Escola Superior de Teatro e Cinema

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A Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC) do Instituto Politécnico de Lisboa, sucessora do Conservatório Nacional de Lisboa fundado por Almeida Garrett, é uma escola de ensino superior politécnico vocacionada para o ensino, a nível superior, do Teatro e do Cinema e atualmente instalada na cidade da Amadora.

Novo edifício da Escola Superior de Teatro e Cinema na Amadora, obra do arquiteto Manuel Salgado e inaugurado em 1998.

História[editar | editar código-fonte]

Diário do Governo de 17 de Novembro de 1836.

O Conservatório Geral de Arte Dramática foi fundado em 1836 por Decreto[1] da rainha D. Maria II de Portugal, no âmbito de um plano para a fundação e organização de um Teatro Nacional proposto por João Baptista de Almeida Garrett. Este estava então dividido numa Escola Dramática ou de Declamação, numa Escola de Música e numa Escola de Dança, Mímica e Ginástica Especial.

Litografia de Almeida Garrett por Pedro Augusto Guglielmi (Biblioteca Nacional de Portugal).

Incorporou-se neste estabelecimento o Conservatório de Música, criado na Casa Pia por Decreto de 1835.

A Escola de Teatro apenas começaria a funcionar em 1839.[2]

Em reformas posteriores, o nome do Conservatório foi alterado para Conservatório Real de Lisboa e o da Escola Dramática ou de Declamação para Escola de Arte de Representar, já depois da implantação da República, quando o Conservatório passou a ser designado por Conservatório Nacional.

Por Decreto de 4 de julho de 1914 foi concedida, pela primeira vez, à Escola de Arte de Representar autonomia administrativa.

Nesta Escola foi criado, por Decreto de 19 de maio de 1914, o curso de cenografia e decoração teatral (cujo ensino seria ministrado no salão grande de pintura do Teatro Nacional Almeida Garrett, o qual, considerado como dependência da Escola de Arte de Representar ficava “exclusivamente destinado ao serviço e oficinas do respectivo professor”) e, por Decreto de 6 de agosto de 1914, o curso de indumentária prática teatral.

Toda esta tradição foi sendo mantida e desenvolvida nas reformas posteriores do ensino da área do Teatro e transparece hoje nos cursos ministrados na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Edifício do Conservatório Nacional em Lisboa.

No que ao Cinema se refere, o respetivo curso só foi introduzido no Conservatório Nacional, como experiência pedagógica, a partir de 1971, no âmbito do processo de reforma empreendido por Madalena Perdigão, sendo ministro José Veiga Simão.

Foi então criada a Escola Piloto para a Formação de Profissionais de Cinema, cujo curso se iniciou em 1973 e teve, desde o princípio, a preocupação de aliar à transmissão de conhecimentos técnicos inerentes à prática das profissões do Cinema uma vertente mais artística.

O curso que a Escola Superior de Teatro e Cinema hoje ministra é ainda o resultado de uma evolução radicada naquele primeiro curso de cinema que, aliás, foi pioneiro no ensino superior público português.

Em 1983, o Decreto-Lei n.º 310/83 de 1 de Julho determina o seguinte:"Art. 19.º O Conservatório Nacional será reconvertido nos termos previstos nos artigos seguintes, sucedendo-lhe, para todos os efeitos legais, os estabelecimentos de ensino agora criados, considerando-se extinto a partir de data a fixar por portaria do Ministro da Educação (...). Art. 20.º - 1 - São criadas em Lisboa as Escolas Superiores de Música, de Dança e de Teatro e Cinema".[3]

Pelo Decreto do Governo n.º 46/85, de 22 de novembro,[4] a Escola Superior de Teatro e Cinema que até então funcionara sob a dependência da Direcção-Geral do Ensino Superior e fora dirigida desde 1983 por uma Comissão Instaladora composta pelos professores Jorge Listopad, como presidente, e José Bogalheiro, como vogal, é integrada no Instituto Politécnico de Lisboa, estabelecimento de ensino superior politécnico público criado pelo Decreto–Lei nº 513-T/79, de 26 de Dezembro.

