Controvérsia ariana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A controvérsia ariana é um termo que agrupa um conjunto de controvérsias relacionadas ao arianismo que dividiram a Igreja cristã desde um pouco antes do Concílio de Niceia até depois do Primeiro Concílio de Constantinopla em 381. A mais importante destas controvérsias tem a ver com a relação entre Deus Pai e Deus Filho.

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios em Alexandria[editar | editar código-fonte]

A história inicial da controvérsia ariana pode ser recontada com base em aproximadamente 35 documentos encontrados em diversas fontes. O historiador Sócrates Escolástico conta que Ário iniciou a controvérsia sob o Patriarca de Alexandria Áquila de Alexandria, quando ele fez o seguinte silogismo:

"Se o Pai gerou o Filho, ele que foi criado teve um início na sua existência. Daí é evidente que houve um tempo em que o Filho não existia. Segue necessariamente que sua substância veio do nada
 
Ário.

Disputa com Alexandre de Alexandria[editar | editar código-fonte]

O bispo Alexandre de Alexandria foi criticado por sua reação lenta contra Ário. Como seu predecessor, Dionísio de Alexandria, ele foi acusado de vacilar neste assunto. A questão que Ário levantou havia sido deixada em aberto duas gerações antes. Portanto, Alexandre permitiu que a controvérsia continuasse até que ele achou que ela tinha se tornado um perigo para a paz na Igreja. Ele convocou um concílio de bispos e procurou aconselhar-se com eles. Uma vez que eles decidiram contra Ário, Alexandre não demorou mais e depôs Ário de sua função e o excomungou, assim como a seus seguidores.

O conflito entre as duas facções iniciou abruptamente quando Alexandre declarou a unidade da Trindade em um dos seus sermões. Ário respondeu imediatamente rotulando a afirmação de Alexandre de sabelianista, que já havia sido rejeitado naquele tempo. A controvérsia rapidamente escalou e Ário conseguiu aumentar constantemente o apoio para as suas posições, conseguindo o apoio de diversos diáconos e de pelo menos um presbítero. Ário continuou então a atrair ainda mais atenção e apoio, a ponto de Alexandre ter sido obrigado a convocar duas assembléias separadas de seus padres e diáconos para discutir o assunto. Nenhuma delas, porém, chegou à alguma conclusão ou ajudou a limitar a propagação das ideias de Ário[1] .

Alexandre então convocou um sínodo da Igreja de Alexandria e da província vizinha de Mareótis em 320 d.C., com a única intenção de decidir que ação seria tomada sobre o assunto cada vez mais complicado. No sínodo, trinta e seis presbíteros e quarenta e quatro diáconos - incluindo Atanásio - concordaram em emitir uma crítica ao arianismo e assinar um documento formalizando-a. Ário continuou tendo sucesso em propagar a sua nova crença em outros lugares, principalmente Mareótis e na Líbia, onde Ário convenceu os bispos Segundo de Ptolemaida[desambiguação necessária] e Tomé de Marmarica a se juntarem a ele. O sucesso de Ário em dividir os líderes da igreja tornou a possibilidade de um cisma formal uma realidade[1] .

Em 321, Alexandre convocou um concílio geral de toda a igreja do país (Concílio de Alexandria). O concílio reuniu menos de cem participantes. Nele, Ário continuou a argumentar suas posições iniciais, de que o Filho não poderia ser co-eterno com o Pai, chegando a afirmar que o Filho não era similar ao Pai em substância. Esta última afirmação foi recebida com horror pela assembléia do concílio, que colocou Ário sob anátema até que ele se retratasse de suas posições[1] .

Ário partiu para a Palestina, onde ele recebeu apoio de um grande número de bispos, que expressaram sua opinião sobre o assunto à Alexandre. Um destes, Eusébio de Nicomédia, tinha conexões muito próximas com a corte imperial bizantina e ajudou a propagar as ideias de Ário para ainda mais longe. O crescimento amplo deste movimento e a reação a ele da igreja estabelecida, levaram próprio imperador a escrever uma carta às partes envolvidas clamando pelo retorno à unidade na igreja e o fim desta amarga disputa sobre o que ele chamou de argumentos mesquinhos sobre minúcias ininteligíveis[1] .

Os seguidores de Ário em Alexandria passaram então a se dedicar à violência em defesa de suas crenças, o que estimulou Alexandre a escrever uma encíclica à todos os bispos do Cristianismo, na qual ele relatou a história do arianismo e sua opinião sobre as falhas no sistema ariano. Ao fazê-lo, ele foi obrigado a indicar-lhes as ações de Eusébio de Nicomédia, que tinha convocado um concílio provincial da igreja da Bitínia para discutir Ário. Este corpo reviu as ações de Alexandre e de seus antecessores e, baseados nesta revisão, formalmente admitiram Ário na comunidade cristã siríaca. Outras personalidades, incluindo Paulino de Tiro, Eusébio de Cesareia e Patrófilo de Citópolis também indicaram seu apoio à Ário, permitindo a seus seguidores se juntarem para o Ofício Divino da mesma forma que tinham feito antes em Alexandria[1] .

Acredita-se que Ário tenha escrito sua Thalia por volta desta época, o que ajudou a angariar ainda mais apoio para sua causa. Este livro, combinado com as outras obras de Ário e as obras de Alexandre em oposição, exacerbaram a disputa entre os que apoiavam e os que criticavam Ário. Nesta atmosfera, aconselhado por Atanásio, Alexandre escreveu uma confissão de fé em defesa de sua própria posição. Ele enviou este tomo para todos os bispos do Cristianismo pedindo-lhes que endossassem a sua posição colocando a sua assinatura nas cópias. Ele recebeu de volta 250 assinaturas de sua obra, incluindo umas cem de sua própria diocese, além de 42 da Ásia, 37 da Panfília, 32 da Lícia, 15 da Capadócia e várias outras. Ele também mantinha correspondência com Alexandre de Constantinopla, protestando contra a violência dos arianos e contra a promulgação das visões de Ário sobre a influências das mulheres e muitos outros assuntos do arianismo.

A disputa sobre o arianismos tinha se tornado um problema que já ameaçava danificar a paz e unidade da igreja e do império. Constantino, agora o único reclamante ao trono após a exececução de Licínio, escreveu uma carta "para Atanásio e Ário". Constantino escreveu da Nicomédia, de modo que alguns concluíram que Eusébio de Nicomédia, bispo da Nicomédia e apoiador de Ário, possa ter sido envolvido na composição da carta. Ela foi passada à Hósio de Córdoba, um respeitado e idoso bispo, para que fosse entregue aos competidores em Alexandria. Na carta, Constantino exige que Alexandre e Ário terminem sua disputa[1] .

Logo após ter recebido a mensagem de Constantino, Alexandre convocou outro concílio geral de sua diocese, que parece ser confirmado sua concordância com a profissão de fé que Alexandre tinha circulado como sendo um acordo sobre o uso do termo teológico "consubstancialidade". Ele também reafirmou a excomunhão de Ário e dos seguidores de Melécio, o quê, é claro, enfureceu os arianos de Alexandria ainda mais. Ário pessoalmente reclamou ao imperador sobre o tratamento que Alexandre havia lhe dado. Na sua resposta, Constantino conclamou Ário a se defender perante um concílio ecumênico da Igreja que seria realizado em Niceia, na Bitínia, em 14 de junho de 325, o primeiro deste tipo na história[1] .

O Concílio de Niceia 325[editar | editar código-fonte]

Arímino, Selêucia e Constantinopla (358-360)[editar | editar código-fonte]

Em 358, o imperador Constâncio II solicitou dois concílios, um dos bispos ocidentais em Arímino e um dos orientais em Nicomédia[2] [3] .

Em 359, o concílio ocidental se reuniu em Arímino. Ursácio de Sindidunum e Valente de Mursa declararam que o Filho era como o Pai "de acordo com as Escrituras", seguindo um novo credo (Homoios - homoiano) esboçado em Sirmio (em 359). Muitos dos mais ativos apoiadores do credo de Niceia deixaram o concílio, que acabou adotando o novo credo, inclusive com o apoio de alguns que antes defendiam o antigo [2] [3] . Após o concílio, o Papa Libério condenou o credo de Rimini ao mesmo tempo que o seu riva, o Antipapa Félix II o apoiou[4] .

Um terremoto atingiu a Nicomédia, matando o bispo Cecrópio de Nicomédia e, em 359, o concílio oriental acabou mudando a sede e acabou se realizando em Selêucia.[desambiguação necessária] O concílio estava profundamente dividido, não tinha procedimentos regulares e os dois partidos acabaram se reunindo separadamente e chegando a decisões opostas. Basílio de Ancira e seu partido declararam que o Filho era de substância similar à substância do Pai, seguindo o credo de Antioquia de 341 (Homoiousia - homoiousiano) e depôs o partido opositor. Acácio de Cesareia declarou que o Filho era como o Pai, introduzindo um novo credo (Homoios - homoiano)[4] [5]

Dada a indefinição, Constâncio solicitou um terceiro concílio, em Constantinopla (359), reunindo tanto os bispos ocidentais quanto os orientais, para resolver a divisão criada em Selêucia. Acácio desta vez declarou que o Filho seria igual ao Pai "de acordo com as Escrituras". Basílio de Ancira, Eustátio de Sebaste e seu partido declararam novamente que o Filho era de substância similar à do Pai, como na decisão majoritária de Selêucia. Máris de Calcedônia, Eudóxio de Antioquia e os diáconos Aécio e Eunômio declararam que o Filho era de uma substância diferente da do Pai (Anomoios - credo anomoeano ou heteroousiano)[6] [7] . Os heteroousianos derrotaram os homoiousianos num debate inicial, mas Constâncio baniu Aécio[6] . Depois disso, o concílio, incluindo Máris e Eudóxio[7] concordaram como o credo homoiano de Arímino com mínimas modificações[6] [7] .

Após o Concílio de Constantinopla (360), o bispo homoiano Acácio de Cesareia depôs e baniu diversos bispos homoiousianos, incluindo Macedônio I de Constantinopla, Basílio, Eustátio, Elêusio de Cízico, Dracôntio de Pérgamo, Neonas de Selêucia, Sofrônio de Pompeiópolis, Elpídio de Satala e Cirilo de Jerusalém[8] [9] . Ao mesmo tempo, Acácio também depôs e baniu o diácono anomoeano Aécio [8] .

Em 360, Acácio indicou Eudóxio de Antioquia para substituir Macedônio e Atanásio de Ancira para o lugar de Basílio, assim como Onésimo de Nicomédia para o lugar de Cecrópio, que tinha morrido no terremoto[8] .

A controvérsia na década de 360[editar | editar código-fonte]

Em 361, Constâncio morreu e Juliano, o Apóstata se tornou o único imperador romano. Ele logo demandou que diversos templos pagãos que os cristãos tinham se apoderado ou destruído fossem restaurados[10] . De acordo com Filostórgio, os pagãos mataram Jorge de Laodiceia, bispo de Alexandria, permitindo que Atanásio de Alexandria retornasse para a sé episcopal[11] .

O Concílio de Constantinopla de 381[editar | editar código-fonte]

Wiki letter w.svg
Por favor, melhore este artigo ou secção, expandindo-o(a). Mais informações podem ser encontradas na página de discussão. Considere também a possibilidade de traduzir o texto das interwikis.

Concílios envolvidos[editar | editar código-fonte]

Partidos[editar | editar código-fonte]

Homoousianos - os que prevaleceram[editar | editar código-fonte]

Os homoousianos ensianvam que o Filho é da mesma substância que o Pai, ou seja, ambos são não-criados. A forma sabeliana foi condenada já no século III. A forma atanasiana foi declarada ortodoxa no Primeiro Concílio de Constantinopla de 383 e se tornou a base do trinitarismo moderno[12] . Os principais aderentes eram:

Marcelo de Ancira e Fotino de Sirmio[editar | editar código-fonte]

De acordo com o historiador Sócrates Escolástico, Marcelo de Ancira e Fotino de Sirmio ensinaram "que Cristo era apenas um homem."[25] . Seus oponentes associaram os ensinamentos de Marcelo de Ancira e de Fotino de Sirmio com os de Sabélio e Paulo de Samósata, que já tinham sido amplamente rejeitados antes da controvérsia[26] .

Homoiousianos[editar | editar código-fonte]

A escola homoiousiana ensinava que o Filho era de uma substância similar à do Pai[33] [34] . Os principais expoentes desta corrente eram:

Homoianos[editar | editar código-fonte]

Os homoianos ensinavam que o Filho era similar ao Pai, tanto "em todas as coisas" ou "de acordo com as escrituras", sem se jamais se referir à substância[34] . Diversos membros de outras escolas, como Ósio de Córdoba e Aécio, também aceitavam a fórmula homoiana[44] . Esta fórmula foi rascunhada no Concílio de Sirmio e efetivamente proposta no Concílio de Arímino, ambos em 359[1] . Os principais expoentes deste partido foram:

Heteroousianos[editar | editar código-fonte]

Os heteroousianos ensinavam que o Filho é de uma substância diferente do Pai, ou seja, criado. Ário ensinava assim no início da controvérsia e Aécio ensinaria a forma final do Anomoeanismo[48] [49]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h Atiya, Aziz S.. The Coptic Encyclopedia (em ). New York: Macmillan Publishing Company, 1991. ISBN 0-02-897025-X.
  2. a b Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Bishops assembled at Antioch, on the Refusal of Eusebius of Emisa to accept the Bishopric of Alexandria, ordain Gregory, and change the Language of the Nicene Creed. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 10. vol. II.
  3. a b c d e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Synod at Ariminum, and the Creed there published. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 37. vol. II.
  4. a b c Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Acacius, Bishop of Cæsarea, dictates a new Form of Creed in the Synod at Seleucia. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 40. vol. II.
  5. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 11. vol. IV.
  6. a b c Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 12. vol. IV. e Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 1. vol. V.
  7. a b c Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: On the Emperor's Return from the West, the Acacians assemble at Constantinople, and confirm the Creed of Ariminum, after making Some Additions to it. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 41. vol. II.
  8. a b c Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 1. vol. V.
  9. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: On the Deposition of Macedonius, Eudoxius obtains the Bishopric of Constantinople. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 42. vol. II.
  10. Chadwick, Henry. History of the Early Church (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 9.
  11. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 2. vol. VII.
  12. Lohse, Bernhard. A Short History of Christian Doctrine (em ). [S.l.: s.n.]. 56-59 & 63 pp. e Peter Heather & John Matthews. Goths in the Fourth Century (em ). [S.l.: s.n.]. 127-128 pp. .
  13. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Dispute of Arius with Alexander, his Bishop & Division begins in the Church from this Controversy; and Alexander Bishop of Alexandria excommunicates Arius and his Adherents. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 5&6. vol. I.
  14. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Emperor Constantine being grieved at the Disturbance of the Churches, sends Hosius the Spaniard to Alexandria, exhorting the Bishop and Ariusto Reconciliation and Unity. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 7. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Hosius, Bishop of Cordova. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 31. vol. II. .
  15. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Defense of Eusebius Pamphilus. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 31. vol. II.
  16. a b Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Presbyter who exerted himself for the Recall of Arius. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 25. vol. I. .
  17. a b c d Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Synod at Milan. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. II. .
  18. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Diversos (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 23, 27-32 & 34-35. vol. I.
  19. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Diversos (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 6-7, 12 & 16. vol. II.
  20. a b Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Athanasius and Paul going to Rome, and having obtained Letters from Bishop Julius, recover their respective Dioceses. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 15. vol. II.
  21. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Constantius, being Afraid of his Brother's Threats, recalls Athanasius by Letter, and sends him to Alexandria. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 23. vol. II.
  22. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Constantius, being Afraid of his Brother's Threats, recalls Athanasius by Letter, and sends him to Alexandria. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 23. vol. II. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: After the Death of Constans, the Western Emperor, Paul and Athanasius are again ejected from their Sees: the Former on his Way into Exile is slain; but the Latter escapes by Flight. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 26. vol. II.
  23. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Athanasius, passing through Jerusalem on his Return to Alexandria, is received into Communion by Maximus: and a Synod of Bishops, convened in that City, confirms the Nicene Creed. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 24. vol. II. & Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Cruelty of Macedonius, and Tumults raised by him. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 38. vol. II.
  24. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Cruelty of Macedonius, and Tumults raised by him. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 38. vol. II.
  25. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Marcellus Bishop of Ancyra, and Asterius the Sophist. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Emperor of the West requests his Brother to send him Three Persons who could give an Account of the Deposition of Athanasius and Paul. Those who are sent publish Another Form of the Creed. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 18. vol. II. . No livro I, capítulo 36 de sua História Eclesiástica, Sócrates afirma que Marcelo "ousou afirmar, como os discípulos de Paulo de Samósata fizeram, que Cristo era apenas um homem" e no livro 2, capítulo 18, diz que "Fotino afirmou que o Filho de Deus era apenas um homem".
  26. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Marcellus Bishop of Ancyra, and Asterius the Sophist. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Heresiarch Photinus. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 29. vol. II.
  27. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Marcellus Bishop of Ancyra, and Asterius the Sophist. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Council at Sárdica. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 20. vol. II.
  28. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Emperor of the West requests his Brother to send him Three Persons who could give an Account of the Deposition of Athanasius and Paul. Those who are sent publish Another Form of the Creed. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 18. vol. II. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Heresiarch Photinus. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 29. vol. II.
    Sozomeno. História Eclesiástica: Photinus, Bishop of Sirmium. His Heresy, and the Council convened at Sirmium in Opposition thereto. The Three Formularies of Faith. This Agitator of Empty Ideas was refuted by Basil of Ancyra. After his Deposition Photinus, although solicited, declined Reconciliation. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 6. vol. IV.
