Age of Empires II: The Age of Kings

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Age of Empires II: The Age of Kings
Age of Empires II: The Age of Kings
Produtora Ensemble Studios
Editora(s) Microsoft Game Studios, Konami (PS2)
Plataforma(s) PC, Macintosh, PlayStation 2
Data(s) de lançamento  Estados Unidos30 de Setembro, 1999
 Brasil — Novembro, 2001
Gênero(s) Estratégia em tempo real
Modos de jogo Single player (mapa aleatório, campanha), multiplayer
Número de jogadores 1-8
Classificação Inadequado para menores de 14 anos i DEJUS (Brasil)
Inadequado para menores de 13 anos i ESRB (América do Norte)
Média CD
Controles Teclado, mouse, joystick

Age of Empires II: The Age of Kings (frequentemente abreviado como The Age of Kings ou AoK) é um jogo eletrônico do gênero de estratégia em tempo real desenvolvido pela Ensemble Studios e publicado pela Microsoft. Lançado em 1999 para Microsoft Windows e Mac OS, ele é o segundo jogo na série Age of Empires. Sua expansão, The Conquerors, foi lançada em 2000. Uma versão para Playstation 2 foi lançada pela Konami em 2001, além de um spin-off para Nintendo DS, Age of Empires: The Age of Kings, foi desenvolvido pela Backbone Entertainment em 2006.

The Age of Kings é ambientado na Idade Média e contém 13 civilizações jogáveis. Jogadores focam em coletar recursos, com os quais eles usam para construir vilas, criar tropas, e finalmente destruir seus inimigos. Possui também cinco campanhas históricas, que coloca o jogador a se especializar em condições históricas. Também possui três modos de jogo single player (um jogador) adicionais, além de sistema multiplayer (multijogador) suportado. Usando o mesmo motor de jogo e códigos similares ao seu antecessor, o desenvolvimento de The Age of Kings levou um ano a mais do esperado, forçando a Ensemble Studios a lançar Age of Empires: The Rise of Rome em 1998 ao invés do The Age of Kings. O time de design se focaram em resolver problemas significantes em Age of Empires, mas foi notado no lançamento que muitos problemas restaram.

A recepção de The Age of Kings foi bastante positiva, e o jogo recebeu altas notas em revisões dos críticos. Um significante número de novas características foram adicionadas, juntamente com melhoras na jogabilidade. Muitos avaliadores criticaram que as unidades eram brandas e desinteressantes enquanto outros consideraram The Age of Kings muito similar ao seu antecessor, Age of Empires. Três meses depois de seu lançamento, dois milhões de cópias de The Age of Kings foram vendidas, e foram os mais vendidos em sete países. O jogo ganhou múltiplos prêmios e deu um impacto significante nos jogos futuros em seu gênero.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

The Age of Kings um jogo da Microsoft, foca na construção de vilas, coleta de recursos, criação de exércitos e destruição de unidades e construções inimigas. Jogadores conquistam vilarejos e impérios rivais, avançando sua própria por quatro "idades": a idade das trevas, a idade feudal, a idade dos castelos e a idade imperial, começo do renascimento, assim passando por mil anos da história.[1] Progredindo para novas unidades permite o uso de novas unidades, construções e tecnologias, mas os jogadores precisam pagar uma quantidade de recursos e construírem certos edifícios antes de avançarem.

Jogadores escolhem para jogar como uma das 13 civilizações divididas em quatro estilos arquitetônicos, Oeste Europeu, Centro Europeu, Oriente Médio e Oriente, sendo o que determina a aparência das construções dentro do jogo. As civilizações são variadas em pontos fortes e fracos com atenção a economia, tecnologia e batalha, e cada uma pode acessar uma diferente e poderosa "unidade única".[2] [3] Para adicionar a variedade, cada civilização tem a definição de seu idioma nativo como som, ouvidos quando se seleciona ou comanda uma unidade para cumprir algo.

Unidades civis, chamadas de "aldeões", são usadas para a coleta de recursos. Tais recursos podem ser usadas para treinar unidades, construir edifícios e desenvolver tecnologias, entre outras várias coisas. O jogo oferece quatro tipos de recursos: comida, madeira, ouro e pedras. A comida é obtida pela caça de animais, coleta em arbustos, uso do gado, agricultura e pescaria. Madeira é obtida pela derrubada de árvores; ouro é obtido pelas minas de ouro, comércio ou possuindo uma relíquia em um monastério; e a pedra é coletada pelas minas pedreiras. Aldeões necessitam de típicos depósitos, onde armazenam os recursos coletados.[4] Cada civilização pode comprar atualizações que aumentam a coleta desses recursos. Jogadores que constroem uma construção especial, o mercado, pode adquirir ou vender recursos por ouro. Os preços do mercado flutuam com cada troca de recursos.[5]

