A Day at the Races (álbum)

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A Day at the Races
Álbum de estúdio de Queen
Lançamento 10 de dezembro de 1976
Gravação Julho - Novembro de 1976
Gênero(s) Hard rock, rock progressivo, heavy metal, glam rock
Gravadora(s) Reino Unido EMI, Parlophone
Estados Unidos Elektra (1976), Hollywood (1991)
Produção Queen
Cronologia de Queen
A Night at the Opera
(1975)
News of the World
(1977)
Singles de A Day at the Races
  1. "Somebody to Love"
    Lançamento: 12 de Novembro de 1976
  2. "Tie Your Mother Down"
    Lançamento: 4 de Março de 1977
  3. "Teo Torriatte (Let Us Cling Together)"
    Lançamento: 25 de Março de 1977 (Japão apenas)
  4. "Good Old-Fashioned Lover Boy"
    Lançamento: 20 de Maio de 1977
  5. "Long Away"
    Lançamento: 7 de Junho de 1977 (EUA, Canadá e Nova Zelândia apenas)

A Day at the Races é o quinto álbum de estúdio da banda britânica de rock Queen, lançado em dezembro de 1976. Foi o primeiro álbum completamente autoproduzido e o primeiro a não contar com o produtor Roy Thomas Baker. Gravado nos estúdios ingleses Sarm East, The Manor e Wessex Studios, ele foi mixado por Mike Stone. O nome do álbum, assim como o de seu antecessor A Night at the Opera, foi baseado no nome de um filme dos Irmãos Marx.

O álbum liderou as paradas no Reino Unido, Japão e Países Baixos. Alcançou a quinta posição na Billboard 200 nos EUA e foi o quinto álbum do Queen a ser certificado com disco de ouro ouro neste país, mais tarde alcançando platina.

A Day at the Races foi eleito o 67.° melhor álbum da história numa votação promovida na Inglaterra pela BBC.

Informações das músicas[editar | editar código-fonte]

"Tie Your Mother Down"[editar | editar código-fonte]

"Tie Your Mother Down" foi escrita em Tenerife, Espanha, enquanto Brian May estava trabalhando em seu PhD em Astronomia, durante o ano de 1968.[1] Ele a compôs com um violão e pensou que fosse mudar seu título e o refrão, mas Mercury gostou da música como ela estava e eles a mantiveram assim.[1]

A faixa se inicia, primeiramente, com vários canais de guitarras, reminiscentes de "White Man", e em seguida inicia-se uma introdução instrumental de um minuto, criada com a escala Shepard em um harmônio, que na verdade é uma reprise do encerramento de "Teo Torriatte", com o objetivo de fazer o álbum ser "circular". A escala ascendente foi criada ao tocar ao contrário a gravação de uma escala descendente também em um harmônio.

A música pode ser descrita como um heavy blues rock e contém vocais agressivos de Mercury e um solo de slide guitar de May, que foi quem gravou a maior parte dos backing vocals.

O videoclipe da música, dirigido por Bruce Gowers, foi gravado durante o show da tour desse álbum no Nassau Coliseum, em Long Island, Nova York, em 1977.[2] Após seu lançamento, "Tie Your Mother Down" foi tocada em todas as tours do Queen.[3]

"You Take My Breath Away"[editar | editar código-fonte]

"You Take My Breath Away" foi escrita por Freddie Mercury e baseada na escala menor. Freddie canta todos os vocais e toca o piano, e a tocou sozinho no Hyde Park antes de gravá-la. Há um interlúdio vocal entre essa faixa e "Long Away", que começa com vocais ecoados repetindo "take my breath" (criados por multicanais). Eles evoluem gradativamente até completar o verso "you take my (breath away)" e se reintegram aos vocais da próxima faixa.

"Long Away"[editar | editar código-fonte]

"Long Away" foi composta e é cantada por May. Ele utiliza uma guitarra Burns Double Six de 12 cordas em vez de sua Red Special. Seu desejo era utilizar uma Rickenbacker, a mesma que John Lennon usava, mas May não se deu bem com o braço fino da guitarra. Foi lançada como single nos Estados Unidos, no Canadá e na Nova Zelândia, mas não alcançou lugares altos nas paradas.

