Yehuda Leib HaLevi Ashlag

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Yehuda Leib HaLevi Ashlag
Nascimento 4 de outubro de 1886
Varsóvia
Morte 6 de outubro de 1954 (68 anos)
Jerusalém
Sepultamento Monte dos Descansos
Cidadania Polônia
Ocupação rabino, Cabalist
Religião Judaísmo

Baal ha-Sulam (1885-1954)[n° 1] como é conhecido, em referência a sua magnum opus, Sulam (uma tradução comentada do Zohar).[1][2] Rabbi Yehudah Ashlag foi um rabino Ortodoxo e Cabalista nascido em Łódź, Congresso da Polônia, Império Russo, vindo de uma família de estudiosos ligados aos Tribunais Hassídicos de Porisov e Belz, foi aluno do Rabbi Admor de Kałuszyn Meir Shalom Rabinowitz (falecido em 1903),[3][n° 2] em seguida, tornou-se aluno do filho Rabbi Yehoshua Asher Rabinowitz de Porisov um descendente de Ha-Yehudi Ha-Kadosh.[4][5]

Baal ha-Sulam viveu na Terra Santa de 1922 até sua morte em 1954, com exceção de dois anos na Inglaterra (1926-1928), além do comentário Sulam que lhe valeu o Prêmio Rabbi Kook para a Literatura da Torá no ano de 1954,[6][7][8] seu segundo grande trabalho Talmud Eser Sefirot (O Estudo das Dez Sefirot)[9][10] é considerado como o livro central para os estudantes da Cabalá. Baal ha-Sulam interpretou sistematicamente a Sabedoria da Cabalá e promoveu sua ampla disseminação. De acordo com suas diretrizes, muitos seguidores contemporâneos dos seus ensinamentos esforçam-se na difusão da Sabedoria da Cabalá para as massas.[11][12][13][14][15]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Na Polônia[editar | editar código-fonte]

Baal ha-Sulam supostamente começou a estudar Cabalá a partir dos sete anos de idade, escondendo páginas do livro Etz Chaim (A Árvore da Vida) de Isaac Luria no tratado Talmúdico que deveria estar estudando. Na idade de doze anos, ele estudou o Talmude de forma independente. Aos dezenove anos, o conhecimento de Baal ha-Sulam sobre a Torá era profundo o suficiente para os rabinos de Varsóvia conferir-lhe o título de Rabino. Durante este período, trabalhou como juiz no tribunal dos rabinos de Varsóvia e também ganhou experiência como professor de formação de juízes para tribunais judaicos. Baal ha-Sulam também estudou alemão em Varsóvia e lia textos originais de Hegel, Marx, Nietzsche, e Schopenhauer. Ainda na Polônia, ele conheceu um comerciante não identificado de Varsóvia, que se revelou a Baal ha-Sulam como um Cabalista. Baal ha-Sulam estudou com esse professor em particular todas as noites durante três meses, e o professor desapareceu. Alguns meses depois, Baal ha-Sulam encontrou o professor novamente e, depois de lhe implorar, convenceu-o a revelar um importante segredo cabalístico.[11][12]

Em Israel[editar | editar código-fonte]

Em 1921, com a idade de 36 anos, Baal ha-Sulam buscou estabelecer-se em Israel, iniciando uma jornada que levou vários meses. Ele passou os primeiros anos vivendo anonimamente, apoiando sua família através de trabalhos manuais durante o dia e escrevendo seus comentários à noite. Eventualmente, ele foi reconhecido através de seu trabalho, e foi nomeado rabino de Givat Shaul, em Jerusalém em 1924. Baal ha-Sulam era amigo do Cabalista e Rabino-Chefe do Mandato Britânico da Palestina, Rabino Abraão Kook, que reconheceu Baal ha-Sulam como um grande seguidor de Isaac Luria. Em Israel, Baal ha-Sulam tinha esperança de encontrar grandes cabalistas em Jerusalém, incluindo os seguidores (Sefarditas) do grande cabalista judeu iemenita do século XVIII, Sar Shalom Sharabi. No entanto, ficou profundamente desapontado com seu encontro com eles. Seus pontos de vista sobre a Cabalá eram contrários à experiência de Baal ha-Sulam, que para ele era um meio de profunda transformação pessoal e iluminação espiritual, tornando-se um vaso (Kli) para a luz (Ohr) divina.