A Escola Superior de Teatro e Cinema passou, assim, a constituir uma unidade orgânica do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) e manteve-se em regime de instalação, sob a direção da referida comissão instaladora, até à publicação dos seus Estatutos no Diário da República, 2ª série, n.º 15, de 18 de janeiro de 1995.[5]

A construção na Amadora, dentro da zona da grande Lisboa, de um edifício de raiz para a Escola Superior de Teatro e Cinema, o primeiro destinado a uma escola de ensino superior artístico em Portugal, permitiu, finalmente, a transferência em 1998 das suas atividades do velho edifício do Convento dos Caetanos em Lisboa, onde Almeida Garrett instalara com carácter provisório em 1836 o Conservatório Geral de Arte Dramática, para umas instalações modernas, dotadas de espaços letivos adequados, de estúdios, de salas de espetáculos e de visionamento, de biblioteca e refeitório que possibilitam as melhores condições de trabalho para os alunos que a frequentam. As instalações da Escola Superior de Teatro e Cinema na Amadora são inauguradas oficialmente pelo então Ministro da Educação, Guilherme d'Oliveira Martins, no dia 10 de dezembro de 1999.

A estrutura bi-departamental da Escola, resultante da herança histórica das pré-existentes escolas de Teatro e de Cinema do Conservatório Nacional, levou a que os seus Departamentos sejam dotados de alguma autonomia pedagógico - científica interna, consagrada estatutariamente.

O Presidente da República, Jorge Sampaio, visita a ESTC e preside à sessão solene de abertura do ano letivo 2000-2001.

No ano letivo 2007/2008 foram introduzidos os primeiros mestrados na Escola e a partir de 2012/2013 deu-se início ao doutoramento em Artes, Artes Performativas e da Imagem em Movimento, numa colaboração com a Universidade de Lisboa, que confere o grau.

Em 2013 celebrou os 175 anos de existência da Escola de Teatro com uma homenagem a Manoel de Oliveira e a Luís Miguel Cintra, que receberam a Medalha de Conhecimento e Mérito do Instituto Politécnico de Lisboa.[6]

Em dezembro de 2013, Heiner Goebbels, compositor e encenador alemão de instalações performativas musico-teatrais, uma das mais importantes figuras da vanguarda musical contemporânea e da cena teatral, realiza uma conferência no Centro Cultural de Belém (CCB) e um encontro na Escola Superior de Teatro e Cinema, a convite da própria ESTC e da Universidade de Lisboa, nos quais fala da sua obra.[7]

A 10 de abril de 2014 a Escola Superior de Teatro e Cinema homenageia Alberto Seixas Santos, realizador, fundador da Escola de Cinema do Conservatório Nacional e antigo professor da ESTC (sucessora do Conservatório). Alberto Seixas Santos é distinguido com a medalha de Conhecimento e Mérito do Instituto Politécnico de Lisboa, ao qual a ESTC pertence e são exibidos excertos do documentário ''Refúgio e Evasão'', de Luís Alves de Matos, que aborda o olhar cinematográfico de Alberto Seixas Santos. A sessão conta ainda com as intervenções do sociólogo francês Jacques Lemière, especialista em cinema português, e do Diretor do Departamento de Cinema da ESTC, José Bogalheiro.[8]

A Escola Superior de Teatro e Cinema tem vindo a afirmar-se, nacional e internacionalmente, como uma Escola de referência nos seus domínios, integrada em importantes organizações internacionais quer do âmbito do Teatro, como o ITI - International Theatre Institut, quer do âmbito do Cinema, como o CILECT – Centre International de Liaison des Écoles de Cinéma et Télévision, quer no das Artes em geral, caso da ELIA – European League of Institutes of the Arts.

Esta preocupação pela internacionalização fez também com que a Escola reforçasse a sua participação ativa em programas de intercâmbio de discentes e docentes com Escolas estrangeiras, no âmbito de programas específicos como o Sócrates/ Erasmus e o Leonardo Da Vinci, bem como através de programas bi-laterais com Universidades da América Latina (Brasil, Argentina, México).[9]

Os cursos[editar | editar código-fonte]

Na ESTC são lecionados quatro cursos: dois de licenciatura e dois de mestrado, que se dividem em ramos e especializações.

