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Maeve Jinkings

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Maeve Jinkings
Jinkings em 2024
Nome completoMaeve Jinkings Melo Silva
Nascimento
4 de agosto de 1976 (49 anos)

Nacionalidadebrasileira
EtniaParda (ascendência afro-brasileira, indígena e escocesa)[1]
Ocupação
Principais trabalhosO Som ao Redor (2012)
Amor, Plástico e Barulho (2013)
Boi Neon (2015)
Aquarius (2016)
A Regra do Jogo (2015)
Os Outros (2023)
Pedágio (2023)

Maeve Jinkings Melo Silva (Brasília, 4 de agosto de 1976) é uma atriz brasileira de cinema e televisão. Consagrada por suas atuações em filmes independentes com temáticas sociais e existenciais profundas, Jinkings construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pela escolha de papéis complexos que frequentemente exploram as nuances da condição feminina e as tensões sociais brasileiras.[1] Ela recebeu aclamação da crítica e diversos prêmios, incluindo dois Prêmios Guarani e dois Candangos de Melhor Atriz no Festival de Brasília, além de indicações para o Grande Otelo.[3][4][5][6]

Jinkings iniciou sua formação artística no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), dirigido por Antunes Filho, em 2002, e posteriormente graduou-se na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP) em 2004 (turma 56).[7][8] Sua estreia profissional no teatro ocorreu em 2003 com a peça A Frente Fria Que a Chuva Traz, da companhia Cemitério de Automóveis de Mário Bortolotto.[7] No cinema, após participações em curtas como Dias (2001), destacou-se no longa Falsa Loura (2007). Contudo, foi com O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho, que alcançou reconhecimento nacional e internacional, firmando-se como um nome proeminente no cinema independente brasileiro.[9]

Sua trajetória é marcada por papéis em filmes aclamados como Amor, Plástico e Barulho (2013), pelo qual ganhou o Candango de Melhor Atriz, Boi Neon (2015), Aquarius (2016), Açúcar (2017), Carvão (2022) e Pedágio (2023), este último rendendo-lhe o prêmio de Melhor Atriz no Festival do Rio.[5][10] Na televisão, ganhou notoriedade por suas atuações em A Regra do Jogo (2015), como a sofrida Domingas, e em produções como Onde Nascem os Fortes (2018), A Dona do Pedaço (2019), Os Outros (2023) e DNA do Crime (2023).[11][12]

Biografia e Formação

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Maeve Jinkings Melo Silva nasceu em Brasília, Distrito Federal, em 4 de agosto de 1976.[9] É filha de Leila Jinkings, uma fotojornalista e documentarista com atuação em movimentos sociais na Amazônia,[13] e de José Alberto Melo Silva, um comerciante. Seu nome, Maeve, é de origem irlandesa celta. O sobrenome Jinkings vem de seu avô materno, Raimundo Jinkings, um conhecido ativista comunista e livreiro de Belém do Pará, de remota ascendência escocesa.[14][15] Maeve possui ascendência afro-brasileira e indígena, sobre as quais já falou publicamente, discutindo a complexidade da identidade racial no Brasil.[1][16] Ela tem duas irmãs, Isadora e Nina Jinkings.[17]

Aos cinco anos, mudou-se com a mãe para Belém, onde cresceu e se formou em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pela Universidade da Amazônia (UNAMA), embora não tenha chegado a pegar o diploma, já decidida a seguir a carreira de atriz.[18][19]

No final da década de 1990 (por volta dos 22 ou 23 anos), mudou-se para São Paulo para se dedicar aos estudos cênicos.[9] Em 2002, ingressou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho, um dos mais importantes diretores e pedagogos teatrais do Brasil, conhecido por seu rigor e método de trabalho que influenciou gerações de atores.[7][20] Em 2003, estreou profissionalmente no teatro com a peça A Frente Fria Que a Chuva Traz, da companhia Cemitério de Automóveis, dirigida por Mário Bortolotto.[7][21] Posteriormente, em 2004, foi aprovada e cursou a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP), integrando a turma 56 e permanecendo na instituição por cinco anos, consolidando sua formação como atriz.[7][8]