Em 1926, Baal ha-Sulam partiu para Londres, e foi lá que escreveu seu comentário sobre o livro de Isaac Luria, Etz Chaim (A Árvore da Vida). Este trabalho é intitulado Panim Meirot Umasbirot. Levou um ano e meio para concluir este trabalho. Foi publicado em 1927 e, em 1928, Baal ha-Sulam retornou ao Mandato Britânico da Palestina.[16]

Em 1932, Baal ha-Sulam junto com sua família mudaram-se para Jafa. Durante este período, ele também iniciou uma de suas principais obras o Talmud Eser Sefirot, um comentário sobre todos os escritos do Isaac Luria. Neste empreendimento, ele desenvolveu uma explicação abrangente da sequencia da criação de todos os Mundos Superiores (Olam Elyonim), começando com a Fonte de Emanação (Ma'atzil) e terminando no Nosso Mundo (Olam HaZeh). O trabalho é dividido em seis volumes, contendo dezesseis partes e mais de mil páginas. Alguns hoje o consideram como o núcleo de todo o ensino acerca da Sabedoria da Cabalá.[17]

Na década de 1930, Baal HaSulam agora na casa dos cinquenta anos, reuniu em seu entorno um grupo de discípulos, incluindo o R. Yehuda Tzvi Brandwein o seu aluno mais próximo,[18] e estudavam Cabalá todas as noites, muitas vezes desde pouco depois da meia-noite à alvorada. Ele também compôs muitos artigos e cartas e foi esse o momento em que Baal ha-Sulam abertamente promoveu o estudo da Cabalá em uma larga escala. Ele fez um grande esforço para publicar materiais cabalísticos, procurou meios adequados para disseminar o conhecimento que ele havia adquirido em toda a nação. Ele começou uma publicação independente do boletim cabalístico ha-Uma (A Nação), até onde se sabe apenas um exemplar sobreviveu.[19] Seu conteúdo apresenta as profundezas analíticas de Baal ha-Sulam de usar o conhecimento que ele havia alcançado no estudo da Sabedoria da Cabalá para iluminar a causa dos problemas políticos e sociais no egoísmo humano; dando razões pelas quais o comunismo estava fadado ao fracasso e oferecendo soluções para corrigir a propriedade do egoísmo humano através de seu método de ensino da Cabalá. Baal ha-Sulam difere fundamentalmente de todos os Cabalistas do passado, que estudavam e ensinavam a Sabedoria da Cabalá de forma oculta, ele sentia uma grande necessidade de revelar e esclarecer seus ensinamentos para as massas. Isso porque ele via que a inclinação do mal nas pessoas (o egoísmo humano) subiria a um grau completamente novo nessa era da humanidade, causando uma era completamente nova de sofrimento interno, fazendo com que a humanidade se sentisse em uma existência sem sentido e confusa.[11][12]

Em 1943, Baal ha-Sulam mudou-se para Tel Aviv, começou a trabalhar em seu livro ha-Sulam (A Escada), uma coleção de comentários sobre o livro do Zohar. Nesse período, ele escrevia durante dezoito horas por dia, devido à falta de dinheiro, não conseguia pagar uma quantidade suficiente de papel e tinta para escrever explicações mais precisas, mais tarde revelou que se estivesse dentro de suas capacidades, ele teria escrito um comentário completo sobre o livro do Zohar em duzentos volumes, mas ele era incapaz de começar o trabalho por causa da falta de recursos.[n° 3][20] Baal ha-Sulam concluiu esse trabalho em 1953 e, mais tarde, foi adicionado mais três volumes. O aluno mais próximo, o Rav Yehuda Tzvi Brandwein, completou o seu comentário sobre o Zohar e também escreveu um comentário sobre o Tikunei HaZohar e o nomeou Maalot HaSulam. Em homenagem à conclusão de todo o trabalho, seus alunos organizaram uma grande festa em Meron, onde Baal ha-Sulam fez o discurso que hoje é impresso sob o título Maamar LeSiyum HaZohar (Um Artigo para a Conclusão do Zohar,[21] também conhecido como como Discurso em Celebração pela Conclusão do Zohar). Rabbi Yehuda Leib HaLevi Ashlag morreu no dia do Yom Kippur em 1954. E foi enterrado no cemitério Har HaMenuchot localizado em Givat Shaul, Jerusalém, Israel.

