Team INEOS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Team INEOS
Portugal - Algarve - Lagos - 2016 Volta ao Algarve - Sky Cycle team (25168262603).jpg
Informações
Estatuto
ProTeam (d) (-)
WorldTeam (a partir de )Visualizar e editar dados no Wikidata
Código UCI
SKY (de a ) e INS (a partir de )Visualizar e editar dados no Wikidata
Disciplina
País
Fundação
2010
Temporadas
10Visualizar e editar dados no Wikidata
Pessoas chave
Director geral
Dave Brailsford (a partir de )Visualizar e editar dados no Wikidata
Director(s) desportivo(s)
Designações anteriores
-
Sky
a partir de
Ineos
Equipamento
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
título

A Team INEOS (código UCI: INS) é uma equipa ciclista britânica de categoria UCI Pro Team. Estreiou em 2010 e o seu director geral é Dave Brailsford.

O seu impulsor e patrocinador principal foi British Sky Broadcasting. A partir de 1 de maio de 2019 passou a chamar-se Team INEOS devido à mudança de patrocinador.[1]

História da equipa[editar | editar código-fonte]

Criação da equipa[editar | editar código-fonte]

Ao longo de 2009 foram-se conhecendo detalhes da criação de uma nova equipa ciclista britânica para 2010, cujo impulsor e patrocinador principal seria a cadeia de televisão British Sky Broadcasting, propriedade do grupo mediático News Corporation dirigido pelo magnata Rupert Murdoch.[2] Sky contribuiria ao projecto, comandado pelo seleccionador britânico de ciclismo em pista Dave Brailsford, 30 milhões de libras até 2013.[3] O objectivo da equipa seria ganhar o Tour de France nessa margem de tempo, especialmente com um ciclista britânico já que nenhum corredor dessa nacionalidade tinha ganhado ainda o maillot amarelo da Grande Boucle.[4]

Entre os ciclistas contratados para a sua primeira temporada destacavam Edvald Boasson Hagen, Juan Antonio Flecha, Thomas Lövkvist e Kurt-Asle Arvesen. A equipa tentou assim mesmo contratar aos melhores ciclistas britânicos, como Bradley Wiggins (quarto no Tour de France 2009) e Mark Cavendish (o sprinter mais ganhador da temporada), ainda que ambos tinham contratos em vigor para 2010 com Garmin e Columbia-HTC respectivamente. Finalmente conseguiu alinhar à última hora de Wiggins, ainda que não pôde fazer o próprio com Cavendish. O também britânico e vigente campeão olímpico de perseguição por equipas baixo as ordens de Brailsford, o corredor Geraint Thomas, foi assim mesmo contratado.[5]

A 3 de agosto de 2009, a UCI anunciou que a formação tinha pedido uma licença UCI Pro Team para estreiar na máxima categoria[6] e pouco depois anunciou-se que lhe foi concedida essa licença até 2013.[7]

2010[editar | editar código-fonte]

Henderson e Sutton conseguiram as duas primeiras grandes vitórias da equipa.
Bradley Wiggins, na contrarrelógio inicial do Giro d'Italia em Ámsterdam.
Wiggins, numa etapa de montanha do Tour de France.

A primeira vitória da equipa chegou em janeiro da mão do australiano Christopher Sutton, que ganhou a última etapa do Tour Down Under disputado em seu país,[8] que era assim mesmo a primeira carreira da temporada de primeiro nível.[9] Em carreiras de categoria Continental disputadas na Arábia nesse início de temporada, a equipa conseguiu vitórias em Catar (a contrarrelógio por equipas inicial) e Omã (duas etapas de Edvald Boasson Hagen, em estrada e contrarrelógio).[10][11]

Em março chegaram duas vitórias de etapa importantes, uma na Paris-Nice de Greg Henderson e a outra na Tirreno-Adriático com Boasson Hagen. Por outra parte, Juan Antonio Flecha teve um destacado papel nas clássicas sobre o pavé, ao ganhar a Omloop Het Nieuwsblad[12] e ser terceiro na E3 Prijs Vlaanderen-Harelbeke e especialmente o monumento Paris-Roubaix.[13][14]

