Tecnologia educacional

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A tecnologia educacional[1] é uma área de estudo que se preocupa com o design de oportunidades de ensino e aprendizagem. É comum associar a área de tecnologia educacional estritamente ao uso de dispositivos mídias na educação, como o livro, o filme ou o computador[2]. Essa perspectiva, mais restrita é usualmente relacionada a informática na educação ou a "...inserção do computador no processo de ensino-aprendizagem de conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação."[3]

No entanto, os profissionais da área e os interessados em tecnologia educacional estão particularmente conectados às práticas do design instrucional e aos estudos sobre performance, que incluem a seleção de mídias como parte das considerações sobre o ensino e aprendizagem. A definição da Association for Educational Communications and Technology (AECT), tradicional grupo ligado a academia norte-americana define a área como:

"A tecnologia educacional é o estudo e prática ética da facilitação do aprendizado e a melhoria da performance através da criação, uso e organização de processos e recursos tecnológicos."[4] .

As mudanças provocadas pelo uso das tecnologias educacionais geram a necessidade de competências que até então não eram necessárias, mas que neste novo contexto deverão ser desenvolvidas pelos indivíduos[5]. Neste contexto, a tecnologia educacional é o meio e não o fim do processo educativo e como tal deve ser inserida nas atividades de sala de aula como companheira e não apenas como uma forma de automatizar processos antes realizados, pois assim assumimos a produção de novos conhecimentos e não somente a reprodução.

Dispositivos e mídias[editar | editar código-fonte]

A tecnologia educacional não é uma atividade recente se levarmos em conta a inserção de mídias na educação. Desde o começo do registro da palavra escrita, passando ao uso de novas mídias[6], vemos evidências de discussão sobre o impacto dessas mediações no processo de ensino e aprendizagem. Atualmente tendemos a associar a tecnologia a artefatos eletrônicos como o computador ou o tablet. No entanto, o giz e da lousa, tido como artefatos antiquados (antigamente eram feitas de pedra - ardósia) bem como os livros impressos são tecnologias sofisticadas, largamente utilizadas ao redor do planeta. Um dos grandes desafios para os sistemas de ensino é a reflexão sobre o papel do desenvolvimento tecnológico e seus artefatos e sistemas (atualmente associados às TICs) no ambiente educacional, tais como o papel da internet, da televisão e do rádio que funcionam como meios educativos formais ou informais.

Nos estudos da tecnologia educacional, procura-se pensar em formas adequadas de utilizar os recursos tecnológicos na educação, ou seja, as funções maiores da escola serão enriquecidas com a grandeza das novas fontes de informações e ferramentas tecnológicas modernas preocupando-se com as técnicas e sua adequação às necessidades e à realidade dos educandos, da escola, do professor, da cultura em que a educação está inserida.

Contínuas transformações tecnológicas em todo o mundo vem influenciando as relações sociais. Neste contexto os espaços formais de ensino (escola, universidade) e os espaços não formais tem mais uma vez buscado refletir sobre a influência da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem. Nestes termos, como resultado do avanço das pesquisas em torno do computador e da Internet no final do século XX trouxeram renovado interesse na inserção desses sistemas na educação. A tecnologia educacional deixa de ser encarada como "ferramentas" que tornam mais eficientes e eficazes os processos já sedimentados, passando a ser consideradas como elementos estruturantes de diferentes metodologia. A múltiplas mídias (desde o livro até a Internet) permitem a utilização de diversas linguagens e novas forma de comunicação. É crescente o número de escolas e centros de educação que estão usando ferramentas on-line e colaborativas para aprendizado e busca de informações.

Todas as ferramentas podem ser utilizadas como instrumentos educacionais. Parte da função da tecnologia educacional é avaliar sua integração nas práticas educativas de modo a promover um momento de ensino-aprendizagem que seja coeso.

