Édith Piaf

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Édith Piaf
Piaf em 1961
Informação geral
Nome completo Édith Giovanna Gassion
Também conhecido(a) como La Môme Piaf
(A Pequena Pardal)
Nascimento 19 de dezembro de 1915
Local de nascimento Paris
 França
Morte 10 de outubro de 1963 (47 anos)
Local de morte Grasse
Gênero(s) Music hall
Chanson
Ocupação(ões) cantora, compositora e atriz
Instrumento(s) Voz
Extensão vocal Mezzo-soprano[1]
Período em atividade 1935-1963
Gravadora(s) Pathé
Capitol
Página oficial www.edithpiaf.org

Édith Giovanna Gassion, conhecida como Édith Piaf (Paris, 19 de dezembro de 1915Grasse, 10 de outubro de 1963),[2][3] foi uma cantora, compositora e atriz francesa. O seu ritmo musical era concentrado inicialmente em música de salão e as suas variedades, mas ficou reconhecida pelo seu talento com a música de estilo francês chanson.

O seu canto expressava claramente a sua trágica história de vida. Entre seus maiores sucessos estão La vie en rose (1946), Hymne à l'amour (1949), Milord (1959), Non, je ne regrette rien (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando aos cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título Piaf – Um Hino Ao Amor (originalmente La Môme, em inglês La Vie En Rose), direção de Olivier Dahan.

Édith Piaf está sepultada na mais célebre necrópole francesa, o cemitério do Père-Lachaise. O seu funeral foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, o seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro. Segundo a pesquisa da BBC: Le Plus Grand Français, Édith Piaf foi considerada a 10.ª maior artista francesa de todos os tempos.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Édith Piaf quando criança.

Ela nasceu como Édith Giovanna Gassion[4] em Belleville, um distrito cheio de imigrantes em Paris. Uma lenda diz que ela nasceu na calçada da Rue de Belleville 72, mas a sua certidão de nascimento cita o Hospital Tenon,[5] que faz parte de Belleville. Ela recebeu o nome de Édith em homenagem a uma enfermeira britânica da Primeira Guerra Mundial que foi executada por ajudar soldados franceses a escapar dos alemães.[6] Piaf, um nome coloquial francês para um tipo de pardal, foi um apelido dado a ela 20 anos depois.

A sua mãe, Annetta Giovanna Maillard (1895–1945), era pied-noir, mais especificamente de ascendência franco-italiana por parte de pai e cabila-berbere por parte de mãe. Ela trabalhava como cantora em um café com o pseudônimo de Line Marsa, tendo sido obrigada a deixar a profissão contra sua vontade após o casamento. Louis-Alphonse Gassion (1881–1944), o pai de Édith, era normando e acrobata de rua[7] com um passado no teatro. Devido a dificuldades financeiras após a separação conturbada que tiveram, devido a agressões físicas, traições e humilhações, os pais de Édith a deixaram aos cuidados de sua avó materna, Emma Aïcha Saïd ben Mohammed (1876–1930), que era negligente com Édith, batendo na menina, deixando-a sozinha em uma saleta com fome e também não cuidava da sua higiene. Ela ficou 18 meses com a avó, quando o seu pai soube desta situação e decidiu levar a filha consigo, mas não pôde ficar com ela, pois precisou de se alistar na armada francesa em 1916, para lutar na Primeira Guerra Mundial. O seu pai, mesmo relutando, então, levou-a para que ficasse com sua mãe, que sem conseguir trabalho, estava sobrevivendo como prostituta, em um bordel em Bernay, na Normandia. Lá, a sua mãe e as demais prostitutas cuidaram da pequena Édith.

Dos 7 aos 8 anos, Édith ficou parcialmente cega, devido a uma queratite. De acordo com uma de suas biografias, ela curou-se depois de as prostitutas a terem levado para orar no túmulo de Santa Teresa de Lisieux (conhecida popularmente como Santa Teresinha). Devido a esse episódio, Édith conservou devoção a Santa Teresinha por toda sua vida.

