Karl Barth

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Karl Barth (Basileia, 10 de maio de 188610 de dezembro de 1968) foi um teólogo cristão-protestante, pastor da Igreja Reformada e um dos líderes da teologia dialética e da neo-ortodoxia protestante.

História[editar | editar código-fonte]

Karl foi uns dos mais destacados teólogos protestantes que já existiu, ele celebrizou-se como criador da teologia dialética do século XX, que ressalta o sentido existencial do cristianismo e o reintegra em sua base bíblica, de doutrina da revelação e da fé. Fez estudo universitários em Berna, Berlim e Tübingen, terminando-os em Marburg. Foi editor assistente do jornal Die Christliche Welt, pároco da Igreja Reformada Alemã em Genebra e pastor em Safenwil, ainda na Suíça. Lecionou teologia nas universidades alemãs de Göttingen, de Munique e de Bona. Demitido dessa ultima em 1935 pelo governo nazista, teve seus diplomas de teologias anulados por Hitler devido a sua oposição, conforme declaração teológica do Sínodo de Barmen, à nazificação da Igreja Reformulada.

Seguindo para a Suíça, Barth organizou a resistência dos pastores ao nacional-socialismo, ingressando no Partido Social Democrata. Quando essa resistência foi aniquilada pelos nazistas, o teólogo passou dirigir outro movimento, de âmbito internacional. Atento as lutas políticas,defendeu os operários de Viena e os republicanos espanhóis. Com o fim da guerra, voltou à cátedra de Bona, depois à de Basileia, aposentando-se em 1961.

Doutrina[editar | editar código-fonte]

Conhecida como teologia dialética ou teologia da crise, a obra de Barth é um vigoroso protesto contra o chamado neoprotestantismo, que predominou no século XIX e até a primeira guerra mundial. É também um restabelecimento das afirmações básicas da Reforma do século XVI, especialmente pela obra Der Römerbrief (A Epístola/Carta aos romanos) de 1919, que lançou as bases para o existencialismo alemão e serviu de elo entre Kierkegaard e Heidegger. Combateu a teologia liberal, o iluminismo alemão e o moralismo que excluísse o encontro da revelação e da fé.

A teologia de Barth está sistematizada principalmente em Die Christliche Dogmatik (A dogmática cristã), monumental obra de 26 volumes iniciadas em 1932, cuja publicação foi concluída em 1969. Os pólos fundamentais de seu pensamento - a revelação e a fé - permeiam toda sua dogmática, que ele define como exame científico do conteúdo das palavras que a igreja pronuncia sobre Deus. Assim a fé cristã proclama falência de todas as religiões , pois afirma que é Deus quem toma iniciativa de aproxima-se com ele e salva-lo, por intermédio de Jesus Cristo. Só a graça de Deus e a sua palavra, que transcende a Bíblia, cruza o abismo dialético que separa o homem do Criador.

Barth morreu em sua cidade natal, em 11 de dezembro de 1968 aos 82 anos. Foi sepultado em Hoernli, Basileia na Suíça.[1]

Principais Obras[editar | editar código-fonte]

Suas principais obras são:

  • A Carta aos Romanos (1922)
  • Dogmática Eclesiástica (1932-1968) - obra grandiosa inacabada.
  • Introdução à Teologia Evangélica (1962)

A Teologia de Karl Barth[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

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