Guaraná Antarctica

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Guaraná Antarctica
Tipo Refrigerante
Definição Normal
Sabor Guaraná
Cor Caramelo
Origem  Brasil
Criador Pedro Baptista de Andrade
Lançamento 1921
Fabricante AmBev
Distribuidor AmBev
Comercialização Internacional
Slogan Todo Mundo quer, só a gente tem.
Variante(s)
  • Guaraná Antarctica Zero
  • Guaraná Antarctica Ice
  • Guaraná Antarctica Açaí
  • Guaraná Antarctica Caçulinha
  • Guarah
Descontinuada
  • Guaraná Antarctica Seleção
  • Zon Guaraná Antarctica
Relacionada(s) Marajá, Soda Antarctica, Guarah, Tônica Antarctica, Guaraná Brahma, Sukita
Website www.guaranaantarctica.com.br
Teor calórico 400 Kcal/litro
Edulcorante(s) Açúcar
Acidulante(s) Ácido cítrico
Conservante(s) Sorbato de potássio

Benzoato de sódio

Guaraná Antarctica [nota 1] é um refrigerante brasileiro. A marca pertence à AmBev, e foi lançada no Brasil em maio de 1921, pela então Companhia Antarctica Paulista, com o nome de Guaraná Champagne Antarctica, passando a ser a primeira marca a comercializar este tipo de refrigerante. Com o sucesso e popularidade da bebida, a Coca-Cola acabou lançando uma marca também com sabor de guaraná. Atualmente, encontra-se entre as quinze marcas de refrigerantes mais vendidas no mundo.[1] [2]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1905 foram realizadas as primeiras experiências com a fruta guaraná para verificar a possibilidade de utilizá-lo em alimentos. O médico Luiz Pereira Barreto, cria o método de processamento do guaraná, resultando em um xarope. A pesquisa realizada acabou servindo como base para o surgimento do refrigerante com sabor de guaraná da Companhia Antarctica Paulista.[3] [4]

  • Criado para a Antarctica, pelo químico industrial e professor de farmácia Pedro Baptista de Andrade, o “Guaraná Champagne Antarctica” foi lançado no ano de 1921. Desde sua criação, a Companhia já comprava a fruta diretamente de fornecedores da região de Maués no Estado do Amazonas, para produzir o extrato em sua unidade em São Paulo.

No final da década de 1940, com o sucesso do produto e o aumento do consumo, a Antarctica detectou a necessidade de estabelecer um escritório na região de Maués, para facilitar a comercialização do fruto.

