Os Ossos do Barão (1973)

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Os Ossos do Barão
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 50 min
Criador(es) Jorge Andrade
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Régis Cardoso
Elenco Paulo Gracindo
Lima Duarte
Dina Sfat
José Wilker
Leonardo Villar
Carmem Silva
Bibi Vogel
ver mais
Tema de abertura "Os Ossos do Barão" (Marcos Valle)
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SD)
Transmissão original 8 de outubro de 1973
30 de março de 1974
Nº de episódios 150 capítulos
Cronologia
Último
Último
O Bem-Amado
O Espigão
Próximo
Próximo

Os Ossos do Barão foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida às 22h, de 8 de outubro de 1973 a 30 de março de 1974. Escrita por Jorge Andrade e dirigida por Régis Cardoso, contou com 150 capítulos.

Trama[editar | editar código-fonte]

Egisto Ghirotto, um descendente de italianos, foi criado como empregado que era na fazenda do barão de Jaraguá, e acabou fazendo fortuna durante a Revolução Industrial, em São Paulo, diferente do ocorrido com as famílias tradicionais paulistas, que empobreceram devido à queda do comércio cafeeiro. Ele tem tudo que pertencera ao barão, inclusive seus ossos, que adquirira ao comprar a urna funerária deste. Apesar de ter tudo, ele não está feliz, pois em sua inveja, sonha em adquirir um título de nobreza. Mas pensa que isso só poderá ser alcançado se seu filho, Martino, se casar com Isabel, a bisneta do barão. Ledo engano, pois os titulos eram pessoais e outorgados durante o período do Império, pelo imperador para pessoas de elevada colaboração pessoal, como construção de hospitais, catedrais, estradas de ferro, escolas e outras importantes benfeitorias para o país.

Entre os quatrocentões, os mais conservadores, como Antenor, o filho do barão, vivem de lembranças e de aparências, e os mais jovens tentam se adaptar à nova realidade. A situação acaba causando conflitos, especialmente entre pais e filhos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

  1. "Qual É" - Djavan
  2. "Meu Velho Pai" - Djalma Dias
  3. "Chega de Enganar a Nega" - Betinho
  4. "Tenha Juízo" - Márcio Lott
  5. "E Tem Mais" - Estáquio Sena
  6. "Os Ossos do Barão" - Marcos Valle (tema de abertura)
  7. "Tango" - Cláudia Regina
  8. "Mundo Em Festa" - Bibi Vogel
  9. "Ebó, Exu" - Coral Som Livre
  10. "Cafezinho" - Trama
  11. "Canto da Sereia" - Cláudia Regina
  12. "Tu, Ca Non Chiagne" - Paulo Fortes

Internacional[editar | editar código-fonte]

  1. "Tu Nella Mia Vita" - Wess & Dori Ghezzi
  2. "Love's Theme" - Barry White & The Love Unlimited Orchestra
  3. "Jungle Boogie" - Kool & The Gang
  4. "Gaye" - Tony Clifford
  5. "New Bell (Hard Pulsation)" - Manu Dibango
  6. "When a Man Loves a Woman" - Reuben Howell
  7. "No Broken Heart" - Chrystian
  8. "You Make Me Feel Brand New" - The Stylistics
  9. "Don't You Worry 'Bout a Thing" - Stevie Wonder
  10. "Me And You" - Dave Maclean
  11. "Matinade" - Alain Patrick
  12. "Dormi Amore Mio" - Tony Cucchiara
  13. "Forgotten Tears" - Free Sound Orchestra
  14. "People Try" - Joe Russell

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • A novela é uma adaptação que o dramaturgo Jorge Andrade fez de duas peças teatrais suas: A escada e Os ossos do barão. *Aproximadamente no meio da telenovela, o autor sofreu um infarto e foi substituído, temporariamente, por Bráulio Pedroso, retornando ao melhorar. Bráulio escreveu cinco capítulos.
  • Em 1997, o SBT produziu um remake da telenovela, juntando também elementos de outras duas telenovelas de Jorge, Gaivotas e Ninho da serpente, sem o mesmo sucesso.
  • Dina Sfat, que fazia a Isabel, achou estranho o fato de fazer uma personagem que tinha 18 anos, a atriz revelou que nunca teve rosto de 18, e na época já tinha mais de 30, mesmo assim acatou o pedido de Daniel Filho.
  • Todos os capítulos foram perdidos no incendio de 1976 restando apenas chamadas.