Estação Ferroviária do Pocinho

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Pocinho IPcomboio2.jpg
Estação de Pocinho, em 2006.
Inauguração 10 de Janeiro de 1887
Linha(s) Linha do Douro (PK 171,522)
Linha do Sabor (PK 0,0) (enc.)
Coordenadas 41° 07′ 50,76″ N, 7° 07′ 21,42″ O
Concelho Vila Nova de Foz Coa
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR red.svgIRBSicon LSTR orange.svgR
Horários em tempo real
Serviços Serviço de táxis
Sala de espera
Lavabos Acesso para pessoas de mobilidade reduzida


Logos IP.png

BSicon KBHFa grey.svgPocinho
BSicon HST grey.svgFr. de Numão (Sentido Ermesinde)
BSicon CONTf grey.svg

A Estação Ferroviária do Pocinho é uma interface da Linha do Douro, que serve a localidade do Pocinho, no concelho de Vila Nova de Foz Coa, no Norte de Portugal. Também serviu como entroncamento com a Linha do Sabor durante o seu funcionamento, entre 1911[1] e 1988.[2] Desde 1988 é estação terminal da Linha do Douro, dado o encerramento do troço que se prolongava até Barca d’Alva e Espanha.[3]

Acesso rodoviário à estação do Pocinho.

História[editar | editar código-fonte]

Século XIX[editar | editar código-fonte]

O troço entre Tua e o Pocinho da Linha do Douro foi aberto à exploração em 10 de Janeiro de 1887, tendo sido a estação terminal provisória da Linha até à entrada ao serviço do troço seguinte, até Côa, em 5 de Maio do mesmo ano.[1]

Mapa da Rede Complementar ao Norte do Mondego, mostrando o projecto da Linha do Côa.

Século XX[editar | editar código-fonte]

No Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego, promulgado por um decreto de 15 de Janeiro de 1900, estava prevista uma ligação de via larga entre o Pocinho e Vila Franca das Naves, na Linha da Beira Alta.[4] Esta linha, em conjunto com a do Sabor, tinha sido recomendada pela comissão responsável pelos estudos da rede ferroviária complementar no Norte do país,[5] e era considerada de grande importância, pois ligaria as regiões do Douro e Trás-os-Montes à Beira Alta e ao centro do país.[6] Em Dezembro de 1968, o Gabinete de Estudos e Planeamento de Transportes Terrestres já tinha realizado o estudo para esta linha.[6]

Em 1901, um estudo da operadora Caminhos de Ferro do Estado revelou que esta estação possuía ligações rodoviárias com a Estrada Real n.º 9, em ambas as margens do Rio Douro.[7] Na margem Norte, também era servida por um ramal da Estrada Real n.º 38, de Mirandela a Vila Flor, que entroncava na Estrada Real 9 junto à foz do Rio Sabor, e estava planeada a construção da Estrada Distrital n.º 58, que facilitaria o acesso do Concelho de Alfândega da Fé à estação.[7] A estação do Pocinho era uma das servidas pelo Comboio Porto - Medina, que circulou desde os inícios do Século XX até 1914, e que ligava a cidade do Porto a Salamanca e Medina del Campo.[8] O comboio foi retomado em 1919, mas foi definitivamente suspenso pouco tempo depois.[9]

Em 1913, a estação do Pocinho era servida por carreiras de diligências até Vila Nova de Foz Côa, Touça, Fonte Longa, Poço do Canto e Mêda.[10]

Quando o plano da rede ao Norte do Douro foi revisto, por um decreto de 1 de Abril de 1930, um dos caminhos de ferro de via estreita que foram classificados foi a Linha do Côa, do Pocinho a Idanha-a-Nova, com cerca de 183 km de comprimento.[11] Também se sugeriu, nessa altura, adaptar a Linha do Douro a via algaliada entre Livração e o Pocinho, obra que permitiria ligar todas as linhas de via estreita em Trás-os-Montes, mas causaria grandes perturbações ao tráfego.[11]

Em 1933, a Companhia Nacional de Caminhos de Ferro instalou uma bomba a motor no Rio Douro, para abastecer a toma de água.[12] No ano seguinte, a Comissão Administrativa do Fundo Especial de Caminhos de Ferro aprovou a modificação e a ampliação das vias[13], e a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses fez o calcetamento do cais de transbordo.[14] Em 1935, a Companhia Nacional instalou uma báscula de 20 T nesta estação.[15] Em 1939, a Companhia Nacional de Caminhos de Ferro, concessionária da Linha do Sabor, fez obras de remodelação nos edifícios dos Serviços de Tracção, Oficinas e Movimento e no reservatório, na estação do Pocinho.[16]

Um diploma publicado no Diário do Governo n.º 54, II Série, de 5 de Março de 1953, autorizou a expropriação de várias parcelas de terreno junto à estação do Pocinho, para se proceder a obras de modificação e expansão daquela gare.[17] Nesse ano, a estação do Pocinho era servida pelo menos por duas carreiras de autocarros, uma até Mêda e outra até Viseu por Sernancelhe.[18]

Em 16 e 17 de Maio de 1995, uma comissão do governo fez uma viagem às regiões do Norte e do centro do país, para visitar os empreendimentos da Rede Rodoviária Nacional, tendo o percurso entre Lisboa e o Pocinho, no primeiro dia, sido feito de comboio.[19]

Gare de mercadorias da estação do Pocinho. Ao fundo está a Ponte Rodo-Ferroviária do Pocinho.
Estação do Pocinho, em 2013. Os edifícios ao fundo no centro eram um posto de manutenção para material circulante de via estreita.

