Estação Ferroviária de Aregos

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Aregos
Automotora na estação de Aregos, em 2015.
Linha(s) L.ª do Douro (PK 78,374)
Coordenadas 41° 6′ N 8° 0′ W
Concelho Baião
Serviços Ferroviários Regional
Serviços Telefones públicos Sala de espera Lavabos Acesso para pessoas de mobilidade reduzida

A Estação Ferroviária de Aregos, igualmente conhecida como Aregos - Caldas de Aregos, é uma interface ferroviária da Linha do Douro, que serve a localidade de Caldas de Aregos, em Portugal.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Ponte Ferroviária de Caldas de Aregos

Localização[editar | editar código-fonte]

A estação situa-se na Freguesia de Santa Cruz do Douro.[1]

Caracterização física[editar | editar código-fonte]

Em 2004, dispunha de duas vias de circulação[2]; em Janeiro de 2011, ainda possuía duas vias, que apresentavam ambas um comprimento de 267 metros, e eram servidas por duas gares, com 257 e 150 metros de extensão, e 45 e 35 centímetros de altura.[3]

Serviços[editar | editar código-fonte]

A estação é utilizada por serviços Regionais e Interregionais de passageiros, assegurados pela transportadora Comboios de Portugal.[4]

História[editar | editar código-fonte]

O troço entre Juncal e Régua da Linha do Douro, onde esta interface se encontra, foi inaugurado em 15 de Julho de 1879[5]; no entanto, em 1901 ainda se encontrava em construção o ramal rodoviário de acesso.[6]

No Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego, decretado em 15 de Fevereiro de 1900, uma das ligações projectadas era a Linha Marginal do Douro, que uniria a cidade do Porto até Mosteirô ou Aregos, passando por Gondomar e Entre-os-Rios.[7]

Em 1950, esta estação era uma das mais importantes interfaces com a camionagem, na Linha do Douro.[8]

Referências literárias[editar | editar código-fonte]

O escritor Eça de Queirós baseou-se nesta interface para criar a fictícia Estação de Tormes, presente na obra A Cidade e as Serras[9]:

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Aregos - Linha do Douro». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 9 de Junho de 2011 
  2. «Linhas de Circulação em Estações». Rede Ferroviária Nacional. Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005: 59-64. 13 de Outubro de 2004 
  3. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Rede Ferroviária Nacional. Directório da Rede 2012: 71-85. 6 de Janeiro de 2011 
  4. «Comboios Regionais - Linha do Douro» (PDF). Comboios de Portugal. 14 de Dezembro de 2014. Consultado em 1 de Junho de 2015 
  5. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652): 528-530. 16 de Outubro de 1956. Consultado em 1 de Junho de 2015 
  6. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1903). «A Viação ordinaria e as linhas do Estado» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (366). pp. 81–82. Consultado em 1 de Junho de 2015 
  7. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1493). 854 páginas. 1 de Março de 1950. Consultado em 9 de Novembro de 2014 
  8. MAIO, José da Guerra (16 de Março de 1950). «A infeliz linha do Douro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1494). pp. 17–20. Consultado em 9 de Novembro de 2014 
  9. «De Barca d'Alva a Tormes: Evocação de Eça de Queirós». Comboios de Portugal. Consultado em 18 de Setembro de 2010. Arquivado do original em 11 de Agosto de 2010 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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