Adriano Luz

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Adriano Luz
Nome completo Adriano Manuel Vieira da Luz
Nascimento 9 de abril de 1959 (58 anos)
Porto, Portugal
Nacionalidade portuguesa
Ocupação Actor e encenador
Cônjuge Carla de Sá
Outros prêmios
Globo de Ouro (2011)
IMDb: (inglês)

Adriano Manuel Vieira da Luz, com o nome artístico Adriano Luz[1] (Porto, 9 de Abril de 1959) é um actor e encenador português, casado com a também atriz Carla de Sá.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como actor integrou o elenco da Comuna - Teatro de Pesquisa, Teatro Aberto, Teatro Experimental de Leiria, Projecto Fernando Gomes, Teatro da Cornucópia, Teatro da Malaposta, Teatro Nacional D. Maria II, Projecto Inter Cidades, Teatro Nacional S. João.

Trabalhou como encenador no Teatro da Cornucópia, Teatro Monumental, Teatro Villaret e Teatro Nacional D. Maria II e dirigiu para o Teatro São Luiz os musicais O Assobio da Cobra, a partir de canções de João Monge e Manuel Paulo, e Cabeças No Ar a partir de canções de Carlos Tê.

Um dos seus primeiros trabalhos no cinema foi o filme Filha da Mãe (1990) de João Canijo. Segue-se A Idade Maior (1991) de Teresa Villaverde, Rosa Negra (1992) de Margarida Gil e O Homem do Comboio (1997) de Edgar Pêra. Volta a trabalhar com Canijo nos filmes Sapatos Pretos (1998) e Ganhar a Vida (2001). Participou ainda noutros títulos, como Tráfico (1998) e O Fatalista (2005) de João Botelho, A Falha (2001) e 451 Forte (2000) de João Mário Grilo, Tarde Demais (2000) e A Monte (2006) José Nascimento, Camarate (2001) de Luís Filipe Rocha, O Capacete Dourado (2006) de Jorge Cramez e A Costa dos Murmúrios (2003) de Margarida Cardoso.

Em 2010 participa em Mistérios de Lisboa como Padre Dinis. A seguir entra no filme Linhas de Wellington.

Em 2013, atuou no filme Comboio Noturno Para Lisboa - adaptação do livro de mesmo nome escrito por Pascal Mercier - no papel de Rui Luis Mendes, o carniceiro de Lisboa.

Participa em Yvone Kane e em Os Maias na adaptação de João Botelho.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Certidão de lista de associadas da Audiogest» (pdf). IGAC/Ministério da Cultura. 25 de julho de 2007. Consultado em 11 de Janeiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 24 de Dezembro de 2013