estreou pelo Timão no dia 9 de outubro, durante a vitória por 3 a 0 sobre o Atlético Goianiense.[45] Marcou seu primeiro gol pelo Corinthians no dia 20 de novembro, contra o Atlético Mineiro, selando a vitória de virada na 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.[46]

2012[editar | editar código-fonte]

Foi barrado de várias partidas no início do ano pelo treinador Tite, voltando a atuar como titular no dia 19 de fevereiro, contra o São Caetano. Uma semana depois, voltou a ser titular e marcou o gol da vitória de 1 a 0 contra o Botafogo de Ribeirão Preto.[47]

No dia 5 de março, após mais um ato de indisciplina, foi vetado para os próximos jogos do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores.[48] Dois dias depois, foi dispensado pelo clube.[49]

Terceira passagem pelo Flamengo[editar | editar código-fonte]

Poucos dias depois da dispensa de Adriano, o Flamengo iniciou conversas com o jogador, mas como Adriano ainda tinha um problema no seu tendão de Aquiles esquerdo, foi necessário fazer uma nova cirurgia em que teria que ficar três meses fora dos gramados.[50] Passado os três meses, o Flamengo novamente lhe procurou, e agora curado e sem limitações, Adriano fechou contrato com o clube do coração. A exemplo do que aconteceu na última vez que defendeu o Flamengo, entre 2009 e 2010, Adriano vestiria a mítica camisa 10 que já foi de Zico e que estava sem dono desde a saída de Ronaldinho Gaúcho. Adriano disse que em um mês, no máximo, já estaria pronto para sua reestreia com a camisa no rubro-negro e também deixou claro para a torcida que "contassem com ele". Apesar disso e de publicar a vontade de ser o camisa 10 que o Flamengo precisava, Adriano decepcionou os torcedores e cogitou encerrar a carreira, pois tinha medo de não conseguir apresentar o futebol da última década.

Adriano se envolveu em várias polêmicas, faltando treinos, estando nitidamente fora de forma e admitindo seus transtornos publicamente em casas noturnas do Rio de Janeiro.[51] Na tarde do dia 6 de novembro de 2012, o diretor de futebol Zinho confirmou que o Flamengo rescindiria o contrato com o jogador, que, em mais uma vez em sua polêmica carreira, teria faltado aos últimos treinos do clube para ir a uma casa de shows, dando fim à sua terceira passagem no clube, sem sequer fazer gols e até mesmo ter disputado um jogo pelo clube.[52]

Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

Após ter passado dois meses treinando no Atlético Paranaense para aprimorar a parte física, no dia 11 de fevereiro de 2014 a contratação do jogador foi oficializada via Facebook. Adriano assinou um contrato de produtividade, na qual receberia um valor adicional em seu salário conforme o número de atuações e gols.[53] Após 22 meses sem jogar, estreou pelo Atlético Paranaense entrando nos minutos finais na vitória por 1 a 0 diante do The Strongest, em partida válida pela Copa Libertadores.[54] Como titular contra o próprio The Strongest, na capital boliviana, marcou seu primeiro e único gol pelo Atlético Paranaense, não evitando a derrota por 2 a 1 e a eliminação do clube na Copa Libertadores.

Em 11 de abril de 2014, teve seu contrato rescindido pelo rubro negro, após faltar seu segundo treino.[55] Apesar da rescisão, Adriano confirmou que tinha propostas do exterior. Dessa maneira, após deixar o Furacão, o atacante descartou a aposentadoria e, assim, confirmou que assinaria com uma nova equipe.[56]

Le Havre[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2014, foi anunciado que Adriano jogaria no Le Havre, da França.[57] No entanto, o acerto dependia de um pagamento de 20 milhões de euros por parte do empresário Christophe Maillo, que estava comprando o clube.[58] No dia 1 de fevereiro de 2015, o Le Havre anunciou que o pagamento do empresário não foi confirmado e, assim, desistiram da negociação com Adriano.[59]

Miami United[editar | editar código-fonte]

Após quase dois anos de inatividade, retornou ao futebol no dia 29 de janeiro de 2016, assinando com o Miami United, clube da quarta divisão dos Estados Unidos.[60] No entanto, disputou apenas um jogo oficial, marcou um único gol (de pênalti) e deixou a equipe no dia 27 de maio.[61] O clube, porém, exigiu a presença dele nos amistosos que realizaria.[62]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Adriano com a Seleção Brasileira