Alem de seu filho (RABASH); o rabino Yehudah Tzvi Brandwein, descendente direto do famoso primeiro Admor de Stretin, o Rabino Yehudah Tzvi de Stretin,[22] foi um dos principais discípulos de Baal ha-Sulam. Seu vasto conhecimento sobre o sistema luriânico da Cabalá permitiu-lhe codificar e editar os escritos completos do Ari HaKadosh. E ele continuou com o estilo semelhante de tradução e comentário de Baal ha-Sulam conhecido como Maalot HaSulam (Extensão da Escada) da obra de Rabi Shimon bar Yochai, essa a qual Baal Haha-Sulam não consegui completar durante sua vida, a saber Hashmatot HaZohar e o comentário sobre o Tikkunei HaZohar.[23]

Rabino Brandwein foi um dos primeiros colonos judeus dentro da Cidade Velha de Jerusalém após a Guerra dos Seis Dias, dirigiu a escola religiosa em Jerusalém chamada Yeshivá Kol Yehudah, fundada em 1922 pelo rabino Yehuda Ashlag.[24] Por um tempo ele também serviu como Rabino-Chefe do Histadrut (o sindicato trabalhista israelense), usando a sua posição para levar muitos israelenses seculares de volta ao judaísmo.[25]

Obras cabalísticas[editar | editar código-fonte]

Sulam - Zohar - Prologo.:

1) "A Rosa" _R. Hizikia._Falou:

"Como uma rosa entre os espinhos.”_O que é uma rosa?_É a Assembléia de Israel chamada Malcut._Há uma rosa e uma rosa_Assim como uma rosa entre os espinhos está tingida de vermelho e branco, a Assembléia de Israel contém Din [julgamento] e Rahamim [misericórdia]. No versículo: “No princípio, Deus criou” (Berexith Bara Eloim),_Deus a seguir provocou 13 palavras para cercar a Assembléia de Israel por todos os lados.

A Escada.:

Há dez Sefirot: "Kether" (=Coroa), "Hokmah" (= Sabedoria); "Binah" (= Entendimento); "Hesed" (=Misericórdia), Gevurah (=Força), Tiferet (=Beleza), Netzah (=Eternidade), Hod (=Deslumbro), Ysod (=Fundamento) e Malcut (A Morada).

No entanto, são essencialmente apenas "5": (1) Keter; (2) Hokmah e (3) Binah; (4) Tiféreth; uma vez que essa Sefirá [singular de Sefirot] contém seis Sefirot (=HGT-NHY) e (5) Malkhut.

Eles se tornaram cinco Partzufim:_1º partzuf (AA) que é Kether que é chamado o Face Grande;_2º e 3º partzuf (AVI) que são Hocma e Bina e que subintende-se como sendo--Aba [Pai] Ve [e] Ima [Mãe];_4º e 5º partzuf (ZON) Tiferet e Malkhut que são chamados de Zeir Anpin (Face Pequena) e Nukva (Noiva)...

, Sulam - Baal ha-Sulam

Baal HaSulam além de ter escrito dois trabalhos principais, possui obras que variam desde composições musicais à cartas instruído e debatendo assuntos relacionados a vida religiosa e social dos judeus com interessados na sabedoria da cabalá. Há ainda, uma publicação do caderno de estudo de seu filho e discípulo Baruch Ashlag, esse caderno, intitulado Shamati (Eu Ouvi!),[26] contendo mais de duzentos artigos que foram copiados das lições e conversas com seu pai. RABASH, manteve este caderno com ele em segredo, até que estando em seu leito de morte, em 1991, o revelou aos discípulos próximos, mais tarde, foi publicado em hebraico e foi traduzido para muitas línguas diferentes. Os artigos encontrados nolivro "Ouvi em!" formam um trabalho cabalístico único em sua profundidade emocional de captar os processos internos pelos quais um Cabalista atravessa o caminho da realização espiritual.:[27][28][29]

Trabalhos de Interesse[editar | editar código-fonte]

