Kaká Barbosa

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Kaká Barbosa
Deputado estadual pelo  Amapá
Período 1 de fevereiro de 2003
até atualidade
Presidente da Assembleia Legislativa do Amapá
Período 31 de março de 2016
até atualidade
Dados pessoais
Nome completo José Carlos Carvalho Barbosa
Nascimento 12 de janeiro de 1966 (55 anos)
Recife, PE
Partido PST (2001-2003)
Prona (2003-2005)
PTdoB (2005-2018)
PL (2018-presente)
Profissão Economista e Empresário

José Carlos Carvalho Barbosa, mais conhecido como Kaká Barbosa (Recife, 12 de janeiro de 1966) é um empresário e político brasileiro filiado ao PL.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira política em 2002 ao ser eleito deputado estadual pelo PST [1]. Foi reeleito deputado estadual em 2006, 2010 e 2014 pelo PTdoB.

Em 2018, Kaká Barbosa se filiou ao Partido Liberal (2006) (PL)[2].

Em 2015, assumiu interinamente a presidência da Assembleia Legislativa, devido ao afastamento por ordem judicial do presidente Moisés Souza (PSC). Em fevereiro de 2016, com a cassação de Souza, Kaká assume efetivamente a presidência da Assembleia, sendo reeleito para o mesmo cargo em 2017, 2019 e 2020 [3] .

Denúncia e condenações judiciais[editar | editar código-fonte]

O deputado foi denunciado pelo MP-AP em 2014 por improbidade administrativa. A ação foi ingressada na esfera cível e criminal, pelo recebimento ilegal de R$ 1,2 milhão em verbas indenizatórias indevidas no período de 2011 e 2012. [4] .

Entre o reembolso solicitado pelo deputado estava R$ 186 mil em locações de veículos com uma empresa de fachada em nome de uma pessoa morta. Pelo mesmo crime, o MP ainda denunciou, à época, o então presidente da Alap Moisés Souza (PSC) e o primeiro-secretário Edinho Duarte (PP). Em 2017, O Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) condenou Kaká Barbosa por improbidade administrativa e determinou a devolução de R$ 472 mil aos cofres públicos. [5] .

Em junho de 2018, em decisão unânime da Câmara Única do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), os desembargadores Sueli Pini, Manoel Brito e João Lages mantiveram uma decisão da 5ª Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá que determinou o bloqueio de R$ 568 mil das contas do deputado estadual. Em 2019, Kaká se tornou réu no processo[6].


Referências

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