No Giro d'Italia Bradley Wiggins ganhou a primeira etapa, uma contrarrelógio pelas ruas de Ámsterdam, sendo assim o primeiro portador da maglia rosa,[15] que cederia na segunda etapa ante o campeão do mundo Cadel Evans por um corte.[16] Na contrarrelógio por equipas de 33 quilómetros disputada na quarta jornada a formação foi segunda, a 13" do Liquigas de Basso e Nibali.[17] A 22 de maio, quando a esquadra se encontrava ainda disputando o Giro, o até então director desportivo principal Scott Sunderland e a equipa emitiram um comunicado conjunto anunciando que Sunderland deixava a equipa para poder dedicar mais tempo à sua família.[18]

O ex ciclista Floyd Landis, que tinha sido despojado do Tour de France 2006 pelo seu positivo por testosterona e que tinha negado até então ter recorrido ao dopagem, realizou uma ampla confessãon dos métodos utilizados em seus anos como corredor na US Postal e Phonak, implicando assim mesmo a alguns dos seus ex parceiros,[19] entre quem figurava o ciclista do Sky Michael Barry. Dave Brailsford assegurou que estudaria o caso para tomar se for o caso as medidas oportunas.[20] A Federação canadiana aceitou assim mesmo pesquisar a Barry.[21] O ciclista negou as acusações de Landis,[22] e depois de continuar com a sua participação no Giro e não participar em nenhuma outra carreira em junho se reincorporou à competição para o Tour.[23]

Na Dauphiné Libéré Boasson Hagen ganhou a última etapa. No final desse mesmo mês a equipa decidiu não incluir ao veterano Kurt-Asle Arvesen entre os nove corredores que participariam na estreia da formação na iminente Grande Boucle; Arvesen levava uma pobre temporada depois de ter-se fracturado a clavícula e ter sofrido posteriormente moléstias em seu joelho e problemas estomacal na Volta à Suíça, entendendo que a formação se decantara por Serge Pauwels para colocar a Wiggins no Tour.[24]

A equipa teve uma actuação discreta no Tour de France, com o seu chefe de fileiras Wiggins longe dos homens fortes da classificação geral depois de um rendimento afastado do mostrado um ano antes.[25][26] O resto de corredores tentaram então conseguir um triunfo de etapa,[27] sem sucesso.[28]

Henderson ganhou ao sprint uma etapa do Eneco Tour,[29] Boasson Hagen, que ia como o ganhador da última edição da prova neerlandesa,[30] foi terceiro no geral final.[31]

Na Volta a Espanha vários corredores apresentaram problemas digestivos na primeira semana de competição como consequência de um vírus do que ter-se-iam infectado ao consumir carnes e pescados em mau estado, motivo pelo qual vários ciclistas (Flecha, Augustyn e Swift) se viram obrigados a abandonar. A 3 de setembro o massagista Txema González, que levava seis dias sendo atendido em diferentes hospitais de Sevilla (cidade onde tinha arrancado a Volta), faleceu como consequência de um choque séptico causado por uma bactéria (e não um vírus, ao invés do ocorrido aos corredores). Nesse mesmo dia o médico da equipa tinha solicitado um cultivo de um esfregaço laríngeo a todos os integrantes da formação para averiguar se estavam infectados por um bactéria de tipo estreptococo.[32][33] Ao fio da madrugada Dave Brailsford, máximo responsável pela esquadra, fez público que a equipa Sky não tomaria a saída ao dia seguinte e manifestou o apoio de toda a equipa à família de González.[34] O pelotão completo guardou um minuto de silêncio em lembrança de Txema e as equipas lembraram que os 32 155 euros que deviam se repartir essa jornada em conceito de prêmios fossem para a sua família.[35]

Boasson Hagen foi segundo no G. P. de Quebec ao impor-se no sprint do grupo que chegou a um segundo de Thomas Voeckler, ganhador dessa primeira edição da prova canadiana.[36] Balanço.[37][38][39]

2011[editar | editar código-fonte]

Entre os contratos realizados para 2011 destacavam as incorporações do veterano contrarrelógista Michael Rogers,[40] o campeão alemão Christian Knees e o jovem Rigoberto Urán, todos eles procedentes de equipas Pro Tour.