Existem cinco campanhas em The Age of Kings, contendo cenários baseados na história como a invasão de Genghis Khan na Eurásia, a Cruzada de Barbarossa ou a defesa de Saladin na Terra Santa. Nas campanhas de Joana D'arc e William Wallace, o jogador pode controlar uma unidade baseada em seus respectivos nomes; nos outros, os jogadores ganham ordens para ser o representante do comando do exército.[6] Três das campanhas, sendo elas focadas em William Wallace, Saladin e Genghis Khan, terminam em uma história alternativa. Na campanha de Willian Wallace, o exército escocês vencem a Batalha de Falkirk e fazem uma invasão, já planejada, na Inglaterra. Na realidade os ingleses ganham uma vitória decisiva em Falkirk e forçaram William Wallace a se esconder. Na campanha de Saladin, Ricardo, Coração de Leão e suas forças de seguidores Cruzados são derrotados no Cerco do Acre e são forçados para retornar para a Europa. Historicamente, Acre cai para os Cruzados e os europeus continuam a atacar Jerusalém. Na campanha de Ghenghis Khan, as hordas mongóis comandadas por Ogedai Khan consegue a conquista da Polônia e da Hungria e implicou que o resto da Europa simplesmente se rendeu a eles, sendo a vitória completa na missão final da campanha, dizendo que "agora nada está entre nós e o Oceano Atlântico". Na realidade, Ogedai morreu logo após a invasão da Polônia e os mongóis deixaram a Europa.

Modos de jogo adicionais incluem mapa aleatório, partida mortal e regicidas:[7]

  • No mapa aleatório, o jogo gera um mapa plano. Os jogadores começam na idade das trevas com um centro da cidade (onde os recursos são depositados), três aldeões e uma unidade de exploração. O jogo pode ser vencido por conquista militar, pela construção de um edifício especial conhecido como maravilha ou por obter o controle de todas as relíquias no mapa.
  • Na partida mortal, os jogadores começam com um grande estoque de recursos, que deixa o avanço das idades relativamente fácil e cria um foco em domínio militar.
  • Em uma partida regicida, cada jogador tem uma unidade rei. O jogador ganha por matar todos os outros monarcas.

The Age of Kings suporta partidas multijogador pela Internet ou por conexão de área local (LAN). Até oito jogadores podem pegar uma vaga em um jogo com todos os modos da partida de jogador único disponíveis. A MSN Gaming Zone suportou o jogo até que o serviço foi fechado em 19 de junho de 2006. Outros serviços, como a GameSpy Arcade, foram recomendados como substituição.[8] Versões para Macintosh do jogo usam o cliente GameRanger.

Campanhas[editar | editar código-fonte]

Civilizações[editar | editar código-fonte]

São 14 civilizações, cada uma com uma unidade exclusiva (exceto vikings, espanhóis e coreanos, que possuem duas). Segue abaixo uma relação delas divididas em tipo de arquitetura (marcadas em negrito fazem parte do pacote de expansão The Conquerors).

Européia Ocidental Européia Oriental Oriente Médio Asiática Pré-Colombiana

Construções[editar | editar código-fonte]