Fez sua estreia pela Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002, contra a Colômbia, no dia 15 de novembro de 2000, aos 18 anos. Marcou seu primeiro gol pela Seleção no dia 11 de junho de 2003, em um amistoso contra a Nigéria. Foi incluído no time para a Copa das Confederações FIFA de 2003 e liderou o ataque do Brasil ao lado de Ronaldinho na ausência de Ronaldo. Apareceu em todos os três jogos e marcou dois gols quando o Brasil foi eliminado ainda na fase de grupos. No entanto, perdeu o Torneio Pré-Olímpico de 2004 devido a lesões.

Ainda teve a oportunidade de participar das conquistas da Copa América de 2004[63] e da Copa das Confederações FIFA de 2005.[64] Foi destaque nesses dois torneios, sagrando-se artilheiro e melhor jogador em ambas competições e garantindo sua vaga para a Copa do Mundo FIFA de 2006. Na competição disputada na Alemanha, porém, Adriano não conseguiu repetir o desempenho dos torneios anteriores. Marcou dois gols em toda a Copa e viu o Brasil ser eliminado pela França nas quartas-de-final.[65][66]

No ano de 2009, Adriano voltou a ser convocado para a Seleção após ter um bom futebol apresentado no Flamengo, onde havia estado na artilharia do Campeonato Brasileiro durante o período da convocação. Disputou alguns amistosos e também jogos válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, mas não ficou entre os titulares, não marcando nenhum gol em sua nova passagem. Devido ao bom futebol apresentado no Flamengo naquele ano, havia uma grande expectativa pelo seu retorno à Seleção para atuar na Copa do Mundo FIFA de 2010, realizada na África do Sul, mas por causa de seus problemas extracampo, como excesso de peso e por faltar a alguns treinos no Flamengo, acabou não sendo convocado por Dunga, então treinador da Seleção.[67]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Em 17 de agosto de 2009, recebeu da Câmara Municipal do Rio de Janeiro a Medalha de Mérito Pedro Ernesto.[68] No mesmo ano, foi considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[69]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 6 de junho de 2016

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Flamengo 2000 19 7 0 8 1 0 5 2 1 32 9 1
2001 4 1 0 2 0 0 8 1 0 14 2 0
Total 19 7 0 4 1 0 10 1 0 13 3 1 46 11 1
Internazionale 2001–02 8 1 0 1 0 0 5 0 0 14 1 0
Total 8 1 0 1 0 0 5 0 0 0 0 0 14 1 0
Fiorentina 2001–02 15 6 0 15 6 0
Total 15 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 15 6 0
Parma 2002–03 28 15 0 1 0 0 2 2 0 1 0 0 31 18 0
2003–04 9 8 0 2 0 0 2 1 0 13 9 0
Total 37 23 0 3 0 0 4 3 0 1 0 0 44 27 0
Internazionale 2003–04 16 9 0 2 3 0 18 12 0
2004–05 30 16 0 3 2 0 9 10 4 44 32 4
2005–06 30 13 0 5 0 0 11 6 0 1 0 0 47 20 0
2006–07 23 5 11 4 1 0 3 0 0 30 6 11
2007–08 4 1 0 4 1 0
Total 103 44 11 14 6 0 23 16 4 1 0 0 142 71 15
São Paulo 2008 10 6 0 18 11 0 28 17 0
Total 0 0 0 0 0 0 10 6 0 18 11 0 28 17 0
Internazionale 2008–09 12 3 3 3 2 0 7 2 0 15 7 3
Total 12 3 3 3 2 0 7 2 0 0 0 0 15 7 3
Flamengo 2009 30 19 7 30 19 7
2010 1 0 0 7 4 2 10 11 4 16 15 6
Total 31 19 7 0 0 0 7 4 2 10 11 4 46 34 13
Roma 2010–11 5 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 8 0 0
Total 5 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 8 0 0
Corinthians 2011 4 1 0 4 1 0
2012 0 0 0 4 1 0 4 1 0
Total 4 1 0 0 0 0 0 0 0 4 1 0 8 2 0
Atlético Paranaense 2014 3 1 0 1 0 0 4 1 0
Total 0 0 0 0 0 0 3 1 0 1 0 0 4 1 0
Miami United 2016 1 0 0 1 1 0 1 1 0
Total 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 1 1 0
Total na Carreira 235 104 21 26 9 0 70 33 6 50 27 5 371 178 32

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Abaixo estão listados todos jogos e gols do futebolista pela Seleção Brasileira, desde as categorias de base. Abaixo da tabela, clique em expandir para ver a lista detalhada dos jogos de acordo com a categoria selecionada.