A perspectiva pedagógica[editar | editar código-fonte]

O educador tem papel primordial na avaliação e seleção de mídias e ferramentas para uso no ensino, independente da perspectiva pedagógica na qual se baseia. Para alguns, a tecnologia educacional pode ser pensada para facilitar a "assimilação" do conhecimento; para outros como um mediador na construção de estruturas mentais; ainda para outros como uma "ferramenta cognitiva"[7] que funciona como um mediador do processo de aprendizagem. Na mídia popular, o dispositivo é muitas vezes apenas pensado como um "motivador" ou estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante.

Histórico no Brasil[editar | editar código-fonte]

Sala de aula do século XIX, em Auckland.

Nas décadas de 1950 e 1960, a tecnologia educacional se integrou aos estudos vigentes em psicologia educacional, o que gerou grande interesse por CAI (instrução facilitada pelo computador). Em 1971, foi realizado, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), um seminário sobre o uso computadores no ensino de Física bem como a I Conferência Nacional de Tecnologia em Educação Aplicada ao Ensino Superior (I CONTECE) no Rio de Janeiro. Outras experiências surgiram como o uso de software para simulação no ensino de química na Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1973. As experiências culminaram no primeiro grande projeto de escopo nacional, o projeto EDUCOM no início dos anos 80 em cinco universidades brasileiras (UFMG, UFRGS, UFPE, UNICAMP e UFRJ). O projeto teve como objetivo articular os estudos desenvolvidos na universidade, que agiriam em consórcio, realizando de projetos em parcerias com escolas[3].

Projetos recentes relevantes[editar | editar código-fonte]

  • Programa Nacional de Tecnologia Educacional ou ProInfo - É um programa "educacional com o objetivo de promover o uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica"[8], em articulação com os estados e municípios. Foi criado em 1997 pela portaria 522 do Ministério da Educação. Na sua primeira fase teve como enfoque a instalação de computadores, com conexão a Internet nas escolas bem como a formação de professores. A partir do Decreto 6300 de 2007, o programa se expande, promovendo a criação de laboratórios de informática e fomentando a produção de recursos digitais[9].
  • Um Computador por Aluno ou UCA - Partindo da influência da proposta do OLPC, iniciou-se no Brasil um projeto centrado na distribuição de laptops para alunos em escolas públicas. No projeto foram incluídas propostas para formação para professores com o envolvimento de instituições de ensino superior do país além da implantação de infraestrutura[10]. Um pré-piloto foi realizado em cinco escolas em diferentes estados. Nessa fase foram experimentadas diferentes modelos (Mobilis, Classmate e XO), todos utilizando alguma distriuição do sistema operacional livre Linux[11]. A segunda fase, ou piloto[12], iniciou-se em 2010, com a meta distribuir 150.000 computadores portáteis. Nesta fase a escolha recaiu sobre o Classmate (representado pelo consórcio de empresas CCE/Digibras/Metasys). Expandiu-se o raio de ação para 300 escolas ao redor do país. Ademais, seis cidades receberam laptops para todas as suas escolas públicas, sendo chamadas de “UCA-Total”. A terceira fase do UCA teve como meta a expansão vislumbrando a compra de 600 mil laptops. Foi realizada através de uma de ata de registro de preços pelo governo federal, para que a compra dos laptops fosse efetuado pelos estados e municípios interessados. O projeto hoje se encontra em uma situação ambígua, com limitado apoio do governo[13]. Na falta de investimento em uma avaliação sistemática dos resultados, torna-se difícil avaliar a fidelidade da implementação e a qualidade do projeto como um todo. Alguns estudos e análises abrangentes apontam problemas já conhecidos em projetos envolvendo a utilização de computadores em escolas, incluindo limitada infra-estrutura, manutenção e formação docente[14]. Outros, focados em estudos de caso, apontam mudanças de práticas e interessantes projetos desenvolvidos em interação com o laptop[15].
  • Tablets - Atualmente o projeto ProUCA concentra-se na distribuição de tablets para professores. O processo se iniciou em 2011 com um pregão (FNDE 081/2011) para registro de preços para 900.000 tablets em dois modelos - um com tela maior e outro com tela menor. O pregão foi realizado em quatro lotes, sendo que as empresas Positivo (3 lotes) e Digibras (1 lote) venceram. Os estados e municípios poderiam adquirir os equipamentos que foram distribuídos a partir de 2013.