Maeve Jinkings é bissexual assumida.[22] Atualmente, reside em Recife, Pernambuco, cidade com a qual estabeleceu profundos laços afetivos e profissionais, sendo reconhecida em 2022 com o Título de Cidadã Pernambucana pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em reconhecimento à sua relevância artística, cultural e identitária com o estado.[2][18]

A trajetória de Maeve Jinkings no cinema e na televisão é marcada por uma imersão em personagens densos e narrativas que frequentemente abordam questões sociais, existenciais e a complexidade das relações humanas. Seu trabalho no cinema independente, especialmente o produzido em Pernambuco, projetou-a como uma das atrizes mais respeitadas de sua geração.

Início e Consolidação no Cinema

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Ainda durante seus estudos, Jinkings teve sua primeira experiência em um longa-metragem com Falsa Loura (2007), de Carlos Reichembach, em um papel coadjuvante.[9] Em 2009, um convite para filmar o curta-metragem Passageira S8º em Recife marcou o início de uma frutífera parceria com a produção cinematográfica de Pernambuco, que se tornaria um polo vital do cinema independente brasileiro.[23] Este curta, dirigido por Fernando Segtowick, foi um dos mais de dez trabalhos que Maeve realizaria no estado.

O reconhecimento expressivo veio com O Som ao Redor (2012), dirigido por Kleber Mendonça Filho. O filme estreou no Festival Internacional de Cinema de Rotterdam e circulou por mais de 90 festivais globalmente, recebendo aclamação crítica.[24] Foi incluído na lista dos 10 melhores filmes do ano pelo crítico A. O. Scott do The New York Times e indicado pelo Brasil para disputar uma vaga no Oscar de melhor filme estrangeiro em 2014.[25] Por sua atuação como Bia, Jinkings recebeu o Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante e foi indicada em diversos festivais brasileiros.[3]

Em 2013, protagonizou Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro, no papel de Jaqueline, uma cantora de brega em declínio. Sua performance lhe rendeu o Candango de Melhor Atriz no 46º Festival de Brasília e prêmios em outros festivais, como o Brazilian Film Festival of Toronto (BRAFFT) em 2014.[5][26] No mesmo ano, seu talento foi reconhecido também em curta-metragem, ao receber o Candango de Melhor Atriz de Curta no 47º Festival de Brasília e o prêmio de Melhor Atriz no Curta Cinema Rio de Janeiro por Estátua! (2014), de Gabriela Amaral Almeida.[6]

Maeve Jinkings também atuou como preparadora de elenco, notadamente no curta-metragem Sem Coração (co-dirigido por Tião e Nara Normande), que estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e recebeu o Troféu Illy de Melhor Curta, e no longa Big Jato (2015), de Cláudio Assis.[9]

A parceria com diretores renomados continuou com Boi Neon (2015), de Gabriel Mascaro, onde interpretou Galega, uma caminhoneira de vaquejadas, papel pelo qual recebeu o Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante e o prêmio de Melhor Atriz no Festival Sesc Melhores Filmes.[4][27] Em 2016, esteve em Aquarius, novamente dirigida por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sônia Braga. O filme competiu pela Palma de Ouro no Festival de Cannes e trouxe grande visibilidade internacional para o elenco.[28]

Outros trabalhos notáveis no cinema incluem Açúcar (2017), de Renata Pinheiro e Sergio Pinheiro, Mato Seco em Chamas (2022), de Adirley Queirós e Joana Pimenta, e Carvão (2022), de Carolina Markowicz, onde sua atuação como Irene lhe rendeu aclamação.[16][29] Em 2023, estrelou Pedágio, de Carolina Markowicz, conquistando o Troféu Redentor de Melhor Atriz (empatada com Grace Passô).[10]

