Rush

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Rush
Rush-in-concert.jpg
Rush em 21 de Setembro de 2004, Milão, Itália
Informação geral
Origem Toronto, Ontário
País  Canadá
Gênero(s) Rock progressivo, hard rock,[1] heavy metal
Período em atividade 1968 - presente
Gravadora(s) Moon, Mercury, Anthem, Atlantic, Roadrunner
Página oficial www.rush.com
Integrantes
Geddy Lee
Alex Lifeson
Neil Peart
Ex-integrantes
John Rutsey
Jeff Jones

Rush é uma banda canadense de rock formada em agosto de 1968 na cidade de Toronto, Ontário. A banda é composta pelo baixista, tecladista e vocalista principal Geddy Lee, pelo guitarrista e backing vocal Alex Lifeson e pelo baterista, percussionista e letrista Neil Peart. A formação original da banda passou por algumas modificações entre 1968 e 1974, alcançando sua formação definitiva com Peart em julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê nos Estados Unidos, devido a problemas de saúde de John Rutsey, antigo baterista da banda.

Desde o lançamento do seu álbum de estreia em março de 1974, Rush tornou-se conhecido pelas habilidades instrumentais de seus membros, composições complexas e letras ecléticas, que abordam pesadamente a ficção-científica, fantasia e filosofia, dirigindo-se a assuntos humanitários, sociais, emocionais, e ambientais. Musicalmente, o estilo evoluiu ao longo dos anos, iniciando-se na inspiração do blues no rock em seus primeiros álbuns e, em seguida passando por fases em que predominaram as influências do hard rock, rock progressivo e sintetizadores. A banda e sua musicalidade têm sido citadas como influência por vários artistas musicais, incluindo Metallica,[2] [3] The Smashing Pumpkins e Primus,[4] bem como as bandas de metal progressivo como Dream Theater[2] e Symphony X.[5]

A banda ganhou um número considerável de Juno Awards, e foi adicionada ao Canadian Music Hall of Fame em 1994. Ao longo de sua carreira, os membros foram reconhecidos como sendo alguns dos melhores em seus respectivos instrumentos, com cada membro ganhando vários prêmios em diversas publicações especializadas. Como um grupo, Rush possui vinte e quatro certificações de ouro e quatorze de platina (três multi-platina) registrados. Segundo a RIAA, o Rush é o terceiro colocado nas estatísticas de vendas de álbuns consecutivos de ouro ou platina por uma banda de rock, atrás apenas de The Beatles e The Rolling Stones[6] . O grupo também se classifica na 78ª posição de números de vendas de CDs nos Estados Unidos, com mais de 25 milhões de unidades.[7] Embora o número total de vendas não são calculadas por uma única entidade, a partir de 2004 várias fontes da indústria mundial estimaram as vendas em mais de 40 milhões de unidades.

A banda terminou a turnê mundial que promoveu o seu álbum Snakes & Arrows em 2007 e a Time Machine Tour em 2011, turnê na qual tocaram o álbum Moving Pictures inteiro e estiveram no Brasil.[8] Em julho de 2012, a banda lançou o seu mais recente álbum, chamado Clockwork Angels, que recebeu aclamação mundial de críticos e fãs. Clockwork Angels Tour, sua mais recente turnê, começou no dia 7 de setembro de 2012, e o seu setlist foi surpreendente.[9] A novidade foi a execução de muitas músicas dos álbuns Power Windows e Clockwork Angels.

Em dezembro de 2012 foi anunciado que a banda seria induzida ao Rock and Roll Hall of Fame.[10] [11]

História[editar | editar código-fonte]

Primeiros anos (1968-1976)[editar | editar código-fonte]

A formação original da banda, em Setembro de 1968, contava com o baixista e vocalista principal Jeff Jones, o baterista John Rutsey e Alex Zivojinovich (guitarra e vocais de apoio), mais conhecido pelo nome artístico de Alex Lifeson. O irmão de Rutsey sugeriu o nome Rush, assim batizando e decretando o início da história de um nome de sucesso. Ainda no mesmo ano, Jones foi substituído por um amigo de Lifeson, Gary Lee Weinrib - conhecido pelo nome artístico de Geddy Lee. Depois de várias reformulações na formação, a oficial foi feita em maio de 1971, constituída de Alex Lifeson, Geddy Lee e John Rutsey. Sem apoio de gravadoras, lançaram seu primeiro disco independente, Rush (1974). A popularidade da banda ficou circunscrita à região de Ontário até que o álbum, distribuído pela Moon Records, foi adotado pela rádio Ohio. Esse álbum, mais tarde foi redistribuído pela Mercury Records.