Uma série de outros projetos relacionados foram desenvolvidos no âmbito dos municípios e dos estados por iniciativa pública, privada ou em parceria, envolvendo os mais variados dispositivos e modelos de projetos.

  • Introdução de jogos para facilitar o ensino: O desenvolvimento de jogos é uma área que se desenvolve cada vez mais nos dias atuais, mas esse desenvolvimento não só aparece como uma forma de entretenimento lúdica, mas também como um artifício colocado em sala de aula para prender a atenção do aluno e facilitar seu aprendizado. Está se tornando cada vez mais comum o uso de Softwares educacionais para ajudar no ensino nas salas de aula.

Dados sobre tecnologia e educação no Brasil[editar | editar código-fonte]

De acordo com o último levantamento sobre o ensino básico do TIC & Educação (2013)[16] conduzido pelo CETIC.br:

  • 95% das escolas da rede pública, e 99% da rede privada tem acesso a Internet, sendo que a velocidade da conexão ainda é baixa para a maioria das escolas públicas (52%, 2Mbps);
  • 98% dos professores indicam ter computador em casa. Destes, a quase totalidade dos computadores de mesa (99%) utilizam o sistema operacional Windows, com pequena representação de Linux (3%, considerando que mais de uma máquina pode estar presente no domicílio); Para computadores portáteis a proporação é pouco menor (95% para Windows);
  • 96% dos professores indicam ter acesso a internet em casa.

Uso da internet nas escolas: Por ser um meio onde o aluno tem acesso a um contingente muito grande de informações de uma maneira rápida e confortável, a internet vem sendo nos últimos anos integrada ao ensino como uma maneira onde os alunos e os professores teriam acessos a novas culturas, realidades, em todo o mundo, desenvolvendo seus conhecimentos. Em alguns países sua implantação nas escolas já apresenta um número bastante significativo:

No mundo: Na Europa os NREN (National Research and Education Network) chegam a atender um percentual de 80% a 100% das escolas de ensino superior em países como França, Inglaterra, Espanha. Quando se fala em ensino secundário, esse percentual chega a cair para menos de 10% nesses mesmos países citados antes.

Os benefícios e os problemas encontrados pela tecnologia na educação[editar | editar código-fonte]

O crescimento tecnológico trouxe junto com ele novos artifícios e métodos tecnológicos utilizados para o desenvolvimento e aprimoramento dos métodos educacionais utilizados hoje em dia. A utilização da internet, tablets e jogos para facilitar a assimilação dos alunos sobre determinado tipo de assunto ou a criação de sistemas computacionais para a análise do desenvolvimento de uma sala de aula em relação a seu nível de aprendizagem, são alguns exemplos do uso dessas novas tecnologias na educação.

O modelo educacional atual foi construído devido ao desenvolvimento de modelos anteriores. Esse desenvolvimento passou pelo modelo clássico Greco-romano que utilizava a disciplina para a construção de um cidadão ideal, predeterminado, e pregava o amor à sabedoria, pela era do iluminismo onde se iniciou um modelo antropológico-social e onde existiria uma propagação da educação entre todas as camadas sociais, chegando ao modelo atual, onde a educação propicia a construção de uma pessoa apta a ajudar na evolução da sociedade.

Com a disseminação da internet na década de 90 e o aumento no desenvolvimento de novas tecnologias, o uso de ferramentas tecnológicas passou a ser muito cogitado no meio educacional.