A equipa teve uma destacada actuação no Tour Down Under da mão de Ben Swift. Ainda que o britânico tinha ido em princípio como gregário, as quedas sofridas pelos teóricos líderes Christopher Sutton e Greg Henderson para a segunda etapa o converteram no novo chefe de fileiras, conseguindo nesse mesmo dia a sua primeira vitória num sprint no que também caiu ao solo (depois de ter completado o seu relevo) o lançador Geraint Thomas.[41] Swift voltou a ganhar na última etapa batendo no sprint final a seu colega Henderson, elevando assim a dois os seus triunfos numa ronda australiana na que finalizou também terceiro na geral.[42]

Brailsford expressou sua intenção de mudar o código antidopagem interno da equipa ao considerá-lo demasiado restritivo, já que impedia entre outros a possibilidade de contratar a directores desportivos que tivessem pertencido previamente a esquadras relacionadas com práticas dopantes; essa normativa tinha vetado a contratação de Neil Stephens, ex ciclista da Festina do Tour de 1998 e ex director do Liberty Seguros/Astana de Manolo Saiz (que desapareceu pela Operação Puerto).[43][44]

[45][46]

[47][48][49]

Henderson conseguiu a sua primeira vitória da temporada ganhando ao sprint a segunda etapa da Paris-Nice,[50] beneficiado em parte pelo facto de que os velocistas mais importantes do pelotão tivessem preferido participar na Tirreno-Adriático,[51] enquanto Wiggins subiu ao pódio final da carreira ao terminar em 3.ª praça.

Nas clássicas o mais destacado foi a terceira posição de Simon Gerrans na Amstel Gold Race, enquanto Flecha e Geraint Thomas foram segundos na Omloop Het Nieuwsblad e Através de Flandres respectivamente. Em maio parte da equipa competiu no Tour de Califórnia onde Ben Swift e Greg Henderson ganharam uma etapa a cada um. No Giro d'Italia, Thomas Lövkvist foi o corredor melhor localizado na geral ao finalizar 21º. O mais perto que a equipa esteve de uma vitória foi na 12.ª etapa com o segundo lugar de Davide Appollonio. No final de maio, Geraint Thomas deu-lhe ao Sky a primeira vitória da temporada em voltas por etapas ao ganhar a Volta a Baviera e onde Edvald Boasson Hagen e Bradley Wiggins também ganharam etapas. Em junho, Wiggins ganhou o Critérium du Dauphiné, a maior vitória do Sky até esse momento.[52]

Com o triunfo em Dauphiné, Bradley Wiggins perfilava-se como favorito para chegar ao pódio no Tour de France, mas uma queda na 7.ª etapa obrigou-o a retirar da carreira ao fracturar-se a clávicula[53] e Rigoberto Urán foi o melhor da equipa na 24.ª posição a quase 43 minutos do ganhador Cadel Evans. Positivamente para a equipa, conseguiram-se as duas primeiras vitórias de etapa no Tour, ambas por Edvald Boasson Hagen. Finalizada a Grand Boucle o norueguês continuou com a racha vitoriosa ganhando o Eneco Tour e a Vattenfall Cyclassics.

Volta a Espanha: Primeira "grande" onde foram protagonistas[editar | editar código-fonte]

Para a Volta a Espanha Bradley Wiggins já estava recuperado da fractura e chegou como líder da equipa para participar pela primeira vez. Como gregário na montanha, foi designado o até esse momento pouco conhecido Christopher Froome, quem em 2010 tinha sido vice campeão contrarrelógio só por trás do proprio Wiggins. A primeira vitória chegou na 2.ª etapa por intermediário de Chris Sutton ao bater em sprint em massa na chegada a Praias Orihuela.

A primeira surpresa deu-se na contrarrelógio em Salamanca, quando Froome pôs o segundo tempo e superou a Wiggins que foi terceiro. Isto lhe valeu também para o superar na geral e se colocar no primeiro lugar da classificação.[54] Mas na etapa seguinte com final na Estação de Montanha La Manzaneda, Froome atrasou-se a respeito de Wiggins e este passou a encabeçar as posições. Assim a equipa tinha momentaneamente o 1-2 da carreira, separados por só 7 segundos. A etapa com final na Farrapona, supôs o domínio da dupla da Sky, deixando fora de possibilidades a corredores como Vincenzo Nibali e Purito Rodríguez, ainda que apareceu em cena o espanhol Juanjo Cobo lhes recortando uma vintena de segundos.[55] Ao dia seguinte o final era no Angliru onde Cobo atacou e se foi em solitário para ganhar a etapa, sacando a suficiente diferença para se vestir de vermelho. Enquanto, Wiggins sofria por manter-se a roda do seu colega Froome, Wout Poels e Denis Menchov. Finalmente cedeu terreno e Froome não esperou o seu líder continuando no terceto, mantendo a segunda colocação na geral mas agora por trás de Cobo, enquanto Wiggins caía ao terceiro lugar. Ao demonstrar Froome que estava mais forte que o seu líder, teve liberdade para procurar a carreira e o tentou em Peña Cabarga, onde atacou sem poder se descolar de Cobo ainda que ganhou a etapa.[56] A carreira concluiu sem mudanças e o Sky colocou os seus dois homens no pódio (2º e 3º), ainda que em forma imprevista anteriormente, o gregário por adiante do líder.

