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Josei

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Ilustração de capa do mangá josei Kōrei Shussan Don to Koi!!, de Motoko Fujita, uma autobiografia que narra a gravidez da autora aos 43 anos

Josei (女性漫画, josei manga; lit. "histórias em quadrinhos femininos", pronunciado [dʑoseː]), também conhecido como ladies' comics (レディースコミック) e por sua abreviação redikomi (レディコミ; "lady-comi"), é uma categoria editorial de quadrinhos japoneses que surgiu na década de 1980. Em um sentido estrito, josei refere-se a mangás voltados para um público de mulheres adultas, em contraste ao shōjo, o qual é direcionado a meninas e jovens mulheres adultas.[a] Na prática, a distinção entre shōjo e josei é muitas vezes tênue; embora tenham se originado como categorias divergentes, muitas obras de mangá apresentam características narrativas e estilísticas associadas a ambos os estilos. Essa distinção é ainda mais complexa devido a uma terceira categoria editorial de mangá, young ladies (ヤングレディース), que surgiu no final da década de 1980 como uma categoria intermediária entre shōjo e josei.

Os mangás josei são tradicionalmente publicados em revistas de mangá dedicadas, que frequentemente se especializam em um subgênero específico, tipicamente drama, romance ou pornografia. Enquanto os dramas josei são, geralmente, histórias realistas sobre a vida de mulheres comuns, os mangás românticos josei tendem a ser melodramas influenciados por soap operas, e os mangás pornográficos josei compartilham muitas características com os mangás pornográficos voltado ao público masculino heterossexual.

O surgimento do mangá voltado para mulheres adultas como uma categoria na década de 1980 foi precedido pelo crescimento do gekigá nas décadas de 1950 e 1960 — que buscava usar o mangá para contar histórias sérias e fundamentadas para um público adulto — e pelo desenvolvimento de mangás shōjo mais complexos narrativamente por artistas associados ao Grupo do Ano 24 na década de 1970. A categoria passou a ser estigmatizada no final da década de 1980 ao se associar com mangás pornográficos, mas conquistou maior legitimidade artística na década de 1990 ao se voltar para histórias centradas em questões sociais. Os mangás josei passaram a ser adaptado regularmente para anime a partir dos anos 2000.

Terminologia

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Existem diversos termos para descrever mangás voltados para o público feminino adulto:

Ladies' comics (レディースコミック, redīsu comikku)
O primeiro termo usado para descrever essa categoria de mangá.[1] É uma construção wasei-eigo onde "ladies" (damas) é entendido como um sinônimo para "mulher", indicando, portanto, o foco no público adulto.[2] O termo desenvolveu uma conotação negativa na década de 1990, associado a mangás pornográficos de baixa qualidade, embora essa conotação tenha diminuído na década de 2000.[1] Uma abreviação de ladies' comics é redikomi (レディコミ; "lady-comi"), e, no Japão, esta abreviatura é o termo mais comumente usado para esta categoria de mangá.[3]
Young ladies (ヤングレディース, yangu redīsu)
Um termo wasei-eigo denotando uma categoria intermediária entre mangás para mulheres adultas e mangá shōjo.[4]
Mangá josei (女性漫画, josei manga)
Um termo originado por críticos e acadêmicos no final da década de 1990 para distinguir todos os mangás direcionados para mulheres adultas do mangá shōjo. Apesar de não ser usualmente usado pela audiência japonesa em geral,[5] é o termo mais usado pela audiência ocidental para descrever essa categoria de mangá.[6]