Televisão

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Sua estreia em telenovelas ocorreu em 2015, na TV Globo, como a personagem Domingas em A Regra do Jogo, de João Emanuel Carneiro. A trama de sua personagem, que sofria violência doméstica, gerou grande repercussão e debate público, ampliando o alcance de seu trabalho para uma audiência maior.[11][30]

Posteriormente, atuou na supersérie Onde Nascem os Fortes (2018), como Joana, uma mulher forte e batalhadora do sertão nordestino.[31] Teve uma participação marcante na primeira fase da novela A Dona do Pedaço (2019) como Zenaide Ramírez.[32]

Em 2023, destacou-se na série Os Outros, do Globoplay, no papel de Mila, cuja complexidade e a atuação de Jinkings foram elogiadas pela crítica.[12] No mesmo ano, integrou o elenco da série policial DNA do Crime, da Netflix, como a agente Suellen, novamente recebendo críticas positivas por sua performance convincente e multifacetada.[33][34]

Em 2024, foi anunciada no elenco do remake de Vale Tudo, previsto para 2025, no papel de Cecília Cantanhede, que na nova versão será uma personagem lésbica.[35]

A carreira teatral de Maeve Jinkings iniciou-se antes de sua projeção no cinema. Após seus estudos no CPT de Antunes Filho, sua estreia profissional ocorreu em 2003 com A Frente Fria Que a Chuva Traz, da companhia Cemitério de Automóveis de Mário Bortolotto.[7] Nos anos seguintes, participou de diversas montagens, trabalhando com diretores como Vladimir Capella, Celso Frateschi, Bete Dorgan, Luiz Arthur Nunes e Cristiane Paoli Quito.[21]

Sua formação na EAD-USP também foi fundamental para seu desenvolvimento nos palcos. Peças como Miranda, Dentes Guardados, Ricardo III, As Bruxas de Salém, A Vida Como Ela É, Desde Que o Samba É Samba, Peso, Ato Sem Palavras e Todos Os Que Caem compõem sua trajetória teatral, demonstrando sua versatilidade em transitar por diferentes gêneros e propostas cênicas.[21]

Filmografia

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Televisão

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Ano Título Personagem Nota
2015–2016 A Regra do Jogo Domingas Moraes [11]
2017 Cidade Proibida Madame Lu Episódio: "Paula"
2018 Lama dos Dias Ângela
Onde Nascem os Fortes Joana Paranhos [31]
2019 A Dona do Pedaço Zenaide Ramírez[32] Episódios: "20–22 de maio"
2020 Todas as Mulheres do Mundo Sara Episódio: "4"
2023 Os Outros Mila[12]
2023–2025 DNA do Crime Suellen[33]
2025 Vale Tudo Cecília Cantanhede[35]
Ano Título Personagem Nota
2001 Dias Dublê de Patrícia Curta-metragem
2007 Falsa Loura Ligia [9]
2008 Canção de Baal Hospedeira
2011 Passageira S8º Curta-metragem[23]
2012 O Som ao Redor Beatriz Linhares (Bia) [24]
2013 Era Uma Vez Eu, Verônica Laura
Boa Sorte, Meu Amor Juliana
2014 Estátua! Isabel Curta-metragem[6]
Loja de Répteis Cláudia Curta-metragem[36]
Sem Coração como preparadora de elenco[9]
2015 Amor, Plástico e Barulho Jaqueline [5]
Boi Neon Galega [37]
Big Jato como preparadora de elenco[9]
2016 Aquarius Ana Paula Bragança [28]
2017 Açúcar Bethânia[16] Lançado em 2020 no circuito comercial
Terra Treme Sônia Curta-metragem[38]
Vaca Profana Ana Maria[39] Curta-metragem
2018 Guaxuma Curta-metragem (diretora de voice over)[40]
2019 Coiote Alice
2022 Carvão Irene[29]
Duetto Isabel
2023 Sem Coração Fátima[41]
Pedágio Suellen[10][42]
2024 Ainda Estou Aqui Dalva Gasparian[43]
Ano Título Direção Ref.
2003 Miranda Vladimir Capella [21]
Dentes Guardados Mário Bortolotto [21]
A Frente Fria Que a Chuva Traz [7][21]
2005 Ricardo III Celso Frateschi [21]
As Bruxas de Salém Bete Dorgan [21]
2006 A Vida Como Ela É Luiz Arthur Nunes [21]
Desde Que o Samba É Samba Isabel Setti [21]
2007 Peso Tica Lemos [21]
2008 Ato Sem Palavras Cristiane Paoli Quito [21]
2009 Todos Os Que Caem [21]


