Pitiríase rósea

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Pitiríase rósea
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Star of life caution.svg Aviso médico

A Pitiríase rósea não tem causa definida. Pode ser causada por infecção viral, devido as suas características sazonais, mas não há ainda um agente etiológico definido. Pode ser causada pelos vírus HV-6 e 7 (herpes vírus do tipo 6 e do tipo 7), mas não há comprovação científica. A maioria dos casos costuma ocorrer durante o outono e a primavera e sua cura ocorre espontaneamente em um período de 2 a 4 semanas. A doença não é considerada contagiosa e a reincidência é rara.

Características clínicas[editar | editar código-fonte]

A doença se inicia pelo "medalhão", lesão primária, isolada, com cerca de 2 a 5 cm de tamanho, precedendo em alguns dias o surgimento de uma erupção cutânea formada por manchas circulares ou ovais, avermelhadas (róseas) e com descamação em suas bordas (a descamação pode ser observada esticando-se a pele). Atinge principalmente o tronco e a raiz dos membros, sendo rara nas extremidades e na face. Em alguns casos infecções de vias aéreas superiores precede o aparecimento da doença. Ela é curada pelo próprio organismo após o período de aproximadamente 2 a 4 semanas podendo ir até às 10 semanas (dependendo do caso e da cicatrização de seu atual hospedeiro).

A intensidade e o número de lesões varia muito, e uma característica importante é a distribuição das lesões no tronco, que seguem a direção das costelas, adquirindo, com a coluna vertebral um aspecto que lembra um "pinheiro". Geralmente não há sintomas, e inicia-se com manchas maiores em determinadas zonas (virilhas) passando a outras a zonas superiores do corpo excluíndo a cabeça, pode haver comichão em alguns casos.[1]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

A Pitiríase rósea cura-se espontaneamente, mas algumas terapias podem ser instituídas para abreviar a duração da doença, principalmente nos casos mais intensos ou acompanhados de coceira. O diagnóstico e escolha do tratamento devem ser determinados pelo médico dermatologista.

É recomendado, durante o período da doença, o uso de sabonetes infantis, roupas preferencialmente de algodão e produtos hidratantes que não agridam a pele. Os hidratantes devem ser aqueles recomendados pelo médico dermatologista. É também recomendado que os pacientes evitem banhos quentes e o uso excessivo de sabonete que pode agravar o quadro, bem como atividades que causem sudorese excessiva.

A terapia com raios UV A e B, focada nas lesões, podem ajudar na regressão das manchas.[2]

Referências