  • Town Center (Centro da Cidade) - Recebe recursos coletados e cria aldeões. Produz tecnologias relacionadas com a coleta de recursos e com a linha de visão. Também responsável pela passagem das idades(eras) do jogo.
  • House (Casa) - Aumenta em 5 a capacidade de população.
  • Dock (Doca) - Responsável pela construção naval. Pode-se criar barcos pesqueiros, mercantis e de transporte de unidades, além de marinha de guerra.
  • Lumber Camp (Depósito de madeira) - Recebe madeira e faz pesquisas relacionadas.
  • Mining Camp (Campo de mineração) - Recebe ouro e pedra e faz pesquisas relacionadas.
  • Mill (Moinho) - Recebe comida e faz pesquisas relacionadas à fazenda.
  • Farm (Fazenda) - Produz comida. Sua capacidade de produção depende de tecnologias produzidas no moinho.
  • Barracks (Quartel Militar) - Produz unidades de infantaria e faz pesquisas relacionadas.
  • Archery Range (Campo de Arquearia) - Produz unidades de ataque a distância (inclui também uma unidade similar a um mosqueteiro após desenvolvimento da química) e faz pesquisas relacionadas.
  • Stable (Estábulo) - Produz unidades de cavalaria e faz pesquisas relacionadas.
  • Market (Mercado) - Produz caravanas, que permitem a produção de ouro através do comércio com os mercados das demais civilizações da partida. Permite a compra e venda de recursos em seu interior e faz pesquisas relacionadas.
  • Blacksmith (Ferreiro) - Produz pesquisas de melhoria de armas e armaduras, permitindo o aumento das estatisticas das unidades militares relacionadas ao tipo de tropa da pesquisa desenvolvida.
  • Castle (Castelo) - Construção defesiva. Produz as unidades únicas de cada civilização, o trebuchet, uma unidade de cerco de longo alcance e tecnologias variadas. No pacote de expansão The Conquerors inclui o Petardo, uma unidade explosiva, similar a um homem-bomba medieval (sua imagem é a de um homem carregando barris). Semelhante em seu funcionamento ao barco de demolição, mas move-se em terra).
  • Siege Workshop (Oficina de Cerco) -Produz unidades de cerco, tasis como as catapultas, escorpiões, aríetes e canhões( após a pesquisa da Química e faz pesquisas relacionadas.
  • Monastery (Monastério) - Produz monges; abriga relíquias, que produzem ouro constante quando inseridas nesta e faz pesquisas relacionadas.
  • University (Universidade) - Produz tecnologias variadas.
  • Tower (Torre) - Uma torre defensiva. Lança flechas ( normais ou flamejantes, após pesquisa)
  • Bombard Tower (Torre Bombarda) - Uma torre que lança tiros de canhão.
  • Trap Fish (Armadilha de Peixe) - Uma armadilha que pode ser construída pelos barcos, para coletar comida, como uma fazenda.
  • Gate (Portão) - Um portão para os muros.
  • Wall (Muralha) - Um muro para proteção.
  • Palisade (Paliçada) - Um muro de toras de madeira de qualidade inferior.
  • Outpost (Posto Avançado) - Uma torre de obervação. Possui longo alcance, mas não ataca.
  • Wonder (Maravilha) - Grande construção que dá a vitória após um tempo (com vitória global em Standard). Cada civilização tem um desenho único para a Maravilha:
Britânicos: Catedral de Aachen
Celtas: Castelo de Cashel
Espanhóis (Conquerors): Torre del Oro
Franceses: Catedral de Chartres
Italianos (Forgotten): Catedral de Gênova
Godos: Mausoléu de Teodorico, o Grande,
Hunos (Conquerors): Arco de Constantino o Grande(construção romana destruída pelos hunos como demonstração de força.)
Teutônicos: Abadia de Maria Laach
Eslavos (Forgotten): Igreja da Transfiguração
Magiares(Forgotten): Castelo Hunyad
Vikings: Igreja de madeira de Borgund
Bizantinos: Hagia Sófia
Indianos (Forgotten): Gol Gumbaz
Persas: Ctesifonte (construída pelos Sassânidas)
Saracenos: Grande Mesquita de Samarra
Turcos: Mesquita Süleymaniye
Chineses: Templo do Céu
Coreanos (Conquerors): Pagode de Asakusa (construído em território japonês)
Japoneses: Templo Tōdai-ji
Mongóis: Yurt
Astecas (Conquerors): Grande Pirâmide de Tenochtitlan
Incas (Forgotten): Templo do Sol
Maias (Conquerors): Pirâmide de Tikal

Defasagens históricas[editar | editar código-fonte]

Na expansão The Conquerors, apesar da preocupação em não permitir que Astecas e Maias tivessem acesso a tecnologias de pólvora e à cavalaria, estas duas civilizações tiveram acesso a armas de metal e pesadas máquinas de guerra como o trebuchet, catapultas e aríetes sofisticados. Este erro histórico provavelmente ocorreu para nivelar o poder militar dessas duas civilizações com as outras do jogo.

Alguns povos, como os Hunos e Mongóis, por exemplo, não tinham por tradição construir grandes marinhas de guerra, mas tal habilidade lhes é permitida no jogo. Se não o fosse, seria impossível utilizá-los em mapas navais.

Em algumas campanhas é possível construir canhões, sendo que, historicamente, estas campanhas se passaram em períodos e/ou locais em que a pólvora não era utilizada em batalha.

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora a seguir faz parte do CD do jogo. Os nomes e os tempos foram tirados dos CD's de aúdio Music From The Ages and More Music From The Ages, dois CDs de aúdio de Age of Empires II and The Conquerors Expansion. As faixas foram criadas pelo compositor Stephen Rippy.

  1. "Shamburger" – 3:25
  2. "I Will Beat On Your Behind" – 2:58
  3. "Drizzle" (mix de Firelight Smoove) – 2:40
  4. "Machina del Dia" – 3:00
  5. "T Station" – 3:13
  6. "Bass Bag" – 3:10
  7. "Ride, Lawrence, Ride!" – 2:53
  8. "Smells Like Crickets, Tastes Like Chicken" – 3:01
  9. "Operation: Monkey" – 3:26
  10. "Tazer" – 2:55

Versão para PlayStation 2[editar | editar código-fonte]

A versão para PlayStation 2, foi lançada no dia 2 de Novembro de 2001, e foi distribuída pela Konami. Diferentemente da versão original para computador, a conversão para console roda em uma baixa resolução, e a quantidade de quadros por segundo diminui em alguns instântes. Na versão PAL do jogo, é posssível jogar em Multiplayer pela rede i.Link.