  • Mesmo com uma filial da companhia estabelecida no Amazonas, o extrato do guaraná, continuou a ser produzido em São Paulo até 1962, quando entrou em atividade uma Unidade Industrial para extração do fruto e a compra da Fazenda Santa Helena, ambas na cidade de Maués.
  • O ano de 1971 marcou o início das atividades de plantio na Fazenda Santa Helena, permitindo o aprofundamento dos estudos sobre a cultura do guaranazeiro. Para garantir uma melhor qualidade e menores preços das sementes compradas de terceiros pela companhia, a mesma repassava a tecnologia e os conhecimentos desenvolvidos no local para os demais produtores.
  • No ano de 1981 é lançado o Guaraná Champagne Antarctica em lata de folha-de-flandres.
  • Em 1984, a marca lançou a garrafa de vidro de 290 ml que acabou virando símbolo da marca.
  • Em 1988, Foi lançada a linha diet para os refrigerantes Antarctica. O guaraná passou a ser o primeiro refrigerante do Brasil a conseguir reduzir seu valor calórico e, ao mesmo tempo sem alterar significativamente o sabor original.
  • No ano de 2000, é aprovado a criação da “Companhia de Bebidas das Américas” (AmBev), através da fusão entre as empresas Companhia Antarctica Paulista e Companhia Cervejaria Brahma. A antiga companhia da Brahma fabricava os refrigerantes com sabor Guaraná nas marcas Guaraná Brahma, Guaraná Brahma Light, Seven Up, Seven Up Diet, kas Guaraná, Kas Guaraná Acerola, Kas Guaraná Maracujá e Kas Guaraná Pêssego, enquanto a Antarctica produzia as marcas Guaraná Champagne Antarctica, Guaraná Champagne Antarctica Diet, Guará-Suco, Guaraná Baré, Guaraná Frizante Polar e Guaraná Polar Light, uma verdadeira sobreposição de marcas com produtos similares, isto é, todos com a matéria-prima guaraná, o que causava gastos expressivos em relação à publicidade para que cada uma das marcas de refrigerantes pudessem fixar seu espaço no mercado. Assim, houve a descontinuação da produção da grande maioria das marcas, restando somente o “Guaraná Champagne Antarctica”. O Baré, que teve sua produção interrompida anteriormente, voltou ao mercado nessa época, mas apenas na região do Amazonas.[5]
  • Em 2002 a AmBev, faz uma reformulação do nome da marca que passa a se chamar “Guaraná Antarctica”, tornando-se o único refrigerante sabor guaraná da nova empresa. No mesmo ano, ele passa a ser o patrocinador oficial da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo, realizada na Coreia do Sul e no Japão. Na época o Brasil conseguiu seu quinto campeonato em copas de mundo.[6]
  • No ano de 2004, foi lançado o “Guaraná Antarctica ZON”, batizado de refrigerante energético por ter uma carga extra de extrato de guaraná e de cafeína. O produto foi descontinuado em 2006.
  • No dia 5 de maio de 2006, uma edição comemorativa lançada especialmente para o período da Copa do Mundo da Alemanha chega ao mercado, chamada “Guaraná Antarctica Seleção”. O refrigerante de guaraná com um toque de frutas (morango, abacaxi e kiwi).[carece de fontes?]
  • Em 2007 foram duas inovações, com o “Guaraná Antarctica Ice”, o primeiro refrigerante com "cooling" do mercado e o “Picolé Kibon Guaraná Antarctica”, em parceria com a empresa Unilever.
  • Em 2008, foi lançada a maior embalagem para um refrigerante no mercado brasileiro, uma garrafa Pet de 3,3 litros, além do Guarah, a água saborizada com suave sabor de guaraná.[7]
  • Em 2010, foi lançado o Guaraná Antarctica Açaí, feito com extrato de guaraná e com extrato de açaí, ele tem mais cafeína que os refrigerantes comuns.

Variantes da marca[editar | editar código-fonte]

O refrigerante Guaraná Antarctica é comercializado em embalagens PET de 600 ml, 1 litro, 1,5 litros, 2 litros, 2,5 litros e 3,3 litros; garrafa de vidro de 290 ml e lata de 350 ml. Da mesma forma, a linha de produtos da marca possui as seguintes variações:[3]

  • Caçulinha (lançado em 1949)
  • Diet (lançado em 1989)
  • Zero (lançado em 2007)
  • Zon (lançado em 2004 – descontinuado em 2006)
  • Seleção (lançado e descontinuado em 2006)
  • Ice (lançado em 2007)
  • Picolé Guaraná Antarctica da Kibon (lançado em dezembro de 2007 – descontinuado em 2008)
  • Guarah (lançado em 2008)
  • Açaí (lançado em abril de 2010)

Fazenda Santa Helena[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, a Companhia Antarctica Paulista comprava o fruto de guaraná diretamente de fornecedores da região Amazônica para produzir o Guaraná Champagne Antarctica. Os frutos eram então transportados para a cidade de São Paulo para a confecção do extrato de guaraná que, posteriormente, era distribuído às engarrafadoras. Em 1962, a empresa decidiu instalar uma fábrica na região de Maués, que realizava a extração do fruto.[2] [3] [8]

A Fazenda Santa Helena, atualmente é considerada como o maior laboratório de estudos e, também pioneiro na pesquisa da cultura do guaranazeiro. Está localizada em uma área de 1.070 hectares no município Maués, interior do Amazonas, destes, 50% são destinados para pesquisas do guaraná e a outra metade da área é constituída de reserva legal.