"The Millionaire Waltz"[editar | editar código-fonte]

"The Millionaire Waltz" foi escrita por Mercury e John Reid (empresário do Queen e de Elton John na época). Ela segue a linha com multi-compassos de "Bohemian Rhapsody", com mudanças bruscas nos arranjos e um solo de guitarra em multicanais de May. É um bom exemplo do "baixo principal" de Deacon, que pode ser ouvido com destaque durante os dois primeiros minutos da música, quando há apenas o baixo e o piano de Mercury.

Após os dois primeiros minutos, a música deixa de ser uma valsa 3/4 e se torna um hard rock 4/4 por meio minuto, e volta de novo ao compasso 3/4 e há um solo de guitarra.

"You and I"[editar | editar código-fonte]

"You and I" é a única contribuição de John Deacon para o álbum. A música tem o tom Ré maior e é basicamente levada no piano. Deacon toca o violão acústico nela. A faixa nunca foi tocada ao vivo. Foi utilizada como lado B de "Tie Your Mother Down"

"Somebody to Love"[editar | editar código-fonte]

"Somebody to Love" é o maior hit do álbum. Escrita por Mercury, foi inspirada em músicas gospel, principalmente Aretha Franklin. Mercury, May e Taylor gravaram vários canais de suas vozes para criar um coro gospel de 100 vozes.[1]

Assim como "Bohemian Rhapsody", a faixa possui complexas camadas de canais vocais, mas agora baseada num arranjo de coro gospel. A letra, especialmente combinada com a influência gospel, cria uma canção sobre fé, desespero e busca profunda. O vocalista se questiona tanto sobre a falta de experiências amorosas em sua vida quanto sobre a importância e existência de Deus.

Fiel ao estilo de guitarras do Queen, ela é composta de complexas harmonias e um solo de guitarra.[4] Mercury gravou um grande alcanço de notas, indo de um G#2 (no último verso do coro) a um falsetto G#5 (no topo de seu melisma e nos "ooh" por cima do coro). A música chegou ao segundo lugar das paradas britânicas (atrás apenas de "Under the Moon of Love", gravada por Showaddywaddy) e ao 13.° lugar nas paradas estadunidenses.

"White Man"[editar | editar código-fonte]

"White Man" foi escrita por May e fala do sofrimento dos ameríndios sob a mão dos colonizadores europeus, pelo ponto de vista dos nativos. Essa música era o ponto de um solo de vocais de Freddie durante a turnê do álbum. Ela também servia para introduzir um solo de guitarra de May durante a turnê de 1977-78 do álbum News of the World. Essa é uma das faixas mais pesadas do Queen, tanto pela temática quando pela sonoridade. Durante as turnês de 2005 e 2008 com Paul Rodgers, o riff de "White Man" era usado como introdução para "Fat Bottomed Girls", faixa do álbum Jazz.

"Good Old-Fashioned Lover Boy"[editar | editar código-fonte]

"Good Old-Fashioned Lover Boy" foi escrita por Mercury. Ela começa com um piano e uma introdução vocal de Mercury, e continua, com a entrada do baixo e da bateria no refrão. A segunda estrofe é cantada e seguida por outro verso. Nessa hora, a bateria, o baixo e a guitarra somem, levando a uma ponte, que é cantada por Mercury e Mike Stone. Em seguida há o solo de guitarra de May, outro refrão e a música acaba.

Os vocais em multicanais realçam a música, assim como a guitarra de May. Essa canção foi tocada ao vivo uma vez no Top of the Pops em junho de 1977, com Roger Taylor cantando a parte de Mike Stone. Ela era parte importante das turnês do A Day at the Races e do News of the World

"Drowse"[editar | editar código-fonte]

"Drowse" é a única faixa de Roger Taylor no álbum. Ela tem compasso 6/8, assim como "I'm in Love with My Car" (música do baterista para o álbum A Night at the Opera) e Taylor toca a guitarra rítmica e os tímpanos, além de ser o vocalista dela. É a única música além de "Tie Your Mother Down" a contar com o slide guitar de May.

