Natureza-morta

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Natureza-morta (1627), de Pieter Claesz

Natureza-morta é um tipo de pintura e fotografia em que se veem seres inanimados, como frutas, louças, instrumentos musicais, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos. Se refere à arte de pintar, desenhar, fotografar composições deste gênero. Na arte contemporânea, é frequente se utilizar, ainda, outros suportes para estas representações de objetos inanimados, como a escultura, instalação e a videoarte, como referências à história da arte.

"Natureza-morta com maçãs" (1890), de Paul Cézanne. Óleo sobre tela, 35,2 x 46,2 centímetros. Museu Hermitage, em São Petersburgo.
"Natureza-morta" (1620). Pintura de Panfilo Nuvolone. Museu de Arte de São Paulo, em São Paulo.

História[editar | editar código-fonte]

Esse gênero de representação surgiu na Grécia antiga, e também se fez presente em afrescos encontrados nas ruínas de Pompeia. Foi, depois, condenada por teólogos católicos durante a Idade Média.[carece de fontes?] A denominação natureza-morta, conforme o alemão Norbert Schneider[1], surgiu na Holanda no século XVII, nos inventários de obras de arte. A expressão competiu durante algum tempo com natureza imóvel e com representação de objetos imóveis no século XVIII.[2]

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Referências

  1. Universidade de Karlsruhe - "Naturezas-mortas - Colônia - Editora Taschen, 1999
  2. LOPES, J. A. D. A rainha que virou pizza. Cia. Editora Nacional. 2007.
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