Honey Ryder

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Honey Ryder
Personagem da série James Bond
Ua006.jpg
Profissão caçadora de conchas
Categoria bond-girl
Status ativa
Interpretado(a) por Ursula Andress
Filmes 007 contra o Satânico Dr. No

Honeychile Rider é uma personagem do livro de James Bond, Dr. No, criada por Ian Fleming. Em 1962, quando a história foi levada ao cinema, o nome da personagem foi resumido e alterado para Honey Ryder. No filme ela é vivida pela atriz suíça Ursula Andress, que devido ao forte sotaque estrangeiro, foi dublada pela atriz e dubladora Nikki van der Zyl, falando e cantando.[1]

De maneira típica com os nomes das personagens femininas dados por Fleming, seu nome tem um duplo sentido com a posição sexual em que a mulher fica montada sobre o homem.

Na história da franquia dos filmes de 007, Ryder é lembrada como a primeira bond-girl da série, apesar de tecnicamente não o sê-lo. Este título pertence à Sylvia Trench, que tem um romance com Bond no início do filme, enquanto Ryder aparece em cena apenas na metade dele. Mas o impacto de sua aparição saindo da água de biquíni branco, com uma faca na cintura e carregando duas conchas foi tão grande,[2] que foi a personagem que ficou na memória popular como sendo a primeira bond-girl do cinema.

Quarenta anos depois, no filme 007 Um Novo Dia para Morrer, de 2002, a icônica cena foi homenageada por Halle Berry, que entra em cena da mesma maneira, com um biquíni laranja.[3] Em 2003, uma pesquisa do canal 4 britânico, elegeu a aparição de Honey Ryder em 007 contra o Satânico Dr. No, como a número 1 das "100 cenas mais sexies da história do cinema"[2] .

Ryder/Andress foi eleita como a maior bond-girl de todos os tempos pela revista norte-americana Entertainment Weekly.[4]

Dr. No[editar | editar código-fonte]

Assim como no livro, no filme a personagem é uma mulher independente que diz não precisar da ajuda de ninguém. Ela é uma caçadora de conchas, que as colhe pelas ilhas da Flórida e as vende em Miami como meio de vida.[5] Corajosa, ela enfrenta Bond quando o encontra na praia da ilha do Dr. No. A princípio desconfiada, Ryder permite uma aproximação de 007 quando ele lhe assegura que suas intenções são boas.

Sabedora dos perigos da ilha, ela ajuda Bond e seu assistente Quarrel a encontrarem um meio de sair de Crab Key, mas os barcos escondidos por eles acabam metralhados pela segurança da ilha. Depois de escaparem da perseguição dos homens de No embrenhando-se na mata e no rio, Ryder conta a Bond que seu pai, um biólogo, morreu misteriosamente na ilha, onde várias pessoas já desapareceram.[6] Os três então dão numa região da ilha onde um mítico "dragão", temido pelos nativos das ilhotas em volta, (na verdade, um trator com lança-chamas acoplado) mantém as pessoas afastadas dali. No encontro, Quarrel é morto queimado vivo e Bond e Ryder aprisionados.

Bond e Ryder são então levados a uma instalação moderna e luxuosa, o centro de lançamentos de foguetes subterrâneo do Dr. No, onde são descontaminados da radiação que havia no lugar onde foram presos. Depois de conhecerem o Dr. Julius No, Ryder é mantida presa num calabouço acorrentada no chão, enquanto Bond é sedado por um sonífero colocado numa bebida servida a eles. Depois que Bond aborta o plano de No de sabotagem espacial e o mata, ele salva Ryder e os dois fogem da ilha, que explode, terminando o filme fazendo amor num barco à deriva no mar.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências