Filmes de Guerra, Canções de Amor

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Filmes de Guerra, Canções de Amor
Álbum ao vivo de Engenheiros do Hawaii
Lançamento 1993
Gravação Sala Cecília Meireles, Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de Julho de 1993
Gênero(s) Rock, Acústico
Duração 52:22
Idioma(s) Português
Formato(s) Ao Vivo
Gravadora(s) BMG
Produção Mayrton Bahia
Cronologia de Engenheiros do Hawaii
Último
Último
Gessinger, Licks & Maltz
Simples de Coração
Próximo
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Filmes de Guerra, Canções de Amor é um álbum da banda de rock brasileira Engenheiros do Hawaii, lançado em 1993.

É o segundo disco ao vivo da banda, confirmando a tendência de lançar um disco ao vivo a cada três discos de estúdio, seguindo o exemplo da banda Rush. Gravado na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, em Julho de 1993, o álbum traz canções do grupo em formato acústico, como Crônica, Para Entender, Alívio Imediato, Muros e Grades e O Exército de Um Homem Só. Algumas das canções trazem letras diferenciadas e atualizadas.

Há quatro canções inéditas: Mapas do Acaso, ¿Quanto Vale a Vida?, Às Vezes Nunca e Realidade Virtual (as duas últimas gravadas em estúdio).

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções compostas por Humberto Gessinger, exceto onde estiver indicado.

  1. Mapas do Acaso - 6:03
  2. Além dos Outdoors - 3:53
  3. Pra Entender - 3:19
  4. ¿Quanto Vale a Vida? - 5:35
  5. Crônica - 3:34
  6. Pra Ser Sincero (Humberto Gessinger e Augusto Licks) - 3:40
  7. Muros & Grades (Humberto Gessinger e Augusto Licks) - 6:10
  8. Alívio Imediato - 3:24
  9. Ando Só - 3:27
    • Várias Variáveis (1991)
  10. O Exército de Um Homem Só (Humberto Gessinger e Augusto Licks) - 5:46
    • O Papa é Pop (1990)
  11. Às Vezes Nunca - 3:29
  12. Realidade Virtual - 4:02

Formação[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Depois de três discos auto-produzidos, a banda optou por deixar a produção deste álbum a cargo de Mayrton Bahia, produtor musical da Legião Urbana até 1994.
  • Estima-se uma vendagem de 85.000 discos entre 1993 e 94, tornando-o o disco menos vendido da banda até a época.
  • A banda chegou a fazer turnê internacional no Japão (Nagoya e Iwaky, onde foram filmados vários clipes) e nos Estados Unidos (Los Angeles e San Francisco).
  • O disco conta com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira, em algumas canções, com regência do maestro mineiro Wagner Tiso.
  • Em entrevista, Humberto Gessinger considerou o guitarrista Augusto Licks "mais completo do que nunca".
  • No encarte, há a frase "Como enfermeira nos Filmes de Guerra e violinos nas Canções de Amor", referência à canção "Filmes de Guerra, Canções de Amor", que foi tocada no show, mas não entrou no disco.
  • O trecho "Cai o aparelho, o espelho vai ao chão", da versão atualizada de "Alívio Imediato", é uma referência à ditadura militar no Brasil (1964-1985). "Aparelho" era o termo militar que designava os esconderijos dos grupos guerrilheiros do início dos anos 70. Quando os refúgios eram descobertos pela polícia e pelo exército, os integrantes dos grupos diziam "caiu o aparelho!", ou seja, a polícia e as forças armadas encontraram as pistas que levavam aos guerrilheiros, já considerados procurados.
  • Em O Exército de Um Homem Só, no lugar do trecho "não interessa o que o bom senso diz", Humberto canta "não interessa o Diário da Corte". O Diário da Corte foi uma coluna assinada pelo jornalista Paulo Francis e mantida em vários jornais brasileiros até a morte de Francis, em 1997.
  • Na canção inédita Realidade Virtual o coro é formado supostamente pelo grupo Golden Boys. A suposição é garantida pelos nomes dos integrantes: Jurema, Ana, Cecília, Nair, Renato, Ronaldo, Roberto e Mário. O grupo também participou da canção O Papa é Pop, do álbum homônimo de 1990.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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