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Tanabi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Não confundir com Tanabe.
Tanabi
Município do Brasil
Hino
Lema Semper Fluit Flumen Papilionum
"Sempre Corre o Rio das Borboletas"
Gentílico tanabiense
Localização
Localização de Tanabi em São Paulo
Localização de Tanabi em São Paulo
Localização de Tanabi em São Paulo
Tanabi está localizado em: Brasil
Tanabi
Localização de Tanabi no Brasil
Mapa
Mapa de Tanabi
Coordenadas 20° 37′ 33″ S, 49° 38′ 56″ O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Região metropolitana São José do Rio Preto
Municípios limítrofes Bálsamo, Mirassolândia, Cosmorama, Palestina, Sebastianópolis do Sul e Monte Aprazível
Distância até a capital 477 km
História
Fundação 4 de julho de 1882 (143 anos)
Administração
Prefeito(a) Alexandre Silveira Bertolini (PSB)
Características geográficas
Área total [1] 745,8 km²
População total (IBGE/2022[2]) 25 265 hab.
Densidade 33,9 hab./km²
Clima tropical semiúmido
Altitude 518 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[3]) 0,792 alto
PIB (IBGE/2009[4]) R$ 296 018 mil
PIB per capita (IBGE/2009[4]) R$ 12 037,64

Tanabi é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado na região metropolitana de São José do Rio Preto, interior de São Paulo.[5] Possui uma população de 25.265 habitantes[6] (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2022) e área de 745,8 quilômetros quadrados.[1] Localiza-se a 477 quilômetros da cidade de São Paulo. O município é formado pela sede, pelo distrito de Ibiporanga e pelos bairros rurais de Ecatu e Vila Rincão.

Toponímia

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"Tanabi" é derivado do guarani antigo tanambi, que significa "borboleta".[7]

História

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Em 1860, às margens do Rio Jataí, no local onde hoje é a Praça "Stélio Machado Loureiro", antes chamada "24 de Outubro", o terreno fora convenientemente montado e, da clareira aberta na mata em volta, o índio Joaquim Francisco de Andrade (Joaquim Chico), remanescente da tribo dos Caiapós, construiu uma choupana, onde instalou uma venda, após abrir uma picada que ligava o local às proximidades de São José do Rio Preto, de onde trazia cachaça, fumo, rapadura e outros produtos, os quais comercializava no local.[8]

Foi considerado o primeiro habitante do local, embora houvesse outros residentes nas cercanias, junto à confluência dos rios Jataí e do Mangue, ou Bacuri, onde repontavam raras choupanas onde viviam pacatos roceiros.[8]

Em 4 de julho de 1882, foi erguido um cruzeiro, marco da fundação do arraial de Jataí, nome primitivo conservado até 1907. Tomaram parte no ato não só o fundador Joaquim Chico como, ainda, Hilário de Souza Rozendo, Agostinho Pereira, Manoel Francisco da Silva, Joaquim Euzébio e Bento Perez de Souza, este último carpinteiro ao qual confiaram a incumbência de lavrar o madeiro que, a golpes de enxó, lavrou o rijo cerne e o transformou em símbolo de suas aspirações religiosas, o qual foi considerado o marco da fundação.[8]

Na data epigrafada, num meio dia estival, lá estavam os moradores reunidos e irmanados por um só desejo – conduzir, em procissão, o pesado lenho de rija aroeira. Feito isto, postaram-no para descanso ao lado de profunda escavação recém-aberta na terra vermelha e dadivosa. Entre vivas e rojões, salvas de garrucha e gritos de alegria, é alçado o majestoso cruzeiro que, paulatinamente, toma posição vertical; seus braços sagrados, onde se divisam os instrumentos de suplício a recordar a divina imolação, proclamam, altissonantes, que, na zona pioneira do Estado, mais uma citânia surgia que, desde então, batizaram com o expressivo topônimo Jataí.

