Alagoinhas Atlético Clube

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Atlético Alagoinhas
Nome Alagoinhas Atlético Clube
Alcunhas Carcará
Alagoinhas
Fundação 2 de abril de 1970 (41 anos)
Estádio Carneirão
Capacidade 12 000
Localização Alagoinhas, BA
Presidente Brasil Albino Leite
Treinador Brasil José Ferreira
Patrocinador Brasil Embasa
Material esportivo Brasil jHam
Competição
(Futebol)
Bahia Campeonato Baiano
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Alagoinhas Atlético Clube ou Atlético de Alagoinhas é um clube de futebol baiano com sede em Alagoinhas, no estado da Bahia.

Índice

[editar] Fundação

Após análises dos sucessivos sucessos dos campeonatos de futebol amador da cidade de Alagoinhas, em que destacavam-se o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, e das participações da Seleção Alagoinhense nos campeonatos intermunicipais de seleções, com a inauguração do Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro (Estádio Antônio Carneiro - o Carneirão), os desportistas de Alagoinhas, resolveram fundar e inscrever um clube para disputa do Campeonato Baiano de Futebol. Como o clubismo era muito grande, foi consenso a fundação de um outro clube que não os já existentes, daí o Alagoinhas Atlético Clube, fundado em 2 de abril de 1970.[1]

[editar] Escudo e Bandeira

Sócio fundador, conselheiro e torcedor apaixonado, Saturnino Peixoto Pinto concentrou seu poder de imaginação para criar o escudo do Atlético, clube de seu coração e, explicando seu significado:“O escudo é de forma circular e sua periferia é contornada por uma roda dentada em esmalte sable (preto), significando pela forma, o trabalho e, pela cor, a prudência e o poder. Segue-se a faixa concêntrica em metal prata (brancol), significando pureza e paz, Nessa faixa está colocada a legenda Alagoinhas Atlético Clube, sendo separada por três estrelas que representam os elementos da natureza: Terra, Água e Ar. O círculo central, em esmalte galês (vermelho), significa soberania e luta e nele está localizada as letras “AAC”, de traçado concêntrico e em metal prata (branco)".

[editar] Símbolo e mascote

Para a festa que a cidade de Alagoinhas preparou para inauguração do Estádio do Carneirão em 24 de janeiro de 1971, com o jogo Bahia 3 - 1 Corinthians (que tinha como principal atração o tri-campeão mundial Roberto Rivelino), foi reservado a emoção de naquele dia, ver nascer o símbolo do Atlético, o Carcará.

O "pai da ideia" foi o desportista, conselheiro e sócio-fundador Heraldo Aragão. Com outros desportistas (Edvalson Lima e Walter Campos), todos eles sentiram a necessidade de criarem um fato que lembrasse o Atlético, nesse evento, que seria a invenção do símbolo do clube. O Radialista Antonio Pondé visualizou um boneco, com a cabeça em forma de laranja, para ser o mascote, o que não vingou. Na época, havia um feirante que vendia folhas medicinais que possuía um pássaro, o carcará, que fora lembrado por Heraldo e, procurando-o, combinou para no dia dessa festa, levasse seu pássaro para o estádio e desse uma exibição diante da torcida. Foi uma sensação, mas diante de tanta gente, o animal ficou assustado e, bateu asas sumindo, levando o dono ao desespero, pela perda, vindo a cobrar do pai da ideia, a quantia de 50 mil cruzeiros de indenização. Mas felizmente o pássaro voltou, para alegria não só do dono, como também, de Heraldo Aragão que seria obrigado a desembolsar tal quantia.

A partir daí, o Carcará, já consagrado, passou a ser o símbolo do Atlético.

Nota – O Carcará:Ave de Rapina – Espécie de águia que vive no Nordeste do Brasil. Ave de bico forte e adunco, com fortes garras.

[editar] Torcidas Organizadas

  • Nação Carcará - Fundada em 1º de janeiro de 2008 pelos torcedores Anádio Fonseca, Anderson Fonseca, Antonio Alberto Barbosa (in memoriam), Rodrigo Mercês e Tiago Mercês.
  • Jovem Coral - Fundada pelos torcedores Gilberto Araújo e Almiro Abade.
  • Raça Independete- Fundada pelos torcedores Caio Schramm, Danilo Villa Flor,Leo Santos e Ivo Nogueira

[editar] Estreia e Trajetória

[editar] Ingresso no Campeonato Baiano

Com a documentação em dia, diretoria já constituída, com o time formado e o Estádio Antonio Carneiro (o Carneirão), pronto, só faltava disputar o campeonato baiano de profissionais.