História

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Embora o mangá voltado para o público feminino tenha uma longa história que se expressa no desenvolvimento do mangá shōjo, durante grande parte de sua história o mangá shōjo foi voltado exclusivamente para o público infantil e jovem.[7] Essa situação começou a mudar no final da década de 1950 com o surgimento do conceito de gekigá, que buscava usar mangás para contar histórias sérias e realistas, destinadas ao público adulto. No final da década de 1960, o gekigá era um movimento artístico dominante e, em 1968, a revista feminina Josei Seven publicou o primeiro mangá gekigá voltado para o público feminino: Mashūko Banka (摩周湖晩夏) de Miyako Maki.[7] Maki foi uma artista de mangá shōjo que estreou no final da década de 1950 e mudou para gekigá conforme seu público original envelhecia até a idade adulta.[7] Duas revistas dedicadas ao gekigá feminino foram fundadas logo depois: Funny (ファニー, Fanī) pela Mushi Production em 1969, e Papillon (パピヨン, Papiyon) pela Futabasha em 1972, embora nenhuma tenha tido sucesso comercial e ambas tenham fechado após várias edições.[2]

Apesar do fracasso comercial do gekiga feminino, a década de 1970 viu o desenvolvimento significativo do mangá shōjo por meio dos esforços dos artistas do Grupo do Ano 24. O Grupo do Ano 24 contribuiu significativamente para o desenvolvimento do mangá shōjo ao criar histórias de mangá que eram psicologicamente mais complexas e que tratavam diretamente de tópicos de política e sexualidade.[8] Jun'ya Yamamoto, que como editor da Shōjo Comic publicou vários trabalhos do Grupo do Ano 24, tornou-se o editor fundador da revista Petit Flower em 1980, que tinha como alvo um público adolescente mais velho e publicava trabalhos voltados para adultos dos membros do Grupo do Ano 24, Moto Hagio e Keiko Takemiya.[9][10] Consequentemente, o público leitor do mangá shōjo expandiu-se de seu público histórico de crianças para incorporar adolescentes e mulheres jovens adultas.[11] Os editores procuraram explorar esse novo mercado de leitores maduros de shōjo criando revistas dedicadas, que passaram a ser descritas usando o nome de gênero "ladies' comics" (histórias em quadrinhos para damas).[3] Revistas notáveis incluem Be Love da Kodansha e You da Shueisha em 1980, e Big Comic for Lady pela Shogakukan em 1981;[11] todas as três revistas compartilhavam as características comuns de terem se originado como edições especiais de revistas de mangá shōjo que foram transformadas em publicações regulares e um foco editorial em histórias de romance que enfatizavam o sexo.[11]

As representações abertas de atos sexuais tornaram-se uma característica definidora dos quadrinhos femininos,[12] em contraste com as restrições editoriais ainda impostas às representações sexuais nos mangás shōjo.[13] A artista de mangá Milk Morizono, conhecida por suas histórias "porno chic", emergiu como uma das autoras de quadrinhos femininos mais populares da década de 1980.[11] As revistas de histórias em quadrinhos femininas proliferaram rapidamente na segunda metade da década, de oito revistas em 1984, para 19 em 1985 e para 48 em 1991.[14] Na década de 1990, as grandes revistas de quadrinhos femininas publicadas comercialmente entraram em declínio como resultado da década perdida e da crise econômica correspondente,[6] levando à proliferação de revistas menores focadas em conteúdo erótico e pornográfico. Consequentemente, as histórias em quadrinhos femininas desenvolveram a reputação de serem "pornografia feminina".[15]

Contemporaneamente, surgiram novas revistas de mangá destinadas a mulheres adultas na faixa dos vinte e poucos anos: Young You em 1987, Young Rose em 1990 e Feel Young em 1991.[5] Os mangás publicados nessas revistas passaram a ser chamados de mangás "young ladies" (jovens damas), originários da palavra "young" que aparece no título de todas as três revistas,[5] sendo posicionadas no mercado de mangás como uma categoria intermediária entre shōjo e ladies' comics.[5] Os mangás young ladies ganharam popularidade à medida que artistas shōjo que desejavam criar mangás para um público mais velho, evitando o estigma associado aos mangás ladies' comics, migraram para a categoria.[16] Teens' love também surgiu como um subgênero de mangá comercializado para mulheres, que utilizava a estrutura narrativa focada no sexo dos mangás ladies' comics, mas com protagonistas adolescentes em vez de adultas.[16] As revistas de ladies' comics responderam a essa nova competição concentrando-se em mangás que abordassem questões sociais. A estratégia foi bem-sucedida e, no final da década de 1990, ganhou maior legitimidade como gênero literário e atraiu um público mais geral, com vários títulos de histórias em quadrinhos femininas adaptados como filmes e séries de televisão.[15] O termo mangá josei também surgiu durante este período, usado principalmente por acadêmicos para distinguir mangás voltados para mulheres adultas de mangás shōjo.[5]