Taylor canta oitavas no vocal principal durante os versos, exceto no terceiro verso e no final). O compasso dela é, na verdade, 12/8.

"Teo Torriatte (Let Us Cling Together)"[editar | editar código-fonte]

"Teo Torriatte (Let Us Cling Together)" foi escrita por May em tributo aos fãs japoneses. Ela foi tocada ao vivo em Tóquio nas turnês do Jazz (1979), The Game (1981) e Hot Space (1982).

A parte mais notável da música são os dois refrões cantados em japonês. É uma das únicas três músicas do Queen (junto com "Las Palabras de Amor", do Hot Space, e "Mustapha", do Jazz) a ter uma estrofe ou refrão cantado em uma língua que não seja inglês. O instrumental possui um piano e um harmônio, tocados por May.

A melodia de encerramento da faixa é igual à melodia de abertura do álbum, e portanto ligada ao começo de "Tie Your Mother Down". May descreveu isso como uma "escadaria sem fim", ou, como conhecida musicalmente, uma escala Shepard.

Recepção e legado[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 3.5 de 5 estrelas.[5]
Chicago Tribune 3 de 4 estrelas. [6]
Encyclopedia of Popular Music 3 de 5 estrelas.
Pitchfork Media 6.6/10 [7]
PopMatters 7/10 [8]
Q 3 de 5 estrelas.
Rolling Stone 2 de 5 estrelas. [9]
The Rolling Stone Album Guide 2 de 5 estrelas.
Uncut 3 de 5 estrelas. [10]

O jornal The Washington Post descreveu "A Day at the Races" como "uma mistura sagaz de músicos de heavy metal que foram influenciados classicamente, quase operísticos, com músicas sentimentais."[11] O The Winnipeg Free Press também deu uma crítica boa, dizendo que "o álbum é a reconfirmação do Queen como a melhor banda da terceira onda do rock britânico."[12] A revista Circus deu uma avaliação mista, dizendo que "com 'A Day at the Races', eles desertaram totalmente do art rock. Eles são tolos agora. E maravilhosamente desavergonhados."[13] Dave Marsh, da Rolling Stone, foi mais crítico e descreveu Freddie Mercury como possuidor de apenas uma "voz passageira do pop". Ele disse que o Queen era a banda de rock menos experimental do rock contemporâneo e os acusou de ter "aspirações comerciais descaradas".[14]

Numa revisão de retrospectiva, o editor do AllMusic Stephen Thomas Erlewine citou "Tie Your Mother Down" e "Somebody to Love", junto com a balada "You Take My Breath Away", como as melhores faixas do álbum, e que ele marcou um ponto em que a banda "entrou numa nova fase, onde eles se tornaram titãs conquistadores do mundo em vez de alguns derrotados tentando fazer dinheiro".[15] A revista Q escreveu que "a largura das ambições permanece sempre impressionante, assim como 'Tie Your Mother Down' de May e os barrocos 'Somebody to Love' e 'Good Old-Fashioned Lover Boy' de Mercury". Ben Sisario, no The Rolling Stone Album Guide, de 2004, descreve o álbum como "um pouco muito previsível" e o chamou de "uma pequena continuação de [A Night at the] Opera". Similarmente, Aj Ramirez, escrevendo para a PopMatters, descreveu o álbum como "uma queda comparativa" e "um disco bom mas não estupendo", mesmo que reconhecendo que o Queen estava "finalmente no comando da mecânica de composição do pop", o que os deu mais singles do que o álbum anterior.[3]

