Cartagena das Índias

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Pix.gif Porto, Fortalezas e Conjunto Monumental de Cartagena *
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Património Mundial da UNESCO

Cartagena de Indias - Bocagrande.jpg
Vista do horizonte de Cartagena
País  Colômbia
Critérios (iv)(vi)
Referência 285
Coordenadas 10° 24′ N 75° 30′ W
Histórico de inscrição
Inscrição 1980  (4ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.

Cartagena das Índias, ou simplesmente Cartagena, é uma cidade da Colômbia, capital do departamento de Bolívar. É a quinta maior cidade do país, e a segunda maior na região, depois de Barranquilla. A região metropolitana de Cartagena é, também, a quinta maior área urbana da Colômbia. As industrias marítima e petroquímica, bem como a turística, são as maiores atividades econômicas da cidade. A cidade foi fundada em 1 de junho de 1533, e foi batizada em homenagem a Cartagena, na Espanha. No entanto, o assentamento de vários povos indígenas na região da Baía de Cartagena data de 4000 a.C. Durante o período colonial, Cartagena teve um papel fundamental na administração e na expansão do Império espanhol, devido a presença de vice-reis que habitavam a cidade. Cartagena é a cidade mais associada a Piratas no caribe, e no mundo. O centro histórico de Cartagena, conhecido como a cidade fortificada, foi declarado Patrimônio Nacional da Colômbia, em 1959, e Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 1984. No ano de 2007, sua arquitetura militar foi reconhecida como a quarta maravilha da Colômbia.

História[editar | editar código-fonte]

Período pré-colombiano: 4000 a.C - 1500 d.C[editar | editar código-fonte]

A cultura de Puerto Hormiga, que se encontra na costa do Caribe, em particular na área do delta do rio Sinú até a baía de Cartagena, parece ser a primeira comunidade humana documentada no que hoje é a Colômbia. Os arqueólogos estimam que, por volta de 4000 a.C, a cultura formativa se encontrava localizada próxima das fronteiras dos atuais departamentos de Bolívar e Sucre. Nesta área, arqueologistas encontraram os mais antigos objetos de cerâmica das Américas, datados em torno de 4000 a.C. Acredita-se que a principal razão da proliferação de sociedades primitivas nesta zona tenha sido os climas amenos e a abundância de vida silvestre, o que permitiu aos habitantes caçadores uma vida confortável.[1] [2] [3]

Investigadores arqueológicos datam o declínio da cultura de Puerto Hormiga, bem como dos assentamentos próximos, em torno 3000 a.C. O surgimento de uma cultura mais desenvolvida, a Monsú, que viveram, segundo hipóteses, próximos dos atuais bairros de Pasacaballos, de Cartagena, e Ciénaga Honda, no extremo norte da ilha Barú. A cultura Monsú faziam uso da cerâmica, habilidade que parece ter sido herdada, da antiga cultura de Puerto Hormiga, e também desenvolveram uma economia mista de agricultura e manufatura básica. A dieta dos Monsú se baseava principalmente em mariscos, e peixes de águas doce e salgada.[4]

O progresso da sociedade do Sinú, nos atuais departamentos de Córdoba e Sucre, ofuscaram os primeiros desenvolvimentos ao redor da Baía de Cartagena. Até a colonização espanhola, muitas culturas derivadas das famílias linguísticas de Karib, Malibu e Arawak viveram ao longo da costa caribenha da Colômbia. No final da era pré-colombiana, a Sierra Nevada de Santa Marta foi o lar do povo Tayrona, cuja língua estava estreitamente relacionada com a família linguística Chibcha.[5] [6]

Por volta de 1500 d.C, a área foi habitada por diferentes tribos da família línguistica de Karib, mais precisamente a sub-família Mocanae, incluindo:

  • No centro da ilha: Tribo Kalamarí
  • Na Ilha Tierra Bomba: Tribo Carex
  • Na Península de Barú: Tribo Bahaire
  • Na costa oriental da baía exterior: Tribo Cospique
  • Na área suburbana de Turbaco: Tribo Yurbaco