Josei como categoria é geralmente menos popular do que mangá shōjo, seinen e shōnen. Em 2010, You foi a revista de mangá josei mais vendida, com uma circulação relatada de 162 917; em comparação, a revista shōjo mais vendida naquele ano (Ciao) teve uma circulação relatada de 745 455, enquanto as revistas seinen e shōnen mais vendidas (Weekly Young Jump e Weekly Shōnen Jump) relataram circulações de 768 980 e 2,8 milhões, respectivamente.[17] Os animes tem sido um fator de influência significativo na atração de um público mainstream para o mangá josei desde os anos 2000, com as séries josei Paradise Kiss (1999), Bunny Drop (2005), Chihayafuru (2007), Princess Jellyfish (2008) e Eden of the East (2009), todas originadas como animes populares ou desfrutando de grande sucesso após serem adaptadas para anime.

Temas e subgêneros

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Existem três subgêneros principais no mangá josei: drama, romance e pornografia.[12] Em 2002, os títulos de drama e romance representavam coletivamente cerca de 80% das vendas no mercado de volume coletado de josei, enquanto a pornografia compunha os 20% restantes.[15] Os títulos de drama e romance são normalmente lançados por grandes editoras japonesas, enquanto a pornografia é normalmente publicada por editoras menores.[15]

Muitos dramas josei são histórias realistas sobre a vida de mulheres comuns.[18] Essas histórias são tipicamente focadas em uma mulher trabalhadora em uma determinada profissão, usualmente dona de casa, funcionária de escritório ou funcionária de colarinho rosa.[19] As narrativas geralmente se concentram em questões pessoais comuns, como namoro, cuidados infantis, cuidados com idosos, padrões de beleza, problemas no local de trabalho, conflitos conjugais ou adultério. Muitos também abordam questões sociais, como envelhecimento e demência, prostituição ou violência contra mulheres.[20] Os mangás josei também apresentam protagonistas masculinos, tipicamente bishōnen (literalmente "meninos bonitos") que frequentemente aparecem em histórias com subtexto homoerótico.[21]

Às vezes as histórias são baseadas nas experiências das próprias leitoras, as quais são ativamente convidadas a enviar histórias baseadas em suas próprias experiências de vida e recebem pagamento se suas submissões forem escolhidas para serem adaptadas para mangá.[22] As revistas de mangá josei frequentemente publicam edições especiais dedicadas a um tópico específico, como edições dedicadas ao divórcio,[23] doenças,[24] e cirurgia estética.[25] Essas edições baseadas em tópicos ocasionalmente incluem colunas não mangá que fornecem informações sobre os assuntos abordados na edição.[24] O sociólogo Kinko Itō considera que os dramas josei servem como uma forma de catarse para a leitar ao retratar uma personagem que está passando por maiores dificuldades do que elas,[23] enquanto o estudioso de mangá Fusami Ogi considera os dramas josei como modelos e potenciais modos de vida para leitoras.[18]

Os romances josei geralmente evitam o realismo dos dramas josei, assemelhando-se mais ao melodrama intensificado de uma soap opera ou de um romance da Harlequin.[26][b] As histórias geralmente aderem às fórmulas comuns de romances, como uma mulher que encontra um homem parecido com um príncipe encantado, com quem embarca em uma variedade de aventuras e, por fim, se casa.[26] Os encontros sexuais entre a protagonista e seu parceiro são comuns, enquanto os temas de fantasia romântica geralmente se manifestam no cenário (frequentemente estrangeiro ou histórico) ou por meio de protagonistas heroicos (príncipes e princesas, fantasmas, pessoas que possuem habilidades sobrenaturais, etc.). Identidades sexuais variantes, como personagens gays e transgêneros, também aparecem nessas narrativas.[27] Os romances josei têm como alvo tanto leitoras mais jovens quanto leitoras mais velhas, com muitas histórias destinadas a adolescentes, como evidenciado pelo uso extensivo de furigana como um auxílio de leitura.[26]

