Buritis (Minas Gerais)

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Município de Buritis
"A Rainha do Vale do Urucuia"
Igreja Matriz de Buritis

Igreja Matriz de Buritis
Bandeira de Buritis
Brasão de Buritis
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1 de março de 1963
Gentílico buritisense[1]
Prefeito(a) João José Alves de Souza (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Buritis
Localização de Buritis em Minas Gerais
Buritis está localizado em: Brasil
Buritis
Localização de Buritis no Brasil
15° 37' 04" S 46° 25' 22" O15° 37' 04" S 46° 25' 22" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Noroeste de Minas IBGE/2008 [2]
Microrregião Unaí IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Arinos, Formoso, Unaí, Cabeceiras (GO), Formosa (GO), Flores de Goiás (GO) e Vila Boa (GO)
Distância até a capital 750 km[3]
Características geográficas
Área 5 219,469 km² [4]
População 23 979 hab. IBGE/2013[5]
Densidade 4,59 hab./km²
Altitude 1069 [6] m
Clima Clima tropical com estação seca [7]  Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,672 médio PNUD/2010 [8]
PIB R$ 378 387,74 mil IBGE/2010[9]
PIB per capita R$ 16 647,80 IBGE/2010[9]
Página oficial

Buritis é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

Buritis foi elevado à categoria de município pela lei estadual nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, com sede no antigo distrito de Buritis. Em 1 de março de 1963 foi instalado o município.

Índios e escravos[editar | editar código-fonte]

Buritis já foi habitado por tribos indígenas, como os tupis, os guaranis e os caiapós, entre outros, antes da colonização da América pelos europeus. Muitos escravos também habitaram o município desde início, posteriormente, com a lei Áurea foram alforriados. "(...) a abolição da escravatura em 13 de maio de 1888. Supostamente, o Arraial do Burithy ainda possuía para mais de 250 escravos que aos poucos, iam tomando novos rumos por esse imenso sertão afora. (...)".[10]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O município tem esse nome porque o povoado fica ao lado da "Veredinha", que possuía em sua volta uma grande quantidade de pés de coco buriti em áreas alagadas brejosas — as "veredas" mencionadas no livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município situa-se, em Minas Gerais divisa com Goiás. Possui em sua extensão uma parte do Planalto Central brasileiro. Está bem próximo do Distrito Federal, a 240 km de Brasília. Por esta razão o município de Buritis é um dos 3 (três) municípios (ao lado de Unaí e Cabeceira Grande) de Minas Gerais que integra a RIDE - Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno.

Em Minas Gerais, encontra-se na Mesorregião do Noroeste de Minas, mais precisamente na Microrregião de Unaí. [11] Sua população estimada em 2013 era de 23 979 habitantes (Estimativa 2013).

Relevo[editar | editar código-fonte]

O estado de Minas Gerais está localizado entre os paralelos de 14º13'58' ' e 22º54'00' ' de latitude sul e os meridianos de 39º51'32' ' e 51º02'35' ' oeste. As terras mineiras estão situadas num planalto cuja altitude varia de 100 a 1500 metros, possuindo um território inteiramente planáltico, não apresentando planícies. Mais da metade do estado localiza-se no Planalto Atlântico, com relevos de "mares de morros", enquanto que, na sua porção noroeste, o estado apresenta os platôs do Planalto Central.

No município de Buritis, encontram-se a Serra Geral a Leste (estado de Minas, municípios de Formoso e Arinos), e a Oeste as Serras do Planalto Central do Brasil (estado de Goiás, municípios de Cabeceiras e Formosa), também a Sul (município de Unaí) e ao Norte. Assim o município é rodeado de serras por todos os lados.

O ponto mais alto do município é de 1069 metros, localizado na Serra do Bonito, próximo a cabeceira do córrego Palmeira.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

As águas nascentes no município e região integram a Bacia do rio São Francisco, "o Rio da Integração Nacional", tem parte de suas nascentes no município de Buritis.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima municipal é o Tropical. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima registrada em Buritis foi de 8,1 ºC, ocorrida no dia 18 de julho de 1975. Já a máxima foi de 39,0 ºC, observada dia 12 de setembro de 2001. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 145,0 mm, em 17 de janeiro de 1981.[12]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Originalmente, a cobertura vegetal de Minas Gerais era constituída por quatro biomas principais: Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres e a Mata seca. O Cerrado ocupava praticamente metade do território do estado, ocorrendo nas regiões central, oeste, noroeste e norte.