Imediatamente depois do lançamento do álbum em 1974, John foi obrigado a sair da banda devido à complicações na sua saúde (problemas de diabetes) e seu desgosto por fazer turnês. Sua última performance foi em 25 de junho de 1974, em Ontário. A banda então fez uma audição para recrutar novos bateristas e finalmente Neil Peart foi selecionado para substituir John. Neil oficialmente juntou-se à banda em 29 de julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê do grupo nos Estados Unidos. Com a nova formação, fizeram seu primeiro show abrindo para Uriah Heep e Manfred Mann, na presença de onze mil pessoas no Civic Arena, Pensilvânia. Além de de baterista da banda, Neil tornou-se também o letrista principal, no lugar de Geddy, que possuía muito pouco interesse em escrever. Assim, Geddy e Alex resolveram focar nos aspectos instrumentais da banda. Fly By Night (1975), o primeiro álbum da banda após recrutar Neil, teve a inclusão da primeira épica mini história na música By-Tor and the Snow Dog, repleta de arranjos complexos e formatos com várias seções musicais. Os temas de letras também mudaram drasticamente, tendo em vista o amor de Neil por fantasia e ficção científica. Porém, além das várias diferenças, alguns dos sons e das músicas ainda se aproximaram bastante dos blues do primeiro álbum.

Seguindo os passos de Fly By Night, a banda lançou Caress of Steel (1975), um álbum de cinco músicas focando mais em aspectos do hard rock e do heavy metal. O álbum teve como uma de suas características principais duas músicas longas, The Necromancer e The Fountain of Lamneth. Alguns críticos falam que o álbum não possuiu muito foco e que alguns elementos do álbum não tiveram uma conexão muito forte do que a do álbum anterior. Com a intenção de ser um álbum mais avançado e que realmente desse certo, Caress of Steel teve suas vendas abaixo das expectativas e a tour promocional aconteceu em lugares menores. Tendo em vista esse panorama, a banda sentiu-se pressionada por sua gravadora para construírem um álbum mais comercial e com uma moda mais acessível. Não obstante essa pressão, a banda ignorou os pedidos e lançou 2112 (1976), com uma música de vinte minutos dividida em sete seções. Apesar disso, o álbum foi o primeiro que foi bem sucedido comercialmente e foi o primeiro disco de platina no Canadá. A turnê desse álbum culminou em uma estadia de três noites em Toronto, que fez com que a banda lançasse seu primeiro álbum ao vivo, chamado de All the World's a Stage (1976). Críticos falam que o álbum marca a notória divisão entre os primeiros anos da banda e a próxima era de sua música.

Sucesso da mídia (1977-1981)[editar | editar código-fonte]

Depois de 2112, a banda foi para o Reino Unido para gravar A Farewell to Kings (1977) e Hemispheres (1978) no País de Gales. Esses dois álbuns marcaram uma expansão do uso de elementos progressivos na música deles. “À medida que nossos gostos ficaram mais obscuros”, disse Geddy Lee em uma entrevista, “nós descobríamos mais bandas de rock progressivo como Yes, Van der Graaf Generator e King Crimson, e nós fomos muito inspirados por essas bandas. Elas nos fizeram fazer nossas músicas ficar mais interessantes e mais complexas, e nós tentamos misturar isso com nossas personalidades para ver que o que estava por vir era um tanto quanto uma disputa para nós”. O aumento do uso de sintetizadores, músicas longas reminiscentes de álbuns conceptuais e aumento da dinâmica de compassos foram marcas registradas das composições da banda. Para alcançar um mais amplo patamar, Alex começou a experimentar violões e guitarras diferentes, e Geddy adicionou sintetizadores de baixo. De maneira similar, Neil adicionou vários elementos de percussão, como triângulos, glockenspiel, blocos de madeira, chocalhos, timbales, gongos e carrilhões. Além de todos os adicionais nos instrumentos, a banda manteve a influência do rock progressivo, continuando com músicas longas e conceptuais, com muita influência de ficção científica e fantasia. Apesar disso, com a década de 1980 chegando, a banda começou a substituir seus antigos estilos de músicas em favor de arranjos mais leves e curtos. As letras nesse ponto foram influenciadas pesadamente em poesia clássica, literatura fantástica, ficção científica e escrituras da novelista Ayn Rand, como exibidas mais proeminentemente na música Anthem de Fly By Night e em algumas seções da música 2112.

O álbum Permanent Waves (1980) mudou dramaticamente o estilo de música do Rush com a introdução de estilos como reggae e new wave. Apesar uma parte de hard rock ainda estar evidente, mais e mais sintetizadores foram incluídos. Além disso, por causa da baixa influência da mídia que teve seus álbuns antigos, Permament Waves incluiu músicas mais curtas e mais bem recebidas pelos rádios, como The Spirit of Radio e Freewill, duas músicas que ajudaram o álbum a ficar na parada dos top cinco álbuns dos Estados Unidos; as duas músicas ainda continuam a fazer aparências em rádios de rock clássico no Canadá e nos Estados Unidos. Enquanto isso, as letras de Neil foram deslocadas rumo a um tom mais expositivo com um assunto mais focado em temas humanistas e sociais. Rush juntou-se com uma banda companheira de Toronto chamada Max Webster em 28 de julho de 1980 para gravar uma música chamada Battle Scar para o novo álbum deles. Enquanto as duas bandas estavam em tour depois do lançamento do álbum, o letrista de Max Webster ofereceu ao Rush as letras de uma música que ele tinha escrito. A banda aceitou, e a música tornou-se, depois dos diversos trabalhos do grupo, Tom Sawyer.

