Jornalismo de serviço

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Chamam-se Jornalismo de Serviço ou Jornalismo de Utilidade Pública as especializações da profissão jornalística em fornecer informações de utilidade imediata ao leitor, principalmente no que diz respeito a empregos, concursos públicos, imóveis e mercado imobiliário, exercício da cidadania e serviços públicos.

O jornalismo de serviço também é extremamente comum nas editorias de Cultura, em que se divulgam a programação cultural (ou agenda cultural) de uma cidade, indicando horários, endereços, preços e outras informações úteis sobre sessões de cinema, apresentações de peças, shows, exposições, programas de TV e de rádio. Nos jornais e revistas, esta seção costuma ser impressa em letras muito pequenas e com blocos de texto montados lado a lado, fato pelo qual recebe o apelido de tijolinhos.

Por lidar com informações de ordem prática, o jornalismo de serviço exige um grau de precisão muito maior do que as demais especializações.

Empregos[editar | editar código-fonte]

Temas[editar | editar código-fonte]

As pautas do Jornalismo de Empregos incluem a cobertura de eventos (greves, demissões, contratações, concursos públicos), as instituições que geram produtos e fatos (empresas, agências de empregos, consultorias de recursos humanos, cooperativas, sindicatos e centrais sindicais), as políticas públicas para a área (Ministério do Trabalho, Ministério da Previdência, secretarias estaduais e municipais do Trabalho) e o dia-a-dia do setor.

Fontes[editar | editar código-fonte]

Como na maior parte das especializações jornalísticas, as fontes de Empregos são divididas entre protagonistas (empregadores, agências de empregos, sindicalistas), autoridades (ministro e secretários do Trabalho e da Previdência ou Seguro Social e seus funcionários), especialistas (analistas de recursos humanos) e usuários (trabalhadores e desempregados).

Jornalismo de Empregos no Brasil[editar | editar código-fonte]

As editorias de empregos dos principais jornais diários brasileiros são chamadas de "Empregos" na Folha de S.Paulo, "Boa Chance" em O Globo, "Empregos" no Zero Hora, "Empregos & Negócios" em A Tarde, "Emprego" no Estado de Minas, "Empregos" e "Guia de Profissões e Empreendedorismo" no Diário de Pernambuco e "Trabalho" no Correio Braziliense. O jornal tri-semanal carioca Folha Dirigida é especializado em serviço de empregos e concursos públicos.

Imóveis[editar | editar código-fonte]

Temas[editar | editar código-fonte]

As pautas do Jornalismo de Imóveis incluem a cobertura de eventos (compras e vendas de terrenos, demolições e implosões de prédios, falências de imobiliárias), as instituições que geram produtos e fatos (imobiliárias, corretoras, construtoras, empreiteiras, incorporadoras), as políticas públicas para a área (Ministério da Habitação, secretarias estaduais e municipais de Habitação, Urbanismo e Obras Públicas) e o dia-a-dia do setor.

Fontes[editar | editar código-fonte]

Como na maior parte das especializações jornalísticas, as fontes de Imóveis são divididas entre protagonistas (proprietários de imóveis, corretores de imóveis, síndicos de condomínios, empresas de segurança patrimonial, locatários), autoridades (ministro e secretários de Habitação e seus funcionários), especialistas (consultores, analistas de mercado imobiliário) e usuários (moradores, inquilinos).

Jornalismo de Imóveis no Brasil[editar | editar código-fonte]

As editorias de imóveis dos principais jornais diários brasileiros são chamadas de "Casa" no JB, "Imóveis" na Folha de S.Paulo, "Morar Bem" em O Globo, "Casa & Cia" no Zero Hora, "Imóveis" no Estado de Minas e "Imóveis" no Diário de Pernambuco.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]