Buritis por ser parte da Região Noroeste de Minas tem sua vegetação constituída pelo Cerrado brasileiro. Sua fauna também é característica do cerrado.

Flora do Cerrado[editar | editar código-fonte]

Palmeira de buriti no Brasil

Buritis por ter sua vegetação basicamente do Cerrado embora bastante estudado, não teve sua Flora totalmente conhecida. A flora do Cerrado é bastante diversificada. Sua cobertura vegetal é a segunda maior do Brasil, abrangendo uma área de 20% do território nacional. Apresenta as mais diversas formas de vegetação, desde campos sem árvores, ou arbustos, até o cerrado lenhoso denso com florestas-galeria. Reconhecido como a segunda savana mais rica do mundo em biodiversidade (A primeira é a savana africana que tem 10.750 espécies de plantas; 205 espécies de mamíferos; 741 espécies de aves; 151 espécies de répteis; 163 de anfíbios, e é a maior formação savânica e o terceiro maior bioma do mundo com área de 8.246.082 Km²), com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com 7.000 espécies de plantas, sendo 4.000 endêmicas desse bioma.

Os campos cobrem a maior parte do território. É essencialmente coberto por gramíneas, com árvores e arbustos. É subdividido em campo de cerrado e campo limpo, que se diferenciam na formação do terreno e na composição do solo, com declives ou plano.

As árvores mais altas do Cerrado chegam a 15 metros de altura e formam estruturas irregulares. Apenas nas matas ciliares as árvores ultrapassam 25 metros e possuem normalmente folhas pequenas. Nos chapadões arenosos e nos quentes campos rupestres estão os mais exuberantes e exóticos cactos, bromeliáceas e orquídeas, contando com centenas de espécies endêmicas. E ainda existem espécies desconhecidas, que devido à ação do homem podem ser destruídas antes mesmo de serem catalogadas. A vegetação do Cerrado apresenta diversas paisagens florísticas diferenciadas, como os brejos, os campos alagados, os campos altos, os remanescentes de mata atlântica. Mas as fitopaisagens predominantes são aquelas dos Cerrados, como o cerrado típico, o cerradão e as veredas. Nestas, há desde palmeiras, como babaçu (Orbignya phalerata), bacuri (Platonia insignis), brejaúba (Toxophoenix aculeatissima), buriti (Mauritia flexuosa), guariroba (Syagrus oleracea), jussara (Euterpe edulis) e macaúba (Acrocomia aculeata)[13] até plantas frutíferas como araticum-do-cerrado (Annona crassiflora), araçá (Psidium cattleianum), araçá-boi (Eugenia stipitata), araçá-da-mata (Myrcia glabra), araçá-roxo (Psidium myrtoides), bacuri (Scheelea phalerata), bacupari (Rheedia gardneriana), baru (Dipteryx alata), café-de-bugre (Cordia ecalyculata), figueira (Ficus guaranítica), lobeira (Solanum lycocarpum), jabuticaba (Myrciaria trunciflora), jatobá (Hymenaea courbaril), marmelinho (Diospyros inconstans), pequi (Caryocar brasiliense), goiaba (Psidium guajava), gravatá (Bromeliaceae), marmeleiro (Croton alagoensis), jenipapo (Genipa americana), ingá (Inga sp), mama-cadela (Brosimum gaudichaudii), mangaba (Hancornia speciosa), cajuzinho-do-campo (Anacardium humile), pitanga-do-cerrado (Eugenia calycina), guapeva (Fervillea trilobata), veludo-branco (Gochnatia polymorpha); Madeiras, tais quais angico-branco (Anadenanthera colubrina), angico (Anadenanthera spp), aroeira-branca (Lithraea molleoides), aroeira-do-sertão (Myracrodruon urundeuva), cedro-rosa (Cedrela fissilis), monjoleiro (Acacia polyphylla), vinhático (Plathymenia reticulata), bálsamo-do -cerrado (Styrax pohlii), pau-ferro (Caesalpinia ferrea), ipês(Tabebuia spp.), além de plantas características dos cerrados, como amendoim-do-campo (Pterogyne nitens), araticum -cagão (Annona cacans), aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolius), capitão-do-campo (Terminalia spp.), embaúba (Cecropia spp), guatambu-de-sapo (Chrysophyllum gonocarpum), maria-pobre (Dilodendron bipinnatum), mulungu (Erythrina spp), paineira (Ceiba speciosa), pororoca (Rapanea guianensis), quaresmeira roxa (Tibouchina granulosa), tamboril (Enterolobium spp), pata-de-vaca (Bauhinia longifólia), algodão-do-cerrado (Cocholospermum regium), assa-peixe (Vernonia polyanthes), pau-terra (Qualea grandiflora), pimenta-de-macaco (Xylopia aromatica), gameleira (Ficus rufa), sem falar em uma grande variedade de gramíneas, bromeliáceas, orquidáceas e outras plantas de menor porte.[14]