A licenciatura em Teatro divide-se em quatro ramos: Atores, Design de Cena, Dramaturgia e Produção, e apenas existem algumas unidades curriculares (cadeiras) comuns entre estes ramos, especialmente as teóricas. Já na licenciatura em Cinema, o primeiro ano é comum, sendo que no segundo ano os alunos optam por um destes seis ramos: Argumento, Produção, Realização, Imagem, Som ou Montagem.

O acesso às licenciaturas é realizada através de um concurso local de acesso, o que significa que os candidatos terão de efetuar a sua candidatura na própria escola e realizar uma série de provas de seleção. Normalmente, as candidaturas são abertas em meados de maio e terminam a meio de junho.

No que diz respeito ao mestrado em Teatro, o mesmo divide-se em cinco especializações: Artes Performativas, Design de Cena, Encenação, Produção e Teatro e Comunidade. No caso das Artes Performativas existem quatro vertentes: Escritas de Cena, Interpretação, Teatro do Movimento e Teatro-Música. O mestrado em Desenvolvimento de Projeto Cinematogrático tem três especializações: Narrativas Cinematográficas, Dramaturgia e Realização e Tecnologias de Pós-Produção.

A partir do ano letivo 2012/2013 deu-se início ao doutoramento em Artes, Artes Performativas e da Imagem em Movimento, numa colaboração com a Universidade de Lisboa, que concede o grau. Neste doutoramento estão envolvidas 7 instituições:

Os alunos[editar | editar código-fonte]

Entre os alunos que frequentaram a ESTC estão nomes como:

Teatro[editar | editar código-fonte]

  • Álvaro Correia, ator e encenador
  • Ana Rosa Mendes, atriz
  • Carlos Cardoso Lamego, enc, inv. e prof. de teatro/exp.dramática
  • Guilherme Filipe, ator, encenador, investigador e professor de teatro

Cinema[editar | editar código-fonte]

Associação de Estudantes[editar | editar código-fonte]

A ESTC possui uma Associação de Estudantes, a Associação de Estudantes da Escola Superior de Teatro e Cinema (AEESTC).

Alunos Atuais Destacados[editar | editar código-fonte]

  • Mariana Lavier
  • Guilherme Mendonça
  • Diogo Sampaio(atualmente professor)
  • Henrique Matos
  • Francisco Azevedo
  • Luis Bivar
  • Jonnas Pierr
  • Mariana Monteiro,
  • Perdo Hilfigher
  • João Matos
  • São Xavier,
  • Benedita Henriques
  • Lourenço Teto
Grande Auditório da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Os professores[editar | editar código-fonte]

Entre os professores que lecionaram na ESTC, destacam-se:

Teatro[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Divisão por áreas:

Realização

  • Ana Luísa Guimarães
  • Graça Castanheira
  • Joaquim Sapinho
  • Luís Fonseca
  • Vítor Gonçalves

Produção

  • Fátima Chinita
  • Isabel Machado
  • Isabel Silva
  • João Milagre
  • Nuno Fonseca
  • Paulo Leite

Argumento

Montagem

Imagem

  • Iana Ferreira
  • Leonardo Simões
  • Rosário de Oliveira

Som

  • Filipe Oliveira
  • Emídio Buchinho
  • João Lisboa

Estudos

  • Fátima Chinita
  • João Lopes
  • João Maria Mendes
  • José Bogalheiro
  • Luís Fonseca
  • Marta Mendes

Os presidentes / diretores[editar | editar código-fonte]

Como Escola Superior de Teatro e Cinema:

Como Conservatório:

Órgãos de direção atuais[editar | editar código-fonte]

(2015-2018)

Prémios[editar | editar código-fonte]

