Portal:Judaísmo /Datas

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Velas de Shabat.

Shabat (do hebraico שבת, shabāt; shabos ou shabes na pronúncia asquenazita, "descanso/inatividade"), também grafado como sabá (português brasileiro) ou sabat (português europeu), é o nome dado ao dia de descanso semanal no judaísmo, simbolizando o sétimo dia em Bereshit, após os seis dias de Criação. Apesar de ser comumente dito ser o sábado de cada semana, é observado a partir do pôr-do-sol da sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado. O exato momento de início e final do shabat varia de semana para semana e de lugar para lugar, de acordo com o horário do pôr-do-sol.

O shabat é observado tanto por mandamentos positivos, como as três refeições festivas (jantar de sexta-feira, almoço de sábado e refeição de final de tarde no sábado), quanto através de restrições. As atividades proibidas em Shabat derivam de trinta e nove ações básicas (melachot, livremente traduzido como "trabalhos") que são descritas pelo Talmude a partir de fontes bíblicas.

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Shofar.

Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה , literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo. Dentro da tradição rabínica, o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico e sétimo mês no calendário bíblico.

A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação (Yom Teruá Levítico 23:24).

A literatura rabínica diz que foi neste dia que Adão e Eva foram criados e neste mesmo dia incorreram em erro ao tomar da árvore da ciência do bem e do mal. Também teria sido neste dia que Caim teria matado seu irmão Abel. Por isto considera-se este dia como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de instrospecção e meditação de dez dias ( Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê que o Criador julga os homens.

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Livro de Selihot.

Grandes festas é o nome dado no judaísmo ao período que se inicia no mês de Elul e que engloba Rosh Hashaná ("Ano novo judaico"), os dez dias de arrependimento (Aseret Yemei Teshuva), e que termina com a data do Yom Kipur. O termo Grandes festas não é uma tradução correta : este período é chamado atualmente de Yamim Noraim (Dias de Reverência ou Dias de Penitência do hebraico ימים נוראים).

Asseret Yemei Teshuvá ou dez dias de arrependimento são os dez dias incluindo Rosh Hashaná, Yom Kipur e os dias entre eles. De acordo com a tradição, mesmo com a sentença divina tendo sido declarada em Rosh Hashaná, há possibilidade de arrependimento até o Yom Kipur quando a sentença é definida. Estes dez dias entre Rosh Hashaná e Yom Kipur são considerados dias nas quais procuram-se reparar os erros cometidos.

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Modelo do Beit Hamikdash.

O Yom Kipur ou Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e reza intensa. Na época em que existia o Templo de Jerusalém, esta era a única data em que o sumo sacerdote entrava no interior do santuário para pedir perdão em nome de todo o povo.

Existem 5 proibições no Yom Kipur:

  1. Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur);
  2. Usar calçados de couro;
  3. Relacionamento conjugal;
  4. Passar cremes, desodorante, etc. no corpo;
  5. Banhar-se por prazer.
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Sucá.

Sucot (do hebraico סוכות ou סֻכּוֹת sukkōt, cabanas) é um festival judaico que se inicia no dia 15 de Tishrei de acordo com o calendário judaico. Também conhecida como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, ainda, festa das colheitas visto que coincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde o povo de Israel peregrinava para o Templo de Jerusalém. Nos dias de hoje multidões entre 50 a 100 mil pessoas se reúnem aos pés do Muro das Lamentações participando da Benção dos Sacerdotes.

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Rolo de pergaminhos da Torá.

Simchat Torá ou Simches Toire ou Regozijo da Torá (em hebraico שמחת תורה ) é o nome da festividade que ocorre no oitavo dia após Sucót.Neste dia encerra-se e reinicia a leitura anual da Torá, como lembrança da sua eternidade .

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fases da Lua.

Rosh Chodesh, (do hebraico ראש חודש‎, Cabeça do Mês ou Início do Mês), é o nome dado dentro do Judaísmo ao primeiro dia de cada mês no Calendário hebraico, que é sinalizado pelo aparecimento da Lua Nova. Dentro do Judaísmo, Rosh Chodesh é considerada uma festividade menor.

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Arco do Triunfo.

Tisha BeAv é o dia do calendário judaico (9 do mês de Av), o qual foi fixado como jejum e dia de luto devido a dois dos mais trágicos eventos da História Judaica — a destruição pelos babilónicos do Templo de Salomão, ou Primeiro Templo de Jerusalém, no ano 586 antes da Era Comum, e a destruição do Segundo Templo, no ano 70 da nossa era, pelos Romanos. Tisha BeAv é o dia do calendário judaico (9 do mês de Av), o qual foi fixado como jejum e dia de luto devido a dois dos mais trágicos eventos da História Judaica — a destruição pelos babilónicos do Templo de Salomão, ou Primeiro Templo de Jerusalém, no ano 586 antes da Era Comum, e a destruição do Segundo Templo, no ano 70 da nossa era, pelos Romanos.

