César Maluco

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César Maluco
Informações pessoais
Nome completo César Augusto da Silva Lemos
Data de nasc. 17 de maio de 1945 (76 anos)
Local de nasc. Niterói (RJ), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,79 m
destro
Apelido Maluco
Informações profissionais
Clube atual Aposentado
Posição Centroavante
Clubes de juventude
Flamengo
Clubes profissionais
Anos Clubes
1965–1968
1967
1968–1975
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1980–1981
Flamengo
Palmeiras (emp.)
Palmeiras
Corinthians
Santos
Fluminense
Botafogo-SP
Rio Negro
Universidad de Chile
Aris
Seleção nacional
1974 Brasil

César Augusto da Silva Lemos, mais conhecido como César Maluco (Niterói, 17 de maio de 1945), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante. É considerado um dos maiores jogadores da história do Palmeiras, com participação decisiva nas conquistas da época da chamada "Academia".[1][2]

É o único jogador na história do Alviverde a se tornar artilheiro de uma edição de Campeonato Brasileiro: marcou quinze gols no Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1967, ao lado de Ademar Pantera, do Flamengo.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Começou a sua carreira em 1965, jogando pelo Flamengo, onde também atuaram seus outros dois irmãos, Caio Cambalhota e Luizinho Lemos. Em 1967 foi emprestado ao Palmeiras, onde marcou 8 gols em 37 jogos.[3] Voltou ao rubro-negro em 1968, onde realizou partidas memoráveis, como a da vitória sobre o Cruzeiro por 5 a 1, no Maracanã, no dia 3 de março.[4]

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Retornou em definitivo ao Palmeiras em 1968, onde atuou até 1974. É considerado um dos grandes jogadores da história do clube e talvez o melhor centroavante da equipe alviverde, ao lado de Evair.[5] Marcou 182 gols pelo Verdão, se consagrando o segundo maior artilheiro do clube, atrás apenas de Heitor.[6]

Seleção Nacional[editar | editar código-fonte]

Disputou treze partidas pela Seleção Brasileira, e foi um dos convocados para a Copa do Mundo de 1974.

Estilo de jogo[editar | editar código-fonte]

César marcou gols e arrumou confusões na mesma proporção. Aliou genialidade e intempestividade, fazendo amigos e críticos ferozes durante toda a sua carreira. Foi apelidado de "maluco" devido às comemorações de seus gols, nada convencionais para a época, pelo narrador esportivo Geraldo José de Almeida. César declarou que nunca gostou deste apelido.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Palmeiras

Artilharias[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Felipe Zito e Sergio Gandolphi (13 de agosto de 2014). «Carioca e palmeirense: o amor "maluco" entre César e o Verdão». GloboEsporte.com. Consultado em 3 de agosto de 2020 
  2. Rogério Micheletti e Gustavo Grohmann. «César Maluco - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 3 de agosto de 2020 
  3. «Carioca, César Maluco explica por que trocou o Flamengo pelo Palmeiras». Torcedores.com. 13 de junho de 2017. Consultado em 3 de agosto de 2020 
  4. Leandro Stein (27 de setembro de 2017). «A goleada do Cruzeiro em que Tostão estourou, a goleada do Flamengo que eternizou Silva Batuta». Trivela. Consultado em 3 de agosto de 2020 
  5. «Relembre a trajetória de César Maluco, aniversariante desta quinta». Gazeta Esportiva. 17 de maio de 2017. Consultado em 3 de agosto de 2020 
  6. «César Maluco». Site oficial do Palmeiras. Consultado em 3 de agosto de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]