Logo após, junto ao emblema da fé, num altar improvisado, todo enfeitado de flores silvestres, ajoelharam-se todos, contritos e piedosos, como convém às almas simples, a rezar o terço tradicional do interior brasileiro. E a tradição guardou o nome dos que tomaram parte nesse ato de fé e civismo, e foram personagens importantes na fundação da localidade, João Barbosa do Amaral, Leonildo Bataglia, José Siriani que foi prefeito em duas ocasiões, e Polinice Celari, o alferes, como era conhecido, e que foi o primeiro subdelegado do local.[9] Padres missionários vindos de São Francisco de Sales (MG), celebraram missa e os moradores da vizinhança festejaram o acontecimento.[8]

Em 21 de maio de 1887, Francisco de Souza Lopes e sua mulher, Maria Francisca da Conceição, Joaquim José de Souza e sua mulher Gertrudes de Souza Martins e Maria Rosária da Conceição doaram o patrimônio da cidade composto de 75 alqueires e sob a de invocação de Nossa Senhora da Conceição, onde já havia uma capela, doação essa mais tarde confirmada por José Teodoro Ferreira Lemos e sua mulher.[8]

E foi essa rústica ermida de palha que deu o nome ao lugar então conhecido por "Capela do Jataí" e que, nove anos mais tarde, em 1891, foi substituída pela igreja feita de tijolos.

Em 1895, foram iniciados os estudos para abertura da estrada do Taboado, que foi concluída em 1900, e a partir daí o povoado passou a existir em função dessa estrada. Por ela tropas e boiadas, peões e boiadeiros formaram o ponto inicial do vilarejo.[8]

Formação territorial-administrativa

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Histórico da formação do município:[10][11]

  • Por Ato de 08/10/1901, é criado o distrito policial de Conceição do Jataí, no município de São José do Rio Preto.[9]
  • Distrito criado com a denominação de Tanabi, pela Lei Estadual n.º 992, de 01/08/1906. Sede no distrito policial de Conceição do Jataí.[12]
  • Elevado à categoria de município com a denominação de Tanabi, pela Lei Estadual n.º 2.009, de 23/12/1924, desmembrado do município de Rio Preto. Sede no distrito de Tanabi. Instalado em 13/03/1925.[13]
Estado de São Paulo (1933), época em que Tanabi era o segundo maior município paulista.

Nesta época, com uma área territorial de 11 176 km², Tanabi era o segundo maior município do estado de São Paulo, ficando atrás somente de Araçatuba.[14]

  • Pela Lei Estadual n.º 2.179, de 27/12/1926, é criado o distrito de Vila Monteiro (atual Álvares Florence).[15]
  • Pela Lei Estadual n.º 2.180, de 27/12/1926, é criado o distrito de Américo de Campos.[16]
  • Pela Lei Estadual n.º 2.659, de 09/09/1936, é criado o distrito de Cosmorama, formado com parte do território do distrito sede de Tanabi e com o distrito policial de Piassava (atual povoado de Santo Antônio do Viradouro), este transferido do distrito de Vila Monteiro.[17]
  • Pelo Decreto Estadual n.º 9.775, de 30/11/1938, o município de Tanabi perdeu parte do território do distrito de Cosmorama para a formação do novo município de Pereira Barreto.
Estado de São Paulo (1939-1944), período em que Tanabi era o maior município paulista.

Em 1938, mesmo perdendo território para o recém criado município de Pereira Barreto, Tanabi passou a ser o maior município do estado de São Paulo, com uma área territorial de 7 657 km², permanecendo nessa condição até 1944.[18]

  • Pelo Decreto Estadual n.º 11.054, de 24/04/1940, é criada no distrito de Vila Monteiro a 2.ª zona distrital (Votuporanga).[19]
  • Pelo Decreto Estadual n.º 11.069, de 04/05/1940, o distrito de Vila Monteiro passa a denominar-se Monteiro.[20]
  • Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 12.886, de 24/08/1942, é criada no distrito de Monteiro a 3.ª zona distrital (Brasilândia).[21]
  • Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 12.887, de 24/08/1942, é criada no distrito de Monteiro a 4.ª zona distrital (Cardoso).[22]
  • Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 13.010, de 24/10/1942, é criada no distrito sede a 2ª zona distrital (Ibiporanga).[23].
  • Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 14.334, de 30/11/1944:
    • desmembra do município de Tanabi a 2.ª zona distrital de Monteiro (Votuporanga), e a 3.ª zona distrital de Monteiro (Brasilândia), este último junto com o povoado de Vila Pereira (atual Fernandópolis), elevando-os à categoria de município.
    • o município de Tanabi perdeu parte do território dos distritos de Américo de Campos e Cosmorama para a formação dos novos municípios de Fernandópolis e Votuporanga.
    • o distrito de Igapira (ex-Monteiro) e a 4.ª zona distrital de Monteiro (Cardoso) foram transferidos do município de Tanabi para o novo município de Votuporanga.
    • é criado o distrito de Ibiporanga com a 2ª zona distrital da sede.
Mapa de Tanabi (1944).
  • A Lei Estadual n.º 233, de 24/12/1948, desmembra do município de Tanabi os distritos de Américo de Campos e Cosmorama, elevando-os à categoria de município.
  • Pela Lei Estadual n.º 2.456, de 30/12/1953, o município de Tanabi perdeu parte do território para o distrito de Engenheiro Balduíno, no município de Monte Aprazível.

