Campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010
Campanha Eleição presidencial no Brasil em 2010
Candidatos Dilma Rousseff e Michel Temer
Partido Partido dos Trabalhadores
Em coligação com PMDB, PSB, PDT, PRB, PR, PC do B, PSC, PTN e PTC[1]
Entrevista para Revista Time (28501041292).jpg Este artigo faz parte de uma série sobre
Dilma Rousseff


Ministério de Minas e Energia
Luz para Todos  · Marco Elétrico

Ministério da Casa Civil
PAC  · Minha Casa, Minha Vida
 · Pré-Sal  · Escândalo dos Cartões



  • Primeiro mandato

A campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010 foi apiada pela coligação eleitoral de centro-esquerda Para o Brasil seguir mudando, que foi formada ao redor do Partido dos Trabalhadores (PT) para disputar à eleição presidencial de 2010 no Brasil. Foi composta por dez partidos: PT, PMDB, PCdoB, PDT, PRB, PR, PSB, PSC, PTC e PTN. Em 14 de outubro de 2010, o PP se juntou não-oficialmente à coligação.[2] Dilma Rousseff, do PT, teve como vice Michel Temer (PMDB). Eles foram eleitos no dia 31 de outubro de 2010 e tomaram posse no dia 1° de janeiro de 2011.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2007, Dilma já era apontada como possível candidata à presidência da República.[3] No mês seguinte, Dilma afirmou que era simpática à ideia.[4] Em outubro do mesmo ano, jornais estrangeiros, como o argentino La Nación e o El País, já indicavam que ela era um nome forte à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.[5][6] Lula passou a fazer uma superexposição de Dilma para testar seu potencial como candidata.[7] Em abril de 2008, a The Economist indicava que sua candidatura não parecia ainda viável, pois era pouco conhecida, ainda que fosse a ministra mais poderosa de Lula.[8]

Em dezembro de 2008, o presidente Lula disse que jamais conversara com Dilma sobre sua possível candidatura para as eleições presidenciais de 2010, dizendo ter apenas insinuado. Para Lula, seria a "pessoa mais gabaritada" para sucedê-lo.[9] Em outubro de 2009, Dilma e Lula foram acusados pela oposição de estarem fazendo propaganda eleitoral antes do prazo durante visitas feitas pelo Presidente às obras de Transposição do Rio São Francisco.[10] O episódio ganhou mais notoriedade quando o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, comentou o caso.[11]

Campanha[editar | editar código-fonte]

Sua candidatura foi oficializada em 13 de junho de 2010, em convenção nacional do Partido dos Trabalhadores realizada em Brasília. Foi também referendado o nome do então presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB) como seu vice. Participaram da mesa, entre outros, o ex-ministro José Dirceu, o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro, e o secretário-geral da legenda, José Eduardo Cardozo.[12] Sua candidatura foi apoiada por figuras famosas como Chico Buarque, Beth Carvalho, Alceu Valença, Elba Ramalho, Emir Sader, Oscar Niemeyer, Leonardo Boff, e Marilena Chauí.[13]

Programa de governo[editar | editar código-fonte]

Dilma Rousseff e Lula na Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores em 2010.

Durante a campanha, Dilma fez quase duzentas promessas, incluindo: universalizar o Sistema Único de Saúde (SUS); erradicar a miséria e o analfabetismo; ampliar programas sociais como o Bolsa Família; ampliar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); construir seis mil creches e pré-escolas; construir mais de dois milhões de moradias do Minha Casa, Minha Vida; reduzir os tributos; combater a corrupção; controlar a inflação; e reduzir o desmatamento da Amazônia.[14]

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, o programa de governo de Dilma registrado no Tribunal Superior Eleitoral em 6 de julho de 2010, uma formalidade exigida pela legislação, contemplou duas versões em questão de algumas horas. Inicialmente o partido registrou um papelório com dezenove páginas, todas rubricadas pela candidata, com temas controversos como controle da mídia, aborto e invasão de terras. Horas depois, uma segunda versão, sem os temas mais controversos – classificados como radicais por diversos meios de comunicação, como a Folha de S. Paulo, o jornal O Globo e a revista Veja,[15][16][17] – foi enviada para substituir o primeiro, esse assinado por advogados procuradores do PT.[18][19] Ainda segundo o jornal, a assessoria da candidata teria afirmado que tanto ela quanto José Eduardo Dutra assinaram a versão sem ler o que estava escrito.[20] Indagada, Dilma respondeu que "Nós não concordamos com a posição expressa [sobre controle da mídia, aborto e invasão de terras]". "Tem coisas do PT com as quais concordamos, coisas com as quais não concordamos, e assim nos outros partidos também".[18]