Em 1922, o pai de Édith conseguiu reunir condições financeiras para tirar a filha da companhia da mãe e levou-a para viver em sua casa, enquanto trabalhava em pequenos circos itinerantes. No circo, a jovem se apaixonou pelo mundo artístico e decidiu que queria ser artista como o pai. Em 1929, aos 14 anos, enquanto o seu pai fazia performances acrobáticas nas ruas de toda a França. Édith cantou pela primeira vez em público, em uma pequena apresentação realizada em um concurso de rua, agradando muito o pequeno público.[8]

Com 15 anos, ela e o pai iniciaram diversas brigas. Ele não queria que a jovem tivesse o mesmo destino da mãe e não aceitava a vocação artística da filha, e queria lhe arrumar um casamento. Sem o pai saber, visto que passava bastante tempo fora viajando com o circo, Édith já escrevia as suas canções, fazia pequenas apresentações em estabelecimentos locais e ganhava um pouco de dinheiro. Desesperada, e querendo lutar por seus sonhos, Édith fugiu de casa, deixando o seu pai, indo viver em um quarto alugado, no Grand Hôtel de Clermont, na rua Veron, 18, em Paris. Nesta época se apresentava em restaurantes e bares nos bairros nobres de Quartier Pigalle e Ménilmontant, e também nos bairros pobres do subúrbio de Paris. Nessa época, juntou-se à também cantora iniciante Simone Berteaut, apelidada de "Mômone"[5] e as duas tornaram-se amigas inseparáveis, tendo ido morar juntas para dividir o aluguel.[8] Já havia 1 ano que Édith havia saído de casa. Estava com 16 anos quando se apaixonou pela primeira vez, por Louis Dupont, um entregador de pães.[8]

Aos 17 anos, ela deixou o quarto que vivia com sua amiga e foi morar na casa de Louis. Inicialmente, ela o ajudava com as despesas, pois ele não se opôs a sua profissão, embora fosse alvo de preconceito social por ser uma mulher financeiramente independente. Aos 18 anos, Édith deu à luz a sua única filha, Marcelle Gassion Dupont. A partir daí, o seu casamento entrou em crise, pois o marido passou a humilhá-la e agredi-la, impedindo que ela voltasse a cantar. Quando a sua filha fez 1 ano de vida, ela decidiu fugir de casa. Não queria deixar a menina, mas sabia que a noite não era um lugar saudável para uma criança estar. Assim, com as economias que tinha, voltou a morar sozinha mais distante dali, se escondendo de seu ex-marido. A filha adoeceu após a sua partida. A menina faleceu de meningite com 2 anos de idade, em 7 de julho de 1935. Dupont, o pai da menina, criou a filha até à sua morte.[7] Suas relações familiares conturbadas aliada ao adoecimento e falecimento da filha causaram danos psicológicos profundos em Édith, que se culpava a todo momento, desenvolvendo uma profunda depressão até o fim de sua vida, o que a levou a nunca mais querer ter filhos.[8]

Após voltar a reencontrar a sua antiga amiga e voltarem a morar juntas, Édith começou a cantar em praças, boates, bares e também bordeis. Lá conheceu seu segundo namorado, um cafetão chamado Albert. A relação tornou-se abusiva com o tempo e ele passou a ameaçá-la: Em troca de não a forçar a se prostituir, cobrava comissões sobre o dinheiro que ela ganhava cantando. Ele passou a prendê-la no bordel e impedir que ela cantasse em outros locais. Sua amiga tentou ajudar, mas a polícia tratava cantoras como prostitutas. Após muito sofrer agressões, humilhações e abusos sexuais, Édith conseguiu terminar definitivamente o namoro, quando fugiu do bordel, após descobrir que ele também era um assassino, e que uma de suas amigas que contavam na noite, chamada Nádia, amante de seu namorado, cometeu suicídio, para não se tornar prostituta.[8]

Carreira e Relacionamentos[editar | editar código-fonte]

Busto de Édith Piaf na Polônia.