A diretoria do Atlético fora à Federação Baiana de Futebol para convencer ao então interventor, Dr. Cícero Bahia Dantas, à inclusão no campeonato. Mesmo não garantindo, prometeu lutar, alegando as qualidades do Estádio do Carneirão, que era um dos melhores do estado. Não deu tempo em atender a reivindicação por Ter sido substituído pelo Dr. Jorge Radel que deu a triste notícia: “o Atlético não deverá participar do campeonato de 71, os novos estatutos não permitem”.

Com o prestígio do então Prefeito de Alagoinhas, Dr. Murilo Cavalcante, que levou a Diretoria ao Governador do Estado, Dr. Luiz Viana Filho, para exporem a situação, veio o sinal verde, após interferir junto a FBF.

[editar] A Estreia

A primeira partida amistosa, disputada pelo Atlético, foi em 30 de janeiro de 1971, num jogo amistoso, no Estádio do Carneirão, contra o Fluminense de Feira de Santana, em que fora vencido pelo placar de 1 x 0.

A primeira partida oficial, válida pelo Campeonato Baiano/71, foi no dia 11 de abril de 1971, também no Carneirão, contra o Leônico, em que o Atlético venceu pelo escore de 2 x 1. O primeiro gol surgiu aos 37 minutos da fase inicial, quando Dida recebeu um lançamento de Olívio, driblou dois zagueiros e da entrada da grande área, chutou no ângulo esquerdo do goleiro “adversário”, sem chance de defesa. Alegria total nas arquibancadas, era gol do Atlético. No segundo tempo, o Leônico voltou ameaçador empatando aos 18 minutos, emudecendo por completo a plateia que lotava o estádio. Mas, houve uma reação, jogando melhor e, aos 43 minutos, Dida aproveitando a cobrança de um escanteio, pela direita, fez um bonito gol, levando a torcida ao delírio e, um carnaval tomou conta da cidade. Era o Atlético ingressando no cenário esportivo profissional.

A escalação do time A escalação do time naquele dia foi:

  • Bruno
  • Zezinho
  • Gaguiho
  • Ênio
  • Chico
  • Olívio
  • Biriguda (Dilson)
  • Dida
  • Mário
  • Luciano

Técnico:Antônio Conceição

[editar] Ídolos

  • Vaguinho
  • Robert
  • Américo
  • Barriga Azul(Técnico)
  • Bené
  • Bigú
  • Dendê
  • Ênio
  • Hélio
  • Luciano
  • Merica
  • Meruca
  • Russo
  • Silva Paraíba
  • Zé Augusto
  • Dida
  • Zelito do Bamba
  • Márcio Pato Rouco
  • Oliveira

[editar] Presidentes

1971 – Walter Robatto Campos

1972 – Solon Barros Junior

1973 – Linaldo José de Almeida Rabelo

19741975 – Manoel Hipólito da Silva

19761977 – José Ribeiro Libório / Jefferson Vila Nova

19781979 – Francisco Ferreira da Costa Filho

1980 – Jefferson Vila Nova

1981 – Jorge Alberto Valverde Souza / Sidney Costa Leal

19821983 – Nailton Neto Rabelo

19841985 – Filadelfo Neto Pinto Meireles

1988 - 1989 - Antônio Alberto Barbosa da Silva

19971998 – Albino Costa Leite

19992000 – Albino Costa Leite

2001 - Genival Cardoso Dantas

20012002 – Otoniel Fagundes Saraiva

20022003 – Ulysses

2003 - 2004 - Raimundo Queiróz

2004 - 2006 - Vado

2006 - 2008 - Raimundo Queiróz

2008 - Albino Costa Leite[2]

2008 - Raimundo Queiroz

[editar] Títulos

[editar] Estaduais

[editar] Outras conquistas

Categorias de Base

  • Campeonato Baiano Sub-20 (Juniores): 1982.
  • Copa Gazetinha Infanto-Juvenil: 1999.
  • IV Copa Interestadual Nordestina Sub-20: 2001.

[editar] Elenco

Goleiros
Jogador
Brasil Vinícius
Brasil Marcelo
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Geriel Z
Brasil Jefferson Z
Brasil Antônio Carlos Z
Brasil Emílio Z
Brasil Paulinho Z
Brasil Paulo Z
Brasil Sandro Z
Brasil Índio Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Jânio M
Brasil Vaguinho M
Brasil Fausto M
Brasil Gil M
Brasil Guga M
Brasil Jamaica M
Brasil Júnior M
Brasil Marco Neves M
Brasil Naldo M
Brasil Vítor M
Atacantes
Jogador
Brasil Maurício Pantera
Brasil Robert
Brasil Cristiano Alagoano
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil José Ferreira T

[editar] Ranking da CBF

  • Posição: 148º[3]
  • Pontuação: 32 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

[editar] Ver também

Referências

[editar] Ligações externas

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