Sub-17
Ano
Jogos Gols Assist. Média
1999 5 0 0 0
Total 5 0 0 0
Sub-20
Ano
Jogos Gols Assist. Média
2001 9 6 0 0,66
2002 0 0 0 0
Total 9 6 0 0,66
Seleção principal
Ano
Jogos Gols Assist. Média
2000 1 0 0 0
2003 6 4 0 0,5
2004 11 9 0 0,81
2005 12 10 0 0,83
2006 6 4 1 0,5
2007 1 0 0 0
2008 6 2 0 0,33
2009 4 0 0 0
2010 3 0 0 0
Total 50 29 1 0,56
Amistoso não-oficial

Títulos[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Internazionale
Corinthians
Miami United
  • Sunshine Conference: 2016
Seleção Brasileira

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Artilharias
Vice-artilharia

Referências

  1. «Cicinho revela preferência de Adriano por ser 'Didico' do que 'Imperador'». Esporte Fera. 19 de abril de 2020. Consultado em 4 de março de 2022 
  2. Vinícius Perazzini (4 de novembro de 2019). «Adriano vira diretor da Adidas; primeira ação será lançar camisas de Fla e São Paulo». Segunda Pele. Consultado em 29 de julho de 2021 
  3. «Os 30 maiores ídolos da história do Flamengo; veja ranking». O Globo. 4 de maio de 2020. Consultado em 20 de novembro de 2021 
  4. Nelson Oliveira (9 de julho de 2019). «Adriano não teve um império duradouro, mas é idolatrado pelos torcedores da Inter». Calciopédia. Consultado em 29 de julho de 2021 
  5. Daniel Tozzi (2 de setembro de 2005). «Dupla Adriano-Ronaldo estréia no quarteto com formação na berlinda». UOL. Consultado em 29 de julho de 2021 
  6. João Henrique Medice (29 de junho de 2005). «Adriano é campeão, artilheiro e o melhor da Copa das Confederações». UOL. Consultado em 29 de julho de 2021 
  7. «Quadrado mágico e enganador». O Globo. 2 de junho de 2013. Consultado em 29 de julho de 2021 
  8. «'Bonecão do Posto' vira Imperador e retorna nos braços do povo à Gávea». GloboEsporte.com. 7 de maio de 2009. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  9. «Tudo Sobre Adriano: O Imperador Que Acabou Morando Na Favela». Desafío Mundial. 17 de setembro de 2019. Consultado em 24 de fevereiro de 2021 
  10. Leandro Stein (15 de agosto de 2016). «O golaço de Adriano contra o Real Madrid que fez Zanetti ver um 'novo Ronaldo'». Trivela. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  11. Felipe Lobo (15 de junho de 2020). «Em 2005, a Inter quebrou o jejum de títulos com a Copa da Itália, o brilho de Adriano e golaço de Mihajlovic». Trivela. Consultado em 29 de julho de 2021 
  12. Felipe Lobo (11 de maio de 2021). «Adriano: "Depois da morte do meu pai, meu amor pelo futebol nunca mais foi o mesmo"». Trivela. Consultado em 29 de julho de 2021 
  13. «Jornal diz que Mancini barrou Adriano por farra do atacante». Estadão. 22 de fevereiro de 2007. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  14. Marcius Azevedo (21 de dezembro de 2007). «Adriano se apresenta ao São Paulo para tentar reerguer carreira». UOL. Consultado em 3 de março de 2020 
  15. Carlos Augusto Ferrari (16 de junho de 2008). «Adriano sai do Tricolor sem despedida». GloboEsporte.com. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  16. «Inter de Milão garante volta de Adriano». GloboEsporte.com. 16 de junho de 2008. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  17. «Com gol de Adriano, Internazionale vence». Goal.com. 22 de outubro de 2008. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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