A popularidade de Rush alcançou seu ápice com o lançamento de Moving Pictures (1981). Esse álbum essencialmente continuou com o que Permanent Waves tinha deixado, oferecendo a moda de acessibilidade entre as músicas e um comercial rock progressivo, que fez com que a banda chegasse a uma fama enorme. A sua música principal, Tom Sawyer, é provavelmente a música mais conhecida da banda, com Limelight recebendo também muitas críticas satisfatórias dentre ouvintes de rádio e fãs. Moving Pictures foi o último álbum do Rush a marcar uma música relativamente longa, a chamada The Camera Eye, que possuía onze minutos. Essa música também continha um alto uso de sintetizadores, deixando vestígios de que a música de Rush estava mudando novamente. Moving Pictures atingiu o número 3 do Billboard 200 e foi classificada um disco quatro vezes platina pela RIAA.

Seguindo o sucesso de Moving Pictures e a realização de quatro álbuns, Rush lançou o seu segundo álbum ao vivo, chamado de Exit...Stage Left (1981). O álbum delineou o ápice do período progressivo da banda ao expor material ao vivo das turnês de Pernament Waves e Moving Pictures. Assim como o seu primeiro disco ao vivo, Exit... Stage Left identificou a margem de um novo período da história da música de Rush.

Período dos sintetizadores (1982-1989)[editar | editar código-fonte]

A banda sofreu outra radical transformação de estilo com o lançamento do álbum Signals (1982).

Enquanto os sintetizadores de Geddy estavam aparecendo dentre os instrumentos desde o fim da década de 1970, os teclados foram, de repente, mudados do polifônico panorama para a linha de frente das músicas do Rush, em músicas como Countdown e Subdivisions. Ambas músicas marcam uma proeminente marcação do teclado, com minimalistas acordes de guitarra e solos. Outros instrumentos inéditos foram adicionados em músicas como Losing It, com o colaborador Bem Mink no violino elétrico.

Signals também representou uma drástica transformação no estilo para além das mudanças instrumentais. O álbum contém o único top-40 hit de pop, New World Man, enquanto outras mais experimentais músicas como Digital Man, The Weapon e Chemistry expandiram o uso da banda de ska, reggae e até mesmo funk. Apesar dos membros da banda conscientemente decidirem para mover nessa decisão, diferenças significativas entre a banda e o produtor Terry Brown começaram a emergir. A banda sentiu-se dessatisfeita com o tratamento do produtor em Signals, enquanto o mesmo estava cada vez mais desconfortável com o crescente uso de sintetizadores nas músicas. Ultimamente, Rush e Terry se separaram em 1983, e a experimentação com novos eletrônicos instrumentos e a variedade de estilos musicais iria entrar em jogo com maior intensidade no próximo álbum.

O estilo e a produção de Signals foram aumentados e levados a novas alturas em Grace Under Pressure (1984). O nome do álbum se deve a Neil, que “pegou emprestado” as palavras de Ernest Hemingway para descrever o que a banda teve que passar na decisão de abandonar Terry Brown. O produtor Steve Lillywhite, que adquiriu fama com bem-sucedidas produções em Simple Minds e U2, foi alisado para produzir Grace Under Pressure. Porém, ele mudou de ideia no último momento, levando à ira de Alex, Geddy e Neil. Geddy disse que “Steve Lillywhite realmente não é um homem de palavra... Depois de concordar em fazer nosso álbum, ele teve uma oferta do Simple Minds, mudou de ideia, nos deixou decepcionado... E então nos colocou em uma posição horrível.” Rush eventualmente contratou Peter Henderson para coproduzir e edificar o álbum em seu lugar.

Musicalmente, apesar do uso dos sequenciadores e sintetizadores de Geddy que levou a banda a certa antiguidade, o foco na nova tecnologia foi complementado pela adaptação da bateria eletrônica e da percussão de Neil. As contribuições de Alex em Grace Under Pressure foram decididamente aumentadas, tendo em vista o papel pequeno que ele teve em Signals. Ainda assim, muitas de suas marcas registradas na guitarra ficaram intactas na forma de abrir os acordes de reggae, assim como os ritmos de funk e new-wave.

Com o novo produtor Peter Collins, a banda lançou Power Windows (1985) e Hold Your Fire (1987). A música nesses dois álbuns deram muito mais ênfase e proeminência no trabalho de sintetizadores de Geddy. Enquanto os fãs e críticos perceberam o diminuído trabalho da guitarra de Alex, sua presença ainda estava evidente. Alex, como muitos guitarristas no fim da década de 1980, experimentou processadores que diminuíram as rajadas de eco nos acordes, tocando com um som mais limpo. Hold Your Fire representa tanto uma modesta extensão dos estilos de guitarra encontrados em Power Windows quanto, de acordo com o crítico da Allmusic, Eduardo Rivadavia, a culminação dessa era do Rush. Enquanto que os cinco anteriores álbuns do Rush venderam pelo menos discos de platina, Hold Your Fire foi somente ouro em novembro de 1987, apesar de ter alcançado a décima terceira posição na Billboard 200.