  • Matan Torá;
  • Perush HaSulam;
  • Talmud Eser haSefirot;
  • Panim Meirot u'Masbirot;
  • Ha'Akadama Le Talmud Eser haSefirot;
  • Ha'Akadama Le Sefer HaZohar;
  • Mavo le Sefer HaZohar;
  • Pticha le Hokhmat haKabbalah;
  • Sefer haIlan (Livro da Árvore ou Livro de Ilustrações);
  • Pticha le Perush haSulam;
  • Ha'Akadama Le Sefer Panim Meirot u'Masbirot;
  • Pticha Kolelet leSefer Panim Meirot u'Masbirot (Abertura para Panim Meirot u'Masbirot [Revelações Acolhedor e Iluminado]).

Doutrina cabalística[editar | editar código-fonte]

(Artigo-Tempo de Agir) Por um longo tempo, a minha consciência me oprimiu com uma demanda para sair e criar uma composição fundamental sobre a essência do judaísmo, da religião e da sabedoria da Cabalá, e difundi-la entre o povo, para que as pessoas venham a conhecer e compreender adequadamente essas questões exaltadas em seu verdadeiro significado. Anteriormente em Israel, antes do desenvolvimento da indústria gráfica, não havia entre nós livros falaciosos relacionados à essência do judaísmo [...] recentemente, seu fedor subiu porque mergulharam suas unhas na sabedoria da Cabalá [...] Estas são as razões que me levaram a sair do meu caminho e decidir que é “tempo de agir” pelo Senhor e salvar o que ainda pode ser salvo. Assim, me encarreguei de revelar um pouco da essência verdadeira, que diz respeito à questão acima, e difundi-la entre a nação.
Baal HaSulam
, Kabbalah Media.com
(Artigo - Revelando uma Porção e ocultando Duas) Há uma expressão que os grandes sábios usam quando revelam algo profundo. Eles começam seu discurso com as palavras: “Estou revelando uma porção ocultando duas”. Nossos antigos sábios eram muito cuidadosos para não utilizar palavras desnecessárias, assim como nos ensinaram que: “Uma palavra é uma rocha, e o silêncio duas”. (Megilá 18a; e Introdução ao Zohar, verso 18). Isto significa que se você tiver uma palavra que tem valor de uma rocha, saiba que não falar esta palavra vale duas rochas. Isto se refere a aqueles que proferem palavras desnecessárias que não tem conteúdo ou uso no contexto dado, e somente usam para construir uma linguagem mais atrativa ao leitor. Isto foi estritamente proibido aos olhos dos nossos sábios, como é claro para quem examina suas palavras. Então, nós precisamos prestar atenção para entender estas expressões que foram utilizadas por eles tantas vezes...
Baal HaSulam
, Kabbalah Media.com
(Artigo - A essência da Cabalá) Antes de eu começar a explicar a história da Sabedoria da Cabalá, que muitos já o fizeram antes de mim, eu achei necessário explicar claramente a essência desta sabedoria, que ao meu conhecimento poucas pessoas compreendem. E é claro não é possível falar da história de algo sem antes estarmos familiares com a coisa em si. E embora este conhecimento seja amplo e mais profundo que o mar, eu ainda farei um esforço com toda a força e conhecimento que eu adquiri neste assunto para dar uma explicação original, e para iluminá-lo de todos os lados suficientemente para qualquer um entender e chegar às conclusões corretas como elas realmente são, sem deixar espaço para meus leitores enganarem a si mesmos, como tão frequentemente acontece quando lemos coisas desta natureza...
Baal HaSulam
, Kabbalah Media.com
(Artigo - O ensinamento da Cabalá e Sua essência) O que é a sabedoria da Cabalá? Como um todo, a sabedoria da Cabalá diz respeito à revelação da Divindade, organizada no seu caminho em todos os seus aspectos – os que emergiram nos mundos e os que estão destinados a ser revelados, e de todas as maneiras que podem alguma vez aparecer nos mundos, até ao fim dos tempos...