Relação com o ensino a distância[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento de softwares com sistematização de ensino virtual: Existe a criação e o aprimoramento de Ambientes virtuais de aprendizagem, que são softwares que auxiliam na aplicação do modelo de ensino. São elaborados para auxiliar os professores no ambiente de ensino, através do gerenciamento dos conteúdos, do seu curso e dos alunos, permitindo acompanhar o progresso deles constantemente. Modelos que utilizam tele-aulas que vão de assuntos iniciais como soma e subtração até assuntos mais complexos como cálculo numérico, derivadas, integrais, alem de possuir também uma variação muito grande de matérias, geografia, biologia, história entre outras, onde o aluno assiste às aulas pela TV e praticam o que foi aprendido em materiais com exercícios. Esse sistema de teleaulas é um exemplo do modelo de. Existe ainda outro auxílio tecnológico, que é um método educacional muito interessante e também faz uso da , proposto pela onde os alunos acessam seu site e podem fazer uso de uma videoteca com mais de 3200 vídeos, com uma grande variedade de conteúdos que vão de assuntos iniciais como soma e subtração até assuntos mais complexos como cálculo numérico, derivadas, integrais, alem de possuir também uma variação muito grande de matérias, geografia, biologia, história entre outras. Possui também desafios interativos, e avaliações a partir de qualquer computador com acesso a web. Nesse sistema, os país e professores podem verificar o progresso de seus alunos ou filhos através de relatórios em tempo real, com estatísticas deles, matérias aprendidas e comparativos com outros alunos. É um método que emprega o aprendizado de cada aluno no seu ritmo, onde muitas vezes em uma sala de aula isso não ocorre, pois o aluno tem que seguir o ritmo de seus colegas. Isso faz com que o conhecimento seja construído e não apenas transferido e imposto pelo professor, faz com que o aluno tenha o controle nessa construção e assim possa ele guiar da melhor forma que seja para ele.

As gerações atuais, já inseridas nessa cultura tecnológica, de modo geral,lidam facilmente com esses avanços. Entretanto, é necessário que se desenvolvam habilidades cada vez mais refinadas e especificas para destacarem-se no mundo do trabalho, o qual também está com forte influência da tecnologia. Por isso, é essencial estar apto a lidar com a informática e, principalmente, conhecer a abrangência de recursos que ele fornece ao usuário. Indicamos algumas dentre diversas possibilidades de utilização do computador na abordagem de temas matemáticos. Sugerimos o trabalho com programas computacionais direcionados que contribuem para a visualização e verificação de propriedades e auxiliam na resolução de problemas, uma vez que permitem construções e efeitos pouco viáveis ou impossíveis de serem realizados apenas com lápis, papel e instrumentos de medição e desenho. Para você conhecer e explorar o uso de tais recursos computacionais e experimentar procurando tornar o estudo mais interessante e dinâmico. -- Winstats - é um programa gratuito que permite o tratamento de dados estatístico, realizando cálculos de medidas estatísticas e obtendo diversos tipos de gráficos, estudos de probabilidade.

Tecnologias[editar | editar código-fonte]

Áudio e vídeo[editar | editar código-fonte]

Com o progresso da globalização e o desenvolvimento de novas tecnologias, a forma tradicional de educar ficou ultrapassada e incapaz de respaldar as transformações que surgem no panorama educacional.[17] A escola, buscando melhorar o ensino e proporcionar a formação integral do sujeito, tem que se adaptar às novas culturas e manter-se atualizada quanto às modernas tecnologias de informação e comunicação.[18]

A tecnologia está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, que buscam agilidade e facilidade na forma de obter conhecimentos. Isso tem trazido modificações aos modelos de educação, com o surgimento de novas situações de aprendizagem, havendo a necessidade de inserir novas metodologias na cultura escolar, que dinamizem o processo de ensino e aprendizagem, transformando os discentes em protagonistas autônomos e capazes de construir saberes práticos a partir das informações obtidas.[18] [19]As tecnologias educacionais correspondem às estratégias para inovar a educação, sendo uma forma sistêmica de planejar, implementar e auxiliar o processo de ensino e aprendizagem, tornando-o mais eficiente.[17] [20] Entre as tecnologias educacionais, estão os vídeos e os áudios, que tanto podem ser utilizados em sala de aula, como podem ser disponibilizados aos alunos para serem utilizados onde e quando quiserem.

