Z (filme)

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Z
Z - A Orgia do Poder (PT)
Z (BR)
 França/ Argélia
1969 • Cor • 127 min 
Direção Constantin Costa-Gavras
Produção Philippe d'Argila (Associado)
Eric Schlumberger (Associado)
Roteiro Jorge Semprún
Vassilis Vassilikos (livro)
Elenco Yves Montand
Irene Papas
Jean-Louis Trintignant
Género Suspense
Policial
Thriller político
Idioma Francês
Música Míkis Theodorákis
Direção de fotografia Raoul Coutard
Figurino Piet Bolscher
Edição Françoise Bonnot
Estúdio Valoria Films
Reggane Films
Office National pour le Commerce et l'Industrie Cinématographique
Página no IMDb (em inglês)

Z (em Portugal Z - A Orgia do Poder) é um filme franco-argelino de 1969, dirigida por Costa-Gavras e baseado no romance homônimo de Vassilis Vassilikos.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O filme se inicia com a advertência nos créditos iniciais de Costa-Gavras e Jorge Semprún que qualquer semelhança com eventos e pessoas da vida real não é coincidência - é intencional.

Suspense político, trata de fatos reais ocorridos em 1963 na Grécia. Em cenário político tenso, professor de medicina e deputado grego, um dos líderes da oposição esquerdista, organiza juntamente com correligionários Shoula, Matt e Manuel e o deputado George Pirou, uma reunião pela paz e contra a permissão de instalação de mísseis balísticos americanos em território grego. Com dificuldades, a reunião é realizada mas ao concluir sua fala, o deputado é atropelado e acaba morrendo dias depois. A polícia conclui que foi um acidente mas há indícios que levam o juiz de instrução a suspeitar da versão da polícia e aprofunda a investigação. Com ajuda indireta de um fotojornalista, e testemunhas como Nick, ele consegue revelar uma trama de membros do governo grego, como o general de polícia, o coronel da polícia, outros militares e Yago e Vago, os autores do crime. São todos indiciados mas as testemunhas morrem em circunstâncias estranhas e os envolvidos são condenados a penas leves. Pouco tempo depois os militares lançam um golpe militar. O novo regime persegue os aliados do deputado morto, o fotojornalista e o juiz de instrução. Proíbem comportamentos e assuntos como a matemática moderna, liberdade de expressão, e a letra z, em grego antigo significa "ele está vivo".

Elenco principal[editar | editar código-fonte]

  • Yves Montand .... Deputado
  • Irene Papas .... Helene, esposa do deputado
  • Jean-Louis Trintignant .... Juiz de instrução
  • Jacques Perrin .... Fotojornalista
  • Charles Denner .... Manuel, correligionário do deputado
  • Bernard Fresson .... Matt, correligionário do deputado
  • Pierre Dux .... General Missou da polícia
  • Julien Guiomar .... Coronel da polícia
  • Jean Bouise.........Deputado Georges Pirou
  • Georges Géret .... Nick, testemunha
  • Magali Noël .... Irmã de Nick
  • Marcel Bozzuffi .... Vago
  • Renato Salvatori .... Yago
  • Clotilde Joano .... Shoula
  • François Périer......Procurador
  • Jean Dasté.........Ilya Coste

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

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Oscar 1970 (EUA)

BAFTA 1970 (Reino Unido)

  • Recebeu o prêmio Anthony Asquith de melhor trilha sonora para Míkis Theodorákis.
  • Indicado nas categorias de melhor filme, melhor montagem e melhor roteiro.

Globo de Ouro 1970 (EUA)

  • Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro.

Festival de Cannes 1969 (França)

  • Recebeu o Prêmio do Júri e o de melhor ator (Jean-Louis Trintignant).
  • Indicado à Palma de Ouro.

Prêmio Edgar 1970 (EUA)

  • Venceu na categoria de melhor filme.

NYFCC Award 1969 (EUA)

  • Venceu nas categorias de melhor filme e melhor diretor.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Z foi o primeiro filme a ser indicado nas categorias de melhor filme e melhor filme estrangeiro no Oscar; apenas outros dois filmes repetiram o feito: A vida é bela e O tigre e o dragão.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Cartaz do filme Z

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