Multas eleitorais[editar | editar código-fonte]

Dilma foi a primeira candidata a presidência a receber multa eleitoral por propaganda irregular na eleição de 2010. A primeira multa, de cinco mil reais, foi em 13 de maio de 2010, após o TSE analisar o programa partidário veiculado pelo PT em dezembro de 2009 e considerar que houve propaganda antecipada em favor de Dilma. A segunda infração ocorreu dia 10 de abril de 2010, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.[21] A terceira multa, também no valor de cinco mil reais, foi aplicada no dia 8 de julho de 2010.[21]

No dia 13 de julho, a ministra do TSE Nancy Andrighi multou mais uma vez a candidata em seis mil reais.[22] No dia 20 de julho uma representação impetrada pelo Ministério Público Eleitoral foi acatada pelo ministro Henrique Neves, e outra multa de cinco mil reais foi aplicada à presidenciável.[23] No mesmo dia, outra multa de cinco mil reais foi aplicada à candidata.[24] Por propaganda antecipada, Dilma contabiliza sete multas, totalizando trinta e três mil reais de débito com a justiça.[25][26]

Suposto dossiê[editar | editar código-fonte]

Dilma Rousseff em entrevista para o Jornal Nacional, ao lado do jornalista William Bonner, em 2011.

O delegado Onésimo das Graças Sousa, aposentado do Departamento de Polícia Federal, segundo reportagem da Folha de S.Paulo, alegou ter participado de um encontro com os coordenadores da campanha eleitoral de Dilma para a criação de um dossiê contra o também candidato José Serra.[27] Onésimo diz que recusou-se a fazer o que lhe foi pedido e denunciou os fatos para a imprensa. Em depoimento no dia 17 de junho de 2010 para a Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional Brasileiro, afirmou ter sofrido ameaça de morte por revelar esse plano para a confecção do dossiê.[28]

Em uma segunda matéria publicada em 19 de junho de 2010, a Folha de S. Paulo afirmou que dados da declaração de imposto de renda do presidente do PSDB, Eduardo Jorge, oriundos do sistema da Receita Federal, haviam sido levantados por um "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma. Os papéis também integrariam o suposto dossiê supracitado que, segundo a Folha, teria sido montado com o aval de uma ala da pré-campanha presidencial petista.[29][30] Dois dias após a publicação da reportagem, a direção nacional do PT divulgou nota negando qualquer participação do partido no episódio. Em 13 de julho de 2010, em depoimento à Comissão de Constituição e Justiça do Senado onde foi convocado a se explicar sobre o caso, o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, confirmou o acesso aos dados fiscais protegidos por sigilo do vice-presidente nacional do PSDB, Eduardo Jorge, mas se recusou a apontar o nome dos responsáveis, mesmo se a sessão fosse transformada em secreta.[30][31] Após o depoimento de Cartaxo, o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) informou que ingressaria com representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o secretário da Receita Federal por crime de prevaricação. O deputado acusou o PT de utilizar o aparato do governo federal para atacar a oposição, declarando: "Primeiro foi o caso do caseiro Francenildo Costa. Agora, a Receita Federal está envolvida em outro escândalo. A transparência é fundamental nessa investigação".[32]

Debate entre os presidenciáveis promovido pela Confederação Nacional da Indústria em maio de 2010.

Reportagem publicada pela revista Carta Capital em junho de 2010 afirma que o suposto dossiê seria, na verdade, um livro, intitulado A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, acerca de supostos escândalos envolvendo privatizações e desvio de dinheiro público em gestões do PSDB. Ainda segundo a Carta Capital, Onésimo, especialista em contraespionagem, teria oferecido ao PT serviços de vigilância e rastreamento de escutas telefônicas, mas foi descartado.[33] Amaury foi indiciado por quatro crimes pela Polícia Federal em 25 de outubro do mesmo ano.[34] Em entrevista ao programa Roda Viva, Dilma afirmou, sobre as alegações da Folha quanto à existência do suposto dossiê, que o jornal "não tem fé pública" e que enquanto o jornal não demonstrar provas, trata-se de uma "uma acusação infundada". Também afirmou que só não processou o jornal porque "respeita a liberdade de imprensa". O PT entrou com ação na justiça contra José Serra, pelo fato do candidato tê-la acusado de ser responsável pelo suposto dossiê.[35]