Algumas tribos subsidiárias dos Kalamari viveram no atual bairro de Pie de la Popa, e outras subsidiárias dos Cospique se estabeleceram nas áreas de Membrillal e Pasacaballos. Entre estas tribos, de acordo com os últimos documentos disponíveis, os Kalamari tiveram preeminência. No entanto, apesar de física e administrativamente separadas, todas compartilharam uma arquitetura comum, tais como cabanas que contavam com espaços internos circulares e tetos altos, rodeadas por madeiras paliçadas defensivas.[7]

Primeiros avistamentos por europeus: 1500-1533[editar | editar código-fonte]

Após terem falhado as tentativas, feitas por Alonso de Ojeda, de fundar Antiga del Darién, em 1506, além dos subsequentes esforços mal sucedidos de Diego de Nicuesa de realizar a fundação de San Sebastián de Urabá, em 1517, fizeram com que a costa sul do mar caribenho se tornasse pouco atrativo para os colonizadores. Preferiram, ao invés, as já melhor conhecidas Hispaniola e Cuba.[8]

Apesar da Casa de contratação ter dado permissão para Rodrigo de Bastidas (1460-1527) de conduzir, mais uma vez, uma expedição para esta área, Bastida explorou a costa e descobriu o delta do Rio Magdalena, em sua primeira viagem de Guajira para o sul, em 1527. A jornada terminaria no Golfo de Urabá, localização dos primeiros assentamentos mal sucedidos. De Nicuesa e De Ojeda notaram a existência de uma grande baía no caminho que faziam de Santo Domingo até Urubá, ou para o istmo do Panamá, o que encorajou Bastidas a investigar.[9] [10] [11] [12]

Período Colonial:1533-1717[editar | editar código-fonte]

Cartagena foi fundada em 1 de junho de 1533, pelo comandante espanhol Pedro de Heredia, onde antigamente se encontrava uma vila da tribo indígena Calamarí. A cidade foi nomeada em homenagem a Cartagena, na Espanha, lugar onde muitos tripulantes de Heredia já haviam residido.

Em sua criação, contava com 200 habitantes. Contudo, durante todo o restante do século XVI, houve um rápido crescimento populacional, ocasionado, sobretudo, pela descoberta de ouro nas tumbas da cultura Sinú. Após estes túmulos terem sido completamente saqueados, os habitantes começaram a se dispersar pelo campo, e se estabeleceram como agricultores, o que levou a uma diminuição demográfica.

Pouco depois, a cidade contava com menos de 2000 habitantes, e uma única igreja. Com a fama de esbanjar grande riqueza e prosperidade, transformou-se em um local de pilhagem atraente para piratas e corsários. Três décadas após sua fundação, a cidade foi pilhada pelo nobre francês Jean-François Roberval. Com isto, a cidade aumentou suas defesas e cercou-se com grandes muros e castelos. Martin Cote, um basco, original da Biscaia, atacou a cidade alguns anos depois. Poucos meses depois do desastre estabelecido após a invasão de Cote, um incêndio destruiu a cidade, forçando a criação de um esquadrão de combate a incêndios, o primeiro das Américas.

Em 1568, Sir John Hawkins da Inglaterra tentou fazer com que o Governador Martín de las Alas violasse as leis espanholas, permitindo que se abrisse uma feira para venda de produtos estrangeiros. No entanto, Hawkins planejava destruir o porto, ao final. O Governador não aceitou, o que levou a um sítio da cidade. Ao final, a cidade resistiu e não foi tomada.

Em 1586, Sir Francis Drake, também da Inglaterra, sobrinho de Hawkins, chegou com uma poderosa frota e rapidamente tomou a cidade. O governador, Pedro Fernández de Busto, fugiu juntamente com o Arcebispo para a cidade vizinha, Turbaco, e de lá negociou um resgate pela cidade. Drake destruiu um quarto de Cartagena, incluindo uma catedral recém-terminada.