Escola[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2008, o Conselho Ibero-americano para a Qualidade Educativa, no seu 4.º encontro realizado na cidade de Guayaquil, no Equador distinguiu a Escola Superior de Teatro e Cinema com o prémio excelência educativa 2008. Este prémio tinha por objetivo realçar o esforço e dedicação dos profissionais da ESTC em prol da melhoria do desenvolvimento da educação iberoamericana. Deste prémio faziam parte as seguintes distinções: troféu de honra e excelência educativa 2008, título e medalha de "doutor honoris causa", título e medalha de "master" em Gestão Educativa.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Filmes premiados produzidos na Escola Superior de Teatro e Cinema:

2008

- A Tigela, de Tiago Sousa: Prémio IPJ no Estoril Film Festival.[11]

2009

- Deixar Cair a Noite, de Jorge Jácome: Prémio Meo de Melhor Curta-Metragem - Menção Honrosa no Estoril Film Festival.[12]

2011

- Lugar do Tempo, de Manuel Guerra: vencedor da categoria Património Imaterial do 6.º Concurso de Vídeo da Fundação INATEL.[13]

2012

- Rhoma Acans, de Leonor Teles: vencedor da categoria Património Imaterial do 7.º Concurso de Vídeo da Fundação INATEL.[14]

- Do Mundo, de Manuel Guerra: prémio Take One! (competição de filmes de escola) na 20.ª edição do Curtas Vila do Conde.[15]

- Lugar do Tempo, de Manuel Guerra: prémio PrimeirOlhar dos XII Encontros de Viana.[16]

2013

- Primária, de Hugo Pedro: vencedor da categoria Património Imaterial do 8.º Concurso de Vídeo da Fundação INATEL.[17]

- O Corpo Maior, de Marta Moreno: Prémio Vo'Arte no Festival InShadow.[18]

- Primária, de Hugo Pedro: prémio de Prémio Melhor Curtas-Metragens Meo no Lisbon & Estoril Film Festival.[19]

- Primária, de Hugo Pedro: prémios de Melhor Curta Nacional e Prémio do Público no Córtex - Festival de Curtas-Metragens de Sintra.[20]

- Rhoma Acans, de Leonor Teles: menção honrosa no Córtex - Festival de Curtas-Metragens de Sintra.[21]

- 5040, de Inês Teixeira: prémio Novos Talentos da 1.ª edição do Arquiteturas Film Festival.

- Depois dos Nossos Ídolos, de Ricardo Penedo: prémio In My Shorts (competição de curtas-metragens de escola) na 17.ª edição do QueerLisboa.[22]

- Rhoma Acans, de Leonor Teles: prémio Take One! (competição de filmes de escola) na 21.ª edição do Curtas Vila do Conde.[23]

- Rhoma Acans, de Leonor Teles: menção honrosa do Prémio Árvore da Vida para Filme Português da 10.ª edição do IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Independente.[24]

2014

- O Corpo Maior, de Marta Moreno: Prémio Melhor Documentário na 11.ª edição da MIFEC - Mostra Internacional de Filmes de Escolas de Cinema.[25]

- Poço das Almas, de Filipa Pinto: menção honrosa no Prémio Meo no Lisbon & Estoril Film Festival.[26]

- Fúria, de Diogo Baldaia: Prémio Melhor Ensaio Fnac no Festival Caminhos do Cinema Português.[27]

- Poço das Almas, de Filipa Pinto: vencedor da categoria Património Imaterial do 9.º Concurso de Vídeo da Fundação INATEL.[28]

Relações internacionais[editar | editar código-fonte]

A ESTC está filiada:

