Vontade

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Vontade ou intencionalidade é a capacidade através da qual tomamos posição frente ao que nos aparece. Diante de um fato, podemos desejá-lo ou rejeitá-lo. Ante um pensamento, podemos afirmá-lo, negá-lo ou suspender o juízo sobre ele.

Teologia[editar | editar código-fonte]

Para os filósofos Santo Agostinho e Descartes, vontade e liberdade são a mesma coisa: a faculdade através da qual somos dignos de louvor, quando escolhemos o bom, e dignos de reprovação, quando escolhemos o mau.

Agostinho e Descartes concordam em que o fato de nós humanos termos vontade nos torna responsáveis pelas nossas decisões e ações. A dimensão moral do homem decorre do fato dele ter vontade.

Em Agostinho, a escolha digna de reprovação é pecado. Em Descartes é erro. O pecado é uma falta religiosa oriunda da vontade. O erro é uma falta moral ou epistêmica. Moral quando a falta oriunda da vontade é prática. Epistêmica quando a falta oriunda da vontade é teórica.

Agostinho e Descartes também concordam em afirmar que o fato de termos vontade não só nos torna responsáveis por nossos atos e decisões como também livra Deus de qualquer responsabilidade sobre a mesma, tal como explica a teodiceia.

Filosofia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Análise Conscienciológica da Vontade[editar | editar código-fonte]

Para tanto, ver: "DAOU, DULCE in Vontade: consciência inteira. / Dulce Daou - Foz do Iguaçu: Editares, 2014." onde se lê que " A vontade é a capacidade ou a faculdade de a consciência dirigir a autopensenização e empreender ação sobre as energias disponíveis no Cosmos, promovendo e/ou modificando conhecimento, comportamentos, decisões, atitudes, realidades e pararrealidades." p. 17.

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