Ligação à Linha do Sabor[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Linha do Sabor#História

Em 30 de Abril de 1884, a Junta Geral do Distrito de Bragança enviou uma representação à Câmara dos Deputados, para pedir a construção das linhas de Foz Tua a Mirandela e do Pocinho a Miranda do Douro.[20] Este pedido foi repetido em 2 de Julho de 1890, quando a Câmara Municipal de Mirandela enviou uma representação à Câmara dos Deputados.[21]

Em 1899, o engenheiro Cachapuz, que representava uma sociedade de financeiros italianos, pediu autorização ao estado para instalar diversas linhas férreas em Portugal, tendo uma delas sido do Pocinho a Moncorvo.[22] Em 15 de Agosto desse ano, o Ministro das Obras Públicas fez uma visita ao Pocinho.[23] Ainda nesse ano, a comissão que tinha sido formada para estudar o Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego propôs a construção da linha a partir do Pocinho, que serviria para transportar o minério de ferro do Reboredo e os alabastros de Vimioso, e que seria de via larga para evitar os transbordos no Pocinho.[24] Devido à oposição do Conselho Superior de Guerra, o projecto foi mudado de forma a que o lanço de via larga fosse só até Carviçais, enquanto que o resto da linha seria de via estreita.[24] Foi desta forma que a linha foi classificada no Plano da Rede, decretado em 15 de Fevereiro de 1900.[24] Em 1901, o ministro Manuel Francisco de Vargas ordenou que fosse aberto o concurso para a construção da ponte do Pocinho, que seria para uso ferroviário e rodoviário, tendo o contrato sido assinado em 1903.[24] No entanto, devido às grandes dificuldades em construir em via larga no terreno montanhoso na margem Norte do Rio Douro, e à facilidade com que o transbordo do minério podia ser feito no Pocinho, decidiu-se que a linha poderia ser totalmente de bitola estreita, com a Ponte do Pocinho preparada desde logo para futuramente receber via larga, caso no futuro se pensasse em alargar a bitola da linha.[24][25] Em 3 de Outubro de 1903, foi concluído o ante-projecto para a ampliação do Pocinho, de forma a albergar também a nova linha[26], que foi apresentado ao Conselho Superior de Obras Públicas ainda nesse mês.[27] As alterações no Pocinho foram feitas de forma a facilitar tanto quanto possível a transferência das mercadorias, especialmente minérios e alabastros, da linha estreita para a via larga.[25] Em Abril de 1904, foi aprovado o projecto para a linha do Pocinho a Miranda do Douro, e pouco depois iniciaram-se as obras.[24]

O primeiro troço da Linha do Sabor, entre o Pocinho e Carviçais, foi concluído nos princípios de 1911[24], e entrou ao serviço em 17 de Setembro desse ano.[28] Após 1947, as locomotivas de via estreita E61 e E41 realizaram manobras nesta estação.[29] Na década de 1950, verificou-se um grande aumento no tráfego da Linha do Sabor, tendo chegado a ser organizados dois a quatro comboios diários de minério das Minas de Reboredo até ao Pocinho, onde era transbordado para vagões de via larga, e depois transportado até ao Porto de Leixões com destino ao Reino Unido.[30]

Em 1988, foram encerrados os serviços na Linha do Sabor, e no troço entre Pocinho e Barca d’Alva da Linha do Douro.[2] Esta decisão foi tomada no âmbito da estratégia do governo para os transportes nessa altura, que beneficiou a construção de auto-estradas em detrimento do transporte ferroviário.[31]

Automotora 0609 da operadora Comboios de Portugal na estação do Pocinho, em 2002.
Comboio de mercadorias na estação do Pocinho, em 2010.

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 2008, a Comissão de Coordenação da Região Norte estava a procurar operadores privados para a recuperação do troço entre Pocinho e Barca de Alva, e o seu aproveitamento para a circulação de comboios turísticos, rebocados por locomotivas a vapor, enquanto que a Rede Ferroviária Nacional considerava aquele lanço como sendo susceptível de ser transformando numa via verde.[32]

Em Novembro de 2009, o lanço da Linha do Douro entre as estações do Tua e da Régua foi encerrado devido ao clima adverso e à queda de barreiras, tendo sido organizado um serviço rodoviário de substituição entre a Régua e o Pocinho.[33] Em 25 de Dezembro do mesmo ano, ocorreu uma grande derrocada na Linha do Douro entre as estações do Tua e do Pocinho, interrompendo a circulação naquele lanço.[34] Em Fevereiro de 2010, a Rede Ferroviária Nacional relatou que já se tinham iniciado as obras, prevendo que o lanço iria ser reaberto nos finais de Março.[35] Entretanto, a ligação entre as duas estações foi feita através da utilização de autocarros e táxis.[36]