Os comentários de Baal ha-Sulam oferecem uma interpretação sistemática do legado do Isaac Luria. Ele foi o primeiro, desde o século XVIII, quando o Baal Shem Tov, Moshe Chaim Luzzatto (Ramchal), o Vilna Gaon e Sar Shalom Sharabi (o Rashash) ofereceram suas interpretações sobre os ensinamentos do ARI. O sistema de Baal ha-Sulam tem como foco a transformação da consciência do desejo de receber para o desejo de dar, isto é, do egocentrismo para o altruísmo. E este caminho de transformação é descrito na Cabala Luriânica. Baal ha-Sulam afirmou que o propósito de estudar Cabalá é igual ao propósito pelo qual os seres humanos foram criados, que através de seu estudo, uma pessoa é capaz de revelar a totalidade dos processos e estruturas que ocorreram na criação do universo.[30] Equivalência de forma essa fonte significa ter os mesmos atributos ou qualidades que Ele, Baal ha-Sulam define as qualidades dessa fonte como sendo altruístas, a saber, o desejo de dar, ou nas palavras de Baal ha-Sulam, a vontade de doar (Ratzon LeHashpia em hebraico). Através do estudo intensivo da Sabedoria da Cabalá, o desejo de uma pessoa de dar contentamento aos outros é desenvolvido em relação a esse objetivo. Baal ha-Sulam acreditava que a vinda do Messias significava que os humanos alcançariam essa qualidade e ela lhes permitiria abandonar seu egoísmo e dedicar-se a amar uns aos outros e esse é propósito da vida, como declarado no mandamento "...ame teu amigo como a ti mesmo."[31][32]

Baal ha-Sulam tinha fortes opiniões políticas, acreditando em uma versão religiosa do comunismo libertário, baseada nos princípios da Sabedoria da Cabalá. Embora suas ideias anticapitalista e anti-imperialista mostrem alguma influência marxista, ele se opôs fortemente ao comunismo instituído pela força, acreditava em um desenvolvimento de uma comunidade baseada em amor entre seus membros e uma sociedade fundada na justiça econômica. Ele apoiou o movimento do Kibutz e pregou para o estabelecimento de uma rede de auto-governados internacionalista comunas, que acabariam 'anulando completamente' o regime de força bruta, pois 'todo homem faz aquilo que esta certo aos seus próprios olhos', porque 'não há nada mais humilhante e degradante para uma pessoa do que estar sob a força bruta de um governo."[11][12][33]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Yehuda Leib ha-Levi Ashlag, em hebraico: רַבִּי יְהוּדָה לֵיבּ הַלֵּוִי אַשְׁלַג — Baal ha-Sulam, em hebraico: בַּעַל הַסּוּלָם = O dono da escada.
  2. 'Admor' é um acrônimo para 'Adonainu, Morainu, VeRabbeinu', uma frase que significa 'Nosso Mestre, Nosso Professor e Nosso Rebe'.
  3. Ashlag, Y. "Speech in Celebration for the Conclusion of the Zohar." Bnei Baruch Kabbalah Education and Research Institute. Trans., C. Ratz, available at. Published in original Hebrew as Maamar LeSium HaZohar in Kabbalah LaMathil. 2002. Israel: Bnei Baruch, pp. 28—36.

Referência[editar | editar código-fonte]