Em 1935, Édith foi descoberta cantando na rua da área de Pigalle por Louis Leplée, dono do cabaré Le Gerny's, situado na avenida Champs Élysées, em Paris. Foi ele quem a iniciou na vida artística e a batizou de la Môme Piaf,[4] uma expressão francesa que significa "pequeno pardal" ou "pardalzinho", pois ela tinha uma estatura baixa (1,42 m). Lepleé, vendo quão nervosa Piaf ficava ao cantar, começou a ensinar-lhe como se portar no palco e disse-lhe para começar a usar um vestido preto, quando se apresentasse, vestuário que mais tarde se tornou sua marca registrada como roupa de apresentação.[8] Ele também fez enorme campanha para a noite de estreia de Piaf no Le Gerny's, o que resultou na presença de várias celebridades, como o ator Maurice Chevalier[8] e a grande vedeta do music hall, Mistinguett. Foi durante suas apresentações no Le Gerny's que Piaf conheceu o compositor Raymond Asso e a compositora Marguerite Monnot, que se tornou sua parceira, grande e fiel amiga por toda sua vida.[8] São de Marguerite composições como Mon légionnaire, Hymne à l'amour, Milord e Les Amants d'un jour.

No ano seguinte (1936), Piaf assina contrato com a Polydor e lança seu primeiro disco Les Mômes de la Cloche, que se torna sucesso imediato. Mas, no dia 6 de abril desse mesmo ano, Leplée é assassinado em seu domicílio. Piaf é interrogada e acusada de cúmplice, mas acabou sendo absolvida mais tarde. Ele foi morto por um assaltante que havia sido namorado de Édith no início de sua carreira,[9] o que gerou uma atenção negativa sobre ela por parte dos mídia, ameaçando assim a sua carreira.[8] Para reerguer a sua imagem, ela retoma contato com Raymond Asso, com quem, mais tarde, ela também viria a se envolver romanticamente. Raymond passou a ser o seu novo mentor e foi ele quem mudou o nome artístico dela de "La Môme Piaf" para "Édith Piaf". Ele encomendou a Marguerite Monnot canções que tratassem unicamente do passado de Piaf nas ruas.[8] A partir deste reencontro, Raymond começou a fazer Piaf trabalhar arduamente para se tornar uma cantora profissional de Music Hall.

Entre 1936 e 1937, Piaf se apresentou no Bobino, um music hall no bairro Montparnasse. Em março de 1937, ela fez a sua estreia no music hall ABC, onde ela se tornou imediatamente uma imensa vedete da canção francesa, amada pelo público e difundida pela rádio. Em 1940, estreou-se no teatro com uma peça de Jean Cocteau, Le Bel Indifférent,[8] escrita especialmente para ela, e que a fez contracenar com seu então namorado, o ator Paul Meurisse. Ao lado de Paul, ela se estreia em um filme em 1941, Montmartre-sur-Seine de Georges Lacombe.

Durante a ocupação alemã na França, Piaf continuou seus shows. Muitos a consideraram uma traidora, mas, após a guerra, ela declarou que trabalhou a favor da resistência francesa. Na primavera de 1944, Piaf conhece o jovem cantor Yves Montand e passou a ser sua mentora intelectual[5] e também amante.[9]

Em 1945, Piaf escreveu uma de suas primeiras canções: La Vie en rose, a canção mais célebre dela e seu grande clássico, que a consagrou mundialmente. Em 1946, Montand estreia no cinema ao lado de Piaf em Étoile sans lumière. Neste ano também, o romance terminaria para os dois. Piaf acaba desfazendo o relacionamento devido às traições, no momento em que ele está perto de alcançar o mesmo sucesso dela.

Durante esse tempo, Piaf estava fazendo muito sucesso em Paris e em toda a França. Após a Segunda Guerra Mundial, tornou-se famosa internacionalmente, excursionando pela Europa, Estados Unidos, Japão e América do Sul. De início, ela conseguiu pouco sucesso entre o público norte-americano. Entretanto, após a publicação de brilhante matéria de proeminente crítico de Nova York,[8] Piaf viu seu sucesso crescer ao ponto de sua popularidade levá-la a se apresentar oito vezes no Ed Sullivan Show e duas vezes no Carnegie Hall (1956 e 1957).

