Progresso na inteligência artificial

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A inteligência artificial (IA) tem sido empregada em diversas áreas como o diagnóstico médico, comércio em bolsa, controle robótico, direito e modelos científicos. Entretanto, várias aplicações da IA não são vistas como parte da IA: "Várias inovações da IA acabaram por adquirir aplicações gerais, normalmente sem ser chamadas IA, pois uma vez que algo se torna útil e comum o bastante o rótulo de IA deixa de ser utilizado para descrevê-lo."[1] "Várias aplicações da IA são empregadas na infraestrutura de toda e qualquer indústria."[2] No final dos anos 1990 e início do século XXI, a IA passou a ser largamente utilizada como elemento de sistemas maiores,[2][3] mas raramente estes êxitos são creditados à IA.

Para fins de comparação com o desempenho humano, a inteligência artificial pode ser avaliada ou restrita em problemas bem definidos. Tais testes têm sido denominados "testes de Feigenbaum". Além disso, problemas menores são mais fáceis de serem resolvidos e há um número de resultados positivos cada vez maior.

Avaliação de desempenho[editar | editar código-fonte]

Os resultados dos testes da IA podem se encaixar em algumas dessas classificações abrangentes:

  • ideal: não há como melhorar
  • super-humano forte: supera qualquer humano
  • super-humano: supera a maioria dos humanos
  • par-humano: se iguala aos humanos
  • sub-humano: é superado pela maioria dos humanos

Ideal[editar | editar código-fonte]

Ver também jogo resolvido.

Super-humano[editar | editar código-fonte]

Par-humano[editar | editar código-fonte]

Sub-humano[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «AI set to exceed human brain power»  CNN.com (26 de julho de 2006)
  2. a b Kurtzweil 2005, p. 264
  3. NRC 1999 em "Artificial Intelligence in the 90s"
  4. Schaeffer, Jonathan; Neil (14 de setembro de 2007). «Checkers Is Solved». Science (em inglês). 317 (5844): 1518-1522. ISSN 0036-8075. PMID 17641166. doi:10.1126/science.1144079 
  5. "God's Number is 20"
  6. Tesauro, Gerald (março 1995). «Temporal difference learning and TD-Gammon». Communications of the ACM. 38 (3): 58–68. doi:10.1145/203330.203343 
  7. Proverb: The probabilistic cruciverbalist. By Greg A. Keim, Noam Shazeer, Michael L. Littman, Sushant Agarwal, Catherine M. Cheves, Joseph Fitzgerald, Jason Grosland, Fan Jiang, Shannon Pollard, e Karl Weinmeister. 1999. In Proceedings of the Sixteenth National Conference on Artificial Intelligence, 710-717. Menlo Park, Calif.: AAAI Press.
  8. «Computer software sets new record for solving jigsaw puzzle». www.physorg.com. plus.google.com/116557644723047703916/. Consultado em 2 de dezembro de 2015 
  9. Reversi#Computer opponents
  10. Sheppard, Brian (1 de janeiro de 2002). «World-championship-caliber Scrabble». Artificial Intelligence. 134 (1–2): 241-275. doi:10.1016/S0004-3702(01)00166-7 
  11. Watson vence os maiores campeões do Jeopardy!. http://www.nytimes.com/2011/02/17/science/17jeopardy-watson.html
  12. Jackson, Joab. «IBM Watson Vanquishes Human Jeopardy Foes». PC World. IDG News. Consultado em 17 de dezembro de 2011 
  13. Markoff, John (9 de outubro de 2010). «Google Cars Drive Themselves, in Traffic». The New York Times 
  14. Rubin, Jonathan; Ian (1 de abril de 2011). «Computer poker: A review». Artificial Intelligence. 175 (5–6): 958-987. doi:10.1016/j.artint.2010.12.005 
  15. «Polaris drawing professionals to a stand-still». University of Alberta: Express News. 20 de julho de 2007 
  16. Ryan Smith (9 de agosto de 2006). «U of A researchers win computer poker title». University of Alberta: Express News 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]