O município de Maués produz cerca de 200 toneladas do fruto e boa parte é utilizada pelo Guaraná Antarctica. Atualmente, o seu centro de estudos para o melhoramento genético do produto conta com a maior variabilidade de plantas de guaraná em um único local. Antes da sua fundação, em 1971, o cultivo da planta era exclusivamente realizada de forma extrativista, por agricultores da região.

As primeiras mudas do fruto foram plantadas em parreiras, semelhantes às do cultivo da uva, com armações de madeira e arames, este procedimento baseou-se primeiramente na observação da planta no seu meio natural onde, na mata fechada, ela cresce como um cipó. Posteriormente, foi verificado que o guaranazeiro (árvore do guaraná) apresentava este comportamento devido à sua necessidade de luz solar. A experiência demonstrou que, em ambiente aberto, o crescimento da planta acontece naturalmente, sem necessidade de agarrarem-se como as videiras.[9]

Na fazenda, até hoje acontecem pesquisas que estudam o solo, as formas para o combate das pragas que afetam a cultura do guaraná, e o plantio de culturas paralelas, entre outros temas. Foi também no local que se desenvolveu toda uma consciência sobre a importância do ecossistema original para a reprodução e preservação do fruto. É por essa razão que os 430 hectares de área cultivada da Fazenda Santa Helena estão distribuídos em 34 quadras dentro da mata nativa, promovendo o equilíbrio ecológico.[10]

Campanhas Publicitárias[editar | editar código-fonte]

No ano de 2001, a AmBev assinou um contrato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), tornando o “Guaraná Antarctica” o patrocinador oficial da Seleção de Futebol do Brasil por 18 anos.
  • O jogador de futebol Ronaldo há muitos anos trabalha com a marca. Seu contrato foi assinado em setembro de 1994, ainda no início de sua carreira. Entre as diversas campanhas protagonizadas, na propaganda vinculada em 2002, o jogador está em um salão de cabeleireiro, discutindo o corte de cabelo com personagem Cascão da Turma da Mônica, uma referência ao slogan “Novo visual, sabor original”, marcando o novo nome do Guaraná Champagne Antarctica, agora Guaraná Antarctica.[11]
  • Em 2001, a Ambev assinou um contrato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), garantindo ao Guaraná Antártica o status de patrocinador oficial da seleção brasileira de futebol masculino e feminino, pelo período de 18 anos.[12]
Ficheiro:Guaraná Antarctica em lata.jpg
No ano de 2002, o “Guaraná Champagne Antarctica” muda seu nome e logomarca para “Guaraná Antarctica”.
  • Durante dois anos, em 2004 e 2005, houve a Copa Guaraná Antarctica, um campeonato de futebol entre escolas promovido pela marca com o intuito de proporcionar a oportunidade dos estudantes em vivenciar o sonho de se tornar um jogador profissional de futebol, nesse campeonato foram revelados jogadores como William, convocado para Copa de 2014 e atacante do Chelsea.[13]
  • Em 2006, uma propaganda mostrava o craque argentino Maradona vestido com o uniforme da seleção brasileira, e cantando o hino, acordando deste pesadelo e comentando “Me parece que tomé mucho guaraná”.[14] A propaganda foi dirigida por Duda Mendonça.[14]
  • Em 2007, 2008 e 2009, o Guaraná Antarctica promove o GAS Festival (Guaraná Antarctiva Street Festival), com shows de bandas conhecidas e emergentes e apresentações de grandes nomes dos esportes radicais.
  • Em 2008 foi lançado o programa de TV GAS Sound, transmitido pela RedeTV!, o maior concurso de bandas do Brasil. Neste mesmo ano, a cantora Claudia Leitte, assinou um contrato de três anos com o Guaraná Antarctica, tornando-se garota-propaganda da marca até 2011.
  • Em 2009, o Guaraná Antarctica promove o GAS Snow (Guaraná Antarctiva Snowboard), com uma mega-pista de snowboard na praia de Botafogo no Rio de Janeiro.
  • Em 2010 foi lançado o programa de TV Busão do Brasil, transmitido pela Bandeirantes, com patrocínio master da marca.

