Museu de Valores do Banco Central

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Museu de Valores do Banco Central
Tipo Numismático, Artístico, cultural, memorial e Histórico.
Inauguração 31 de agosto de 1972 (45 anos)
Curador Banco Central do Brasil
Website http://www.bcb.gov.br/?museu
Geografia
Localidade Brasília, DF,
 Brasil

O Museu de Valores do Banco Central é um museu brasileiro, com sede em Brasília, no Distrito Federal e salas de exposição nas gerências-regionais de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Recife e São Paulo. Seu acervo é composto de cédulas, moedas e outros valores impressos, barras de ouro, medalhas e curiosidades numismáticas ligadas ao dinheiro e a tecnologia de sua fabricação.

História[editar | editar código-fonte]

Inaugurado no dia 31 de agosto de 1972, como parte dos eventos comemorativos dos 150 anos da Independência do Brasil, no Palacete da antiga Caixa de Amortização.[1]

Acervos[editar | editar código-fonte]

O Museu de Valores possui uma coleção de moedas e cédulas brasileiras, com peças representativas de todos os períodos da história do país. Esta coleção inclui exemplares de extrema raridade, como é o caso da chamada "Peça da Coroação", da qual restam apenas 64 moedas, para comemorar a coroação de D. Pedro I como imperador do Brasil, em 1822. O imperador não gostou da forma que foi retratado na moeda (com uma coroa de louros à maneira dos Césares) e ordenou a destruição delas.[2] Reunindo desde antigas moedas chinesas até os mais recentes valores lançados por diversos países, a coleção estrangeira do Museu de Valores do Banco Central permite acompanhar a evolução tecnológica do dinheiro no mundo e as transformações por que passaram os diversos povos no decorrer do tempo. Para isso, a instituição conta também com paineis explicativos e curiosidades sobre a história e evolução do dinheiro no mundo, a história e evolução do dinheiro no Brasil e o a história do cifrão, símbolo utilizado para representar quantias financeiras atualmente.[3]

O museu também é responsável por guardar objetos que guardam afinidade com o universo dos valores monetários, como medalhas, condecorações, sinetes, pesos monetários e mercadorias que já foram utilizadas como meios de pagamentos. Nesse meio, estão inclusas também peças representativas dos processos de fabricação do dinheiro, em suas diversas etapas, formando uma coleção de Tecnologia: desenhos originais, matrizes, cunhos, discos monetários, papéis de segurança, estudo de cores, folhas progressivas etc.

Por fim, o Banco Central do Brasil é o órgão responsável pela reserva-ouro brasileira. Em razão disso o Museu tem condições de expor ao público exemplares de barras de ouro, pepitas e outras curiosidades que mostram a beleza, a raridade e a utilidade desse metal precioso que sempre provocou fascinação no ser humano. Em destaque, pode-se ver a maior pepita de ouro já encontrada no Brasil: pesa 60,820 kg (52,332 kg de ouro contido) e foi encontrada no garimpo de Serra Pelada, no Estado do Pará.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. BRASIL, Banco Central do . Do Mil-Réis ao Cruzado Novo - Museu de Valores do Banco Central. Brasília; Banco Central do Brasil, 1989
  2. «Acervo». www.bcb.gov.br. Consultado em 24 de setembro de 2017 
  3. «Banco Central do Brasil». www.bcb.gov.br. Consultado em 24 de setembro de 2017 
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