Referências

  1. Diário do Governo de 17 de Novembro de 1836
  2. Vasques, Eugénia, "A Escola de Teatro do Conservatório (1839-1901). Contributo para uma História do Conservatório de Lisboa", Gradiva, Lisboa, 2012
  3. Diário da República de 1 de julho de 1983, n.º 149/83 Série I
  4. Diário da República de 22 de Novembro de 1985, n.º 269/85 Série I
  5. Diário da República de 18 de janeiro de 1995, n.º 15, Série II
  6. «Homenagem a Manoel de Oliveira e Luís Miguel Cintra». Jornal Diário de Notícias (site). 10 de janeiro de 2013. Consultado em 11 de janeiro de 2013. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2013 
  7. TVAmadora, 6 de dezembro de 2013 | http://www.tvamadora.com/Video.aspx?videoid=2341
  8. Site da ESTC | http://www.estc.ipl.pt/escola/arquivo/eventos/2013_14/homenagem_alberto_seixas_santos.html Arquivado em 19 de abril de 2015, no Wayback Machine.
  9. História e Missão da Escola Superior de Teatro e Cinema - Site da ESTC | http://www.estc.ipl.pt/escola/historia.html Arquivado em 22 de janeiro de 2012, no Wayback Machine.
  10. «João Estrada». IMDb. Consultado em 7 de julho de 2016 
  11. Jornal Expresso (site) | http://expresso.sapo.pt/cinema-filme-checo-vence-encontro-de-escolas-europeias-no-festival-do-filme-do-estoril=f457698 (19 de novembro de 2008). Página visitada em 29 de abril de 2013
  12. Ante-Cinema (blogue) | http://www.ante-cinema.com/estoril-film-festival-palmares/. (14 de novembro de 2009). Página visitada em 29 de abril de 2013
  13. INATEL (site) | http://www.inatel.pt/content.aspx?menuid=932&eid=1040. Página visitada em 29 de abril de 2013
  14. INATEL (site) | http://www.inatel.pt/content.aspx?menuid=42. Página visitada em 29 de abril de 2013
  15. Cinema 7.ª Arte (blogue) | http://www.cinema7arte.com/site/?p=5880 (14 de julho de 2012). Página visitada em 29 de abril de 2013
  16. Junta de Freguesia de Corroios (site)| http://www.jf-corroios.pt/cultura/noticias-c/703-documentario-lugar-do-tempo (5 de junho de 2012). Página visitada em 29 de abril de 2013
  17. INATEL (site) | http://www.inatel.pt/content.aspx?menuid=42. Página visitada em 2 de janeiro de 2014
  18. InShadow Festival (facebook) | https://www.facebook.com/photo.php?fbid=725820590762686&set=a.173805825964168.48966.173509209327163&type=1&theater. Página visitada em 2 de janeiro de 2014
  19. Jornal Público (site) | http://www.publico.pt/cultura/noticia/filme-iraniano-vence-edicao-2013-do-lisbon--estoril-1612997. Página visitada em 18 de novembro de 2013
  20. Jornal Público (site) | http://www.publico.pt/cultura/noticia/curtasmetragens-primaria-e-le-maillot-de-bain-vencem-cortex-1609034. Página visitada em 15 de outubro de 2013
  21. Jornal Público (site) | http://www.publico.pt/cultura/noticia/curtasmetragens-primaria-e-le-maillot-de-bain-vencem-cortex-1609034. Página visitada em 15 de outubro de 2013
  22. Jornal Público (site) | http://www.publico.pt/cultura/noticia/a-fold-in-my-blanket-e-o-vencedor-do-17%C2%BA-queer-lisboa-1607465. Página visitada em 30 de setembro de 2013
  23. Curtas Vila do Conde (site) | http://festival.curtas.pt/programa/2013/premios/lista/. Página visitada em 15 de julho de 2013
  24. IndieLisboa (site) | http://www.indielisboa.com/news_detail.php?lang=1&id=724 (29 de abril de 2013). Página visitada em 29 de abril de 2013
  25. Canal Superior (site) | http://informacao.canalsuperior.pt/cooltura/17912. Página visitada em 28 de maio de 2014
  26. Jornal Observador (site) | http://observador.pt/2014/11/16/amour-fou-venceu-premio-de-melhor-filme-lisbon-estoril-film-festival/. Página visitada em 17 de novembro de 2014
  27. Jornal HardMúsica (site) | http://www.hardmusica.pt/cultura/cinema/27987-para-me-de-repente-o-pensamento-vence-festival-caminhos-de-coimbra.html. Página visitada em 24 de novembro de 2014
  28. «INATEL (site)». Consultado em 16 de dezembro de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]