Os vídeos são uma forma de tecnologia educacional que pode ser usada por meio de televisão, DVDs ou internet e, se forem bem utilizados como ferramenta pedagógica pelos professores, têm o poder de proporcionar uma grande diversidade de construção de aprendizagem. Para isso, é preciso criar estratégias que possibilitem sua integração à educação evitando o deslumbramento excessivo e o seu uso indiscriminado e despropositado.[21] O professor precisa sempre lembrar que as ferramentas audiovisuais são apenas instrumentos que ajudam o seu trabalho, mas não o substituem, devendo ser empregadas, dentro da sequência pedagógica, no momento correto, na quantidade adequada e com o objetivo definido.

Em sala de aula, os vídeos aproximam o tema que está sendo ensinado à rotina do aluno, com as linguagens de aprendizagem, e insere novas questões no processo educacional. Os vídeos têm uma linguagem diferente dos livros, estando interligados à televisão e a um contexto de lazer e entretenimento, fazendo com que os alunos se sintam mais à vontade, tornando a sala de aula, imperceptivelmente, mais descontraída.[21] Dentro da metodologia das aulas expositivas, para sair do formato tradicional e favorecer a participação dos alunos, podem ser incorporados segmentos de vídeos, estrategicamente selecionados junto com exercícios interativos de perguntas e respostas para ajudar a compreensão e significar o conteúdo ensinado. No contexto de educação a distância, as salas de aula virtuais são mediadas por tecnologias eletrônicas, com áudio e vídeo bidirecionais.[22] Isso possibilita a aprendizagem de quem não pode, por algum motivo, participar de atividades presenciais. Também nos modelos mistos, em que parte do ensino é presencial e parte se dá através da mediação do computador, os vídeos exercem um relevante papel educacional.

Os vídeos também são muito importantes quando se planeja empregar a metodologia de sala de aula invertida (flipped classroom) Nessa metodologia, inverte-se a lógica das aulas, ou seja, os conteúdos são ministrados tipicamente em casa, através de vídeos gravados pelo professor ou obtidos na internet e disponibilizados aos alunos para direcionar o estudo, enquanto o momento em sala de aula é aproveitado para discutir os temas, tirar dúvidas, praticar exercícios e resolver problemas acompanhados pelo professor, otimizando o aproveitamento do tempo. Além disso, os alunos podem procurar outros materiais e assistir a outros vídeos relacionados na internet, buscando mais informações e aprofundando os conhecimentos para enriquecer o debate em sala. Esse modelo é claramente centrado no aluno, pois é ele que faz a gestão do tempo e dos assuntos a serem estudados, cabendo ao professor o papel de orientador da aprendizagem, através do fornecimento do material e das discussões realizadas.[23] [24]

Com relação às formas como os vídeos podem ser disponibilizados, temos:

  • ·       A televisão instrucional, que corresponde a um sistema elementar, geralmente dirigido a grupos específicos, e que consiste em um conjunto de programas bem planejados e gravados, sendo visualizados de forma agradável e bastante instrutiva, facilitando a compactação do conteúdo ensinado através de aulas simples e significativas por conta das imagens, do ritmo e da continuidade como ocorre a sequência didática.[17] [25]
  • ·       Os vídeos digitais disponibilizados por DVD, que permitem a fixação do conhecimento através de uma maior atenção porque, como instrumento complementar, permite rever uma determinada situação de aprendizagem, tirar dúvidas e analisar o conteúdo sem o inconveniente da instantaneidade da televisão.[17] [18]
  • ·       Os vídeos obtidos através da internet, que são os principais instrumentos tecnológicos utilizados atualmente, possibilitando o rompimento das fronteiras na obtenção de informação e sua transformação em conhecimento, à medida que nos permite acesso fácil, rápido, contínuo e gratuito, independentemente de local e horário. Nesse sentido, representou um impulso vital à ideia de educação à distância e de inclusão digital. Em alguns casos, ainda se pode editar o vídeo, acrescentar textos ou áudios.[17] [19]