Fauna[editar | editar código-fonte]

A Fauna de Buritis e do Noroeste de Minas Gerais é a do Cerrado que apresenta grande variedade em espécies em todos os ambientes, que dispõem de muitos recursos ecológicos, abrigando comunidades de animais com abundância de indivíduos, alguns com adaptações especializadas para explorar o que fornece seu habitat.

No ambiente do Cerrado são conhecidos até o momento mais de 1.500 espécies de animais, entre vertebrados (mamiferos, aves, peixes,repteis e anfíbios) e invertebrados(insetos, moluscos, etc.). Cerca de 161 das 524 espécies de mamíferos (pertencentes a 67 gêneros) estão no Cerrado. Apresenta 837 espécies de aves, 150 de anfíbios (das quais 45 são endêmicas), 120 espécies de répteis (das quais 40 são endêmicas).

Devido à ação do homem, o Cerrado passou por grandes modificações, alterando os diversos habitats e, consequentemente, apresentando espécies ameaçadas de extinção. Dentre as que correm risco de desaparecer estão o tamanduá-bandeira, a anta, o lobo-guará, o pato-mergulhão, o falcão-de-peito-vermelho, o tatu-bola, o tatu-canastra, o cervo, o cachorro-vinagre, a onça-pintada, a ariranha e a lontra.

O município tem duas grandes bacias hidrográficas, a do Rio Urucuia;

Rio Urucuia[editar | editar código-fonte]

  • Toponímia - Urucuia - Significa águas vermelhas, ou rio vermelho. A palavra é derivada do urucum, que é uma planta nativa na região a qual produz uma tinta vermelha, usada pelos índios para pintar o próprio corpo.

O nome é portanto de característica indígena das tribos Tupinanaês, Temiminos, ou do índios Caiapós que habitavam nas Guaíbas - ilha do Rio São Francisco, próximo a Fóz do Rio Urucuia, os índios possuiam o hábito de chamar as coisas que viam pelos seus adjetivos.

O que pode ser deduzido ainda pelo fato de no inverno o rio possuir águas claras esverdeadas, e no verão período chuvoso em razão das enchentes constantes as águas ficam avermelhadas da cor de barro;

Este Rio é de grande notoriedade não só para Buritis, para o Estado de Minas Gerais, e para o Brasil, por ser formador da Bacia do Rio São Francisco pois também se fez presente nas obras do escritor mineiro João Guimarães Rosa.(Durães, Oscar Reis. Raízes e Culturas de Buritis no Sertão Urucuiano, Linha Gráfica Editora,1996. pag. 201)

  • Rio São Domingos- Rio que nasce e deságua dentro do território municipal, tem importantes afluentes como o Ribeirão do Fetal de rara beleza, o Riacho Fundo (Mangues), Manda Saia, Passa Três e outros.

Além de quedas d'água como a cachoeira dos Confins.

E a queda d'água do Ribeirão Barriguda que mede mais de 90 metros de altitude.

