Henri Cartan

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Henri Cartan
Topologia algébrica
Nacionalidade França Francês
Nascimento 8 de julho de 1904
Local Nancy
Morte 13 de agosto de 2008 (104 anos)
Local Paris
Atividade
Campo(s) Topologia algébrica
Alma mater Escola Normal Superior de Paris
Tese 1928: Sur les systèmes de fonctions holomorphes a variétés linéaires lacunaires et leurs applications
Orientador(es) Paul Montel[1]
Orientado(s) Jean-Paul Benzécri, Jean-Paul Brasselet, Pierre Cartier, Jean Cerf, Jacques Deny, Pierre Dolbeault, Adrien Douady, Roger Godement, Max Karoubi, Jean-Louis Koszul, Joshua Leslie, Jean-Pierre Ramis, Jean-Pierre Serre, Banwari Sharma, René Thom
Prêmio(s) Medalha Émile Picard (1959), Medalha de Ouro CNRS (1976), Prêmio Wolf de Matemática (1980)

Henri Paul Cartan (Nancy, 8 de julho de 1904Paris, 13 de agosto de 2008) foi um matemático francês.[2]

Filho de Élie Cartan.

Vida[editar | editar código-fonte]

Cartan estudou no Lycée Hoche em Versalhes, prosseguindo na Escola Normal Superior de Paris, com doutorado em matemática. Lecionou na Universidade de Estrasburgo, de novembro de 1931 até o início da Segunda Guerra Mundial, quando ocupou posições acadêmicas em diversas universidades francesas, passando a maior parte do tempo em Paris.

Conhecido por seu trabalho em topologia algébrica, particularmente com cohomology operation, homotopy group de Killing e group cohomology. Seus seminários em Paris após 1945 abrangeram a base da several complex variables, teoria dos feixes, sequências espectrais e álgebra homológica, em tal forma que influenciou decididamente o trabalho de Jean-Pierre Serre, Armand Borel, Alexander Grothendieck e Frank Adams, entre outros luminares da nova geração. O número oficial de seus estudantes é pequeno, porém inclui Adrien Douady, Roger Godement, Jean-Pierre Serre e René Thom.

Cartan foi membro fundador do Grupo Bourbaki, e um de seus mais ativos participantes. Seu livro, em coautoria com Samuel Eilenberg, Homological Algebra (1956),[3] trata de assuntos fundamentais da matemática com abstração moderada e teoria das categorias.

Cartan usou sua influência para obter a libertação de alguns matemáticos dissidentes, incluindo Leonid Plyushch e José Luis Massera. Por seus esforços humanitários recebeu o Pagels Award da Academia de Ciências de New York.[4]

Faleceu em 13 de agosto de 2008, com 104 anos. Foi sepultado em Die.[2]

Condecorações[editar | editar código-fonte]

Recebeu o Prêmio Wolf de Matemática de 1980. Foi membro da Académie des Sciences, eleito em 1974. Foi membro estrangeiro da Finnish Academy of Science and Letters, Royal Danish Academy of Sciences and Letters, Royal Society, Academia de Ciências da Rússia, Academia Real das Ciências da Suécia, Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, Polish Academy of Sciences e de outras academias e sociedades.

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Raimond Castaing e Christiane Desroches Noblecourt
Medalha de Ouro CNRS
1976
Sucedido por
Charles Fehrenbach
Precedido por
Jean Leray e André Weil
Prêmio Wolf de Matemática
1980
com Andrei Kolmogorov
Sucedido por
Lars Valerian Ahlfors e Oscar Zariski