Na Internet[editar | editar código-fonte]

Nos últimos anos, o Guaraná Antarctica utilizou diversas ferramentas e estratégias da internet para desenvolver a publicidade de sua marca. Entre elas, sites de relacionamentos e, até mesmo jogos no formato “Alternate reality game” (ARGs).

Zona Incerta[editar | editar código-fonte]

No ano de 2007, a AmBev em conjunto com a Editora Abril lançaram foi o de convidar os internautas a desvendarem um mistério, através de “Alternate reality game” (ARGs).

A trama começava com o desaparecimento de Miro Bittencourt, irmão de Gastão Bittencourt. Desta forma, os internautas precisariam ajudar Gastão a esclarecer as circunstâncias do desaparecimento de seu irmão, que era funcionário da Antarctica e possuidor de informações e documentos sobre a fórmula secreta do Guaraná Antarctica. Pistas foram espalhadas em diversos blogs e sites fictícios criados justamente para este fim, inclusive houve a criação de um site bem estruturado para uma empresa estrangeira, também fictícia, chamada Arkhos Biotech que, na trama, era a principal suspeita.[15] [nota 2] .[16]

Os Guardiões – A série[editar | editar código-fonte]

No dia 28 de agosto de 2009 o Guaraná Antarctica lançou a web-série “Os Guardiões”, que mostrava um pouco da história da “Fórmula Secreta” do refrigerante. O seriado foi desenvolvido em onze episódios de dois minutos em média cada um, protagonizada pelos personagens Gabriel, Ana e Weceslau. A campanha movimentou as redes sociais como Orkut, Twitter, Facebook e MySpace, com interação direta dos internautas na construção da história e na ajuda aos personagens que trocavam mensagens inclusive pelo Messenger (MSN) com o público. A trama se baseava na proteção da fórmula secreta e na história do guaraná. A web-série contou também com a participação especial da cantora Cláudia Leitte no sexto episódio e, do Jogador de futebol Ronaldo no episódio final da série.[17] [18] [19]

Slogans[editar | editar código-fonte]

Em 1991 foi lançado o informe publicitário “Pipoca com Guaraná”, que acabou se tornando um clássico da propaganda brasileira.
  • 1970 – A senha contra o Boko Moko [nota 3] [21]
  • 1972 – Viva mais com Guaraná Antarctica.
  • 1974 – Seja você mesmo, beba Guaraná Antarctica.
  • 1977 – Todo mundo tem sede de natureza.
  • 1979 – Guaraná Antarctica. Meu Brasil brasileiro.
  • 1980 – Guaraná Antarctica, o brasileirinho.
  • 1985 – Guaraná Antarctica, o pique total!
  • 1988 – Todo mundo um dia vira um guaraná.
  • 1991 – Este é o sabor (comercial pipoca e pizza com guaraná).
  • 1992 – Este é o sabor (comercial sanduba com guaraná).
  • 1995 – O único que conseguiu imitar o sabor do Guaraná Antarctica (Guaraná Champagne Antarctica Diet).
  • 1996 – Uh! Uh! Uh! Guaraná! Antarctica!
  • 1999 – Tudo pede Guaraná Antarctica.
  • 2002 – Seja o que for, seja original.
  • 2003 – A pedida natural.
  • 2005 – Zon é energia no seu guaraná. (Zon)
  • 2005 – Guaraná Antarctica e você. Ninguém Faz Igual.
  • 2007 – É o que é.
  • 2007 – Gela a goela (Guaraná Antarctica Ice).
  • 2007 – Zero de açúcar, tudo de sabor (Guaraná Antarctica Zero).
  • 2009 – Energia que contagia.
  • 2010 – Sabor igual ao original. Quem duvida paga mico. (Guaraná Antarctica Zero)
  • 2010 – Dupla energia com sabor natural. (Guaraná Antarctica Açaí)
  • 2011 - Energia que Contagia!
  • 2014 - Todo Mundo Quer! So a gente tem!