Existem 5 proibições rabínicas (não estão escritas na Torá) relevantes a este dia:

  • comer e beber
  • banhar-se
  • passar cremes
  • calçar sapatos de couro
  • manter contato físico entre marido e mulher
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Arco do Triunfo.

Chanucá ou Hanucá (חנכה ḥănukkāh ou חנוכה ḥănūkkāh) é uma festa judaica, também conhecido como o Festival das luzes. "Chanucá" é uma palavra hebraica que significa "dedicação" ou "inauguração". A primeira noite de Chanucá começa após o pôr-do-sol do 24º dia do mês judaico de Kislev e a festa é comemorada por oito dias. Uma vez que na tradição judaica o dia do calendário começa no pôr-do-sol, o Chanucá começa no 25º dia.

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Arco do Triunfo.

Dez de Tevet é um pequeno jejum que marca o começo do cerco de Jerusalém, tal como é descrito no Livro dos Reis 25:1.

E aconteceu que no nono ano do seu reinado, no décimo mês, no décimo dia do mês, que Nabucodonossor Rei da Babilónia veio, ele e todo o seu exército, contra Jerusalém, e acampou contra ela; e eles construiram fortes à sua volta.

Como um pequeno jejum, é requerido jejuar da aurora ao anoitecer, mas outras leis do luto judaico não são observadas. A leitura da Torá e da Haftará, e uma reza especial durante a Amidá, são acrescentadas nas rezas de Shacharit e Minchá.

Hoje em dia ele é tido também como o dia do Kadish geral, é o dia em que se marca a memória daqueles que não sabemos sua data de falecimento. Este é o caso de muitos dos assassinados durante o holocausto. Por isso, o rabinato de Israel sugerira esta data como o dia de lembrança às vítimas do holocausto.

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Arco do Triunfo.
  • Tu Bishvat (חג האילנות - ט"ו בשבט‎) — 15 Shevat

Tu Bishvat é o ano novo para as árvores. De acordo com a Mishná, ele marca o dia em que os dizimos da fruta são contados em cada ano. Além disso, marca o ponto em que são contadas tanto a proibição bíblica de comer os frutos das árvores nos seus três primeiros anos, e a obrigação de trazer a orlá (fruto do quarto ano) ao Templo de Jerusalém. Nos tempos modernos, é celebrado comendo vários frutos e nozes associadas à Terra de Israel. Também é costume organizar actividades de plantação de árvores, em especial com as crianças.

Durante aos anos de 1600, o Rabbi Yitzchak Luria de Safed e os seus discípulos criaram um pequeno seder, chamado Hemdat ha‑Yamim, reminiscente do seder que os Judeus cumprem em Pessach, e que explora os temas cabalísticos da festividade.

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Arco do Triunfo.

Purim (פּוּרִים, plural de פּוּר pûr, "sorteio" em hebraico, do acadiano pūru) é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Aquemênida tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros da Tanakh. Os judeus estavam exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia. A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester por duas vezes, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e consumo de vinho durante refeição de celebração (Ester 9:22); outros costumes incluem o uso de máscaras e fantasias e comemoração pública.

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Arco do Triunfo.

Pessach (do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a festa dos pães ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo).

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Arco do Triunfo.

Contagem do Ômer ou Sefirat Ômer (em hebraico ספירת העומר ) é o nome dado a contagem dos 49 dias ou sete semanas entre Pessach e Shavuót.

Posteriormente , o período da Contagem do Ômer passou a ser considerado um período de luto em memória à peste que matou centenas de díscipulos do rabino Akiva. Costumeiramente os homens não se barbeiam nem são efetuados casamentos neste período. O único dia em que se abandona o luto é em Lag Baômer.

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Arco do Triunfo.

Yom HaShoá ( יום השואה yom hash-sho’āh), ou "Dia da Lembrança do Holocausto", ocorre no dia 27 de Nissan no calendário hebraico. Este dia é lembrado anualmente como dia de recordação das vítimas do Holocausto, sendo feriado nacional em Israel.

Originalmente, a data proposta para esta comemoração foi o dia 15 de Nissan, aniversário da revolta do gueto de Varsóvia (19 de Abril de 1943), mas esta proposta foi rejeitada devido ao fato de coincidir com o primeiro dia de Pessach. O dia 27 foi escolhido por ser oito dias antes da comemoração de Yom Ha'atzma'ut, ou Dia da Independência de Israel. O Yom HaShoá foi estabelecido em 1959 como lei em Israel e aprovado por David Ben-Gurion e Yitzhak Ben-Zvi.

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Arco do Triunfo.