2012[editar | editar código-fonte]

Em 2012 chegou à equipa Mark Cavendish, depois de várias idas e voltas principalmente por problemas de patrocínios. O contrato anunciou-se em outubro de 2011 poucos dias após que Cavendish se proclamasse campeão do mundo.[57]

Corredor melhor classificado nas Grandes Voltas[editar | editar código-fonte]

Ano Giro d'Italia Jersey pink.svg Tour de France Jersey yellow.svg Volta a Espanha Jersey red.svg
2010 17.º

Itália Darío Cioni

15.º

Suécia Thomas Lövkvist

Abandono
2011 20.º

Suécia Thomas Lövkvist

30.º

Reino Unido Geraint Thomas

2.º

Reino Unido Chris Froome

2012 7.º

Colômbia Rigoberto Urán

1.º

Reino Unido Bradley Wiggins

4.º

Reino Unido Chris Froome

2013 2.º

Colômbia Rigoberto Urán

1.º

Reino Unido Chris Froome

27.º

Colômbia Rigoberto Urán

2014 22.º

Colômbia Sebastián Henao

18.º

Espanha Mikel Nieve

2.º

Reino Unido Chris Froome

2015 6.º

República Checa Leopold König

1.º

Reino Unido Chris Froome

8.º

Espanha Mikel Nieve

2016 17.º

Colômbia Sebastián Henao

1.º

Reino Unido Chris Froome

2.º

Reino Unido Chris Froome

2017 17.º

Espanha Mikel Landa

1.º

Reino Unido Chris Froome

1.º

Reino Unido Chris Froome

2018 1.º

Reino Unido Chris Froome

1.º

Reino Unido Geraint Thomas

15.º

Espanha David da Cruz

Relação com a selecção britânica[editar | editar código-fonte]

A equipa tem uma estreita relação com a selecção britânica de ciclismo em pista. As duas estruturas estão dirigidas por Dave Brailsford, quem criou a equipa Sky de estrada mantendo o seu posto de director de rendimento da equipa de pista da federação britânica patrocinado pela National Lottery. Brailsford conta com um grupo de assistentes que trabalham em ambos projectos com sede central em Manchester. Também, vários dos ciclistas britânicos da Sky são também pistards que correm baixo as suas ordens em dita selecção.

Todo isso fez que surgissem dúvidas sobre os possíveis conflitos de interesses e as suas consequências sobre o rendimento de algum dos dois projectos. Ambas partes lembraram contratar à companhia auditora Deloitte para que realizasse um estudo sobre essa situação.[58][59][60][61][62][63]

Material ciclista[editar | editar código-fonte]

Veículos da equipa no Tour de France 2014.

A equipa utiliza bicicletas Pinarello[64] em seus modelos Dogma 65.1 Think 2 e Bolide nas etapas de contrarrelógio, equipadas com grupo Shimano Dura-Ace Di2, componentes Pro e rodas Shimano Dura-Ace, ainda que em contrarrelógio utilizam rodas dianteiras HED H3 e traseiras Pro Textreme Carbon Disc . Em 2014, a Team Sky começou a utilizar medidores de potência da empresa Stages Cycling, os quais utilizam em conjunto com computadores SRM PC7. Quanto a assentos, Fi'zi:k provê à equipa toda a sua faixa alta, já que não todos os ciclistas da equipa utilizam o mesmo modelo. O equipamento foi da Adidas até 2012 e a partir de 2013 de Rapha.[65] |idioma=en }}</ref> bem como com uma base operativa em Quarrata, uma localidade italiana da Toscana.

Organigrama[editar | editar código-fonte]

O máximo responsável pela esquadra é o director geral Dave Brailsford, enquanto a sua mão direita e director de rendimento é Shane Sutton.[66] A equipa conta assim mesmo para a preparação dos corredores com o treinador Rod Ellingworth. Os três fazem parte do Sky desde a sua primeira temporada e compartilham o seu trabalho na equipa com o trabalho que vinham exercendo dentro da Federação Britânica de Ciclismo. Para a segunda temporada somou-se à nómina de treinadores o ex ciclista e especialista em contrarrelógio Bobby Julich.[67][68]

O chefe médico e psiquiatra da equipa é o doutor Steve Peters, enquanto Carsten Jeppesen é o encarregado da logística. Brailsford, Sutton, Peters e Jeppesen formam o núcleo principal da esquadra desde a sua criação.