Um terceiro álbum ao vivo, A Show of Hands (1989), também foi lançado depois das turnês de Power Windows e Hold Your Fire, demonstrando aspectos do Rush na década de 1980. A Show of Hands teve uma forte aprovação dos fãs, mas o crítico da revista Rolling Stone, Michael Azerrad, falou que foi um “músculo musical”, falando que os fãs de Rush viam seu favorito grupo musical como “a santa trindade”. Não obstante, A Show of Hands conseguiu ultrapassar a marca de ouro, tornando-se um disco platina e chegando à vigésima primeira posição na Billboard 200. Nesse ponto, o grupo decidiu mudar a sua gravadora internacional, da Mercury para a Atlantic. Depois da partida de Rush, a Mercury lançou uma compilação chamada Chronicles (1990), contendo algumas das melhores músicas da banda até então. Esse álbum foi duplo platina.

Retorno à ênfase da guitarra (1989-1997)[editar | editar código-fonte]

A banda começou a desviar do seu estilo musical, originalmente de 1980, com os álbuns Presto (1989) e Roll the Bones (1991). Produzido pelo engenheiro musical e músico Rupert Hine, esses dois álbuns testemunharam a banda abandonar muito dos seus sons de teclado. Começando com Presto, a banda optou por arranjos que foram notavelmente mais centrados na guitarra do que nos dois álbuns anteriores. Apesar dos sintetizadores ainda serem usados em muitas músicas, o instrumento não era mais o foco das composições da banda. Continuando com essa linha, Roll the Bones estendeu o uso dos três instrumentos principais da banda com ainda menos foco nos sintetizadores do que nos álbuns precedentes. Enquanto, musicalmente, os álbuns não desviaram significativamente de um som de pop-rock, a banda incorporou traços de outros estilos musicais. A música Roll the Bones, por exemplo, exibe elementos de funk e de hip-hop, e a faixa instrumental Where’s My Thing? traz diversos elementos de jazz. Esse retorno do foco dos três principais instrumentos ajudou a banda trilhar seu caminho nos álbuns do meio da década de 1990, que adotou uma fórmula muito mais direta do rock.

A transição dos sintetizadores para o ênfase da guitarra e a instrumentação orgânica continuou com os álbuns Counterparts (1993) e Test for Echo (1996), novamente os dois sendo produzidos com a colaboração de Peter Collins. Musicalmente, Counterparts e Test for Echo são dois dos álbuns mais direcionados à guitarra da história da banda. Apesar da música em geral não ter encontrado um critério baseado no rock progressivo, algumas músicas adotaram um formato mais dinâmico. Por exemplo, a música Time and Motion traz muitas mudanças de compasso e o uso de órgãos, enquanto a música instrumental Limbo consiste de múltiplas passagens musicais, assim como Driven. Musicalmente, Test for Echo ainda resguardou muito dos estilos do hard rock e do rock alternativo que a banda já havia produzido em discos anteriores, além do fato de o jeito de tocar de Geddy e de Alex permanecer um tanto quanto intacto. Porém, uma modificação notável foi apresentada na técnica de Neil, o qual mudava de um jeito mais "swingado", apresentando diversas influências do jazz, graças ao seu treinamento com o professor de jazz Freddie Gruber durante o intervalo entre Counterparts e Test for Echo. Em outubro de 1996, com o apoio de Test for Echo, a banda embarcou numa turnê norte-americana, a primeira turnê da banda sem um ato de estreia e apelidada “An Evening with Rush”.

Paralisação e retorno (1997-2006)[editar | editar código-fonte]

Depois da conclusão da tour do álbum Test for Echo em 1997, a banda entrou em uma paralização de cinco anos devido a tragédias na vida pessoal de Neil. A filha dele, Selena, morreu em um acidente de carro em agosto de 1997. Apenas dez meses depois, sua esposa Jacqueline morreu de câncer. Neil deu um tempo de suas atividades na banda para refletir e acalmar, em um período que ele viajou extensivamente por toda a América do Norte na sua motocicleta, atingindo uma marca de 88.000 quilômetros. Durante um ponto nessa viagem, Neil decidiu retornar à banda. O baterista escreveu, após a viagem, o livro Ghost Rideer: Travels on the Healing Road como uma crônica e um diário de viagem, descrevendo seus aspectos emocionais e trazendo aspectos geográficos da paisagem e da viagem em si. Nesse livro, ele escreve como ele descreveu seus parceiros de banda, durante o funeral de Selena, essas exatas palavras: “considerem-me aposentado”. Em novembro de 1998, um CD de músicas ao vivo chamado Different Stages foi lançado, dedicado à memória de Selena e Jacqueline. Mixado pelo produtor Paul Northfield e engendrado por Terry Brown, o CD contém três discos com performances ao vivo das turnês dos álbuns Counterparts, Test for Echo e A Farewell to Kings, sendo o quarto álbum oficial de músicas ao vivo da banda até então.