Em 2006, A Day at the Races ficou em 67.° lugar numa votação realizada na Inglaterra pela BBC para eleger os melhores álbuns da história. No mesmo ano, numa votação internacional realizada pela Guinness em parceria com a NME para eleger 'Os 100 melhores álbuns de todos os tempos', o álbum ficou em 87.° lugar. Na lista dos '200 Melhores Álbuns dos Anos 1970', criada pela Classic Rock em parceria com a Metal Hammer, Races foi citado entre os 20 melhores álbuns de 1976. A revista Out o colocou em N.° 20 numa lista de "mais de 100 atores, comediantes, músicos, escritores, críticos, artistas de performance, representantes de marcas e DJs, perguntando a eles quais os 10 álbuns que deixaram impressões permanentes em suas vidas".[16] Na edição de 1987 do The World Critics List, Peter Powell, da BBC, considerou A Day at the Races como o sexto melhor álbum de todos os tempos,[17] e Jim DeRogatis, do Chicago-Sun Times, incluiu o disco na sua lista dos "melhores álbuns", em 2006.[18]

Singles[editar | editar código-fonte]

No Reino Unido, a primeira faixa a ser lançada como single foi "Somebody to Love", em 12 de novembro de 1976, chegando ao segundo lugar. "Tie Your Mother Down" foi lançada em 4 de março de 1977, atingindo o 31.° lugar. "Good Old-Fashioned Lover Boy", lançada em 20 de maio de 1977, chegou ao 17.° lugar. Nos Estados Unidos, "Somebody to Love" foi lançada em 10 de dezembro de 1976 e chegou ao 13.° lugar. "Tie Your Mother Down" foi lançada em março de 1977 e chegou ao 49.° lugar. Ambas foram lançadas também no Japão, junto com "Teo Torriatte", que foi lançada exclusivamente nesse país.

Relançamento de 2011[editar | editar código-fonte]

Em 8 de novembro de 2010, a gravadora Universal Music anunciou o relançamento de uma edição remasterizada e expandida do disco para maio de 2011, como parte de um novo acordo entre o Queen e a Universal Music, o que significou que a parceria do Queen com a EMI chegava ao fim após quase quatro décadas. Todos os álbuns do Queen foram remasterizados e relançados em 2011.

Faixas[editar | editar código-fonte]

Lado A
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Tie Your Mother Down"   Brian May 4:48
2. "You Take My Breath Away"   Freddie Mercury 5:09
3. "Long Away"   May 3:34
4. "The Millionaire Waltz"   Mercury 4:54
5. "You and I"   John Deacon 3:25
Lado B
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Somebody to Love"   Mercury 4:56
2. "White Man"   May 4:59
3. "Good Old-Fashioned Lover Boy"   Mercury 2:54
4. "Drowse"   Roger Taylor 3:45
5. "Teo Torriatte (Let Us Cling Together)"   May 5:50

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

Queen
  • Freddie Mercury - vocais principais e backing vocals, piano
  • Brian May - slide guitar, guitarra elétrica, violão acústico, backing vocals, vocais principais em "Long Away", harmônio em "Teo Torriatte (Let Us Cling Together)"
  • Roger Taylor - bateria, percussão, backing vocals, tímpanos, vocais principais e guitarra rítmica em "Drowse", gongo em "Tie Your Mother Down"
  • John Deacon - baixo, violão acústico em "You and I"
Músicos adicionais
  • Mike Stone - vocais em "Good Old-Fashioned Lover Boy"

Tour[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: A Day at the Races Tour

Foi realizada entre 13 de janeiro de 1977 e 7 de junho de 1977, teve três partes e passou por nove países da Europa e da América do Norte. Nos shows nos Estados Unidos e Canadá, a abertura era feita pela banda de hard rock Thin Lizzy.