Em Abril de 2011, o coordenador da Estrutura de Missão Douro, Ricardo Magalhães, chamou a atenção para a necessidade de reabrir o lanço entre o Pocinho e Barca de Alva e a ligação internacional, defendendo que esta iniciativa seria de grande interesse do ponto de vista regional, devido ao impulso que daria ao turismo.[37] Naquela altura, a iniciativa para reabrir a linha já tinha o apoio do governo espanhol, e incluiria os municípios locais, a administração regional e os promotores do turismo e da indústria vinícola.[37]

Em 27 de Janeiro de 2012, quatro jovens espanhóis foram detidos por militares da Guarda Nacional Republicana na estação do Pocinho, quando estavam a fazer graffitis num comboio estacionado.[38] Os jovens foram apresentados no Tribunal de Foz Côa, que determinou uma caução no valor de 200 euros, e aplicou uma medida de coação de termo de identidade e residência.[38]

Em Novembro de 2016, o Bloco de Esquerda criticou o estado de abandono da Linha do Douro e a degradação dos serviços naquele eixo, tendo defendido a realização de obras nas estações e a electrificação do lanço até à Régua, e posteriormente até ao Pocinho e à fronteira.[39] Este comunicado surgiu na sequência do Plano Ferrovia 2020, que previa a instalação da tracção eléctrica até Marco de Canaveses, e que deveria ter sido concluído até 2016.[39] Em 26 de Novembro de 2018, a operadora Comboios de Portugal suspendeu a circulação no lanço da Linha do Douro entre Caíde e Marco de Canaveses, tendo garantido a circulação normal dos comboios no troço restante da linha, desde aquele ponto até ao Pocinho.[40][41]

Em Junho de 2019, a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial e a Fundação Museu do Douro iniciaram uma petição para a modernização de toda a Linha do Douro, incluindo o lanço do Pocinho a Barca de Alva, que deveria ser reaberto à circulação.[31] Esta petição atingiu mais de treze mil assinaturas, um número muito superior às quatro mil que eram necessárias para levar o assunto ao parlamento, tendo sido entregue em 9 de Janeiro.[31]

Em Outubro de 2019, o presidente da Câmara do Peso da Régua, José Manuel Gonçalves, questionou a empresa Comboios de Portugal sobre uma planeada supressão dos serviços Regionais e Inter-Regionais na Linha do Douro, incluindo três comboios diários Inter-Regionais em cada sentido entre Peso da Régua e o Pocinho, tendo aquela operadora assegurado que não estava programada a suspensão de quaisquer serviços na linha.[42] O autarca perguntou igualmente se a companhia estava a planear a substituição do material circulante, e se aquele que foi empregue durante as obras de electrificação iria regressar ao serviço da linha entre Marco de Canaveses e Pocinho, tendo a empresa respondido que estava a ser estudadas várias alterações, mas que não iriam ser postas em prática nessa altura.[42]

Painel de azulejos, na gare de passageiros da Estação.

Descrição[editar | editar código-fonte]

A estação situa-se junto à localidade do Pocinho, com acesso pela Rua da Estação.[43]

Em Janeiro de 2011, possuía duas vias de circulação, ambas com 817 m de comprimento, e duas plataformas, com 139 e 42 m de comprimento, e 35 cm de altura; também tinha um serviço de informação ao público, prestado pela Rede Ferroviária Nacional.[44] Em Outubro de 2003, a Rede Ferroviária Nacional prestava aqui os serviços de tratamento de mercadorias, manobras, e limpeza de carruagens e vagões.[45] Em Junho de 2007, também tinha um serviço de abastecimento de água,[46] e em Outubro de 2004 apresentava a classificação E da Rede Ferroviária Nacional.[47]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. a b REIS et al, 2006:150
  3. AROSO, Alberto (Agosto de 2005). «A Importância da Interoperabilidade dos Transportes Ferroviário e Fluvial na Estratégia de Desenvolvimento do Turismo do Vale do Douro». Transportes em Revista (30). p. 6-14 
  4. SOUSA, José Fernando de; Esteves, Raul (1 de Março de 1935). «O Problema da Defesa Nacional» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1133). p. 101-103. Consultado em 15 de Março de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
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  19. A Rede Rodoviária Nacional, Anexo 9-10
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  47. «Classificação de Estações e Apeadeiros de acordo com a sua utilização». Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005. Rede Ferroviária Nacional. 13 de Outubro de 2004. p. 81-83 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel et a (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
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Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • ABREU, Carlos (2015). A Linha do Vale do Sabor. Um Caminho-de-Ferro Raiano do Pocinho a Zamora. Valongo: Lema d`Origem. ISBN 9789898342591 
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  • VILLAS-BOAS, Alfredo Vieira Peixoto de (2010) [1905]. Caminhos de Ferro Portuguezes. Lisboa e Valladollid: Livraria Clássica Editora e Editorial Maxtor. 583 páginas. ISBN 8497618556 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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