Em 1947, ela faz os seus primeiros shows nos Estados Unidos. Em 1948, durante sua volta aos Estados Unidos, ela conheceu [4] o pugilista Marcel Cerdan. De nacionalidade francesa, mas nascido na Argélia, Marcel era casado ao começar seu tórrido romance com Édith Piaf. Pouco tempo depois de os dois se conhecerem, Marcel tornou-se campeão mundial de boxe. Em 28 de outubro de 1949, Marcel morreu em acidente de avião em um voo de Paris para Nova Iorque,[10] onde a reencontraria. Édith ficou extremamente abalada com a morte de seu amante: Ele ia deixar a esposa para casarem-se. Sofrendo por essa perda, as suas dores físicas aumentaram. Afim de suportar tantas dores, Édith Piaf começou a se anestesiar, passando a se isolar socialmente e a aplicar fortes doses de morfina. Nesta época, compôs grandes sucessos, como Hymne à l'amour e Mon Dieu, que foram cantadas por Édith em memória de Marcel.

Em 1951, o jovem cantor Charles Aznavour foi contratado como seu secretário, assistente pessoal e chofer. Com o tempo de amizade, ele tornou-se o seu confidente. Ela o ajudou a decolar sua carreira, levando-o em turnê pelos Estados Unidos e pela França, e gravando algumas de suas músicas. Nestas viagens, mantiveram um caso amoroso, uma amizade colorida como definiu Édith. No mesmo ano, de volta a França, iniciou um namoro com o célebre cantor francês Jacques Pills. Em setembro de 1952, casaram-se, mas divorciaram-se em 1956.

Após o divórcio, se envolveu amorosamente com atores, cantores e compositores. Nesta época, iniciou uma história de amor com Georges Moustaki, apelidado de "Jo", que Édith lançou no cenário musical. Ao seu lado, sofreu um grave acidente automobilístico em 1958, que piorou o seu já deteriorado estado de saúde e sua dependência de morfina. Recuperada, Édith gravou um novo sucesso, a canção Millord, da qual Moustaki foi o autor.

Em 1960, termina seu namoro com Georges e inicia um relacionamento com Théo Sarapo, um cabeleireiro francês de ascendência grega, 20 anos mais novo do que ela. Os dois casaram-se em 1962, e Édith o ajudou a se tornar um cantor e ator de sucesso.[8]

Morte[editar | editar código-fonte]

Túmulo de Édith Piaf no cemitério do Père-Lachaise.

Édith Piaf faleceu em 10 de outubro de 1963, vítima de câncer no fígado, em Plascassier, na localidade de Grasse nos Alpes Marítimos, aos 47 anos. O alcoolismo, o uso excessivo de cigarros, juntamente exorbitantes quantidades de barbitúricos para tratar a sua insônia, misturados com antidepressivos e opióides para tratar de sua artrite, todos tiveram um severo impacto em sua saúde.

Poucos meses antes de sua morte, ela alugara uma mansão de 25 cômodos de frente à praia, onde passou 2 meses de descanso com amigos e com o marido. Segundo o seu acordeonista, Marc Bonel, foi um período de muitas festas: almoços e jantares para 30 a 40 pessoas, todos os dias, regados a muito champagne, uísque e música.

Por medida de economia, transferiu-se para uma casa em Plascassier, apenas com seus funcionários principais: A enfermeira, o acordeonista, a secretária e o empresário. Mesmo muito ocupado profissionalmente com viagens, o seu marido foi junto, onde na época trabalhava em um filme em Paris para "assegurar o dinheiro do casal", como dizia a própria Piaf.

Édith Piaf faleceu em consequência de uma hemorragia interna no fígado: A cantora estava em coma há 2 semanas. Como disse certa vez um documentário, ela morreu "sem um grito, sem uma palavra..." O transporte de seu corpo para Paris foi feito clandestina e ilegalmente. O seu falecimento foi anunciado oficialmente no final do dia 11 de outubro. Faleceu no mesmo dia que o seu amigo Jean Cocteau e foi enterrada no cemitério do Père-Lachaise (Divisão 97).