Prêmios e indicações

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Ano Prêmio Categoria Nomeações Resultado
2012 Festival do Rio Melhor Atriz
O Som ao Redor
Indicada
Festival de Gramado Melhor Atriz Indicada
2013 Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro[44] Melhor Atriz Coadjuvante Venceu
Prêmio Quem de Cinema[45] Melhor Atriz  de Cinema Indicada
Prêmio Carlão do Cinema Brasileiro[46] Melhor Atriz Codjuvante Venceu
Melhor Elenco Indicada
Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro Melhor Atriz
Amor, Plástico e Barulho
Venceu
Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro Melhor Atriz Venceu
Janela Internacional de Cinema do Recife Menção Honrosa Venceu
2014 Brazilian Film Festival of Toronto Melhor Atriz Venceu
Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro Melhor Atriz de Curta
Estátua!
Venceu
Festival Internacional de Curtas do Rio Melhor Atriz Venceu
2015 Festival do Rio Melhor Atriz
Boi Neon
Indicada
2016 Festival de Cinema de Triunfo[47] Homenagem
Cinema
Venceu
Prêmio Guarani de Cinema[48] Melhor Atriz 
Amor, Plástico e Barulho
Indicada
Prêmio Quem de Cinema[49] Melhor Atriz de Cinema
Boi Neon
Indicada
2017 Prêmio Guarani de Cinema[50] Melhor Atriz Coadjuvante Venceu
Festival Sesc Melhores Filmes[51] Melhor Atriz Venceu
Grande Prêmio do Cinema Brasileiro[52] Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
Melhor Atriz Coadjuvante
Aquarius
Indicada
Festival do Rio[53] Melhor de Atriz
Açúcar
Indicada
Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro[53] Melhor Atriz Indicada
2018 Cine Fest RN[53] Melhor Atriz Indicada
Goiânia Mostra Curtas[54] Homenagem
Cinema
Venceu
2021 Festival Sesc Melhores Filmes[55] Melhor Atriz Nacional
Açúcar
Indicada
2022 Festival Sesc Melhores Filmes[56] Melhor Atriz Nacional
A Torre
Indicada
Título Cidadã Pernambucana[57]
Relevância artística, cultural e identitária de Maeve com Pernambuco
Venceu
Festival do Rio[53] Melhor Atriz
Carvão
Indicada
2023 Festival Sesc Melhores Filmes[58] Melhor Atriz Nacional Indicada
Prêmio Platino[59] Melhor Interpretação Feminina Indicada
Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro[60] Melhor Atriz Indicada
Prêmio APCA de Televisão[61] Melhor Atriz
Os Outros / DNA do Crime
Indicada
Festival do Rio[62] Melhor Atriz
Pedágio
Venceu
2024 Prêmio Platino[63] Melhor Atriz de Filme Indicada
Festival Sesc Melhores Filmes[64] Melhor Atriz Nacional Indicada
Festival Internacional de Cinema de Guadalajara[65] Melhor Interpretação Venceu
Prêmio Grande Otelo[66] Melhor Atriz de Filme Indicada
Prêmio F5[67] Melhor Atuação em Filme Indicada
SEC Awards[68] Melhor Atriz em Série Nacional Indicada
BreakTudo Awards[69] Melhor Atriz Nacional Indicada
2025 Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano[70] Melhor Atriz Coadjuvante
Sem Coração
Indicada
Prêmio Gshow[71] Melhor Casal (com Lorena Lima)
Vale Tudo
Indicada

Referências

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Ligações externas

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Maeve Jinkings na Enciclopédia Itaú Cultural