Há também um suporte para múltiplos idiomas, e é um dos poucos jogos que possuem compatibilidade com um Mouse e Teclado USB (Que podem ser conectados nas portas USB do console).

Recepção[editar | editar código-fonte]

 
Resenha crítica
Publicação Nota
Allgame 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg[9]
Computer and Video Games 9.0/10[10]
Edge 8/10[11]
Eurogamer 9/10[12]
IGN 8.8/10[13]
GamePro 5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svg[14]
GameSpot 9.1/10[2]
GameSpy 89/100[15]
Game Revolution A-[16]
PC Zone 9.0/10[17]
Pontuação global
Publicação Nota média
GameRankings 92%[18]
Metacritic 92[19]

The Age of Kings foi bem recebido. O jogo pontuou 92/100 no GameRankings e Metacritic.[18] [19]

De acordo com Geoff Richards da Eurogamer, "a lista de novas características e melhorias em relação ao jogo original cobre mais de uma página".[12] O crítico da GamePro também focou nas "novas adições para o gênero em si", e por isso considerou o jogo marcante. Isso inclui o botão de unidade parada e o sino da cidade.[14] Carlos Salgado da GameSpy apreciou outras caraterísticas: ele elogiou a habilidade de criar perfis individuais para cada jogador e personalizar as hotkeys.[15] IGN apreciou a nova habilidade dada aos aldeões que agora "possuem um papel importante não apenas de coletar os recursos mas também de defender a cidade e até de combater".[13]

Age of Empires II HD Edition[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a Hidden Path Entertainment em parceria com a Ensemble Studios, estão desenvolvendo uma versão em HD do popular jogo Age of Empires II The Age of Kings, com gráficos mais bonitos e a mesma jogabilidade que todos conhecem, totalmente integrada ao Steam, com seu Workshop, partidas multiplayer com amigos da Steam, além do suporte e centrais de jogos na Steam. O preço para a pré-estréia está a R$ 31,49 e será aumentado para R$ 34,99 quando lançar.

Referências

  1. Bob Colayco (16 de outubro de 1999). Age of Empires 2: Designer Diary. FiringSquad. Página visitada em 28 de setembro de 2008.
  2. a b Greg Kasavin (12 de outubro de 1999). Age of Empires: The Age of Kings for PC review. GameSpot. Página visitada em 18 de setembro de 2008.
  3. Elliott Chin. Unique Units. GameSpot. Página visitada em 18 de setembro de 2008.
  4. Elliott Chin. Overview of Resources. GameSpot. Página visitada em 18 de setembro de 2008.
  5. Jason Bates, Steve Butts (14 de maio de 1999). Age of Empires II: The Age of Kings Preview. IGN. Página visitada em 28 de novembro de 2008.
  6. Elliott Chin. Campaign Walk-throughs. GameSpot. Página visitada em 18 de setembro de 2008.
  7. Elliott Chin. The First Age, and How to Get Started. GameSpot. Página visitada em 18 de setembro de 2008.
  8. Age of Empires matchmaking on MSN Games has been retired – thank you so much for playing!. MSN Games. Página visitada em 17 de setembro de 2008.
  9. Michael L. House. Age of Empires II: The Age of Kings > Overview. Allgame. Página visitada em 2008-09-22.
  10. Alex Constantides. Age of Empires 2: The Age of Kings. Computer and Video Games. Página visitada em 2008-09-22.
  11. Edge Online: Search Results. Edge. Página visitada em 2008-09-22. Cópia arquivada em 2007-03-21.
  12. a b Geoff Richards (1999-11-09). Age of Empires II : Age of Kings. Eurogamer. Página visitada em 2008-09-22.
  13. a b Age of Empires II: The Age of Kings. IGN (1999-10-08). Página visitada em 2008-09-22.
  14. a b Nash Werner (2000-11-24). Age of Empires II. GamePro. Página visitada em 2008-09-22.
  15. a b Carlos Salgado (1999-10-18). A Game Fit for Kings. GameSpy. Página visitada em 2008-09-22.
  16. Age of Empires 2: The Age of Kings — PC Review. Game Revolution. Página visitada em 2008-09-22.
  17. Richie Shoemaker. Age Of Empires II: The Age Of Kings. PC Zone. Página visitada em 2008-09-22.
  18. a b Age of Empires II: The Age of Kings — PC. GameRankings. Página visitada em 2008-09-22.
  19. a b Age of Empires II: The Age of Kings (PC: 1999). Metacritic. Página visitada em 2008-09-22.
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