Após isto, a Espanha investiu muito dinheiro, todos os anos, para fins defensivos, começando pelo financiamento dos projetos de fortificação da cidade, desenvolvidos pelo Governador Francisco Murga; esta prática ficou conhecida como Situado. A magnitude do subsidiamento é mostrada por comparação: entre 1751 e 1810, a cidade recebeu uma soma de 20,912,677 reais espanhóis, o equivalente a, mais ou menos, 2 trilhões de dólares americanos atualmente[13] [14] . A cidade se recuperou rapidamente do ataque de Drake e as ocupações subsequentes, e continuou a contar com acentuado crescimento, inevitavelmente chamando atenção de predadores. O comércio passa a aumentar, continuando a crescer por todo o século XVII, atingindo seu ápice em 1698, antes da chegada de Bernard Desjean, conhecido como Baron de Pointis.

O ataque a Cartagena, em 1697, realizado por Jean Baptiste Ducasse e pelo Baron de Pointis, foi uma invasão motivada politicamente. Na ausência de um sucessor do sexo masculino para o trono espanhol dos Habsburgos, o rei francês Luís XIV queria que seu neto, Felipe V, tivesse direito à sucessão, e conquistando Cartagena poderia ajudá-lo significativamente. O objetivo político por trás da invasão foi prejudicada por Ducasse, governador de Saint-Domingue- hoje Haiti-, que tinha planos de roubar a cidade. No final, piratas e ladrões destruíram Cartagena. A entrada para o local foi dificultada pelos, até então, recentemente terminados projetos de amuralhamento da localidade, o que fez a invasão terminar altamente custosa. Ducasse permaneceu apenas alguns meses na cidade, mas deixou grande destruição, inclusive em igrejas e locais sagrados, desonrando uma promessa feita ao Baron. Ao final da incursão, Ducasse deixou os habitantes totalmente desamparados, sem nada.

Durante o século XVII, a coroa espanhola pagou a muitos engenheiros militares para reconstruir fortalezas e muralhas em torno de Cartagena. Os trabalhos levaram em torno de 208 anos e terminaram por construir 11 km de muralhas, incluindo o Castelo de San Felipe de Barajas, nomeado em homenagem ao rei espanhol Felipe IV. O castelo foi construído durante o mandato do Governador Pedro Zapata de Mendoza, Marquês de Barajas, e serviu para repelir ataques terrestres. Ele é equipado com guaritas, possui edificações para armazenamento de alimentos e armas, além de conter túneis subterrâneos que fazem ligações do castelo com as fortificações. O forte original foi construído entre 1639 e 1657, no topo do monte San Lazaro. Em 1762, uma extensiva expansão foi realizada, e o resultado final é o atual complexo, no centro histórico de Cartagena. Numerosas tentativas de tomar o forte foram lançadas, mas não foram bem sucedidas.

Cartagena foi um grande porto comercial, especialmente de metais preciosos. Ouro e prata, originários das minas em Nova Granada e Peru escoavam para o porto da cidade, e de lá embarcavam para a Espanha, via Havana. Cartagena era, ainda, um ponto comercial de escravos; juntamente com Veracruz, no atual México, era a única cidade autorizada, pela coroa espanhola, a realizar tais negociações, nas Américas. Os primeiros escravos ali, foram transportados por Pedro de Heredia e eram usados como cortadores de cana, para se abrir estradas, além de usá-los, também, para destruir tumbas da população aborígene do Sinú, bem como, construir prédios e fortalezas. Os agentes da companhia portuguesa Cacheu venderam escravos para Cartagena, os quais seriam usados para trabalhar em minas na Venezuela, nas Antilhas Espanholas, na Nova Granada e no Peru.

Em 5 de fevereiro de 1610, foi estabelecido o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, em Cartagena, através de um decreto emitido pelo rei Filipe II. O Palácio da Inquisição, de arquitetura colonial, concluído em 1770, ainda preserva sua fachada original. Quando Cartagena declarou sua independência da Espanha, em 11 de novembro de 1811, os inquisidores foram intimados a deixar a cidade. A Inquisição voltaria, depois da Reconquista, em 1815, mas acabaria por desaparecer completamente, seis anos depois, após a derrota espanhola, forçada por tropas lideradas por Simón Bolívar.

Período Vice-Reinal: 1717-1810[editar | editar código-fonte]

Apesar de o século ter começado com muitos problemas para a cidade, aos poucos as coisas melhoraram. As políticas econômicas favoráveis ao comércio, após a subida ao trono de uma nova dinastia em Madri, bem como o estabelecimento do Vice-Reino de Nova Granada, em 1717, colocaram Cartagena como uma das cidades mais beneficiadas da Colônia. Durante este período, a cidade passou dos 18.000 habitantes.

