Sociedade Alternativa

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"Sociedade Alternativa"
Canção de Raul Seixas
do álbum Gita
Lançamento junho de 07 (07-1974)
Formato(s)
Gravação Entre março e maio de 1974
Estúdio(s) Estúdios CBD, no Rio de Janeiro
Gênero(s) Rock
Duração 2:55
Gravadora(s) Polygram, através do selo Philips
Composição Raul Seixas e Paulo Coelho
Produção Marco Mazzola
Faixas de Gita
Sessão das 10
(6)
O Trem das 7
(8)

Sociedade Alternativa é uma canção do cantor e compositor brasileiro Raul Seixas, lançada como parte do álbum Gita pela gravadora Polygram, através do selo Philips, em julho de 1974. A música foi gravada nos estúdios CBD, no Rio de Janeiro, entre março e maio daquele ano, durante as sessões de gravação do disco. Foi pensada como uma canção-hino para a mensagem que o cantor e seu parceiro, Paulo Coelho, queriam passar. Para esse fim, teve uma execução triunfalista com a mistura de naipe de metais e um coro.

Parceria entre Paulo Coelho e Raul Seixas[editar | editar código-fonte]

Paulo Coelho, parceiro de Seixas na composição desta canção.


Gravação e resenha musical[editar | editar código-fonte]

A canção foi registrada nas sessões de gravação do álbum Gita nos estúdios CBD, no Rio de Janeiro, entre os meses de março e maio de 1974. Como foi arquitetada como uma espécie de hino para a tal sociedade, Raul Seixas e Miguel Cidras projetaram um arranjo triunfalista para a canção. Ela é acompanhada por um extenso naipe de metais (trompete, trompa, sax tenor, sax barítono) e de um coro triunfalista, além de uma batida de bateria constante e forte, marcando a canção quase como uma marcha.[1]

Legado[editar | editar código-fonte]

Para a surpresa e delírio do público brasileiro, Bruce Springsteen abriu seu show no Rock in Rio 2013 dizendo "Obrigado, Raul Seixas" e cantando "Sociedade Alternativa" - em português - consagrando internacionalmente a genialidade de Raul através da homenagem de um astro internacional do calibre de Springsteen.[2][3]

Referências

  1. Medeiros, 2019.
  2. Duran/AgNews, Thiago. «Bruce Springsteen canta Raul e cai nos braços do público». HOME. Consultado em 24 de fevereiro de 2020 
  3. «Por que ninguém perguntou a Bruce sobre Raul? - André Barcinski». André Barcinski. Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de fevereiro de 2020 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MEDEIROS, Jotabê. Raul Seixas: Não diga que a canção está perdida. São Paulo: Editora Todavia, 2019.
  • SANTOS, Vitor Cei. Novo aeon: Raul Seixas no torvelinho de seu tempo. Rio de Janeiro: Multifoco, 2010.
  • SOUZA, Lucas Marcelo Tomaz de. Eu devia estar contente: a trajetória de Raul Santos Seixas. Dissertação de mestrado. Marília: Unesp, 2011.
  • RADA NETO, José. O Iê-Iê-Iê Realista de Raul Seixas: trajetória artística e relações com a indústria cultural. Monografia de Conclusão de Curso. Florianópolis: UFSC, 2013.