Pornografia

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Os mangás josei pornográficos compartilham diversas características com o mangá pornográfico destinados a um público masculino heterossexual, embora as histórias sejam geralmente escritas de um ponto de vista feminino em vez de masculino.[28] Elementos comuns à pornografia heterossexual, como dominação feminina e objetificação, também aparecem nos mangás josei pornográficos. Uma fórmula de história comum na pornografia josei é aquela em que uma mulher tímida e inteligente é transformada em uma ninfomaníaca ou escrava sexual. Relacionamentos lésbicos também são retratadas nos mangás josei pornográficos, sugerindo um público josei lésbico.[29] A pesquisadora de mangá Deborah Shamoon considera que o apelo do josei pornográfico para o público feminino reside na capacidade da pornografia desenhada de retratar temas que não são facilmente retratados na pornografia filmada, como o orgasmo feminino.[30]

Comparação a outras categorias de mangá

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Mangá shōjo

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Mayu Shinjo, uma das várias artistas que escreveu mangás josei e shōjo

Quando o mangá josei surgiu na década de 1980, distinguiu-se do mangá shōjo por explorar tópicos adultos, como trabalho, sexo e vida após o casamento, sendo voltado para um público de mulheres que "não eram mais shōjo".[28] O estudioso de mangá Yukari Fujimoto observa esse foco no realismo como uma característica distintiva central do josei, em contraste com as narrativas mais fantásticas comuns no mangá shōjo. Isso se manifesta nas carreiras comumente ocupadas pelos protagonistas em cada categoria respectiva: atrizes, modelos e musicistas no mangá shōjo, em comparação com mulheres trabalhadoras comuns no mangá josei.[31] Fujimoto também aponta as representações do casamento como um divisor central entre as categorias, sendo o shōjo associado à vida antes do matrimônio e o josei à vida depois dele.[4]

Desde o surgimento dos mangás young ladies, as distinções entre as categorias tornaram-se cada vez mais confusas.[4][32] Nas narrativas, é possível encontrar protagonistas de todas as idades tanto no shōjo quanto no josei, com histórias shōjo apresentando protagonistas adultas e histórias josei focando em adolescentes e personagens mais jovens.[33] Além disso, histórias que retratam sexo foram publicadas em revistas de mangá shōjo, como a Sho-Comi,[16] enquanto o sexo é virtualmente inexistente em algumas revistas josei, como a Monthly Flowers.[34]

No âmbito editorial, não há um padrão consistente para segmentar mangás voltados para o público feminino, com terminologia e categorias variando ao longo das décadas, editoras e revistas.[32] Desde a década de 2000, algumas grandes editoras, como a Shueisha e a Kodansha, agruparam todas as revistas de mangá voltadas para o público feminino em uma única categoria.[35] A formatação de volumes encadernados em tankōbon, em que livros maiores e mais caros eram tradicionalmente reservados para títulos voltados para o público adulto, também não segue regras formais, com mangás adultos vendidos em formatos pequenos e baratos e mangás juvenis vendidos em grandes formatos.[34]

É comum que autores produzam simultaneamente mangás shōjo e josei, sendo Mari Ozaki, George Asakura e Mayu Shinjo alguns dos inúmeros artistas que produzem obras em diversas categorias. Essa dinâmica contrasta os mangás shōnen e seinen, nos quais os artistas geralmente produzem obras exclusivamente em uma categoria, e os artistas que trocam de categoria raramente retornam à anterior.[36]