Depois de um tempo para afligir e rejuntar os aspectos da sua vida, e enquanto visitando o fotógrafo e amigo dos integrantes da banda, Andrew MacNaughtan, Neil foi introduzido à sua futura esposa, Carrie Nuttall. Neil casou-se em setembro de 2000. No começo de 2001, ele anunciou aos seus companheiros de banda que ele estava novamente pronto para entrar ao estúdio e voltar aos negócios da música. Com a ajuda do produtor Paul Northfield, a banda retornou em maio com Vapor Trails (2002), escrito e produzido em Toronto. Para proclamar a volta da banda, a música principal do álbum, One Little Victory, foi produzida para atrair a atenção dos ouvintes com os rápidos tempos de bateria e de guitarra. Vapor Trails marcou o primeiro álbum de estúdio a não incluir um único som utilizando sintetizadores, órgãos ou teclados desde o começo da década de 1970. Enquanto o álbum é quase completamente guiado pela guitarra, é também quase desprovido de quaisquer solos de guitarra convencionais, uma decisão consciente de Alex durante o processo de composição. De acordo com a banda, o inteiro processo de desenvolvimento de Vapor Trails foi extremamente longo e minucioso, levando aproximadamente quatorze meses para ser completo, sendo, por longe, o mais longo tempo que a banda gastou para escrever e produzir um álbum de estúdio. O álbum foi introduzido por uma turnê, a primeira da banda em seis anos, incluindo shows na América do Sul, lugar que a banda nunca tinha aventurado. No Brasil, a banda tocou em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo o país que eles tiveram mais pessoas por shows em sua carreira. É aproximado que, em São Paulo, 80.000 pessoas assistiram ao show.

Um CD triplo e um DVD duplo foi lançado em outubro, chamado Rush in Rio (2003), mostrando uma performance inteira na última noite da turnê, no Maracanã. Para celebrar seu trigésimo aniversário, a banda lançou em junho o seu álbum Feedback (2004), um EP de estúdio gravado nos subúrbios de Toronto fazendo covers de artistas como Cream, The Who e The Yardbirds, bandas que os membros de Rush citam como inspiração. Para ajudar a apoiar o Feedback, a banda voltou às turnês para comemorar também seu trigésimo aniversário, numa tour denominada de R30, que foi para a América do Norte e para a Europa. A banda também lançou um DVD que, mais tarde, seria convertido em blu-ray, de um concerto em Frankfurt.

Snakes & Arrows e a volta ao cenário televisivo (2006-2009)[editar | editar código-fonte]

Durante as entrevistas promocionais do R30, a banda revelou a sua intenção de escrever com novo material no início de 2006. Em Toronto, Alex e Geddy começaram a escrever as composições em janeiro do mesmo ano, e, durante esse período, Neil simultaneamente assumiu sua posição de letrista enquanto residindo no sudeste da Califórnia. Em setembro, a banda escolheu o produtor americano Nick Raskulinecz para coproduzir o álbum. A banda demorou cinco semanas para desenvolver o material, terminando em dezembro. Em fevereiro de 2007, foi feito um anúncio no site oficial da banda falando que o nome do álbum seria Snakes & Arrows. A primeira música, Far Cry, foi lançada nas estações de rádio da América do Norte em março de 2007.

O site do Rush, redesenhado em março para apoiar o novo álbum, também anunciou que a banda iria embarcar em uma turnê para começar no verão. Snakes & Arrows (2007) foi lançado no início de maio na América do Norte, onde estreou na terceira posição na Billboard 200, com cerca de 90 mil unidades vendidas em sua primeira semana, passando a vender mais de 600 mil cópias no mundo todo. The Larger Bowl e Spindrift foram os principais singles do álbum. A turnê intercontinental planejada em apoio ao Snakes & Arrows começou em junho de 2007, chegando ao fim em outubro do mesmo ano.

Enquanto a banda se aproximava da conclusão da sua turnê, os membros anunciaram a sua primeira aparição na televisão americana em mais de 30 anos. A banda foi entrevistada por Stephen Colbert e fizeram uma performance ao vivo de Tom Sawyer, na The Colbert Report em 16 de julho de 2008. Continuando a montar o que um crítico de cinema chamou de uma "onda pop cultural", a banda também apareceu em um show ao vivo em abril de 2009 para o filme de comédia americana I Love You, Man.

Time Machine Tour e Clockwork Angels (2009 - 2013 e Hiato)[editar | editar código-fonte]

Em 16 de fevereiro de 2009, Alex comentou que a banda começaria a trabalhar em um novo álbum no outono daquele ano, com a produção de Nick Raskulinecz novamente.[12] Em 19 de março de 2010, a CBC postou uma entrevista com Alex e Geddy onde eles discutiam a indução do Rush no Canadian Songwriters Hall of Fame, que é um hall da fama feito especiamente para compositores canadenses, que, por sinal, ocorreu em 28 de março de 2010. Eles foram reconhecidos por músicas como Limelight, Closer to the Heart, Tom Sawyer, The Spirit of Radio, Subdivisions e Time Stand Still. Além da indução, eles falaram sobre o material futuro e durante a entrevista, Geddy disse: "... há um mês e meio, não tínhamos nenhuma música. Já agora, temos 6 músicas que simplesmente amamos...".[13] Em 26 de março de 2010, em entrevista ao The Globe and Mail, Alex reconfirmou que a banda já tinha escrito meia dúzia de músicas e que havia possibilidade de duas turnês, uma no verão de 2010 no hemisfério norte e uma mais extensa no verão de 2011. Apesar de ainda incerto de exatamente como e quando o novo material seria lançado, ele projetou uma tentativa data de lançamento na primavera de 2011.[14] Depois, Neil confirmou que a banda possuía 5 músicas concluídas com Nick Raskulinecz como co-produtor.[15]