  29. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Marcellus Bishop of Ancyra, and Asterius the Sophist. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. I. e Sozomeno. História Eclesiástica: Marcellus Bishop of Ancyra; his Heresy and Deposition. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 33. vol. II.
  30. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Council at Sardica. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 20. vol. II. , Sozomeno. História Eclesiástica: The Long Formulary and the Enactments issued by the Synod of Sardica. Julius, Bishop of Rome, and Hosius, the Spanish Bishop, deposed by the Bishops of the East, because they held Communion with Athanasius and the Rest. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 11. vol. III. e Sozomeno. História Eclesiástica: The Bishops of the Party of Julius and Hosius held another Session and deposed the Eastern High Priests, and also made a Formulary of Faith. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 12. vol. III.
  31. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Constantius, being Afraid of his Brother's Threats, recalls Athanasius by Letter, and sends him to Alexandria. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 23. vol. II. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: After the Death of Constans, the Western Emperor, Paul and Athanasius are again ejected from their Sees: the Former on his Way into Exile is slain; but the Latter escapes by Flight. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 26. vol. II.
    Sozomeno. História Eclesiástica: Constantius again ejects Athanasius, and banishes those who represented the Homoousian Doctrine. Death of Paul, Bishop of Constantinople. Macedonius: his Second Usurpation of the See, and his Evil Deeds. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 2. vol. IV.
  32. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Heresiarch Photinus. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 29. vol. II. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Creeds published at Sirmium in Presence of the Emperor Constantius. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 30. vol. II.
    Sozomeno. História Eclesiástica: Photinus, Bishop of Sirmium. His Heresy, and the Council convened at Sirmium in Opposition thereto. The Three Formularies of Faith. This Agitator of Empty Ideas was refuted by Basil of Ancyra. After his Deposition Photinus, although solicited, declined Reconciliation. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 6. vol. IV.
  33. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 9. vol. IV.
  34. a b Peter Heather & John Matthews. Goths in the Fourth Century. [S.l.: s.n.]. 128 pp. , que lida principalmente com a controvérsia posterior.
  35. a b c Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 17. vol. VIII.
  36. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Marcellus Bishop of Ancyra, and Asterius the Sophist. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 36. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: On the Deposition of Macedonius, Eudoxius obtains the Bishopric of Constantinople. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 42. vol. II.
  37. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 9. vol. IV. e Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 17. vol. VIII.
  38. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 16, 27, 38 & 42. vol. II.
  39. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Synod held at Antioch, which deposed Eustathius, Bishop of Antioch, on whose account a Sedition broke out and almost ruined the City. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 24. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Funeral of the Emperor Constantine. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 40. vol. I.
  40. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 4 & 12. vol. II.
  41. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 19, 37 & 40. vol. II.
  42. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Heresy of Macedonius. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 45. vol. II.
  43. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of the Synod which was held at Nicæa in Bithynia, and the Creed there put forth. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 8. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Athanasius and Paul going to Rome, and having obtained Letters from Bishop Julius, recover their respective Dioceses. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 15. vol. II. .
  44. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 3. vol. IV. para Ósio; Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 8. vol. IV. para Aécio.
  45. a b Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Arius having returned to Alexandria with the Emperor's Consent, and not being received by Athanasius, the Partisans of Eusebius bring Many Charges against Athanasius before the Emperor. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 27. vol. I. e Sócrates Escolástico. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 12 & 37. vol. I.
  46. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 19. vol. IX.
  47. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 4, 39 & 40. vol. II.
  48. Filostórgio, em Fócio, Epítome da História Eclesiástica de Filostórgia, livro 3, capítulo 5; livro 4, capítulo 12 e livro 6, capítulo 5 se referem à "substância diferente"; livro 4, capítulo 12 se refere à "substâncias dissimilares" e livro 4, capítulos 4 & 12 e livro 5, capítulo 1 se referem à "diferentes em substância" ou "diferenças na substância."
  49. Peter Heather & John Matthews. Goths in the Fourth Century (em ). [S.l.: s.n.]. 127-128 pp. . Este último discute principalmente a parte final da controvérsia e menciona apenas o Anomoeanismo, sem utilizar o termo Heteroousiano.
  50. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: The Dispute of Arius with Alexander, his Bishop. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 5. vol. I.
  51. Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Division begins in the Church from this Controversy; and Alexander Bishop of Alexandria excommunicates Arius and his Adherents. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 6. vol. I.
  52. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 5. vol. 3.
  53. a b c d e f g h i j Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 2. vol. VIII.
  54. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 6. vol. 7.
  55. a b Sócrates Escolástico. História Eclesiástica: Of Aëtius the Syrian, Teacher of Eunomius. (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 35. vol. II.
  56. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 3. vol. 5. e Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 1-3. vol. 6.
  57. Filostórgio. História Eclesiástica (em ). [S.l.: s.n.]. Capítulo: 18. vol. 9.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]