Flauta de bambu

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Zé do Pífano e o Pife do Nordeste brasileiro

Pife também chamado Pifano ou Pifaro

O nome pífano é designado para chamar flautas rústicas de um modo geral. Costuma referir-se a um tipo de flauta transversal feita em bambu

Porém, no Brasil, o que habitualmente se chama de pífano é uma flauta de influência indígena feita de taboca ou de taquara e foi utilizada pelos primeiros cristãos, caboclos nordestinos, para cerimônias religiosas e festas. As festas e a música feita por esse tipo de banda constitui, junto com outras manifestações, o embrião de gêneros musicais ligados ao forró.

Assim como toda manifestação cultural do Brasil, o Pife recebeu influências de outras culturas, adaptando-se à música européia e, mais tarde, as bandas de pífanos passaram a apresentar influência africana, adotando um som mais percussivo ainda.

O Pife foi absorvido e adaptado pelo homem nordestino para sua cultura e tornou-se um instrumento comum, utilizado para animar toda e qualquer festividade, inclusive, eventos sacros como novenas.

Os músicos mais famosos do Pife são: Zabé da Loca (PB), João do Pife & Banda Dois Irmãos, Zé do Pífano (PE), e Banda de Pífanos de Caruaru.

O interesse pelo belo e exótico som vêm crescendo. O renomado multiinstrumentista Carlos Malta modernizou as bandas de pífanos com seu trabalho "Pife Muderno" e João do Pife, apesar de pouco comentado na mídia, já esteve em 27 países.

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