Geografia

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Localiza-se a uma latitude 20°37'35" Sul e a uma longitude 49°38'57" Oeste, estando a uma altitude de 518 metros.

Hidrografia

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Demografia

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População

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Crescimento populacional
Ano População Total
19257 108
193428 618302,6%
193730 5956,9%
194052 37771,2%
194638 588−26,3%
195017 316−55,1%
195818 7578,3%
196021 16112,8%
197020 437−3,4%
198020 294−0,7%
199121 5136,0%
200022 5875,0%
201024 0556,5%
202225 2655,0%
Est. 202426 021[24]3,0%
Fontes:[25][26][27][28]
Censos Demográficos IBGE e Estimativas SEADE

Dados demográficos

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Dados do Censo - 2010:

População total: 24 055[1]

  • Urbana: 21 735
  • Rural: 2 320
  • Homens: 12 042[29]
  • Mulheres: 12 013

Densidade demográfica (hab./km²): 32,25

Taxa de alfabetização: 93,0%[30]

Política e administração

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Tanabi é um município que tem grande força na indústria, destacando-se principalmente na produção de alumínio, móveis e calçados, conta também com uma usina que produz açúcar e álcool. Além da indústria, a pecuária, a agricultura e o comércio movimentam a economia do município. Tanabi conta com várias agências bancárias como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Banco Santander.

Infraestrutura

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Comunicações

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O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1974 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que também implantou o sistema de discagem direta à distância (DDD) em 1977 com o código de área (0172).[31] Anteriormente a cidade era atendida pela Cia. Telefônica Rio Preto,[32][33] empresa administrada pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB).[34]

Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (017), para padronização do sistema telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.[35]

Cultura e lazer

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Jorge Tadeu Colombo do Nascimento, o prof. Jorge Colombo, atualmente na Seleção Peruana de Futebol, foi preparador físico da Seleção Brasileira Feminina de Futebol campeã Sul-americana em 2018 no Equador. Jorge nasceu em Tanabi no dia 03/09/1983 na Santa Casa São Vicente de Paula e foi o preparador físico da Seleção na Copa do Mundo Sub-20 na França em 2018. No Futebol profissional masculino, passou por equipes como Internacional de Porto Alegre, São Caetano e Audax.

A cidade possui um estádio chamado Estádio Municipal Alberto Victolo.

Em abril de 2012, o jogador Túlio Maravilha, ex-Botafogo do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira de Futebol, transferiu-se para o Tanabi Esporte Clube, em busca do 1000º gol na carreira.[36]

Luan, atualmente sem clube, também se destacou pelo índio do Noroeste em 2012.

Pessoas ilustres

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  • Rodrigo Garcia, político brasileiro, 38º governador do Estado de São Paulo

Religião

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O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma:[37]

Igreja Católica

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Igrejas Evangélicas

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Entre as igrejas protestantes históricas, pentecostais e neopentecostais, encontram-se na cidade:[39][40]

