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Reinaldo de Barros

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(Redirecionado de Reynaldo de Barros)
Reinaldo de Barros
Reinaldo de Barros em 1979.
Prefeito de São Paulo
Período12 de julho de 1979 até 14 de maio de 1982
Nomeado porPaulo Maluf
Antecessor(a)Olavo Setúbal
Sucessor(a)Antônio Salim Curiati
Secretário Municipal de Obras e Vias Públicas de São Paulo
Período1° de janeiro de 1993 até 12 de abril de 1998
PrefeitosPaulo Maluf (1993-1996)
Celso Pitta (1997-1998)
Sucessor(a)Alfredo Mário Savelli
Dados pessoais
Nascimento14 de maio de 1931
São Paulo, São Paulo, Brasil
Morte11 de fevereiro de 2011 (79 anos)
São Paulo, São Paulo, Brasil
PartidoARENA (1980)
PDS (1980-1993)
PPR (1993-1995)
PPB (1995-2003)
PP (2003-2011)
AssinaturaAssinatura de Reinaldo de Barros

Reinaldo Emídio de Barros[a] (São Paulo, 14 de maio de 1931São Paulo, 11 de fevereiro de 2011) foi um engenheiro civil e político brasileiro.

Reinaldo era filho de Antônio Emídio de Barros Filho e de Maria Antonieta Ferreira. Seu pai foi suplente do senador Lino de Matos, tendo assumido interinamente a a vaga entre junho de 1955 e abril de 1956.

Seu tio, Geraldo Pereira de Barros, foi deputado federal entre 1963 e 1967. Outro de seus tios, Ademar de Barros, foi interventor em São Paulo de 1938 a 1941 e duas vezes governador do mesmo estado (1947-1951 e 1963-1966).[1]

Seu filho, Reynaldo de Barros Filho, foi deputado estadual em São Paulo de 1995 a 2003.[1]

Formado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Reinaldo foi indicado pelo então governador de São Paulo, Paulo Maluf, a exercer o cargo de prefeito da capital. Desincompatibilizou-se da prefeitura em 1982 para concorrer ao governo do estado, perdendo a eleição para André Franco Montoro. Em 1986, candidatou-se a vice-governador na chapa de Paulo Maluf, também derrotada.[1]

Foi Secretário Municipal de Obras e Vias Públicas durante o primeiro ano da gestão de Jânio Quadros, em 1986, ao longo de todo o mandato de Maluf (1993-1996) e no início da administração de Celso Pitta, em 1997 e 1998.[2]

Reynaldo de Barros faleceu aos 79 anos no Hospital Sírio-Libanês. A família do ex-prefeito preferiu manter o silêncio, sendo o jornal O Estado de S. Paulo o único veículo de comunicação a relatar o falecimento.[3]

Notas

  1. Na grafia original, anterior ao Formulário Ortográfico de 1943 e mantida ao longo de sua vida, Reynaldo Emygdio de Barros.

Referências

  1. a b c Luís Otávio de Sousa e Marcelo Costa (2009). «Reynaldo Emygdio de Barros». Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 4 de maio de 2020 
  2. Cleusa Turra e Rogério Gentile (24 de dezembro de 1998). «O dia em que Celso Pitta disse não a Maluf:Prefeito rejeitou pedido de manter Edevaldo Alves da Silva e Reinaldo de Barros no secretariado». Folha de S.Paulo-Cotidiano. Consultado em 4 de maio de 2020 
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 15 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 8 de novembro de 2014 

Precedido por
Olavo Setúbal
Prefeito de São Paulo
19791982
Sucedido por
Antônio Salim Curiati
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