Guaraná Antarctica no Mundo[editar | editar código-fonte]

No ano de 1996 foram lançadas as primeiras franquias de engarrafadores fora do Brasil para a distribuição do Guaraná Champagne em Portugal, no Japão e na China. Em 1999, o Guaraná Antarctica realizou uma parceria com a PepsiCo, passando a exportar o extrato de guaraná da Amazônia para a produção e distribuição nas unidades mundiais da Pepsi-Cola. Atualmente, a marca encontra-se em crescente processo de internacionalização, graças às fusões entre a AmBev e Interbrew e posteriormente entre InBev e Anheuser-Busch. Além de ser fabricado no Brasil, Portugal e Japão, o Guaraná Antarctica está presente na Argentina e em alguns países do continente europeu e Ásia, no qual, possuem o produto para venda, em ampla ou estreita distribuição. Ainda não é importado para os Estados Unidos.[22]

Notas

  1. Pelas regras ortográficas do Formulário Ortográfico de 1943 e do Acordo Ortográfico de 1990 o correto seria grafar Guaraná Antártica. Entretanto, os dois regulamentos ortográficos garantem a manutenção das grafias originais de firmas, sociedades, títulos e marcas. FO-1943, Base XI, 40 / AO-1990, Base XXI.
  2. Na época, a Arkhos Biotech acabou levada a sério por políticos que, em seção pública, questionaram os reais interesses da empresa fictícia com relação ao Brasil
  3. Boko Moko – expressão que indica algo ou alguém cafona[20]

Referências

  1. MUNDO Estranho. Como surgiram os refrigerantes (em português). Página visitada em junho de 2010.
  2. a b DEERE. Sabores do Brasil (em português). Página visitada em junho de 2010.
  3. a b c GUARANÁ Antarctica. Histórico (em português). Página visitada em junho de 2010.
  4. ABRIR. O timeline da indústria de refrigerantes (em português). Página visitada em junho de 2010.
  5. Baré no site da AmBev
  6. BARROS, Guilherme; OLIVEIRA, Edmundo M. (Revista Época, 5 de julho de 1999). O super bebê das loiras (em português). Página visitada em junho de 2010.
  7. PORTAL da Propaganda (6 de julho de 2009). Fórmula secreta do Guaraná Antarctica é tema de nova campanha publicitária (em português). Página visitada em junho de 2010.
  8. REVISTA Rural (dezembro 2002). Ouro líquido da Amazônia (em português). Página visitada em junho de 2010.
  9. REPORTER Aventura. Festa do Guaraná faz reverência às origens de Maués, na Amazônia (em português). Página visitada em junho de 2010.
  10. AMBEV. Antarctica investe R$70 milhões no Amazonas (em português). Página visitada em junho de 2010.
  11. PARANÁ Online. Fãs de Ronaldo copiam corte de cabelo “Cascão” (em português). Página visitada em junho de 2010.
  12. AMBEV (25 de maio de 2006). Torcedor tenta levar novo Guaraná Antarctica Seleção (em português). Página visitada em junho de 2010.
  13. ABIR. Guaraná Antarctica monta o maior campeonato de futebol estudantil do Brasil (em português). Página visitada em junho de 2010.
  14. a b Maradona, el brasileño (em espanhol) (La Nación, 10 de abril de 2006).
  15. GUARANÁ Antarctica. Zona Incerta (em português). Página visitada em junho de 2010.
  16. G1 (30 de março de 2007). Senador critica empresa fictícia (em português). Página visitada em junho de 2010.
  17. PORTAL da Propaganda (4 de setembro de 2009). Claudia Leitte participa de episódio da série do Guaraná Antarctica (em português). Página visitada em junho de 2010.
  18. ABC Drivers (1 de agosto de 2009). Guaraná Antarctica lança série na Internet (em português). Página visitada em junho de 2010.
  19. MUSTAFA, Eduardo (28 de setembro de 2009). Guaraná Antarctica fecha série com participação especial (em português). Página visitada em junho de 2010.
  20. ALMANARQUE da Comunicação. Teobaldo, o Boco Moko (em português). Página visitada em junho de 2010.
  21. GUARANÁ Antarctica. Vídeos (em português). Página visitada em junho de 2010.
  22. ABIR. Guaraná Antarctica: 83 anos de sucesso (em português). Página visitada em junho de 2010.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]