Ver também

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Referências

  1. a b c «Censo Populacional 2010» (PDF). Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 15 de julho de 2010 
  2. «Tanabi». IBGE. 28 de junho de 2023. Consultado em 29 de junho de 2023 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2005-2009» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 21 dez. 2011. Arquivado do original (PDF) em 5 de agosto de 2012 
  5. «Sancionada criação das Regiões Metropolitanas de S. José do Rio Preto e Piracicaba». Governo do Estado de São Paulo. 24 de agosto de 2021. Consultado em 28 de agosto de 2021 
  6. 2022, IBGE (28 de junho de 2023). «Cidades e Estados, IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 29 de junho de 2023 
  7. NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigo: a Língua Indígena Clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 600.
  8. a b c d e f «IBGE | Cidades@ | São Paulo | Tanabi | História & Fotos». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  9. a b «Diário Oficial do Estado de São Paulo - 12/10/1901» (PDF). www.imprensaoficial.com.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  10. «Municípios Paulistas». www.al.sp.gov.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 
  11. Seade, Fundação. «Histórico da formação dos municípios do Estado de São Paulo». Fundação Seade. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 
  12. «Cria o distrito de paz de Tanabi, no município e comarca de Rio Preto». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  13. «Cria o município de Tanabi na comarca do Rio Preto». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  14. «SÃO PAULO (Estado). Departamento de Estatística. Áreas dos municipios do Estado de São Paulo: anos 1930-1931-1932-1933, primeira divisão. [São Paulo]: D.E.E., 1933. 7 f.». Fundação SEADE. Consultado em 3 de janeiro de 2022 
  15. «Cria o distrito de paz de Vila Monteiro, no município de Tanabi, da comarca de Rio Preto». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  16. «Cria o distrito de paz de América de Campos no município de Tanabi, da comarca de Rio Preto». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  17. «Cria o distrito de paz de Cosmorama, no muncípio de Tanaby». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  18. «Anuário estatístico do Brasil - vol. 5 de 1939 a 1940». IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 3 de janeiro de 2022 
  19. «Decreto nº 11.054, de 24/04/1940». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  20. «Decreto nº 11.069, de 04/05/1940». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  21. «Decreto-Lei nº 12.886, de 24/08/1942». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  22. «Decreto-Lei nº 12.887, de 24/08/1942». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  23. «Decreto-Lei n° 13.010, de 24/10/1942». www.al.sp.gov.br. Consultado em 5 de junho de 2025 
  24. «Estimativas da população residente para os municípios e para as unidades da federação (2024) | IBGE». www.ibge.gov.br 
  25. «Censos Demográficos (1991-2022) | IBGE». ibge.gov.br 
  26. «Censos Demográficos (1872-1980) | IBGE». biblioteca.ibge.gov.br 
  27. «Evolução da população segundo os municípios (1872-2010) | IBGE» (PDF). geoftp.ibge.gov.br 
  28. «Biblioteca Digital Seade | Fundação Seade». bibliotecadigital.seade.gov.br 
  29. «SIDRA IBGE - Tabela 608 - População residente, por situação do domicílio e sexo». IBGE. Consultado em 25 de agosto de 2011 
  30. «Taxa de Alfabetização 2010» (zip). Censo 2010 IBGE: Indicadores Sociais Municipais. IBGE.gov.br. Consultado em 23 de janeiro de 2012 
  31. «Área de operação da Telesp em São Paulo». www.telesp.com.br. Página oficial da Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de janeiro de 1998. Consultado em 22 de fevereiro de 2025 
  32. «Telesp assume controle da Cia. Telefônica Rio Preto e da Empresa Telefônica Paulista». Acervo O Estado de São Paulo 
  33. «Relação do patrimônio da Cia. Telefônica Rio Preto incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  34. «Mapa da área de concessão da CTB em São Paulo». O Estado de S. Paulo. 7 de janeiro de 1973. Consultado em 1 de abril de 2025 
  35. «Telesp - Código DDD e Prefixos». www.telesp.com.br. Página oficial da Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de janeiro de 1998. Consultado em 22 de fevereiro de 2025 
  36. «Túlio Maravilha vai assinar com o Tanabi». Placar.abril.com.br. Consultado em 13 de maio de 2012 
  37. O termo "cristão" (em grego Χριστιανός, transl Christianós) foi usado pela primeira vez para se referir aos discípulos de Jesus Cristo na cidade de Antioquia (Atos cap. 11, vers. 26), por volta de 44 d.C., significando "seguidores de Cristo". O primeiro registro do uso do termo "cristianismo" (em grego Χριστιανισμός, Christianismós) foi feito por Inácio de Antioquia, por volta do ano 100. Tyndale Bible Dictionary, pp. 266, 828
  38. «Sul 1 Region of Brazil [Catholic-Hierarchy]». www.catholic-hierarchy.org. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 
  39. Cross, F. L.; Livingstone, E. A., eds. (1 de janeiro de 2009). «The Oxford Dictionary of the Christian Church». Oxford University Press (em inglês). ISBN 978-0-19-280290-3. Consultado em 2 de junho de 2025 
  40. «Tabela 2094: População residente por cor ou raça e religião». sidra.ibge.gov.br. Consultado em 2 de junho de 2025 
  41. «Campos Eclesiásticos». CONFRADESP. 10 de dezembro de 2018. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 
  42. «Arquivos: Locais». Assembleia de Deus Belém – Sede. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 
  43. «Localidade - Congregação Cristã no Brasil». congregacaocristanobrasil.org.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 

Ligações externas

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