A reconstrução após o Ataque a Cartagena (1697) foi inicialmente devagar, mas com o fim da Guerra da Sucessão Espanhola, por volta de 1711, e a administração competente de Juan Díaz de Torrezar Pimienta, as muralhas foram reconstruídas, os fortes reorganizados e restaurados, bem como serviços públicos e prédios reabertos à população. Por volta de 1710, a cidade estava completamente recuperada. Ao mesmo tempo, as reformas nas políticas restritas de comércio do Império Espanhol encorajaram o estabelecimento de novas casas comerciais e projetos privados. Durante o reinado de Filipe V, a cidade teve muitos projetos públicos em construção, entre eles o Forte de San Fernando, o Hospital da Obra Pía e a pavimentação de todas as ruas, bem como a abertura de novas estradas.

Em março de 1741, a cidade sofreu um ataque de grande escala pelas tropas coloniais britânicas e norte-americanas, lideradas pelo almirante Edward Vernon (1648-1757). Os atacantes chegaram a Cartagena com uma frota massiva de 186 navios e 23.600 homens, incluindo 12 mil de infantaria. Contra eles, estavam 6 navios espanhóis e menos de 3 mil homens. Esta ação ficou conhecida como Sítio de Cartagena de Índias, que fez parte da Guerra da Orelha de Jenkins.

O cerco foi interrompido devido ao início da estação chuvosa tropical, depois de semanas de intenso combate em que os grupos de desembarque britânicos foram repelidos com sucesso pelas forças espanholas e indígenas, lideradas pelo comandante General Blas de Lezo, que acabaria por morrer na batalha.

Pesadas baixas britânicas foram agravadas por doenças como a febre amarela. A vitória aumentou o controle espanhol sob as águas caribenhas, o que ajudou a garantir a segurança de seu grande Império até o século XIX. O Almirante Vernon foi acompanhado na retirada pelas tropas coloniais norte-americanas, incluindo o irmão de George Washinghton, Lawrence Washinghton, que ficou tão impressionado com Vernon que nomeou sua propriedade de Mount Vernon, em homenagem a ele.

Idade de prata: 1750-1808[editar | editar código-fonte]

O período após Vernon ficou conhecido como "Idade de prata" da cidade. Nele, houve uma expansão dos edifícios existentes, uma imigração em massa originada de várias cidades do Vice-reino, e um aumento do poder político-econômico da cidade.

O poder político do Vice-reino, que já estava mudando de Bogotá para a costa, completou sua transferência quando os vice-reis decidiram residir permanentemente em Cartagena. Os habitantes da cidade eram os mais ricos da colônia, e a aristocracia já tinha estabelecido suas mansões, em suas grandes propriedades. Além disso, surgiram bibliotecas e estabelecimentos de impressão, além do primeiro café de todo o Vice-Reino da Nova Granada. O progresso intenso, visto na segunda metade do século XVIII, teve um fim abrupto em 1808, com a crise geral que se abateu sob o Império Espanhol, que teve início com o Motim de Aranjuez e todas as suas consequencias.

1808-Atualmente[editar | editar código-fonte]

Por mais de 275 anos, Cartagena esteve sob o domínio espanhol. Em 11 de Novembro de 1811, a cidade declarou sua independência. Havia sido a maior cidade do Vice-reino da Nova Granada até 1811, quando a Guerra Peninsular, que acabaria por se converter em Independência da América Espanhola, e a Revolta dos Comuneros, marcou um declínio dramático em todos os aspectos para a cidade que havia se convertido na capital virtual da Nova Granada. Em 1815, a cidade foi quase destruída. Nenhum censo existe para a época. Há relatos de como Cartagena se converteu em uma cidade fantasma. Em torno de 500 escravos libertos habitavam a cidade, na qual palácios e edifícios públicos viraram ruínas, muitos com paredes derrubadas.

