Michael Collins (astronauta)

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Michael Collins

Astronauta da NASA
Nacionalidade Estados Unidosnorte-americano
Nascimento 31 de outubro de 1930 (84 anos)
Roma, Itália
Ocupação
atual
Empresário
Ocupação
anterior
- Piloto USAF logo.png
- Astronauta NASA logo.svg
- Diretor do Museu Nacional Aeroespacial dos Estados Unidos
- Secretário-Geral do Instituto Smithsonian
- Professor da Universidade de Harvard
Patente militar US-O8 insignia.svg Major General
Tempo no espaço 11d 02h 04m
Missões Gemini X Apollo 11
Insígnia
da missão
Ge10Patch orig.png Apollo 11 insignia.png

Michael Collins (Roma, 31 de outubro de 1930) é um ex-astronauta norte-americano e tripulante da missão Apollo 11, a primeira a pousar na Lua em 20 de julho de 1969. Ele foi o piloto do Módulo de Comando que ficou em órbita do satélite e o único dos três tripulantes da missão a não pisar no solo lunar.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Collins nasceu na Itália, filho de um general do exército americano que serviu em diversas partes do mundo e passou parte da adolescência em Porto Rico, base temporária do pai, onde fez seu primeiro passeio de avião. Com a entrada dos EUA na II Guerra Mundial, ele voltou com a família para Washington e entrou para as forças armadas americanas, seguindo o caminho dos homens de sua família, escolhendo a Força Aérea para fazer carreira. Nos anos 50, serviu como piloto de combate junto às forças americanas da OTAN na Europa.

Nasa[editar | editar código-fonte]

Estimulado pela façanha de John Glenn um ano antes, entrou para a NASA em 1963, e cumpriu sua primeira missão ao espaço a bordo da Gemini X em 1966, junto com o astronauta John Young, onde realizou dois períodos de atividades extra-veiculares. Na sua segunda viagem ao espaço, fez parte, com Neil Armstrong e Edwin Aldrin, da histórica e pioneira missão Apollo 11, entrando para a história apesar de ser o menos lembrado dos três, por ter sido o único que não pisou na Lua.

Michael Collins no simulador do Módulo de Comando.

Durante o tempo em que voou solo em órbita da Lua, enquanto seus companheiros se encontravam na superfície, Collins nunca se sentiu sozinho. Apesar deste período ter sido descrito por historiadores como um período que “desde Adão ninguém sentiu tanta solidão por tanto tempo como Michael Collins”, ele nunca se sentiu só, sempre esteve participando ativamente da missão em contato constante com Houston e com a tripulação na superfície. Em sua autobiografia, ele descreveu sua participação, como “numa epopéia sem igual na história da humanidade, nesta equipe venturosa eu era o terceiro de uma equipe de três homens, que não era o ator principal, mas sem o qual os atores principais não poderiam deixar o palco”.

O Retorno[editar | editar código-fonte]

Após o retorno e de uma quarentena forçada de 21 dias junto com seus companheiros, Michael Collins participou de um tour mundial de comemoração do feito da Apollo 11, aceitando após isso o cargo de Assistente Especial de Negócios Públicos no governo do Presidente Richard Nixon.

Depois disso, ele assumiu as funções de Diretor do Museu Nacional Aeroespacial dos Estados Unidos, Secretário-Geral do Instituto Smithsonian e - após se aposentar da Força Aérea como major-general - passou a dar aulas na Universidade de Harvard, até começar a cuidar de seus próprios negócios na iniciativa privada em 1985.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

A insígnia da Apollo 11.

Ver também[editar | editar código-fonte]