Acrescenta-se também, outros inúmeros ribeirões, córregos, muitas nascentes e vertentes d' água que irrigam todo a área do município, e o faz rico em águas fluentes.

O município era grande produtor de peixes, tais como o Surubim, Traíra, Dourado, Piau, Matrinchã, Mandim, Piranhas, Pacú, e outras variedades.

Porém, nos últimos anos, a pesca predatória e a omissão dos órgãos estatais responsáveis pela fiscalização, praticamente acabou com os peixes, atividades pesqueiras como arrastão, (prática predatória, de uma grande rede que varre o fundo dos rios e córregos leva tudo que encontra pela frente mesmo filhotes.), pescarias profissionais, e em épocas proibidas por lei (piracema) e outras, dizimou os peixes, hoje peixe passou a ser raridade no território municipal.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia local tem por base a Agricultura, a Pecuária de Corte, e de Leite, comércio local, além de pequenas indústrias.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Buritis é o quarto maior produtor de grãos do estado de Minas Gerais. O município é beneficiado pela fertilidade do solo, com uma grande produção de minérios como calcário, um dos grandes produtores agrícolas do estado de Minas, com produção de grãos, soja, feijão, arroz, milho, sorgo, leguminosas, seringueira (látex), banana, café, mandioca, laranja (citricultura), algodão, e outras variedades, a região possui diversificada produção agrícola;

Pecuária[editar | editar código-fonte]

A pecuária do município, destaca-se pela produção de gado de corte e de leite e seus derivados, que podem ser vistos nas Exposições Agropecuárias que ocorrem no mês de Junho todos os anos, além de grande produção de suínos, equinos, caprinos, ouvinos, galináseas, e outras variedades;

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

O município é constituído do distrito de Buritis, outros distritos, vilas e restante da zona rural. A cidade está dividida em 10 bairros:

  • Centro
  • Canaã
  • Veredas
  • Taboquinha
  • São João
  • Israel Pinheiro
  • Jardim
  • Planalto

Distritos[editar | editar código-fonte]

O município se divide em três distritos: Buritis, São Pedro do Passa Três e Serra Bonita, além de diversas vilas e pequenos povoados, tais como: Vila Cordeiro, Vila Rosa, Vila Maravilha, Vila São Vicente, Vila Serrana e Vila Palmeira, e a zona rural, composta por fazendas, sítios e chácaras.[carece de fontes?]

Religiosidade[editar | editar código-fonte]

O municípios possui diversos segmentos religiosos: Católica (romana, carismática); Protestantismo (evangélicos de todas as religiões); Espíritas (Kardecismo, Vale do Amanhecer); Adéptos das religiões Afro-brasileiras (Umbanda e Candomble); Além de outros grupos religiosos.

Buritisenses notáveis[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. IBGE Cidades@ O Brasil Município por Município Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 19 de agosto de 2009.
  2. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  3. DERMG Distâncias BH/Municípios Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG). Visitado em 19 de agosto de 2009.
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 de dezembro de 2010.
  5. Estimativa Populacional 2013 (PDF) Estimativa Populacional 2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2013). Visitado em 25 de outubro de 2013.
  6. O Estado: Municípios Mineiros O Estado: Municípios Mineiros Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Visitado em 1 de março de 2010.
  7. World Map of the Köppen-Geiger climate classification World Map of the Köppen-Geiger climate classification Institute for Veterinary Public Health. Visitado em 12 de dezembro de 2012.
  8. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 31 de julho de 2013.
  9. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 12 de dezembro de 2012.
  10. (Fonte: DURÃES, Oscar Reis. Raízes e Culturas de Buritis no Sertão Urucuiano. 1996; Arquivos Públicos do Estado de Minas Gerais).
  11. Buritis na página da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
  12. Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). Dados Meteorológicos - Minas Gerais. Visitado em 7 de dezembro de 2012.
  13. Palmeiras do Cerrado.
  14. Sobre as árvores do Cerrado.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Oliveira, Melo. As Minas Reveladas de Paracatu.[vago]
  • Durães, Oscar Reis. Raízes e Culturas de Buritis no Sertão Urucuiano, Brasília, DF: Linha Gráfica Editora, 1996.[vago]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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