Em meados de 1815, uma grande frota expedicionária espanhola, sob comando de Pablo Morillo, havia chegado a Nova Granada e forçou um sítio a Cartagena. Depois de cinco meses, em dezembro de 1815, a cidade se rendeu. No ano seguinte, os esforços combinados das tropas espanholas e coloniais, marchando ao sul desde Cartagena e ao norte desde redutos monarquistas em Quito, Pasto e Popayán, completaram a reconquista de Nova Granada, tomando Bogotá em 6 de maio de 1816.

Em 1821, o General Mariano Montilla realizou outro cerco a Cartagena, assistido por forças navais sob o comando de José Prudencio Padilla. A cidade caiu em 1 de outubro de 1821, após um sítio que durou 159 dias. Entre os defensores que se renderam estavam o Brigadeiro Gabriel Torres, comandante das forças monarquistas. Os patriotas capturaram grandes quantidades de pólvora, chumbo, espingardas e peças de campo.

Anos depois, a recuperação foi lenta, visto que as políticas isolacionistas das elites andinas da época, além da instabilidade política da região, levaram a um declínio do desenvolvimento visto nos séculos anteriores.

Depois de 1880, a cidade começou a se recuperar da crise. O progresso continuou, mas de forma lenta, após a Crise de 1929. Imigrantes de todas as partes do mundo, principalmente Sírios, Palestinos, Libaneses e Chineses, se estabeleceram e se desenvolveram neste período.

Entre 1930 e 1970, a população apresentou taxas de crescimento maiores do que a média nacional colombiana. Em 1980, a população da cidade já havia quase triplicado. Se acredita que a razão para este fato tenha sido uma mistura de privatização da infraestrutura portuária, a descentralização do turismo, o que gerou muito emprego na região. Cartagena, ainda, foi a cidade que mais recebeu imigrantes do campo, com o começo da guerra civil, nas regiões andinas, nos anos 1990.

A 6ª Cúpula das Américas foi celebrada em Cartagena, no ano de 2012.

Pôr do sol em Cartagena.

Referências

  1. Biblioteca Luis Ángel Arango. Lablaa.org. Página visitada em 2013-03-26.
  2. Colombia Pais Maravilloso. Pwp.supercabletv.net.co. Página visitada em 2010-06-24.
  3. Universidad del Norte. Uninorte.edu.co. Página visitada em 2010-06-24.
  4. Biblioteca Luis Ángel Arango. Lablaa.org (2005-06-04). Página visitada em 2010-06-24.
  5. "X Cátedra de Historia Ernesto Restrepo Tirado – "El Caribe en la Nación Colombiana" Guerra, Langbaek et al. Ed. Aguilar, Bogotá, 2007. ISBN 958-8250-31-5.
  6. Allaire, Louis (1997). "The Caribs of the Lesser Antilles". In Samuel M. Wilson, The Indigenous People of the Caribbean, pp. 180–185. Gainesville, Florida: University of Florida. ISBN 0-8130-1531-6.
  7. Lemaitre, Eduardo; Historia Extensa de Cartagena de Indias, Ed. Aguilar 1976. Edited before the ISBN system was enforced in Colombia, no reedition.
  8. Diego de Nicuesa. Bruceruiz.net (2002-04-22). Página visitada em 2010-06-24.
  9. Related Articles. Rodrigo de Bastidas (Colombian explorer) – Britannica Online Encyclopedia. Britannica.com. Página visitada em 2010-06-24.
  10. Rodrigo de Bastidas. Bruceruiz.net (2002-07-03). Página visitada em 2010-06-24.
  11. Lemaitre, Eduardo; Historia Extensa de Cartagena de Indias, Ed. Aguilar 1976.
  12. Corrales, Manuel Ezequiel; Documentos para la historia de la Provincia de Cartagena, Tomo II, Imp. M. Rivas, Cartagena de Indias, 1883.
  13. (espanhol) http://www.banrep.gov.co/docum/Pdf-econom-region/Cuadernos/CHEE09.pdf
  14. THE CARIBBEAN RAID 1585–1586: Sir Francis Drake: A Pictorial Biography by Hans P. Kraus (Rare Book and Special Collections Reading Room, Library of Congress). Loc.gov (2005-10-25). Página visitada em 2010-06-24.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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