Flaviano Melo

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Flaviano Melo
Flaviano Melo
Prefeito Rio BrancoRio Branco
Período 1983 -1986
2001 -2002
Antecessor(a) Não disponível
Mauri Sérgio
Sucessor(a) Adalberto Aragão
Isnard Leite
Governador  Acre
Período 15 de março de 1987
2 de abril de 1990
Antecessor(a) Iolanda Fleming
Sucessor(a) Édison Cadaxo
Senador  Acre
Período 1991 -1999
Antecessor(a) Mário Maia
Sucessor(a) Tião Viana
Deputado federal  Acre
Período 1 de fevereiro de 2007
1 de fevereiro de 2019
Dados pessoais
Nascimento 17 de novembro de 1949 (67 anos)
Rio Branco, AC
Cônjuge Antonia Cruz Melo (Toinha) (Falecida em 2014)[1]
Partido MDB (1969–1980)
PMDB (1980–presente)
Profissão Engenheiro Civil
linkWP:PPO#Brasil

Flaviano Flávio Baptista de Melo (Rio Branco, 17 de novembro de 1949) é um engenheiro civil e político brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Ex-prefeito de Rio Branco por dois mandatos, ex-governador do Estado do Acre e, atualmente, Deputado Federal por este estado.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Engenharia civil pela Faculdade de Engenharia Civil de Barra do Piraí, atual UGB, e pela Universidade do Estado da Guanabara, trabalhou na construção da Ponte Rio-Niterói entre 1973 e 1974 e na construtora Mendes Júnior entre 1975 e 1983.

Ingressou na vida política em 1969, filiando-se ao MDB e, em 1980, com a abertura política, ao PMDB.

Seu primeiro cargo público foi o de prefeito de Rio Branco (1983-1986), por nomeação do governador Nabor Júnior, a quem sucedeu após a vitória nas eleições de 1986.

Em 1990 foi eleito senador. Em 1994 disputou mais uma vez o governo do Acre, mas foi derrotado por Orleir Cameli. Sofreu nova derrota quando tentou se reeleger ao Senado em 1998, sendo vencido, desta vez, pelo petista Tião Viana.

Em 2000 elege-se prefeito de Rio Branco em primeiro turno. Todavia, renunciou ao cargo em 2002 para disputar o governo do estado novamente. Acabou vencido pelo candidato à reeleição, Jorge Viana. No pleito de 2006 foi eleito deputado federal e, em 2010 e 2014, foi reeleito. Nesta última obteve 18.372 votos, sendo o sétimo mais votado entre os 8 eleitos.

Acusações[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

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