O áudio também pode ser utilizado como elemento motivador do aprendizado, seja em sala de aula ou como atividade em casa, sendo mais comumente utilizado em conjunto com o vídeo, formando o recurso audiovisual, mas também pode ser utilizado isoladamente com fins pedagógicos. O seu maior veículo propulsor é o rádio, que teve franco desenvolvimento em meados do século passado, quando o progresso tecnológico o tornou um simplificador e verdadeiro estímulo para os novos processos pedagógicos. Hoje, quando desejamos apenas o som como recurso de ensino e aprendizagem, podemos utilizar o próprio rádio, as gravações em CDs ou pendrives e os arquivos de áudio disponíveis na internet, utilizando, por exemplo, os podcasts.[26]

Essas novas tecnologias aplicadas ao ensino, incluindo os recursos audiovisuais, a robótica e a realidade virtual enfatizam temas abordados na grade curricular, desenvolvem habilidades nos estudantes que não ocorreriam no ensino tradicional e colaboram para atenuar o atual quadro de carência pedagógica.[17] [18] Também possibilitam exercitar habilidades importantes na atualidade, como maior versatilidade, criatividade, dinamicidade, iniciativa, colaboração, capacidade crítica, conduta ética, comunicação e interação no ensino, significando a aprendizagem e estimulando a participação ativa do aluno numa perspectiva construtivista. Em relação aos professores, os benefícios são a rápida obtenção de informação sobre recursos instrucionais, a maior interação com os alunos e a facilidade na detecção de pontos fortes e dificuldades específicas dos mesmos. Com isso, professores e alunos começam a perceber o conhecimento como um processo contínuo e continuado de pesquisa.[21] [27]

Os vídeos servem como ferramentas educacionais fortes, sendo mais eficazes que as palestras tradicionais por serem mais capazes de envolver os estudantes e oferecer fácil acesso a grandes quantidades de informação. Isso permite a ancoragem do conhecimento dentro de um contexto significativo de resolução de problemas.[19] [22] Os alunos podem interagir com a mídia, parando para ler texto sobreposto, reproduzindo segmentos, retornando se não tiver compreendido algo. Isso é muito importante pois cada discente segue seu ritmo sem ter a sensação que está incomodando ou prejudicando a turma. Em vez de assistir passivamente ao conteúdo exposto, o estudante pode controlar o vídeo e monitorar seu próprio aprendizado. Isso é importante porque, quando as pessoas estão ativamente envolvidas em sua aprendizagem, elas aprendem mais e se lembram disso mais do que quando são apenas ouvintes.[19]

A utilização de vídeos educativos como aliado do ensino visa ampliar o desenvolvimento socioeducativo, melhorando o acesso à informação e possibilitando que o processo de ensino e aprendizagem se torne mais inovador e motivador para alunos e professores.[28] Esses vídeos têm sido aplicados em diversas experiências pedagógicas, combinando vários elementos, como imagens, textos, falas e som em um único objeto de promoção do conhecimento.[29] Contudo, para servir ao propósito educativo, o material audiovisual deve ser produzido após um bom planejamento, utilizando uma gravação de qualidade, empregando a técnica adequada, sendo preparado de forma responsável e apresentado no momento correto, sendo também combinado com outras mídias e outros recursos didáticos. Ainda deve-se lembrar que a linguagem precisa ser acessível, pensando na grande diversidade do público que irá assistir e buscando fazer com que a informação se transforme em conhecimento e as imagens devem estar carregadas de um simbolismo que faça ressoar nas pessoas, relacionando-se com o grupo que assiste, de modo a que haja uma verdadeira identificação.[28] [30] [31]