Grandes amizades[editar | editar código-fonte]

Édith Piaf influenciou grande parte dos artistas da sua época. Tornou-se principalmente uma ponte para que estes se conhecessem; geralmente, o seu círculo de amizade se encontrava em sua casa. Foi na sua residência que grandes nomes da música francesa tiveram o primeiro contato. Em diversas vezes, iniciaram maravilhosas parcerias musicais, tais como Gilbert Bécaud, Jacques Pills (célebre cantor francês com quem a intérprete se casou em setembro de 1952), Jacques Plante, Louis Amade, Charles Aznavour (com quem também teve um caso amoroso), Jean Broussolle, Yves Montand, Jacques Prévert, Francis Lemarque, entre tantos outros, hoje também consagrados na história fonográfica da França e do mundo.

Segundo Marc Robine, em seu livro Il était une fois la chanson française: Des trouvères à nos jours, é na casa de Piaf que Gilbert Bécaud começa a sua amizade com Charles Aznavour com quem ele escreverá diversas canções como Mé qué me qué ou La Ville, que serão registradas em cada um deles, interpretadas e preparadas de maneira bem diferente. Ainda na casa da cantora, Bécaud reencontra Jean Broussolle – das Compagnons de La Chanson, que lhe escreverá as letras de Alors, raconte. Os Compagnons registraram, no curso de sua longa carreira, uma gama de canções de Bécaud e Aznavour. Também na residência de Piaf, Charles Aznavour conheceu Jacques Plante, que se tornou um de seus grandes colaboradores (For me…formidable, La Bohème, Les Comédiens…). Assim, pouco a pouco, o círculo de relações e de colaborações de Piaf foi se alargando ainda mais. Na época imediata ao pós-guerra, que via nascer toda uma nova geração de artistas, não só a cantora teve apoio incondicional de seus amigos, grandes profissionais de música, mas também ajudou na carreira de muitos deles.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Brasileira[editar | editar código-fonte]

  • La vie en rose
  • The very best of Édith Piaf (1990)
  • Édith Piaf: 30ème anniversaire (2000)
  • Sparrow of Paris (2002)
  • Tu es partout (2002)
  • Hymme à l'amour (2007)
  • Platinum Collection - Digipack Édith Piaf
  • La Historia: Box Édith Piaf (2008)
  • Coleção Forever: Édith Piaf (2008)

As grandes canções de Édith Piaf[editar | editar código-fonte]

Edith Piaf com Marlene Dietrich sua amiga em 1959.
  • L'accordéoniste (1940)
  • La vie en rose (1946)
  • Les trois cloches (1946)
  • Hymne à l'amour (1950)
  • Padam… Padam… (1951)
  • Jézebel(1951)
  • Johnny, tu n'es pas an ange (1953)
  • Sous le ciel de Paris (1954)
  • Les amants d'un jour (1956)
  • Mon manège à moi (Tu me fais tourner la tête) (1956)
  • Milord (1959)
  • Non, je ne regrette rien (1960)

Os filmes[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Edith Piaf
  2. «Edith Piaf». www.nndb.com. Consultado em 28 de Agosto de 2011 
  3. «Piaf». www.rfimusique.com. Consultado em 28 de Agosto de 2011 
  4. a b c Rainer, Peter (8 de junho de 2007). «'La Vie en Rose': Edith Piaf's encore». Vancouver Sun. Consultado em 19 de julho de 2007 
  5. a b c «Biography: Édith Piaf». RFI Musique. Consultado em 19 de julho de 2007. Arquivado do original em 8 de março de 2010 
  6. Vallois, Thirza (fevereiro de 1998). «Two Paris Love Stories». Paris Kiosque. Consultado em 9 de agosto de 2007 
  7. a b Ray, Joe (11 de outubro de 2003). «Édith Piaf and Jacques Brel live again in Paris: The two legendary singers are making a comeback in cafes and theatres in the City of Light». Vancouver Sun. pp. F3. Consultado em 18 de julho de 2007 
  8. a b c d e f g h i j k l m Huey, Steve. «Édith Piaf: Biography». Yahoo! Music. Consultado em 20 de dezembro de 2009 
  9. a b Mayer, Andre (8 de junho de 2007). «Songbird». CBC. Consultado em 19 de julho de 2007 
  10. Marcel Cerdan's tragic disappearance (1949) Arquivado em 23 de abril de 2008, no Wayback Machine. - Marcel Cerdan Heritage

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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