Em abril de 2010, o site oficial do Rush anunciou a turnê Time Machine Tour. Essa iniciaria no fim de junho e terminaria no começo de outubro. Além disso, ela apresentou, pela primeira vez na história das turnês da banda, o álbum Moving Pictures tocado em sua totalidade, assim como material inédito no novo trabalho de estúdio da banda.[16] No fim de maio, a banda anunciou o lançamento do seu novo single, Caravan, que faria parte do novo álbum de estúdio da banda intitulado Clockwork Angels. O lado B do single teria uma faixa adicional chamada BU2B.[17] [18] .

Clockwork Angels (2012) foi lançado nos Estados Unidos e no Canadá no meio de junho, e a turnê do álbum começou no início de setembro. O álbum foi bem recebido pelos críticos, que elogiaram a musicalidade dos três participantes da banda e destacaram que, apesar da idade avançada, a banda ainda faz muito sucesso e possui muitos fãs merecidamente. Há rumores de que a banda voltaria à América do Sul em 2013, provavelmente entre setembro e dezembro.[19]

Em 19 de Novembro de 2013 no dia do lançamento do DVD Clockwork Angels Tour o guitarrista Alex Lifeson anunciou que a banda fará uma pausa de 1 ano para "descansar" após essas duas longas turnês seguidas.[20]

Membros da banda[editar | editar código-fonte]

Membros atuais
  • Geddy Lee - baixo, vocais principais, teclados, sintetizadores. (setembro de 1968-atualmente)
  • Alex Lifeson - guitarra, violão, vocais de apoio. (agosto de 1968-atualmente)
  • Neil Peart - bateria, percussões, letrista. (julho de 1974-atualmente)
Ex-membros
  • John Rutsey - bateria, percussões, vocais de apoio. (agosto de 1968-julho de 1974; morreu em 2008)
  • Jeff Jones - baixo, vocais principais. (agosto de 1968-setembro de 1968)

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Estrela do Rush na Calçada da fama do Canadá.[21]

O Rush recebeu muitos prêmios durante a carreira.

Junos[editar | editar código-fonte]

Lifeson durante apresentação.

O Juno Awards no Canadá é equivalente a um Grammy no Estados Unidos.

  • 1974 - Banda destaque
  • 1977 - Melhor grupo
  • 1978 - Melhor grupo
  • 1991 - Melhor álbum Heavy Metal
  • 1991 - Melhor arte de álbum (Presto)
  • 1992 - Melhor álbum de Hard Rock
  • 1992 - Melhor arte de álbum (Roll The Bones)
  • 2004 - DVD musical do ano (Rush in Rio)
  • 2005 - Bah
  • 2013 - Melhor álbum de Rock do Ano (Clockwork Angels)

Grammys[editar | editar código-fonte]

Lee durante apresentação.
  • 1982, indicação: Melhor Performance Rock Instrumental
    • "YYZ" -- derrota para a canção do The Police "Behind My Camel"
  • 1992, indicação: Melhor Performance Rock Instrumental
    • "Where's My Thing" -- derrota para a canção de Eric Johnson "Cliffs of Dover"
  • 1995, indicação: Melhor Performance Rock Instrumental
    • "Leave That Thing Alone" -- derrota para a canção do Pink Floyd "Marooned"
  • 2004, indicação: Melhor Performance Rock Instrumental
    • "O Baterista" de Rush In Rio -- derrota para a canção de Brian Wilson "Mrs. O'Leary's Cow"
  • 2008, indicação: Melhor Performance Rock Instrumental
    • "Malignant Narcissism" -- derrota para a canção de Bruce Springsteen "Once Upon A Time In The West"
  • 2011, indicação: Melhor Video Musical Longo
    • "DVD - Beyond The Lighted Stage " -- derrota para o documentário de The Doors "When You're Strange"

Revistas[editar | editar código-fonte]

Alex[editar | editar código-fonte]
  • 1983 - "Destaque do Rock" - Guitar for the Practicing Musician
  • 10 vezes vencedor: Melhor Guitarrista do Rock - 1976, 1978, 1984, 1985, 1986, 1989, 1992, 1998, 2001 e 2007
  • 1991 - Hall of Fame - Guitar for the Practicing Musician
Geddy[editar | editar código-fonte]
  • Hall of Fame - Guitar Player Magazine
  • 6 vezes vencedor: "Melhor Baixo do Rock" - Guitar Player Magazine
  • 1993 - "Melhor baixista do Rock" Bass Player (eleito pelos leitores)
Neil[editar | editar código-fonte]
Peart durante apresentação com a banda na Itália.