O director desportivo principal em carreira é Sean Yates. O ex ciclista britânico, ganhador de sendas etapas no Tour de France e a Volta a Espanha quando era parceiro de Lance Armstrong na Motorola, chegou à equipa depois de ter sido assistente dos directores Bjarne Riis (no CSC) e Johan Bruyneel (em Discovery Channel e Astana, por desejo de Armstrong). Yates, que chegou ao cargo depois da temporã marcha da sua até então superior Scott Sunderland aos poucos meses de se iniciar o projecto, conta com quatro directores auxiliares, todos eles ex ciclistas: Marcus Ljungqvist, Steven De Jongh, Servais Knaven e Nicolas Portal.

A equipa conta assim mesmo com a colaboração do nutricionista Nigel Mitchell, quem ao igual que o doutor Peters tinha trabalhado anteriormente tanto com o ciclista Bradley Wiggins como com a equipa de sucesso britânica de ciclismo em pista dirigido pelo proprio Brailsford.[69]

Posto Nome Período
Manager geral Reino Unido Dave Brailsford 2010-presente
Director de rendimento Austrália Shane Sutton 2010-presente
Director de operações Dinamarca Carsten Jeppesen 2010-presente
Chefe médico e psiquiatra Reino Unido Steve Peters 2010-presente
Treinador chefe Reino Unido Rod Ellingworth 2010-presente
Treinador de competição Estados Unidos Bobby Julich 2011-presente
Director desportivo principal Reino Unido Sean Yates 2010-presente
Director desportivo Suécia Marcus Ljungqvist 2010-presente
Director desportivo Países Baixos Steven de Jongh 2010-presente
Director desportivo Países Baixos Servais Knaven 2011-presente
Director desportivo França Nicolas Portal 2011-presente

Anteriores

Posto Nome Período
Director desportivo principal Austrália Scott Sunderland 2010 (até maio)

Acordo com McLaren[editar | editar código-fonte]

Sede da McLaren.

A equipa tem um acordo de colaboração com a equipa britânica de Fórmula 1 McLaren, um das equipas com mais sucesso da categoria rainha do automobilismo, segundo o qual poderá utilizar as instalações da equipa em Woking (Surrey, Inglaterra) e seus conhecimentos em diversas áreas: aerodinâmica, telemetria, simulações.[70]

Classificações UCI[editar | editar código-fonte]

A equipa tem integrado as classificações do UCI World Ranking e UCI World Tour, conseguindo estas classificações:[71][72][73]

Ano Classificação por equipas Melhor corredor Posição
2010 15º Noruega Edvald Boasson Hagen 18º
2011 Reino Unido Bradley Wiggins
2012 Reino Unido Bradley Wiggins
2013 Reino Unido Chris Froome
2014 Reino Unido Chris Froome
2015 Reino Unido Chris Froome
2016 Reino Unido Chris Froome
2017 Reino Unido Chris Froome
2018 Reino Unido Geraint Thomas

Palmarés[editar | editar código-fonte]

Palmarés 2019[editar | editar código-fonte]

UCI World Tour[editar | editar código-fonte]

Datas Carreiras Ganhador
17 de março França Paris-Nice Colômbia Egan Bernal

Circuitos Continentais UCI[editar | editar código-fonte]

Datas Circuito Carreiras Ganhador
1 de fevereiro UCI Oceania Tour 2019 Austrália 3.ª etapa do Herald Sun Tour Reino Unido Owain Doull
3 de fevereiro UCI Oceania Tour 2019 Austrália 5.ª etapa do Herald Sun Tour Noruega Kristoffer Halvorsen
3 de fevereiro UCI Oceania Tour 2019 Austrália Herald Sun Tour Países Baixos Dylan van Baarle
14 de fevereiro UCI Europe Tour de 2019 França 1.ª etapa do Tour La Provence (CRI) Itália Filippo Ganna
22 de abril UCI Europe Tour de 2019 Itália 1.ª etapa do Tour dos Alpes Reino Unido Tao Geoghegan Hart
23 de abril UCI Europe Tour de 2019 Itália 2.ª etapa do Tour dos Alpes Rússia Pavel Sivakov
25 de abril UCI Europe Tour de 2019 Itália 4.ª etapa do Tour dos Alpes Reino Unido Tao Geoghegan Hart
26 de abril UCI Europe Tour de 2019 Itália Tour dos Alpes Rússia Pavel Sivakov
5 de maio UCI Europe Tour de 2019 Reino Unido Tour de Yorkshire Reino Unido Christopher Lawless