Principalmente no caso de pretender compartilhar o vídeo educativo na internet, a sua produção e utilização exige muito mais estudo, pesquisa e responsabilidade para que o conteúdo exposto seja abordado de forma séria e com informações verídicas e verificáveis, tendo em vista que essas mídias audiovisuais conseguem atingir um grande número de pessoas em diferentes partes do mundo.[28] Dos diversos aspectos de um vídeo, o dinamismo entre ambientes, cenários e personagens, destaca-se como um requisito relevante para o bom entendimento do grupo. A exibição musical durante um vídeo também é capaz de transmitir sensações, sentimentos e pensamentos, favorecendo a construção do raciocínio e aprendizado. Por isso, a escolha de um áudio relacionado ao que se quer comunicar é fundamental para a transmissão da mensagem e o desenvolvimento da aprendizagem, pois estímulos visuais e sonoros adequadamente utilizados podem fazer muita diferença.[18] [32]

Usar recursos audiovisuais, como os vídeos educativos, pode representar uma sofisticação no processo de ensino e aprendizagem, sendo algo satisfatório, motivador e inovador, ajudando a captar a atenção do público e despertar a sua curiosidade em relação aos assuntos abordados, pois a sociedade está culturalmente ligada à capacidade de captar informações visuais e processá-las constantemente. Desse modo, consegue-se compartilhar conhecimentos novos.[28] [32] [33] A associação de duas linguagens, som e imagem, estimula os dois sentidos humanos mais privilegiados no mundo moderno, a audição e a visão, fazendo com que as pessoas aprendam melhor em um ambiente de aprendizagem eletrônica. Isso é muito importante para as novas gerações, afeitas à tecnologia, pois envolve os alunos, permite que eles consigam soluções criativas que favoreçam a aprendizagem.[33] [34]

Os vídeos dinamizam as aulas e tornam a assimilação dos conteúdos mais prazerosa. Produzir e compartilhar vídeos é algo cada vez mais frequente atualmente na cultura digital e isso pode ser aproveitado no processo pedagógico, através da troca de conteúdo, de tecnologias e técnicas entre professores e alunos. Computadores, tablets e smartphones são capazes de gravar e processar imagens, sons e textos com alta qualidade e, por estarem conectados à Internet, podem rapidamente acessar as informações e difundi-las em redes sociais. Em muitos projetos, os próprios alunos se responsabilizam por gravar, editar e propagar os conteúdos, necessitando apenas da orientação do professor.[18] [34] Dessa forma, os vídeos educacionais contribuem para o desenvolvimento da percepção artística por meio do uso de imagens, textos, sons, movimentos, cores, cenários, entre outros; melhoram a interação dos alunos com as tecnologias (seja televisão, aparelho de projeção ou computador ligado à internet) e permitem a utilização de códigos e signos da cultura local de cada região, favorecendo a identificação do público, receptor da mensagem, com o seu emissor, possibilitando uma melhor compreensão do que se pretende ensinar, enriquecendo o entendimento de aspectos naturais, sociais, políticos e éticos da sociedade.[30]

Por outro lado, trabalhar apenas com o áudio, principalmente em projetos de audioaulas e de rádios escolares, permite observar características importantes e que devem ser valorizadas na construção do conhecimento. Pode-se destacar a sensorialidade, que dá vazão à imaginação, contribuindo com a complementação da interpretação de mensagens pelo ouvinte e resgata a relação emocional presente nos diálogos; dinâmica, que corresponde à rapidez na produção de conteúdo, imediatismo na comunicação e instantaneidade das mensagens; efetividade, pois a relação custo-benefício da infraestrutura é compensada pela quantidade de ouvintes que os programas podem atingir e invisibilidade, permitindo a audição das mensagens sem impedir a realização de outras atividades, garantindo uma presença afirmativa entre os diversos segmentos receptores.[26]