Da revista Modern Drummer pelos leitores:

  • Hall of Fame: 1983
  • Melhor Baterista do Rock: 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985
  • Melhor Multi-Percussionista: 1983, 1984, 1985, 1986
  • Melhor Percussionista instrumental: 1982
  • Baterista Revelação: 1980
  • Best All Around: 1986
  • 1986 Honor Roll: Rock Drummer, Multi-Percussion
(Como membro do Honor Roll, Neil não é mais elegivel em votos de categorias acima.)
  • Melhor performace em gravação:
    • 1981: Moving Pictures
    • 1982: Exit... Stage Left
    • 1983: Signals
    • 1985: Grace Under Pressure
    • 1986: Power Windows
    • 1988: Hold Your Fire
    • 1989: A Show of Hands
    • 1990: Presto
    • 1992: Roll The Bones
    • 1993: Counterparts

Referências na cultura popular[editar | editar código-fonte]

  • Entre os minutos 2:10-2:20 da música "Bois Don't Cry" do grupo brasileiro Mamonas Assassinas é possível ouvir o trecho inicial da música "Tom Sawyer" .
  • Gregory's Girl, 1981. Gregory, o personagem principal interpretado por John Gordon Sinclair, é um baterista que tem um pôster da banda com uma foto de Neil em seu quarto.
  • A Nightmare on Elm Street, Novembro 1984. No quarto do personagem de Johnny Depp há um pôster com a capa de Grace Under Pressure.
  • A canção "Grade 9" do Barenaked Ladies tem duas referências ao Rush: a famosa virada de bateria de "Tom Sawyer" e o riff de abertura de "Spirit of Radio".
  • Na 3ª temporada de Two and a Half Men no episódio 21, logo no começo quando os pais de Jake estão conversando com a professora, Alan cita um verso da música Limelight "All the world is a stage..." e a professora continua ".. and we are merely players".
  • Vários episódios de Mystery Science Theater 3000 mencionam o Rush.
  • O videoclipe de "Stick It Out" (do disco Counterparts) foi exibido em um episódio de Beavis and Butt-Head.
  • A banda alternativa Pavement faz uma referência à Geddy Lee na canção "Stereo" (do disco Brigten the Corners, de 1997): "E quanto a voz de Geddy Lee / Como ela fica tão aguda? / Eu me pergunto se ele fala que nem um cara normal / (Eu conheço ele, e ele fala sim!) / E você é o que verifica os fatos para mim".
  • A canção "Tom Sawyer" foi usada nos filmes The Waterboy e Small Soldiers.
  • No Brasil, "Tom Sawyer" foi usada como canção-tema da série MacGyver Profissão: Perigo.
  • No seriado Todo Mundo Odeia o Chris, a canção foi executada na cena em que dois personagem brigam no colégio do personagem principal. A série foi ambientada nos anos 80.
  • No seriado Chuck, a canção foi executada no episódio 5 (Chuck versus Tom Sawyer) duas vezes quando Chuck encontra Morimoto e quando Chuck e Lester jogam Missile Command.
  • Geddy Lee e Alex Lifeson gravaram o hino canadense O Canada para a trilha sonora de South Park: Bigger, Louder, & Uncut, de 1999. Referências ao Rush também foram feitas na série.
  • Várias referências ao Rush podem ser encontradas na série Freaks and Geeks. A trilha sonora da série conta com "The Spirit of Radio".
  • Uma parte de "Tom Sawyer" foi usada em um comercial da Nissan.
  • Foram feitas referências ao Rush na série That 70's Show.
  • Os episódios "Anthology of Interest II" e "Obsoletely Fabulous" de Futurama apresentam referências ao Rush.
  • No episódio "Help Wanted" de Gilmore Gilrs, foi feita a seguinte referência: "Eu ouvindo meu chamado... meu futuro, meu caminho, meu destino... eu vou ser baterista... eu sou Keith Moon, eu sou Neil Peart, eu sou Rick Allen, com ou sem braço, porque eu sou do Rock and Roll!"
  • A canção "One Little Victory" do Vapor Trails foi usada no Video game Need for Speed: Hot Pursuit 2.
  • Alex Lifeson atuou como ele mesmo em uma aparição na série Trailer Park Boys, no episódio "Closer to the Heart".
  • No filme Escola de Rock, o professor (Jack Black) entrega 2112 para um pretenso baterista e diz "Rush. 2112. Neil Peart. Um dos melhores bateristas de todos os tempos. Estude-o".
  • Em um episódio de Harvey, O Advogado, o chefe de Harvey instala no escritório um medidor de perigo. O nível de perigo mais alto é a capa de Moving Pictures. Em outro episódio, um adesivo com o logotipo do Rush pode ser visto no caderno de Amendoim.
  • Em um episódio de Laboratório Submarino 2021, é revelado que o capitão Hank possui todos os discos do Rush. Na dublagem brasileira, a menção feita ao disco Caress of Steel foi traduzida ("Carroceria de aço").
  • As canções "Fly by Night" e "Working Man" foram usadas em episódios da série Supernatural.