Yom Hazikaron ou Dia da Memória (em hebraico : יום הזכרון לחללי מערכות ישראל ונפגעי פעולות האיבה, lit. Dia da Lembrança dos Soldados Mortos de Israel e das Vítimas do Terrorismo) é um feriado nacional de Israel.

Yom Hazikaron é observado no dia 4 de Iyar no calendário hebraico e precede a comemoração do dia da Independência de Israel ou Yom Ha'atzma'ut, que ocorre no dia 5 de Iyar .

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Fogueira de Lag BaOmer

Lag Baômer (do hebraico ל"ג בעומר "trigésimo-terceiro dia do ômer" ) é o 33º dia da Contagem do Ômer, que é um período de 49 dias que vai do dia seguinte a Pessach até Shavuot. É o nome dado à data judaica de 18 de Iyar.

De acordo com a tradição judaica, a tristeza e pesar que acompanham a Contagem do Ômer são interrompidos neste dia. Há duas bases para este mandamento: a primeira é que neste dia cessou a peste que surgiu entre os discípulos de Rabi Akiva, e a segunda é que nesta data ocorre o aniversário de falecimento do Rabi Shimon bar Yochai, cujos ensinamentos introduzem uma nova era na revelação e disseminação da dimensão mística da Torá, conhecida como a Cabalá.

Lag Baômer celebra a vida e os ensinamentos de dois dos mais notáveis Sábios na história judaica, Rabi Akiva e Rabi Shimon bar Yochai. É também o dia festivo mais especialmente associado à Cabalá, a "alma" ou dimensão mística do Judaísmo.

As sete semanas entre Pêssach e Shavuot são uma época de antecipação e preparação, durante a qual os judeus refazem os passos da jornada dos israelitas do Êxodo até o Monte Sinai há mais de 33 séculos.

Porém as semanas de Ômer são também um tempo de tristeza. Não se realizam casamentos durante este período; como enlutados, não se corta o cabelo ou se aprecia o som da música. Pois como o Talmud diz, foi neste período que milhares de eruditos de Torá, discípulos do grande Rabi Akiva, morreram numa peste, porque "não se conduziram com respeito um pelo outro."

Em Lag Baômer, o 33º dia da Contagem do Ômer, as leis proibindo o júbilo durante o período são suspensas. As crianças saem em desfiles e passeios, brincam com arcos e flechas, e o dia é assinalado como uma ocasião festiva e cheia de alegria.

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As Sete Espécies de frutos símbolos da terra de Israel

Shavuot (do hebraico:שבועות, "[sete] semanas" ) é o nome da festa judaica também conhecida como Festa das Colheitas ou Festa das Prímicias ou Festa da Entrega da Torá, celebrado no quinquagésimo dia do Sefirat Haômer. Contagem que começa no segundo dia da Festa de Pessach. Devido a esta contagem, a festa é também chamada de Pentecostes.

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As Sete Espécies de frutos símbolos da terra de Israel

Yom HaAtzmaut (do hebraico יום העצמאות) é o Dia da Independência de Israel, e cujo feriado ocorre no dia 5 de Iyar (ele pode ser adiado ou adiantado para não cair no dia do shabat), que no ano de 1948 correspondeu a 14 de Maio, dia no qual David Ben-Gurion declarou o fim do Mandato Britânico da Palestina e a fundação do Estado de Israel. Precede a este dia o dia de Yom Hazikaron, em memória dos soldados mortos e de vítimas de atentados terroristas.

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Fogueira de Lag BaOmer

Yom Yerushalayim ou Dia de Jerusalém (em hebraico *יום ירושלים - כ"ח באייר ) é um feriado nacional em Israel celebrado anualmente no dia 28 de Iyar.

De acordo com o Plano de Partilha da ONU de 1948, Jerusalém deveria ser uma cidade internacional, não pertencendo nem a um estado judaico, nem a nenhum estado árabe. Mesmo assim, durante a Guerra árabe-israelense de 1948, o controle da cidade foi dividida entre Israel e Jordânia.

No entanto, Jerusalém Oriental foi tomada por Israel em 1967, como resultado da Guerra dos Seis Dias. No dia 12 de março de 1968, o governo israelense proclamou o dia 28 de iyar como o feriado do Dia de Jerusalém. Em 23 de março de 1998, o Knesset aprovou a Lei do Dia de Jerusalém como um feriado nacional israelense.

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Jebusite Jerusalem.jpg

O dia 17 de Tamuz tradicionalmente marca a primeira brecha das muralhas de Jerusalém durante a ocupação romana, na Época do Segundo Templo de Jerusalém.

Este dia é marcado como um dia de jejum no calendário judaico.

Por ser um dia de jejum menor, é requerido jejuar do nascer ao pôr do sol, mas outras leis do luto não são observadas. Nos serviços religiosos de Shacharit (reza matinal) e de Minchá (reza da tarde), são acrescentadas a leitura da Torá e a leitura da Haftará, e uma reza especial na Amidá.

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