Em 21 de julho, surgiu o nome de Antonia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva como possível responsável pelo vazamento. Antonia era analista da Receita Federal e foi exonerada do cargo em comissão que ocupava no dia oito de julho, uma semana após as denúncias surgirem na imprensa e a Receita ter aberto sindicância. Para o Fisco, foi com a senha de acesso de Antonia que os dados foram consultados e impressos sem justificativa legal. Casada com um auditor fiscal, Antonia também já participou da diretoria do sindicato dos servidores da receita na região do ABC. Segundo o sindicalista Helio Bernardes, atual presidente do Sindireceita, a servidora nega ter acessado os dados.[36][37]

Repercussão internacional[editar | editar código-fonte]

Dilma com o candidato a vice-presidente Michel Temer.

Para o jornal britânico The Independent, em matéria publicada sobre a candidata,[38] a sua eleição "marca o desmantelamento final do 'Estado de segurança nacional', um arranjo que os governos conservadores nos Estados Unidos e na Europa já viram como seu melhor artifício para manter um status quo podre, que manteve uma vasta maioria na América Latina na pobreza, enquanto favorecia seus amigos ricos", sendo ela uma candidata que "não se constrange com o passado de guerrilha urbana, que incluiu o combate a generais e a temporada na prisão como prisioneira política". Disse também que, caso eleita, tornar-se-á "a mulher mais poderosa do mundo".[39]

O jornal espanhol El País caracterizou Dilma como "uma grande gestora, mulher mais de ação do que de pensamento" e posteriormente, ao estimar que o candidato do PSDB José Serra poderia sofrer uma "derrota humilhante" nas urnas,[40][41][42] pôs em questão o aparecimento de escândalos levantados por outros candidatos às vésperas das eleições: "milhares de brasileiros sonhavam com uma campanha eleitoral sem sobressaltos e centrada nas propostas dos candidatos, mas mais uma vez o jogo sujo está eclipsando o debate político".[43]

A candidata, que é descendente de búlgaros, recebeu uma reportagem de duas páginas do mais importante periódico da Bulgária, o Trud, e vários jornalistas de meios de comunicação do país comentam com empolgação a possibilidade uma filha de búlgaro ser eleita presidente do Brasil.[44] Durante sua campanha, o país experimentou uma espécie de "febre" e interesse por Dilma.[45][46]

Desempenho[editar | editar código-fonte]

Dilma após ser eleita a primeira mulher Presidente do Brasil, em 31 de outubro de 2010.

No primeiro turno das eleições, em 3 de outubro de 2010, Dilma recebeu a maior parte dos votos na eleição presidencial. Com mais de 47 milhões de votos, se tornou a mulher mais votada das Américas.[47] Entretanto, ela teve de enfrentar um segundo turno contra o segundo candidato mais votado, José Serra (PSDB), no dia 31 de outubro, uma vez que ela foi incapaz de conseguir romper a barreira de 50% dos votos válidos, ou seja, não obteve a maioria dos votos.

No segundo turno, a coligação Para o Brasil seguir mudando recebeu o apoio do PP, que havia permanecido neutro no primeiro turno, mesmo que a maioria de seus diretórios e candidatos já houvessem apoiado a candidata do PT.[2] O PSOL instruiu seus filiados a não darem "nenhum voto a Serra", liberando o voto para Rousseff.[48] Enquanto o candidato presidencial do partido, Plínio de Arruda Sampaio, declarou voto nulo, a bancada do partido no Congresso defendeu o "voto crítico" em Rousseff.[48]

Em 31 de outubro de 2010, Dilma foi eleita presidente do Brasil. Obteve 56,05% do total de votos válidos, contra 43,95% de José Serra.[49] Dilma escolheu a Rede Record para conceder sua primeira entrevista após sua eleição. Ela respondeu às perguntas das jornalistas Ana Paula Padrão e Adriana Araújo, em Brasília, e elogiou a editora por ter sido entrevistada justamente por mulheres.[50] Dilma também foi a primeira eleita democraticamente, desde o fim do regime militar no Brasil, a conceder sua primeira entrevista pós-eleição a uma emissora que não fosse a Rede Globo. Durante a conversa, Dilma ainda anunciou que a Record seria a primeira a noticiar o novo ministério escolhido pela presidente.[50]