Mangás shōnen e seinen

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Houve vários exemplos de obras josei que compartilham características comuns com mangás shōnen e seinen, ou que confundem as distinções entre as categorias. Saiyuki de Kazuya Minekura foi serializado na revista shōnen Monthly GFantasy, embora sua sequência Saiyuki Reload tenha sido publicada na revista josei Monthly Comic Zero Sum. A série de mangá de 1962 de Fujio Akatsuka, Osomatsu-kun, foi originalmente serializada na Weekly Shōnen Sunday, embora quando a série foi reiniciada em 2015 como a série de anime Osomatsu-san, seu mangá spin-off foi publicado nas revistas josei You e Cookie. Anthony Gramuglia da Comic Book Resources identifica a série de anime Lupin III: Mine Fujiko to Iu Onna, parte da franquia de mídia Lupin III, como uma notável adaptação josei de um mangá seinen.

Notas

  1. O equivalente masculino dessa divisão é o seinen (voltado a homens adultos e jovens adultos) e o shōnen (voltado a adolescentes e meninos).
  2. A editora Ohzora Publishing publica romances da Harlequin adaptados para mangás "josei".[26]

Referências

  1. a b Ito 2011, p. 12.
  2. a b Ito 2011, p. 11.
  3. a b Ito 2002, p. 69.
  4. a b c Ogi 2003, p. 792.
  5. a b c d e Ogi 2003, p. 791.
  6. a b Pham 2010, p. 81.
  7. a b c Toku 2015, p. 171.
  8. Shamoon 2012, p. 102.
  9. Brient, Hervé. «Hagio Moto, une artiste au cœur du manga moderne». du9 (em francês). Consultado em 27 de janeiro de 2021 
  10. Fasulo, Fausto (Outono de 2019). «Keiko Nishi: Parcous de combatantes». Custom Publishing France. Atom (em francês) (11): 68–69. ISSN 2552-9900 
  11. a b c d Pham 2010, p. 82.
  12. a b Ito 2002, p. 70.
  13. Ogi 2003, p. 784.
  14. Ogi 2003, p. 780.
  15. a b c d Ito 2002, p. 71.
  16. a b c Pham 2010, p. 85.
  17. Loo, Egan (17 de janeiro de 2011). «2010 Japanese Manga Magazine Circulation Numbers». Anime News Network (em inglês). Consultado em 18 de março de 2022. Cópia arquivada em 11 de março de 2022 
  18. a b Ogi 2003, p. 786.
  19. Ito 2002, p. 72.
  20. Ito 2002, p. 73.
  21. Eisenbeis, Richard (7 de março de 2014). «How to Identify the Basic Types of Anime and Manga». Kotaku. Consultado em 18 de março de 2022 
  22. Ito 2009, p. 115.
  23. a b Ito 2009, p. 118.
  24. a b Ito 2009, p. 116.
  25. Ito 2009, p. 119.
  26. a b c d Ito 2002, p. 74.
  27. Ito 2002, p. 75.
  28. a b Ogi 2003, pp. 784–785.
  29. Ito 2002, p. 79.
  30. Shamoon 2004, p. 78.
  31. Ogi 2003, p. 787.
  32. a b Pham 2010, p. 92.
  33. Pham 2010, p. 84.
  34. a b Pham 2010, p. 87.
  35. Pham 2010, p. 90.
  36. Pham 2010, pp. 88–89.

Bibliografia

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  • Pham, Bruno (2010). «Le Manga au Féminin: Shōjo/Josei, La Frontière Floue». In: Brient, Hervé. Manga 10,000 Images (em francês). [S.l.]: H Editions. ISBN 978-2-9531781-4-2 
  • Shamoon, Deborah (2004). Williams, Linda, ed. «Office Sluts and Rebel Flowers: The Pleasure of Japanese Pornographic Comics for Women». Porn Studies (em inglês): 77–103 
  • Shamoon, Deborah (2012). «The Revolution in 1970s Shōjo Manga». Passionate Friendship: The Aesthetics of Girl's Culture in Japan (em inglês). Honolulu: University of Hawaii Press. ISBN 978-0-82483-542-2 
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