Como desvantagens dos métodos audiovisuais, nota-se que os vídeos interativos, apesar de serem uma ótima ferramenta educacional, modificando a metodologia de ensino, são pouco utilizados e ainda são escassos estudos relacionados a essa temática.[28] O professor que vai utilizar vídeos disponíveis na internet deve observar se o conteúdo do material é apropriado aos temas a serem abordados em aula, se a qualidade de som e imagem são bons e se o ritmo e a dinâmica do vídeo permitem a aprendizagem da turma, pois, se o vídeo for muito lento, dispersa a atenção e, se for muito rápido, não dá condição de reter as informações, transformando-as em conhecimento.[19] [27] [34] Para quem não tem experiência e pretende elaborar seu próprio material através de vídeo-aulas, a etapa de produção dos vídeos suscita algumas dificuldades, como planejamento da gravação, criação do roteiro, uso de um aparato tecnológico para filmagem com qualidade, edição do vídeo e finalização do produto para arquivar em DVDs ou transmitir pela internet. Dependendo do número de membros da equipe, precisa-se ainda lidar com a disponibilidade de tempo, distância geográfica e demais atividades do cotidiano.[18] [34]

Não é sempre que os professores recebem formação para a produção de aulas em formato de vídeo, ou quando recebem, nem sempre é o suficiente para que tenham autonomia no processo de criação do material e vinculação com o currículo. Geralmente, não existe uma equipe multidisciplinar que congregue professores, profissionais do audiovisual e alunos para pensar, criar, planejar, gravar e editar as aulas levando em consideração os aspectos da interatividade. Essa interatividade, no caso do vídeo didático, relaciona-se com a possibilidade de alunos e professores produzirem, coproduzirem, compartilharem, discutirem seus vídeos, visando uma aprendizagem eficaz através do ambiente virtual de aprendizagem e/ou no ciberespaço como um todo.[34]

Assim, no planejamento pedagógico, o professor deve avaliar bem quando, como e quais vídeos deverá usar, pois estes são ótimos recursos didáticos. Entretanto, podem perder potencial se não forem planejados criteriosamente ou adequadamente utilizados, devendo haver propósito bem definido e significativo para os estudantes, para que eles não percam o interesse pelo tema, dispersem a atenção ou sofram prejuízo na aprendizagem do conteúdo.[21] [27] Por outro lado, os vídeos devem ser entendidos como uma ferramenta para promover a aprendizagem e não como uma pedagogia em si mesmo. Eles não substituem outros recursos nem o preparo do professor, mas auxiliam o trabalho do professor que planejou bem sua sequência didática, escolheu materiais adequados, preparou-se para a aula e está disponível a criar um ambiente de aprendizagem efetiva.[21] [35] Assim, os recursos audiovisuais se somam a outras ferramentas e se integram na formação de um espaço de aprendizagem agradável, estimulante e significativo, abrindo espaço para a verdadeira construção de conhecimento, aquisição de habilidades cognitivas e sociais e conexão com a realidade do jovem, que gosta de cor, movimento e interação.

Problemas para implementação[editar | editar código-fonte]

Estas tecnologias tentam ajudar a metodologia atual, mas ainda encontram problemas em sua fundamentação. Alguns exemplos dessas dificuldades são:

  • Problema na disponibilidade de conteúdo: Muitas editoras ainda não possuem a disponibilização de seus livros para Tablets devido a problemas com direitos autorais, onde escritores ou até mesmo editoras não aceitam divulgar suas publicações de forma gratuita. Devido isso sistemas como o citado anteriormente, onde seria criado um acervo bibliotecário virtual mundial encontra problemas para torna-se completa a sua realização;
  • Preparo dos professores: A maioria dos professores, não possuem ainda preparo para utilização das tecnologias digitais, não conseguindo por enquanto explorar de uma maneira eficiente o uso de dispositivos tecnológicos como os tablets, ou de novas metodologias de ensino, como a Educação a Distância, por exemplo.
  • Incerteza: Ainda não existem argumentos, nem provas necessárias que provem que essas novas metodologias aplicadas por essas tecnologias sejam realmente eficientes e esse se torna o maior problema enfrentado, a desconfiança de introduzir algo novo em um modelo tradicional e que teoricamente sempre deu certo, faz com que o uso da tecnologia de maneira mais efetiva na educação seja introduzido com cautela e devagar.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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