Grande mídia

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Grande mídia é uma expressão usada para designar uma mídia de massa que influencia um grande número de pessoas, refletindo correntes de pensamento dominantes.[1] Ela pode ser contrastada com meios de comunicação alternativos, que podem conter conteúdo com pensamento mais divergente.

Os grandes conglomerados de mídia, incluindo jornais e meios de transmissão, que sofreram sucessivas incorporações nos Estados Unidos e em outros lugares, são muitas vezes referenciados pelo termo. Esta concentração de propriedade da mídia tem levantado a preocupações sobre uma homogeneização dos pontos de vista apresentados aos consumidores de notícias. Consequentemente, o termo "mídia tradicional" tem sido amplamente utilizado no sentido de oposição, ou de desprezo, em debates sobre os meios de comunicação de massa e o viés midiático.

Segundo o filósofo Noam Chomsky, organizações de mídia com uma audiência de elite, como a CBS News e o The New York Times, são empresas de sucesso com os ctivos necessários para envolver-se em reportagens originais, definem o tom para outras organizações menores de notícias que carecem de tais recursos, através da criação de notícias em cascata que usam agências de notícias, como a Associated Press, como agregador. A grande mídia define a agenda e organizações menores a replicam.[1] No Brasil, algumas poucas famílias controlam os principais meios de comunicação, cenário que se repete em outros países.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Chomsky, Noam, "What makes mainstream media mainstream", October 1997, Z Magazine, [1]
  2. «Conheça os principais magnatas da mídia no mundo». BBC Brasil. 18 de julho de 2011. Consultado em 19 de julho de 2016. 
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