António Feijó

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António Feijó
Nome completo António de Castro Feijó
Nascimento 1 de Junho de 1859
Ponte de Lima, Portugal
Morte 20 de Junho de 1917 (58 anos)
Estocolmo, Suécia
Nacionalidade Portugal Portuguesa
Ocupação Poeta e diplomata
Assinatura
Assinatura de António Feijó.JPG
Ponte de Lima: homenagem a António Feijó (detalhe).
Ponte de Lima: homenagem a António Feijó.

António de Castro Feijó (Ponte de Lima, 1 de Junho de 1859 - Estocolmo, 20 de Junho de 1917) foi um poeta e diplomata português.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Fez os estudos liceais em Braga e estudou Direito na Universidade de Coimbra, concluindo o curso em 1883.

Em 1886 ingressou na carreira diplomática.

Exerceu cargos diplomáticos no Brasil (consulados nos estados de Pernambuco e do Rio Grande do Sul) e, a partir de 1895, na Suécia, assim como na Noruega e na Dinamarca.

Desposou em 24 de Setembro de 1900 a sueca Maria Luísa Carmen Mercedes Joana Lewin (nascida em 19 de agosto de 1878), cuja morte prematura, em 21 de setembro de 1915, o viria a influenciar numa temática fúnebre, patente na sua obra.

Como poeta, António Feijó é habitualmente ligado ao Parnasianismo.

Principais obras[editar | editar código-fonte]

  • "Transfigurações", 1862
  • "Líricas e Bucólicas", 1884
  • "Cancioneiro Chinês", 1890
  • "Ilha dos Amores", 1897
  • "Bailatas", 1907
  • "Sol de Inverno", 1922 (eBook)
  • "Novas Bailatas", 1926
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