  1. Ashlag, Rav Yehuda (9 de fevereiro de 2015). El Zóhar (em espanhol). [S.l.]: Laitman Kabbalah Publishers. ISBN 9781897448601 
  2. «Rabbi Shimon bar Yochai (Rashbi) / Zohar para Todos comentado por Baal HaSulam». Kabbalah Media. Consultado em 1 de Abril de 2018. 
  3. «Poland, Rabbi Meir Shalom Rabinowitz as a young boy. - Google Arts & Culture». Google Cultural Institute 
  4. «A história por trás da dinastia Biala». www.bialarebbe.com. Consultado em 16 de julho de 2018. 
  5. Spector, Shmuel; Wigoder, Geoffrey; Wigoder, Research Associate Institute of Contemporary Jewry Geoffrey (2001). The Encyclopedia of Jewish Life Before and During the Holocaust: Seredina-Buda-Z (em inglês). [S.l.]: NYU Press. ISBN 9780814793787 
  6. «Vencedores do Prêmio Kook» (em hebraico). Historical Jewish Press. 2 de setembro de 1954 
  7. «Vencedores do Prêmio Kook» (em hebraico). Historical Jewish Press. 3 de setembro de 1954 
  8. Cidade, Tel Aviv. «Os vencedores do Prêmio Kook para a literatura original da Torá até agora» (PDF). O Prêmio Rabbi Kook (em hebraico) 
  9. Ashlag, Yehudah (1994). Ten Luminous Emanations I (em inglês). [S.l.]: Research Centre of Kabbalah. ISBN 9780924457913 
  10. «Talmud Eser Sefirot». Bnei Baruch. Kabbalah Media 
  11. a b c d Odenheimer, Micha (16 de Dezembro de 2004). «Latter-day Luminary (Continued)». HAERETZ. Consultado em 1 de Abril de 2018. 
  12. a b c d Odenheimer, Micha (17 de Dezembro de 2004). «Latter-day Luminary». HAARETZ. Consultado em 31 de Março de 2018. 
  13. BJE. «Rabbi Yehuda Ashlag - NSW Board Of Jewish Education». NSW Board Of Jewish Education (em inglês) 
  14. Ašlag, Yhwdah Leyb; אשלג, יהודה ליב. «BnF Catalogue général». catalogue.bnf.fr (em francês) 
  15. «ISNI 0000000368605471 Ashlag, Maharil (1885-1954)». isni.oclc.org. Consultado em 16 de julho de 2018. 
  16. «Sefer Etz Chaim 1:1». www.sefaria.org. Consultado em 5 de junho de 2018. 
  17. Ashlag, Yehuda (1988) [1943]. תלמוד עשר הספירות, Talmud Eser ha-sefirot (em Hebrew). Jerusalém: Yeshivat "Kol Yehudah" le-limude ha-niglah ve-ha-nistar. LCCN 2006551803. English translation 
  18. «Tzadikim Rabbi Yehudah Tzvi Brandwein». rabbishimon.com. Consultado em 22 de março de 2018. 
  19. Ashlag, Yehuda. «Ha'Uma». Yehuda Leib Ha-Levi Ashlag (Baal HaSulam) / Artigos Jornal "A Nação" 
  20. «Kabbalah World Center - "A Speech on the Conclusion of Zohar"». www.kabbalah.info. Consultado em 5 de junho de 2018. 
  21. «Um discurso para a conclusão do Zohar». Bnei Baruch (em inglês). Kabbalah Media 
  22. «Rabbi Yehudah Tzvi Brandwein». rabbishimon.com. Consultado em 27 de março de 2018. 
  23. «Tikkunei Zohar 1a». www.sefaria.org. Consultado em 27 de março de 2018. 
  24. «Kol Yehuda Yeshiva Institutions Stretten in the Land of Israel». kblh.org. Consultado em 5 de junho de 2018. 
  25. «Kol Yehuda Yeshiva Institutions Stretten in the Land of Israel». kblh.org. Consultado em 16 de julho de 2018. 
  26. «There is None Else Besides Him - Shamati - Baal HaSulam». Bnei Baruch (em inglês). Kabbalah Media 
  27. «Rabbi Yehuda Ashlag, Baal Hasulam - Music on Google Play» (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2018. 
  28. «Books by Yehuda Ashlag (Author of Kabbalah for the Student)». www.goodreads.com 
  29. «Library - A collection of all the most important original texts for the study of Kabbalah, written by the greatest Kabbalists.». Bnei Baruch (em inglês). Kabbalah Media 
  30. Ashlag, Yehuda (1980) [1932?]. «Mahut Hochmat Hakabbala - Essence of the Wisdom of Kabbalah (Translation)». ספר מתן תורה, Sefer Matan Torah (em Hebrew). Jerusalém: Ohr HaGanuz. ISBN 0-943688-30-2. LCCN 96827232 
  31. Ashlag, Yehuda (1980) [1932?]. A entrega da Torá ספר מתן תורה [Sefer Matan Torah] (em hebraico). Jerusalém: Ohr HaGanuz. LCCN 96827232 
  32. «Matan Torah». Bnei Baruch (em inglês). Kabbalah Media 
  33. Laitman, Michael. «Building the Future Society | Yehuda Leib HaLevi Ashlag (Baal HaSulam) | Kabbalah Library - Bnei Baruch Kabbalah Education & Research Institute». www.kabbalah.info (em inglês) 
  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «Yehuda Ashlag».

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Veja também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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