Campeonatos nacionais[editar | editar código-fonte]

Datas Carreiras Ganhador

Elenco[editar | editar código-fonte]

Para anos anteriores, veja-se Elencos da Team INEOS

Elenco de 2019[editar | editar código-fonte]

Nomeie[74] Nascimento Nacionalidade Equipo 2018
Leonardo Basso 25/12/1993  Itália Team Sky
Egan Bernal 13/01/1997  Colômbia Team Sky
Jonathan Castroviejo 27/04/1987 Flag of Spain.svg Espanha Team Sky
David de la Cruz 06/05/1989 Flag of Spain.svg Espanha Team Sky
Owain Doull 02/05/1993  Reino Unido Team Sky
Edward Dunbar 01/09/1996  Irlanda Team Sky
Kenny Elissonde 22/07/1991  França Team Sky
Chris Froome 20/05/1985  Reino Unido Team Sky
Filippo Ganna 25/17/1996  Itália UAE Team Emirates
Tao Geoghegan Hart 30/03/1995  Reino Unido Team Sky
Michał Gołaś 29/04/1984  Polónia Team Sky
Kristoffer Halvorsen 13/04/1996  Noruega Team Sky
Sebastián Henao 05/08/1993  Colômbia Team Sky
Vasil Kiryienka 28/06/1981  Bielorrússia Team Sky
Christian Knees 05/06/1981  Alemanha Team Sky
Michał Kwiatkowski 02/06/1990  Polónia Team Sky
Christopher Lawless 04/11/1995  Reino Unido Team Sky
Gianni Moscon 20/04/1994  Itália Team Sky
Jhonatan Narváez 04/03/1997 Equador Quick-Step Floors
Wout Poels 01/10/1987  Países Baixos Team Sky
Salvatore Puccio 31/08/1989  Itália Team Sky
Diego Rosa 27/03/1989  Itália Team Sky
Luke Rowe 10/03/1990  Reino Unido Team Sky
Pavel Sivakov 25/05/1997  Rússia Team Sky
Iván Ramiro Sosa 31/10/1997  Colômbia Androni Giocattoli-Sidermec
Ian Stannard 25/05/1987  Reino Unido Team Sky
Ben Swift 05/11/1987  Reino Unido UAE Team Emirates
Geraint Thomas 25/05/1986  Reino Unido Team Sky
Dylan Van Baarle 21/08/1992  Países Baixos Team Sky