Paradas[editar | editar código-fonte]

Paradas semanais[editar | editar código-fonte]

Paradas (1976-1977) Posição
Australian Kent Music Report Albums Chart 8
Austrian Albums Charts[19] 8
Canadian RPM Albums Chart[20] 4
Dutch Mega Albums Chart[21] 1
Japanese Oricon LP Chart[22] 1
New Zealand Albums Chart[23] 11
Norwegian VG-lista Albums Chart[24] 3
Swedish Albums Chart[25] 8
UK Albums Chart 1
U.S. Billboard 200[26] 5
West German Media Control Albums Chart[27] 10

Paradas de fim de ano[editar | editar código-fonte]

Paradas (1977) Posição
Australian Albums Chart 45
Canadian Albums Chart[28] 38
Japanese Albums Chart[29] 24
UK Albums Chart 45

Certificações[editar | editar código-fonte]

Região Certificação Vendas
Canadá (Music Canada)[30] Platina 100.000
Alemanha (BVMI)[31] Ouro 250.000
Japão (Oricon Charts) 135.000
Polônia (ZPAV)[32] Platina 20.000
Reino Unido (BPI)[33] Ouro 100.000
Estados Unidos (RIAA)[34] Platina 1.000.000

Referências

  1. a b c Deacon, queen, offical, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor, John. «A Day At The Races». queenonline.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  2. «Queen Concertography 1977-1981». www.ultimatequeen.co.uk. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  3. a b Mr.Scully. «QUEEN CONCERTS - Complete Queen live concertography». www.queenconcerts.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  4. «Somebody to Love - Queen | Song Info | AllMusic». AllMusic. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  5. [1]
  6. [2]
  7. [3]
  8. [4]
  9. [5]
  10. [6]
  11. «Queen Interviews - Queen - 02-07-1977 - A Day at the Races - Washington Post - Queen Archives: Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor, John Deacon, Interviews, Articles, Reviews». www.queenarchives.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  12. «Queen Interviews - Queen - 01-20-1977 - A Day at the Races - Winnipeg Free Press - Queen Archives: Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor, John Deacon, Interviews, Articles, Reviews». www.queenarchives.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  13. «Queen Interviews - Queen - XX-XX-1977 - A Day at the Races - Circus - Queen Archives: Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor, John Deacon, Interviews, Articles, Reviews». www.queenarchives.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  14. «A Day At The Races». Rolling Stone 
  15. «A Day at the Races - Queen | Songs, Reviews, Credits | AllMusic». AllMusic. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  16. «Gay News & Opinion - marriage equality, openly gay athletes». www.out.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  17. «Rocklist.net...Steve Parker...World Critic Lists...». www.rocklistmusic.co.uk. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  18. «THE GREAT ALBUMS». www.jimdero.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  19. Hung, Steffen. «Queen - A Day At The Races». austriancharts.at. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  20. «Results - RPM - Library and Archives Canada». www.collectionscanada.gc.ca. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  21. Hung, Steffen. «Queen - A Day At The Races». hitparade.ch. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  22. «クイーン+ポール・ロジャース『伝説のロック・バンド、遂に復活!』-ORICON STYLE WM ミュージック». www.oricon.co.jp. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  23. Hung, Steffen. «charts.org.nz - Queen - A Day At The Races». charts.org.nz. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  24. Hung, Steffen. «norwegiancharts.com - Queen - A Day At The Races». norwegiancharts.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  25. Hung, Steffen. «swedishcharts.com - Queen - A Day At The Races». swedishcharts.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  26. «Album Search for "cant fight fate"». AllMusic. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  27. «Home - Offizielle Deutsche Charts». www.officialcharts.de. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  28. «Item Display - RPM - Library and Archives Canada». www.collectionscanada.gc.ca. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  29. «1977年間アルバムヒットチャートTop50【PRiVATE LiFE】年間ランキング». entamedata.web.fc2.com. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  30. «Gold/Platinum - Music Canada». Music Canada (em inglês) 
  31. Musikindustrie, Bundesverband. «BVMI | Datenbank». www.musikindustrie.de. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  32. www.onyx.pl, Onyx Sp. z o.o., tel. +48 22 3377222,. «ZPAV :: Bestsellery i wyróżnienia - Wyróżnienia - Platynowe płyty CD - Archiwum». bestsellery.zpav.pl. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  33. «www.bpi.co.uk/certified-awards/search.aspx». www.bpi.co.uk. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  34. «Gold & Platinum - RIAA». RIAA (em inglês) 
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