Em seu pronunciamento, tratou de diversos temas, entre eles a valorização da democracia, a liberdade de imprensa, a liberdade religiosa e sobretudo as mulheres. Disse ainda que seu governo iria manter a inflação sob controle, melhorar os gastos públicos, simplificar a tributação e melhorar os serviços públicos para a população.[51]

Vou fazer um governo comprometido com a erradicação da miséria e dar oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. Mas, humildemente, faço um chamado à nação, aos empresários, trabalhadores, imprensa, pessoas de bem do país para que me ajudem.
Dilma Rousseff[51]
Eleição presidencial de 2010
Turno Candidata Vice Votos  %
Dilma Michel Temer 47.651.434 46,9%
55.752.483 56,0%

Nas eleições parlamentares, a coligação Para o Brasil seguir mudando obteve controle de 352 dos 513 assentos da Câmara dos Deputados,[52] e de 54 dos 81 assentos do Senado Federal.[53] Isso irá garantir a Rousseff uma ampla maioria em ambas as casas legislativas, algo que o atual governo do PT, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, jamais teve. A coligação também conseguiu eleger 11 dos 18 governadores definidos em primeiro turno.[54] A coligação conseguiu eleger mais cinco governadores no segundo turno.

No mesmo pleito configurou-se grandes derrotas para a oposição ao governo federal, reunida ao redor da coligação de centro-direita O Brasil pode mais, liderada pelo ex-governador de São Paulo José Serra. Na disputa parlamentar, a oposição encolheu de 133 para 111 deputados federais[52] e de 38 para 27 senadores.[53] A coligação também conseguiu eleger apenas 7 dos 18 governadores eleitos em 3 de outubro,[54] ganhando o controle de mais quatro estados no dia 31. Por outro lado, a oposição de esquerda ao governo federal, liderada pelo PSOL, uma dissidência do PT, manteve o controle de três assentos na Câmara[52] e obteve mais um assento no Senado.[53]

Eleições parlamentares*
Assentos na Câmara:
352 / 513
Assentos no Senado:
54 / 81
(*) Considerando os resultados do PP
Governos estaduais
16 / 27