Referências

  1. «O Sky passará a chamar-se Team INEOS». marca.com (em espanhol). 19 de março de 2019. Consultado em 19 de março de 2019 
  2. «Announcing Team Sky - A Professional British Road Cycling Team». British Sky Broadcasting. 26 de fevereiro de 2009. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  3. Fotheringham, William (26 de fevereiro de 2009). «Sky sponsor British Tour de France team». The Guardian. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  4. Fraser, Adam (26 de fevereiro de 2009). «Britain plots Tour de France glory with US$42m deal» (em inglês). sportspromedia.com. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  5. Fraser, Adam (10 de setembro de 2009). «Team Sky to bê led by Olympic gold medallist Thomas» (em inglês). sportspromedia.com. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  6. «Teams and events with UCI Pro Tour licences reaching expiry: all apply for renewal». UCI. 3 de agosto de 2009. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  7. Biciclismo e Ivann (18 de setembro de 2009). «A UCI concede a licença Pro Tour ao Team Sky e ao GP Quebec até 2013». sitiodeciclismo.net. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  8. Kogoy, Peter (24 de janeiro de 2010). «Sutton's stage but Greipel takes Tour Down Under». The Australian. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  9. Wynn, Nigel (26 de janeiro de 2010). «2010 UCI World Calendar: Pro Tour and Historic races». Cycling Weekly. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  10. «O Sky ganha a primeira etapa do Tour de Qatar». Diário de Navarra. 8 de fevereiro de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  11. Hazen, Bart (19 de fevereiro de 2010). «1st Tour of Oman - Stage 6». dailypeloton.com. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  12. «Flecha ganha a clássica Omloop Het Nieuwsblad». Marca. 27 de fevereiro de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  13. «Cancellara vence no E3 Prijs Vlaanderen». Marca. 27 de março de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  14. Fornet, Óscar (11 de abril de 2010). «Um tractor suíço». elmundo.es. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  15. Gallagher, Brendan (8 de maio de 2010). «Giro d'Itália 2010: Bradley Wiggins claims pink camisola in Amsterdã opener». The Daily Telegraph. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  16. Agências (10 de maio de 2010). «Cadel Evans já veste de rosa» (em espanhol). Diário de Navarra. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  17. «A Liquigas ganha a contrarrelógio por equipas e põe líder a Nibali no Giro d'Italia» (em espanhol). 20 minutos. EFE. 12 de maio de 2010. Consultado em 21 de outubro de 2010 
  18. «Scott Sunderland leaves Team Sky». Cycling News. 22 de maio de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  19. Arribas, Carlos (20 de maio de 2010). «Landis confessa e acusa» (em espanhol). El País. Consultado em 21 de outubro de 2010 
  20. «Brailsford to study Landis' allegations on Barry» (em inglês). Cycling News. 21 de maio de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  21. «Canadians agree to investigate Barry». Cycling News. 28 de maio de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  22. Brown, Gregor e Gladstone, Hugh (21 de maio de 2010). «Barry on Landis allegations: 'it's not true'» (em inglês). Cycling Weekly. Consultado em 21 de outubro de 2010 
  23. «2010 Michael Barry». cqranking.com. Consultado em 21 de outubro de 2010 
  24. Atkins, Ben (24 de junho de 2010). «Team Sky's Kurt Asle Avesen disappointed, but not surprised, to miss out on Tour spot». velonation.com. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  25. «Team Sky disappointed in first Tour». Universal Sports. Reuters. 25 de julho de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  26. «Wiggins Faces Uphill Struggle In The Tour». British Sky Broadcasting. 22 de julho de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  27. Moore, Richard (15 de julho de 2010). «Sky aim for stage wins». Cycling News. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  28. «Tour de France de 2010». UCI. Consultado em 20 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2012 
  29. «Henderson leva-se ao esprint a quarta etapa do Eneco Pro Tour». Marca. EFE. 21 de agosto de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  30. «O noruego Boasson Hagen procura reter o título do Eneco Tour». ciclismohoy.com. AFP. 16 de agosto de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  31. «Tony Martin ganha o Eneco Tour 2010». Marca. EFE. 24 de agosto de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  32. Agências (3 de setembro de 2010). «Alarme na Volta depois do falecimento de um masagista da Team Sky». As. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  33. Gómez Peña, Jesús (4 de setembro de 2010). «A morte do vitoriano Txema González, massagista da Sky, conmociona a Volta». El Correio. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  34. «O Sky não toma a saída depois do falecimento de Txema González». El Correio. EFE. 4 de setembro de 2010. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  35. Arribas, Carlos (5 de setembro de 2010). «Anton, líder quase a seu pesar». El País. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  36. «O francês Thomas Voeckler vence no Grande Prêmio de Quebec» (em espanhol). Diário As. Europa Press. 11 de setembro de 2010. Consultado em 21 de outubro de 2010 