  • Em um episódio de Aqua Teen: O Esquadrão Força Total, o personagem Mestre Shake faz um contrato com Geddy Lee para fazer uma canção.
  • No filme The Pacifier, ou no Brasil, Operação Babá, com Vin Diesel, um personagem que faz papel de diretor do musical menciona a frase: "Exit... Stage Left" Fazendo mais uma referência a Rush.
  • No filme White Noise 2: The Light, ou no Brasil Luzes do Além, a personagem de Katee Sackhoff, Sherry Clarke, comenta que seu falecido marido ensina músicas do Rush ao coral infantil do colégio. Em uma cena posterior é possível notar o coral cantando um trecho da canção "The Spirit of Radio".
  • No concerto "Rush in Rio", Geddy Lee toca "Garota de Ipanema" no baixo durante a música "La Villa Strangiato".
  • Na série de TV Lost, no episódio The Moth, o irmão do personagem Charlie cita a ele, dentro de uma igreja, as primeiras palavras da canção 2112, "And the meek shall inherit the Earth".
  • Em um dos episódios do seriado "Family Guy" ("Uma Família da Pesada" no Brasil) o personagem Chester Cheetah (dos salgadinhos Cheetos) aparece cheirando uma carreira de Cheetos enquanto ouve "Tom Sawyer". Em seguida, ele diz "Não há melhor baterista no mundo do que Neil Peart", dá um soco em sua mesinha de vidro e corta a mão.
  • No Filme "Short Circuit 2" (Um robô em curto-circuito 2, no Brasil), o robô Johnny Five tenta ajudar seu criador em um encontro romântico. Quando ouve a palavra "stage", diz: "Essa é boa!", e transmite num letreiro eletrônico o texto "All the wolrd is a stage", em referência ao registro ao vivo.
  • Na quarta temporada de Supernatural, os personagens Sam e Dean usam respectivamente os nicknames falsos de Geddy e Lee durante uma investigação.
  • Na 3º Temporada de "Apenas um Show" (Regular Show), a música Subdivisions é lembrada no Episódio "Magos dos Games" (Video Game Wizards), quando uma canção muito similar toca em um cenário muito parecido com o vídeo clipe da canção original.
  • No livro ''Jogador Número 1'' de ''Ernest Cline'' o álbum ''2112'' é parte de uma competição
  • No programa "Jornal do Almoço" da RBS TV, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, foi usada (nos anos 80 e 90) como abertura a introdução de The Spirit of Radio. Isso aconteceu até os anos 2000 quando o programa passou a utilizar uma abertura cuja harmonia musical remete aos acordes da canção antes utilizada.
  • No filme ''Eu te amo, cara'' os personagens Peter Klaven (Paul Rudd) e Sydney Fife (Jason Segel) são fãs da banda e até vão a um show deles.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Erica Starr. The Everything Rock Drums Book with CD: From Basic Rock Beats and Syncopation to Fills and Drum Solos - All You Need to Perform Like a Pro. Everything Books; 2009. ISBN 1-59869-627-0. p. 8.
  2. a b Austin Chronicle Music Rush's 30th Anniversary Tour, Acessado em 16 de agosto de 2006
  3. Geddy Lee Article Articlebase Acessado em 7 de julho de 2008
  4. CNN.com Rush profile Acessado em 17 de agosto de 2006
  5. Sítio oficial do Symphony X FAQ Acessado em 16 de agosto de 2006
  6. RIAA comemora os 50 anos de história (30/08/2008). Página visitada em 02/09/2012.
  7. Sítio do RIAA
  8. Sítio oficial Rush tour schedule
  9. Rush Setlist at Verizon Wireless Arena, Manchester, NH, USA (em inglês). Página visitada em 8 de agosto de 2012.
  10. Rush: liderando votação pública do Hall of Fame. Página visitada em 13/12/2012.
  11. Rush, Public Enemy e Donna Summer entram para o Rock And Roll Hall Of Fame. Página visitada em 13/12/2012.
  12. [1], 16 de fevereiro de 2009
  13. Entrevista da CBC com Geddy Lee and Alex Lifeson Acessado em 25 de março 2010
  14. "Rush’s Alex Lifeson on doing what he loves" Entrevista do The Globe and Mail com Alex Lifeson. Acessado em 27 de março de 2010
  15. "Rush-ing into Songwriters Hall" Jam! artigo por Jane Stevenson. Acessado em 27 de março 2010
  16. Rush Time Machine North American Tour 2010 Featuring for the First Time Ever Moving Pictures in its Entirety Acessado em 8 de abril de 2010
  17. Rush Press Release MarketWire Acessado em maio 26 de 2010
  18. RUSH - New Album Title Revealed; Clockwork Angels Due In 2011 Bravewords Article Acessado em 25 de maio de 2010
  19. Rush: rumores sobre retorno à América /do Sul em 2013 (03/11/2012). Página visitada em 17/11/2012.
  20. Rush: Hiato de 1 ano após turnê Clockwork Angels Tour.
  21. (em inglês) Canadaswalkoffame - Página acessada em 3 de Maio de 2010.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]