Elizabeth Swann

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Elizabeth Swann Turner
Personagem fictícia de Piratas do Caribe
Outro(s) nome(s) Elizabeth Swann
Morada Port Royal
Idade Entre 20 e 30 anos
Origem Reino Unido Port Royal, Jamaica
Sexo Feminino
Espécie Humana
Ocupação Pirata
Afiliações Jack Sparrow, Will Turner
Família Weatherby Swann (pai; falecido)

Henry Turner (filho)
Will Turner (esposo)
Amigo(s) Jack Sparrow, Joshamee Gibbs, Hector Barbossa, Carina Smyth, Tia Dalma, Pintel, Ragetti, James Norrington
Inimigo(s) Hector Barbossa (anteriormente), Davy Jones, Lorde Cutler Beckett, Sao Feng (antigamente)
Filme(s) Piratas do Caribe
Primeira aparição Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl (2003)
Última aparição Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales (2017)
Interpretado por Keira Knightley (adulta)
Lucinda Dryzek (jovem)
Site oficial Página oficial
Espécie Humana

Rei-Lorde Pirata Elizabeth Swann, mais conhecida apenas como Elizabeth Swann é uma personagem da série de filme Piratas do Caribe. É a filha do governador de Port Royal Weatherby Swann, e era apaixonada por Will Turner (Orlando Bloom), um ferreiro que se torna pirata após conhecer o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Jack é aquele a quem realmente ama, o homem que lhe mostrou o verdadeiro significado de liberdade. A personagem é interpretada pela atriz inglesa Keira Knightley e por Lucinda Dryzek no filme Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl.

História[editar | editar código-fonte]

Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl[editar | editar código-fonte]

Na abertura do primeiro filme, temos nossa personagem ainda criança (interpretada por Lucinda Dryzek) cantando uma famosa canção pirata. Ela está a bordo de um navio vindo da Inglaterra em direção a Port Royal, junto com seu pai, o governador Weatherby Swann (Jonathan Pryce) e James Norrington (Jack Davenport). Nesta viagem ela conhece seu futuro marido Will Turner. Elizabeth, percebendo que ele era um provável pirata, esconde de todos um medalhão que denunciaria a sua identidade.

8 anos depois, Elizabeth é pedida em casamento por James Norrington, mas acaba desmaiando por causa da falta de ar causada por um espartilho muito apertado. Ela quase se afoga, mas é salva pelo Capitão Jack Sparrow.

Ao desenrolar da história, ela é raptada pelo inimigo de Jack, Capitão Hector Barbossa (Geoffrey Rush), é confundida com a descendente de "Bootstrap Bill Turner", pai de William, e acaba presa em uma ilha na companhia de Jack. Na ilha, ela acaba fazendo com que ele desmaie com tanta bebida e queima todo o amado rum de Jack, criando um sinal de fumaça que os salvaria.

Logo depois, no barco da marinha real, ela aceita o pedido de casamento de seu amigo James Norrington em troca do salvamento de Will. Então eles partem para a ilha onde estaria acontecendo o "ritual do sangue", no qual Will seria sacrificado para acabar com uma maldição antiga que Barbossa e sua tripulação teriam adquirido.

Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest[editar | editar código-fonte]

No segundo filme, Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest, ela deixa de ser a donzela do primeiro filme, e passa a ser uma pirata. Em um ataque do monstro Kraken, que foi enviado por Davy Jones para levar Jack para o Baú da Morte, Elizabeth beija-o e prova a ele, ao prendê-lo no mastro (para que pudesse salvar a si mesma e à tripulação), que era uma verdadeira pirata. A isso, Jack sorri, fascinado, pois os dois haviam provado, um para o outro, pontos ressaltados anteriormente: Jack, ao voltar para o navio (quando sua bússola aponta evidentemente para Elizabeth), que poderia ser um bom homem e Elizabeth, que poderia ser uma pirata.

Pirates of the Caribbean: At World's End[editar | editar código-fonte]

No terceiro filme, Pirates of the Caribbean: At World's End ela ganha o privilégio de Rainha da Corte da Irmandade graças a Jack. Ela também se casa finalmente com William Turner, durante a luta contra Davy Jones, embora o casamento não seja de fato válido pois Hector Barbossa não era o capitão oficial do Pérola Negra. William se torna capitão do Flying Dutchman (Holandês Voador) e deixa seu coração aos cuidados de Elizabeth em uma ilha, onde somente irá reencontrá-la de 10 em 10 anos. Na famosa cena extra após os créditos, Elizabeth aparece novamente, desta vez com uma criança, seu filho com William.

Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales[editar | editar código-fonte]

No filme Piratas do Caribe 5, Elizabeth volta aparecer na cena final, quando a maldição é quebrada e finalmente ela pode se reencontrar com William Turner, no fim do filme. Enquanto o reencontro acontece, Jack Sparrow permanece observando-os ao longe, com sinais de incomodação e remorso, demonstrando seus sentimentos - por Elizabeth.

Também existe uma cena pós-creditos em que Will Turner (Orlando Bloom), agora liberto da maldição que o amarrou como capitão do Holandês Voador - embora este fato não seja devidamente explicado, pois a maldição era o que o matinha vivo (já que havia morrido antes de se tornar capitão do Holandês Voador), está dormindo na cama ao lado de Elizabeth Swann (Keira Knightley). Mas Will é acordado por algo que entra em seu quarto, e vemos uma mão assustadora, que definitivamente parece ser a de Jones.

Quando Jones se aproxima, Will acorda e volta a adormecer. Mas o aterrorizante “molusco” segue espreitando o rapaz, ao que se percebe, na cena, rastros deixados pelo que seria a presença de Jones no local.[1]

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