Omar Khayyām
| Omar Khayyām | |
|---|---|
| Pintura representando Omar Khayyam na tradução de Edward Fitzgerald | |
| Nascimento | 18 de maio de 1048 Nishapur, antigo Coração, Pérsia |
| Morte | 1131 |
| Nacionalidade | persa |
| Ocupação | Filósofo, matemático, poeta |
Omar Khayyām (pronúncia persa: [omare xajɑ:m]) (Nishapur, Pérsia, 18 de maio de 1048 — 4 de dezembro de 1131), poeta, matemático e astrônomo iraniano. Seu nome completo era Ghiyath al-Din Abu'l-Fath Umar ibn Ibrahim Al-Nishapuri al-Khayyami (em persa: غیاث الدین ابو الفتح عمر بن ابراهیم خیام نیشاپوری).
Khayyām calculou como corrigir o calendário persa. O seu calendário tinha uma margem de erro de um dia a cada 3770 anos. Contribuiu em álgebra com o método para resolver equações cúbicas pela intersecção de uma parábola com um círculo, que viria a ser retomada séculos depois por Descartes.
A filosofia de Omar Khayyām era bastante diferente dos dogmas islâmicos oficiais. Concordou com a existência de Deus mas se opôs à noção de que cada acontecimento e fenômeno particular era o resultado de intervenção divina. Em vez disso ele apoiou a visão que leis da natureza explicam todos fenômenos particulares da vida observada.
Como poeta é conhecido pelos Rubaiyat (em português, "quadras" ou "quartetos"),1 que ficariam famosos no Ocidente a partir da tradução de Edward Fitzgerald, em 1839.
Referências