Maria Sangrenta

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Bloody Mary (conhecida também como Maria Sangrenta, ou Bruxa do Espelho ) é uma lenda urbana que faz parte do folclore ocidental (e oriental, como visto em algumas produções do gênero cinematográfico). De acordo com a lenda, caso seu nome seja pronunciado três vezes em frente a um espelho, ela aparecerá para alguem que tenha envolvimento com alguma morte e tenha mantido segredo e arrancará seus olhos. Dizem que Mary foi executada há 100 anos atrás, seus olhos foram arrancados e ela foi morta e deixada na frente de um espelho, ela foi morta por um cirurgião mesmo quase morrendo a garota tentou ter forças para revelar seu assassino e com as mãos cheias de sangue fez um T no espelho ( o T era marca registrada do cirurgião). Dizem que bloody mary não é nada mais que uma justiceira, a história também relata que ela deixa gravado o nome de quem foi morto sem ter justiça antes de matar o assassino ou envolvido.

Essa lenda é originária nos Estados Unidos e foi exportada para o Brasil, com o nome de "Loira do Banheiro" , tendo sofrido diversas alterações. Também existe a lenda em que Bloody Mary era uma menina com uma doença incurável, e que em numa noite, morreu devido a essa doença e seu pai, que era médico, decidiu logo enterrá-la num caixão no jardim. Sua mãe esteve sempre lá no jardim à noite e de dia, e seu pai sabia que se ela continuasse ali, iria morrer devido ao frio. Então injetou morfina na mãe para lhe poder levar para dentro. Seu pai, também médico de Mary, juntou um sino ao caixão para que, se ela se mexesse, o sino tocasse . Na manhã do dia seguinte seu pai foi ao jardim e viu o sino todo destruído, então começou a cavar e abriu o caixão, mas nessa altura Mary já teria morrido devido à falta de oxigénio, mas seu pai havia reparado que as mãos de Mary estavam cheias de sangue e a porta do caixão estava todo ensanguentado e arranhado e que Mary não tinha suas unhas, pois estas estavam coladas à porta do caixão. Em outras vertentes, a lenda da Maria Sangrenta foi baseada na rainha inglêsa Maria I, da dinastia Tudor, cujo reinado foi marcado por fome, peste e perseguições religiosas. Também matando das mais variadas maneiras as suas vitimas.

A loira do banheiro, por outro lado, se difere da Bloody Mary anglo-saxã pelo fato de ser relacionada especificamente a um banheiro, além de que sua historia é outra: uma jovem que amava matar aula ao se esconder no banheiro de sua escola, e que um dia escorregou, bateu a cabeça no vaso e faleceu. Foram postos tecos de algodão em suas narinas para impedir sangramentos pós-mortem e liberação de odores, que dá à loira uma aparencia macabra, sendo esta vertente a mais comum no Brasil. É também invocada num banheiro (nem sempre de escola) ao performar três descargas e ser chamada três vezes pelo nome. Em muitas versões, ela não simplesmente mata quem a provocou, mas também começa a assombrar o banheiro do colégio onde fora invocada.

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