  37. MacMichael, Simon (19 de novembro de 2010). «Team Sky interview: Reflections on the mistakes of 2010, and looking ahead to 2011». road.cc. Consultado em 19 de janeiro de 2011 
  38. MacMichael, Simon (27 de dezembro de 2010). «Bradley Wiggins admits tenho was 'up my own backside' ahead of Tour de France». road.cc. Consultado em 19 de janeiro de 2011 
  39. MacMichael, Simon (27 de julho de 2010). «Burnt-out Wiggo to miss Commonwealth Games». road.cc. Consultado em 19 de janeiro de 2011 
  40. Benson, Daniel (2 de novembro de 2010). «Rogers signs two-year deal with Sky». Cycling News. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  41. «Ben Swift lands Team Sky's maiden 2011 stage win» (em inglês). BBC. 19 de janeiro de 2011. Consultado em 28 de janeiro de 2011 
  42. «Briton Ben Swift wins final stage in Tour Down Under». BBC. 23 de janeiro de 2011. Consultado em 28 de janeiro de 2011 
  43. McRae, Donald (14 de fevereiro de 2011). «Team Sky reassess 'zero tolerance' towards doping in search for staff». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  44. MacMichael, Simon (15 de fevereiro de 2011). «Dave Brailsford hints that Team Sky may be softening anti-doping stance». road.cc. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  45. McRae, Donald (15 de fevereiro de 2011). «Dave Brailsford saddles up for cycling success on tour and track». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  46. McRae, Donald (15 de fevereiro de 2011). «Dave Brailsford: The full transcript». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  47. Fotheringham, William (16 de fevereiro de 2011). «Bradley Wiggins targets team pursuit world record for Great Britain». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  48. Fotheringham, William (20 de fevereiro de 2011). «Great Britain's pursuit team take gold but narrowly miss new record». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  49. «A equipa de perseguição espanhol faz-se com a Copa do Mundo em Mánchester». Marca. EFE. 20 de fevereiro de 2011. Consultado em 20 de fevereiro de 2011 
  50. Menocal, Marcos (8 de março de 2011). «Henderson (Sky) se impõe na segunda etapa da Paris-Nice que lidera De Gendt». El Diário Montañés. Consultado em 13 de março de 2011 
  51. Atkins, Ben (7 de março de 2011). «Tirreno-Adriatico attracts the top sprinters despite offering few opportunities». VeloNation. Consultado em 13 de março de 2011 
  52. desportos.yahoo.com (12 de junho de 2011). «Wiggins ganha a Dauphine e mostra suas quilates para o Tour». Consultado em 2 de julho de 2014. Arquivado do original em 5 de março de 2016 
  53. desportos.terra.com (8 de julho de 2011). «O britânico Wiggins abandona o Tour depois de fractura de clavícula esquerda». Consultado em 2 de julho de 2014 
  54. esciclismo.com (29 de agosto de 2011). «Volta a Espanha: Tony Martin ganha a contrarrelógio e Christopher Froome é o novo líder». Consultado em 2 de julho de 2014 
  55. elmundo.es (3 de setembro de 2011). «Só o Angliru pode frear a Wiggins». Consultado em 3 de julho de 2014 
  56. larazon.es (9 de setembro de 2011). «Chris Froome vontade e Juanjo Cobo salva a liderança em Peña Cabarga». Consultado em 3 de julho de 2014 
  57. diariovasco.com (12 de outubro de 2011). «Confirmado o contrato galáctico: Cavendish, ao Sky». Consultado em 3 de julho de 2014 
  58. Navarro Cueva, Fernando. «O Team Sky está a prejudicar a Londres 2012?» (em espanhol). palcodeportivo.es. Consultado em 19 de janeiro de 2011 
  59. Tobin, Lawrence (23 de novembro de 2010). «Cycling: Brailsford accused of losing Olympic focus». The Independent 
  60. McRae, Donald (27 de julho de 2010). «London 2012 Olympics: Peter Keen ruthless in pursuit of British medals». The Guardian. Consultado em 19 de janeiro de 2011 
  61. Lafond, Jean (23 de novembro de 2010). «Cycling: Staff claims Team Sky an Olympic hindrance». The Scotsman 
  62. Fotheringham, William (16 de março de 2011). «Team Sky and British Cycling can work in tandem, says report». The Guardian. Consultado em 18 de fevereiro de 2012 
  63. Cleverly, Ian (9 de outubro de 2009). «Pinarello announced as Team Sky bike supplier». Cycling Weekly. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  64. Fraser, Adam (5 de janeiro de 2010). «Adidas unveils apparel partnership with Team Sky». sportsmedia.com. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  65. http://www.telegraph.co.uk/sport/othersports/cycling/6161880/Team-Sky-announce-first-signings-on-road-to-Tour-de-France-glory.html
  66. http://news.bbc.co.uk/sport2/hi/other_sports/cycling/9177797.stm
  67. http://www.cyclingweekly.co.uk/news/latest/506603/julich-joins-team-sky-as-race-coach.html
  68. Arribas, Carlos (14 de dezembro de 2009). «Sky, o céu não é o limite». El País. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  69. «O novo Sky, da mão de McLaren». Biciclismo. 28 de novembro de 2009. Consultado em 20 de outubro de 2010 
  70. UCI WorldTour Ranking - 2010 Arquivado em 4 de março de 2016, no Wayback Machine. Página oficial UCI
  71. UCI WorldTour Ranking - 2011 Arquivado em 4 de março de 2016, no Wayback Machine. Página oficial UCI
  72. UCI WorldTour Ranking - 2012 Arquivado em 4 de março de 2016, no Wayback Machine. Página oficial UCI
  73. Modelo Team Sky (SKY) - PRT2019 procyclingstats.com

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Team INEOS