Termoluminescência

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A termoluminescência é a emissão de luz em resultado do aquecimento dos minerais após absorção prévia de energia de fonte ionizante[1] . As temperaturas de aquecimento são inferiores à temperatura de incandescência, tipicamente entre 50º e 475°C.

Certos minerais não metálicos e anidros, sobretudo os que contêm elementos alcalino-terrosos, como o cálcio, mostram esta propriedade. A termoluminescência é observada normalmente apenas durante o primeiro aquecimento, e não no reaquecimento, sendo que não é uma forma de transformação do calor em luz. A energia da luminescência já está presente no mineral, e é liberada através da excitação por leve aquecimento. Por outro lado, a incandescência é realmente uma transformação de calor em luz. O mineral com termoluminescência extinta pode ser recuperado quando é exposto a um raio excitante de alta energia, tais como radiação nuclear e raios-x, isto é, o mineral é recarregado.

A fluorita (CaF2) é um típico mineral termofluorescente. Além disso, a calcita (CaCO3), apatita (Ca(PO4)3(OH,F, Cl)), escapolita (Na4Al3Si3O24Cl - Ca4AlSi3O8 - CaAl2Si2O8) e o quartzo (SiO2) mostram termoluminescência.

Através da comparação da intensidade de radiação nuclear (raio excitante) com a da termoluminescência recuperada, pode-se determinar a idade do último evento térmico (aquecimento) do mineral. Este método aplicado em quartzo e plagioclásio é eficiente para datação (medir a idade da rocha ou mineral) de amostras com idade inferior à algumas dezenas de milhares de anos, sendo útil para a vulcanologia, dosimetria e arqueologia.

Referências

  1. PITERS, T.M. A Study into the mechanism of thermoluminescence in a LiF:Mg,Ti Dosimetry Material - Delft : Interfaculty Reactor institute, Delft University of Techonology , ISBN 90-73861-13-6


Ver também[editar | editar código-fonte]