Referências

  1. «Dilma (PT/13)». Uol. Consultado em 4 de março de 2015 
  2. a b Mestieri, Gabriel. "PP formaliza apoio a Dilma no 2º turno". R7. 14 de outubro de 2010.
  3. «Dilma evita opinar sobre fim da reeleição». G1. Consultado em 4 de março de 2015 
  4. «Dilma diz ser simpática à ideia de concorrer em 2010». Brazilian Press. Consultado em 4 de março de 2015 
  5. «Dilma é um dos nomes mais fortes para suceder Lula, diz 'La Nación'». O Globo. Consultado em 4 de março de 2015 
  6. «'El País' vê Dilma como candidata natural à sucessão de Lula». O Globo. Consultado em 4 de março de 2015 
  7. «Lula testa potencial de Dilma para 2010». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  8. «Para 'Economist', Dilma pode ser 'bode na sala' para 2010». G1. Consultado em 4 de março de 2015 
  9. «Lula diz que nunca falou com Dilma sobre candidatura à Presidência». O Globo. 19 de dezembro de 2008. Consultado em 4 de março de 2015 
  10. «Folha Online - Brasil - Oposição quer explicações sobre gasto da viagem de Lula e denuncia caráter eleitoral». Folha de S. Paulo. 16 de outubro de 2009. Consultado em 4 de março de 2015 
  11. «Folha Online - Brasil - Mendes defende investigação de suposta campanha de Lula em viagem ao Nordeste». Folha de S. Paulo. 20 de outubro de 2009. Consultado em 4 de março de 2015 
  12. «PT formaliza candidatura de Dilma à Presidência». Agência Brasil. Consultado em 4 de março de 2015 
  13. «Dilma in Rio - 2010 Presidential Election». Ig. 18 de outubro de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  14. «As promessas feitas por Dilma Rousseff durante os meses de campanha eleitoral». O Globo. 1º de novembro de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  15. Ranier Bragon e Márcio Falcão (7 de julho de 2010). «Programa de governo radical do PT teve o aval de Dilma». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  16. Ricardo Noblat (7 de julho de 2010). «Programa radical teve aval de Dilma». O Globo. Consultado em 4 de março de 2015 
  17. «Dilma rubricou programa radical sem ler, diz PT». Veja. 7 de julho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  18. a b Elder Ogliari e Evandro Fadel (7 de julho de 2010). «Serra ataca programa de governo do PT, que Dilma havia assinado». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  19. Maria Angélica Oliveira (8 de julho de 2010). «'É muito barulho por nada', afirma Dilma sobre assinar programa sem ler». G1. Consultado em 4 de março de 2015 
  20. «Dilma rubricou programa radical sem ler, diz PT». O Estado de S. Paulo. 7 de junho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  21. a b «Dilma recebe mais uma multa por propaganda irregular em outdoor». O Globo. 24 de julho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  22. «Ministra do TSE multa Dilma pela quarta vez por propaganda». Folha de S. Paulo. 24 de julho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  23. «TSE multa Dilma pela 5ª vez por propaganda eleitoral». Hoje em Dia. 24 de julho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  24. «Dilma recebe a sexta multa do TSE por propaganda eleitoral antecipada». G1. 24 de julho de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  25. «TSE multa Dilma Rousseff pela sétima vez». Notícias JusBrasil. 3 de abril de 2010. Consultado em 4 de março de 2015 
  26. «Dilma é multada por propaganda irregular por causa de outdoor». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  27. «Ex-delegado diz que sofreu ameaça de morte após revelar dossiê sobre Serra». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  28. «Delegado reafirma que jornalista pediu investigação sobre José Serra». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  29. «Receita reconhece que dados de Eduardo Jorge foram acessados». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  30. a b «Secretário da Receita admite acesso a dados de tucano, mas nega violação externa». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  31. «Cartaxo admite saber quem acessou dados de Eduardo Jorge». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  32. «Jungmann entrará com ação no MPF contra Cartaxo». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  33. «O dossiê do dossiê do dossiê...». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  34. «PF indicia Amaury Ribeiro Júnior por quatro crimes». Veja. Consultado em 4 de março de 2015 
  35. «Dilma diz que falta de experiência eleitoral não a torna um "poste"». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  36. «Servidora suspeita de violar dados de Eduardo Jorge foi afastada em julho, diz Receita». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  37. «Analista da Receita diz não ter acessado dados sigilosos de tucano». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  38. «The former guerrilla set to be the world's most powerful woman». The Independent. Consultado em 1º de outubro de 2010 
  39. «Jornal inglês sobre Dilma: ex-guerrilheira pode ser a mulher mais poderosa do mundo». ClicRBS. Consultado em 4 de março de 2015 
  40. «La candidata Rousseff presenta al PT un proyecto a la izquierda de Lula». El País. Consultado em 4 de março de 2015 
  41. «Tucano segue para 'derrota humilhante' nas urnas, afirma diário espanhol». Correio do Brasil. Consultado em 4 de março de 2015 
  42. «Serra foi 'suave' demais e pode ser 'humilhado' nas urnas, diz jornal espanhol». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  43. «"Lula se apodera da campanha", diz jornal espanhol». Terra. Consultado em 4 de março de 2015 
  44. «Dilma Express speeding toward Brazil's election day». China Daily. Consultado em 4 de março de 2015 
  45. Bulgaria-Descended «Dilma Rousseff Said to Outshine Merkel, Clinton» Verifique valor |url= (ajuda). Novinite. Consultado em 4 de março de 2015 
  46. «Eleição no Brasil provoca 'febre Dilma' na Bulgária». Folha de S. Paulo. Consultado em 4 de março de 2015 
  47. "Dilma comparada a Indira Ghandi". Diário do Comércio. 7 de outubro de 2010.
  48. a b Pasini, Mariana. "PSOL indica 'voto crítico' em Dilma ou voto nulo no 2º turno". G1. 15 de outubro de 2010.
  49. «Apuração 2º turno: Eleição presidencial». G1. Consultado em 4 de março de 2015 
  50. a b «Record sai na frente e é a primeira emissora de TV a entrevistar ao vivo Dilma Rousseff». R7. Consultado em 4 de março de 2015 
  51. a b «Dilma diz ter compromisso com meta de erradicar a miséria do Brasil». G1. Consultado em 4 de março de 2015 
  52. a b c "Saiba a nova composição da Câmara". G1. 4 de outubro de 2010.
  53. a b c "Partidos aliados de Dilma elegem mais senadores que a oposição". R7. 4 de outubro de 2010.
  54. a b Lusa. "Brasil elege 18 governadores à primeira volta, 11 são aliados de Dilma". Jornal de Negócios. 4 de outubro de 2010.