Maria da Esperança de Bourbon

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Maria da Esperança
Princesa de Orléans e Bragança
Maria da Esperança em sua Primeira Comunhão.
Cônjuge Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança
Descendência
Pedro Carlos
Maria da Glória
Afonso
Manuel
Maria Cristina
Francisco
Nome completo
Maria da Esperança Amália Raniera Maria do Rocio Luiza Gonzaga de Bourbon e Orléans
Casa Bourbon
Orléans e Bragança
Pai Carlos de Bourbon-Duas Sicílias
Mãe Luísa de Orléans
Nascimento 14 de junho de 1914
Madri, Espanha
Morte 8 de agosto de 2005 (91 anos)
Villamanrique de la Condesa, Espanha
Religião Catolicismo

Maria da Esperança Amália Raniera Maria do Rocio Luiza Gonzaga de Bourbon e Orléans, em espanhol: Maria de la Esperanza Amália Raniera María del Rocío Luiza Gonzaga de Borbón y Orléans (Madrid, 14 de junho de 1914Villamanrique de la Condesa, 8 de agosto de 2005), princesa das Duas Sicílias. Era a terceira filha de Carlos de Bourbon-Duas Sicílias (1870-1949), infante de Espanha e capitão-geral da província de Andaluzia, e da infanta Luísa de Orléans (1882-1958), princesa de Orléans e, desde 1883, princesa de França.

Em 1931, com a queda da monarquia na Espanha, a família real espanhola foi exilada, mas alguns militares republicanos foram ao infante Carlos declarar que com a família dele nada se passaria e que poderiam permanecer em Sevilha, se quisessem. Apesar da oferta eles também se exilaram junto à família real espanhola, em Roma.

Em 18 de dezembro de 1944, casou-se na Catedral de Sevilla com seu primo, Pedro Gastão de Orléans e Bragança, príncipe de Orléans e Bragança, neto da última princesa imperial do Brasil, Isabel do Brasil, e do príncipe imperial consorte Gastão de Orléans, conde d'Eu, e bisneto do último imperador do Brasil, Pedro II do Brasil. O casamento reuniu uma diversas autoridades sevilhanas e nobres descendentes da Casa de Bourbon, uma vez que estavam presentes as duas irmãs do noivo, Isabel de Orléans e Bragança (1911-2003), casada com Henrique de Orléans (1909-1999), conde de Paris, e Maria Francisca de Orléans e Bragança (1914-1968), casada com Duarte Nuno de Bragança (1907-1976), duque de Bragança e herdeiro do extinto trono real português.

A partir de então, a vida Maria da Esperança dividiu-se entre os lares de Sevilha (Villamanrique de la Condesa) e Petrópolis (Palácio do Grão-Pará). O casal teve seis filhos, todos nascidos e criados em Petrópolis, à exceção do mais velho, que nasceu no Rio de Janeiro.

Em 27 de novembro de 1975, devido à restauração da monarquia espanhola, ascendeu ao trono real o sobrinho de Maria da Esperança, Juan Carlos I, atual rei de Espanha, retornando do exílio juntamente com seus pais, os condes de Barcelona.

Descendência[editar | editar código-fonte]

Maria da Esperança e o seu marido, Pedro Gastão de Orléans e Bragança, tiveram seis filhos. Dentre eles:

Ainda que não oficialmente, todos são considerados príncipes de Orléans e Bragança.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]